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1 de outubro de 2014

Serzedo escreve o seu nome na história ao seguir para a 3ª Eliminatória da Taça de Portugal


Local: Estádio Dtr. José Matos (Viana do Castelo)
Hora: 15h
Árbitro: Hélder Lamas (AF Braga)

Vianense: João Pedro, Lomba, Zé Oliveira (Rui Faria 83'), Pedro Coentrão e Dani (Zé Diogo 57'), Tiago Magalhães, Vasco e Vítor Sousa, Tiago Silva, Madureira (Abul 65') e Mimba.
Treinador: Rogério Amorim

Serzedo: César, Pacheco, Cruz, Joel e Joãozinho, Moreira, Viana e Tiago Santos (Barbosa 61'), Bruninho (Luís 19'), João Alves (Braga 74') e Bruno Faria.
Treinador: Pedro Sá

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0
Após prolongamento: 0-0
Grandes Penalidades: 1-3

Festa do Serzedo no relvado do Vianense. Venha o Benfica!

O Serzedo vive, por estes dias, mais um momento histórico nos seus 81 anos de vida. Depois de na época passada ter vencido a Taça Brali, o que lhe proporcionou o direito de participar na Taça de Portugal pela primeira vez na sua história, a equipa conseguiu mais um feito marcante ao conseguir ultrapassar o adversário da 2ª Eliminatória da prova, depois da isenção na primeira, estando assim por direito próprio no sorteio da 3ª Eliminatória, que se realiza esta quinta-feira.
No passado domingo a equipa deslocou-se ao terreno do Vianense e não poderia ter imaginado melhor estreia na Prova Rainha do nosso futebol. Depois de um início de partida equilibrado Joel viu o cartão vermelho e deixou a sua equipa a jogar com 10 desde o primeiro quarto-de-hora. Porém, nem isso amedrontou os jogadores de Pedro Sá, técnico que veio substituir Filipe Ribeiro, que teve assim uma estreia de grande nível. 
Com o passar dos minutos, o Serzedo foi acreditando que poderia vencer ainda dentro do tempo regulamentar e mesmo com 10 jogadores foi criando algumas situações de golo que poderiam ter mudado o rumo dos acontecimentos. Mas a bola acabou por não entrar em nenhuma das balizas e foi necessário recorrer à marca das grandes penalidades, onde o Serzedo foi mais feliz e carimbou a passagem histórica à fase seguinte.
Bruno Faria, avançado dos azuis e brancos, conta como foram as emoções do jogo da Taça: "Fomos a Viana à procura de um resultado positivo e a nossa ideia era disputar o jogo porque nada tinha mos a perder. A partida começou bastante equilibrada, mas fomos nós a primeira equipa a ter uma oportunidade flagrante de golo, pelo Bruninho, e depois disto deu-se logo a expulsão", conta o atacante. Depois da expulsão a equipa não deixou de procurar o golo: "Depois da expulsão baixamos um pouco o bloco e tentamos jogar  no erro do Vianense. O mister ajustou a equipa e tivemos uma capacidade de entre-ajuda fantástica. Tivemos três oportunidades de golo claras, que poderiam ter decidido o jogo nos 90 minutos", analisou.
Para Bruno Faria o Serzedo foi um justo vencedor e salienta o apoio que a equipa teve nas bancadas: "Depois do que demonstramos nos 120 minutos, acho que fomos um justo vencedor, com a sorte a sorrir-nos na lotaria dos penaltis. Uma palavra para o apoio que tivemos do pessoal de Serzedo. Parecia que estava-mos a jogar em casa!", afirmou.
Esta quinta-feira realiza-se o sorteio da 3ª Eliminatória, que contará já com as equipas da Liga Zon/Sagres. Para Bruno Faria seria ideal o Serzedo receber um grande e tem preferência: "Pessoalmente gostava de jogar com um clube grande, e se pudesse ser o Benfica melhor. Resta-nos esperar para ver se a sorte nos volta a sorrir", atirou.
O Serzedo recebe esta noite o Oliveira do Douro, em partida em atraso da quinta jornada da Divisão d'Elite Pro Nacional. Bruno Faria acredita na vitória, apesar do esforço suplementar a que foram sujeitos no domingo: "A equipa está focalizada na vitoria pois temos consciência que estamos uns pontos abaixo daquilo que estava inicialmente delineado. Apesar de todo o respeito que temos pelo Oliveira do Douro, não esperamos outro resultado senão a vitória", concluiu.
A partida realiza-se esta noite, às 20h, no Complexo Desportivo da Rainha em Serzedo.

16 de setembro de 2014

Escola 'Geração Benfica' abre em Lever


O Leverense e o Sport Lisboa e Benfica assinaram um protocolo de cooperação, que levou a que no passado dia 1 de Setembro abrisse ao público uma Escola de Formação 'Geração Benfica' em Lever.
Os termos do protocolo assinado pelos dois clubes incluem a formação de atletas dos 3 aos 14 anos de idade, sendo dos Benjamins até aos Iniciados, e terá a duração de cinco anos.
Juntamente com este acordo de cooperação entre os dois clubes está também a conclusão das obras dos balneários bem como a reparação da bancada do Estádio Comendador Pimenta da Fonseca.
Em anexo, os horários de funcionamento da escola.

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26 de outubro de 2013

José Bizarro - "Daqui a algumas jornadas Coimbrões já estará à minha imagem"

José Bizarro promete colocar o Coimbrões à sua imagem em pouco tempo
José Bizarro, treinador que assumiu o comando técnico do Coimbrões substituindo Paulo Lima, falou ao A Bola é Redonda sobre esta experiência nos gaienses.
O experiente técnico abordou a sua entrada nos verde e pretos, referindo que foi uma situação natural: "Os responsáveis do Coimbrões ligaram-me, tivemos algumas reuniões onde mostrei a minha forma de trabalhar. Os dirigentes mostraram-me a realidade do clube e acabamos por chegar a um acordo", disse.
O Coimbrões ocupa actualmente o nono lugar na Série C do Campeonato Nacional de Seniores. Este é de resto o pior arranque de época dos gaienses desde que militam nos campeonatos nacionais. José Bizarro refere que encontrou uma equipa desmotivada: "Encontrei uma equipa desanimada, mas que podia estar melhor e agora com certeza irá melhorar. Temos treinado num campo de futebol de sete, devido às obras de colocação do novo relvado sintético, mas tirando isso, já demonstram querer fazer aquilo que lhes pedimos. Já se nota uma equipa mais alegre e mais coesa e é só assim que se conseguem atingir os objectivos", atestou.
Bizarro teve a sua estreia no passado domingo, em partida antecipada da sétima jornada, frente ao Salgueiros 08. O resultado não foi aquele que certamente o novo treinador esperava, mas na analise à partida, José Bizarro afirma que só faltou concretizar: "O que falhou nesse jogo foi a finalização. O Salgueiros 08 fez três golos em quatro ocasiões que criou e nos fizemos apenas um em cinco oportunidades criadas. Em termos de atitude e de organização foi tudo muito bom", disse.
Relativamente aos objectivos que lhe foram propostos pela direcção coimbroense, Bizarro afirma que pretende apenas subir o mais possível na tabela, pois os primeiros lugares estão praticamente inalcansáveis: "A direcção tem consciência que os dois primeiros lugares são quase impossíveis. Os clubes que estão nessas posições são altamente competitivas e será difícil ultrapassa-las. Vamos tentar subir o mais possível. Queremos somar  o máximo de pontos para deixarmos os lugares de fundo da tabela", afirmou.

Selecção Nacional de Sub-20 Campeã do Mundo em Riade em 1989

Em 1989 José Bizarro era o guarda-redes da Selecção Nacional de Sub-20 que se sagrou campeã do mundo na Arábia Saudita, numa final frente à Nigéria. Na altura representava o Leixões, mas a sua formação foi repartida, para além dos matosinhenses, entre o FC Porto e o Benfica. Passou ainda pelo Marítimo, Académica, Louletano, Ovarense, Rio Ave, novamente o Leixões e terminou no Maia. Jogou também no estrangeiro, em Espanha, no Leganés e no Ourense. Como treinador, já passou pelo banco do Amares, Anadia, Fiães, Caniçal, Sertanense e também pela União de Leiria. Com toda a sua experiência, é natural que os jogadores queiram aprender mais. Bizarro confirma essa situação: "Já se nota bastante empenho e atenção. Isto requer algumas semanas de treino e muita conversa com os atletas. Penso que daqui a algumas jornadas o Coimbrões já estará a jogar à minha imagem", atestou. Mas qual é a imagem do técnico? Bizarro esclarece qual é, usando o próximo jogo com o Amarante: "Espero ganhar esse jogo. É uma pena que seja disputado em casa emprestada, já que o nosso relvado ainda não estará pronto. Assim damos alguma vantagem ao adversário, mas vamos jogar para ganhar. Não sei jogar de outra forma a não ser para ganhar. Não mudo de táctica em função do adversário que tenho pela frente. Apenas jogo para vencer", afirmou com convicção.
Quanto a reforços para a equipa, José Bizarro dá conta de uma novidade no plantel: "Notei que faltava alguma agressividade à equipa sem bola. Agressividade no bom sentido. Era uma equipa macia, principalmente na posição 6 ou na zona do trinco. Tentamos contratar um jogador para essa posição e chegou o Costa, ex-Cinfães", revelou o treinador. Costa tem 33 anos e já passou pelo Vilanovense na época 2002/2003 na altura na 2ª B e foi treinado por Edmundo Duarte. 
O próximo jogo do Coimbrões é apenas a 3 de Novembro e será disputado em Serzedo, por impossibilidade de usar o Parque Silva Matos. O adversário será o Amarante.

13 de dezembro de 2012

Fisico tramou Coimbrões


Local: Estádio do CD Aves
Hora: 20h
Árbitro: Renato Gonçalves (AF Guarda)

Desp. Aves: Ricardo, Leandro, João Paulo, Wallace e Mamadou, Tito. Lourenço e Binaia (Vasco Rocha 77'), Ricardo Santos (Dally 60'), Rabiola e Renato Reis.
Treinador: José Vilaça

Coimbrões: Ivo, Nando, Joel (Brandão 71'), Flávio e Huguinho, Carlos Sousa (Tiago Lopes 89'), Nuno Sousa e Rola (Pedro Tavares 68'), Paulinho, Penantes e Nuno Pinto.
Treinador: Paulo Lima.

Resultado ao intervalo: 1-1
Resultado final: 2-1

Marcadores: Ivo (12' na p.b.) e Dally (85') para o Desp. Aves e Joel (14') para o Coimbrões

Joel já cabeçeou para o golo do empate do Coimbrões aos 14' *

O sonho do Coimbrões de jogar no Estádio na Luz na próxima fase da Taça de Portugal caiu por terra aos 85' do jogo de ontem frente ao Desp. Aves. A equipa de Paulo Lima vendeu cara a derrota aos avenses, que disputam a Segunda Liga, e apenas a cinco minutos do fim conseguiram o golo da vitória, apontado por Dally, jogador que saltou do banco aos 60' para render Ricardo Santos. Até esse momento fica no registo uma excelente partida de futebol feita pelos gaienses, que mesmo depois de terem sofrido o primeiro golo aos 12' não desanimaram e apenas dois minutos depois repuseram a igualdade. Já na segunda parte, o Desp. Aves ganhou algum ascendente, mas o Coimbrões ainda assim dispôs de uma excelente oportunidade para dar a volta ao marcador, mas o remate de Rola, desviado por um defesa, obrigou o guarda-redes do Desp. Aves a fazer uma defesa de recurso levando a bola a embater na trave da sua baliza. Numa fase em que o Coimbrões quebrou fisicamente, o Desp. Aves conseguiu ganhar superioridade e aproveitar esse factor para conseguir levar de vencida os gaienses e disputar os oitavos-de-final da Taça de Portugal frente ao Benfica.
Paulo Lima, técnico do Coimbrões, destaca o brio que os seus jogadores tiveram neste jogo, até porque a grande maioria deles, na manhã do jogo, foi trabalhar: "Foi um jogo que teve uma parte boa e uma parte má. A parte má foi o resultado, porque quando estávamos à espera do prolongamento, acabamos por sofrer o golo que ditou a derrota. A parte boa foi o comportamento que tivemos neste jogo, pois causamos dificuldades ao Desp. Aves. Na segunda parte veio ao de cima a principal diferença entre as duas equipas, a parte física, pois o Desp. Aves é uma equipa profissional ao contrário da nossa que é amadora, uma vez que muitos jogadores, na manhã do jogo, foram trabalhar. O Desp. Aves ganhou, o resultado é justo, mas penso que os meus jogadores mereciam o prolongamento", disse o técnico.
Este resultado, apesar da boa exibição, deixou os atletas tristes: "O balenario estava cabisbaixo no fim. Tendo em conta que este não é o nosso campeonato, mas estando perto do prolongamento, os jogadores sentiram-se tristes devido ao ao esforço todo que tiveram. Nada fazia prever aquele golo perto do final, mas estão de consciência tranquila, pois tudo fizeram para conseguir a vitória e ninguém lhes pode apontar nada", rematou o técnico sobre este jogo.
No próximo domingo o Coimbrões volta a entrar em campo, desta feita para o campeonato. O adversário é o Ac. Viseu e pela frente mais uma longa viagem, daquelas a que a Zona Centro da 2ª Nacional obriga. Paulo Lima está consciente das dificuldades, pois o Ac. Viseu é um dos candidatos à subida e é agora treinado por Filipe Moreira, antigo técnico do Tondela e mais recentemente do Sp. Covilhã: "É mais um jogo complicado. O Ac. Viseu é uma equipa que se reforçou com um treinador experiente e que quer subir de divisão, depois de alguns anos afastada dos campeonatos nacionais e profissionais. No entanto também temos as nossas ambições e vamos a Viseu para conquistar os três pontos", concluiu Paulo Lima
Para este jogo, Luís Paulo continua indisponível, mas agora juntam-se-lhe Paulo Teixeira, expulso por acumulação no jogo da Taça e Joel que não deverá recuperar da lesão sofrida no mesmo jogo e que obrigou à sua substituição aos 71'.

* Foto de Miguel Ângelo para o Espaço Avense

12 de dezembro de 2012

Coimbrões com a Luz ao fundo do túnel


Paulo Lima (segundo a contar da esq.) com a restante equipa técnica e direcção *

O Coimbrões disputa hoje uma das partidas mais importantes da sua história, ao visitar o Desp. Aves para o jogo em atraso da 4ª Eliminatória da Taça de Portugal e que pode colocar os verde e pretos no caminho do Benfica, em pleno Estádio da Luz, no jogo dos oitavos-de-final da prova. 
Adeptos pedem que se faça história *
Paulo Lima, técnico dos gaienses, sacode a pressão da sua equipa, afirmando que a responsabilidade do encontro está do lado do Desp. Aves: "Na Taça a nossa responsabilidade já acabou. Vencemos o Caldas e agora vamos jogar com o Desp. Aves, que é claramente o favorito à vitória. Para nós já é bom termos chegado aqui e o que fizermos neste jogos. Se conseguirmos enervar o adversário, poderemos retirar proveito disso. Nós não temos responsabilidade neste jogo, pois o Desp. Aves é uma equipa profissional, que costuma terminar entre os cinco primeiros classificados da 2ª Liga. Se vencermos será óptimo, se perdermos será o resultado que já toda a gente esperava", disse.
Apesar de estar consciente das dificuldades que irá encontrar no jogo de logo à noite, Paulo Lima não deixa a ambição de seguir em frente de lado, até porque o próximo adversário é de renome e num palco apetecível: "Este vai ser um jogo diferente de todos os outros que já tivemos e que vamos ter esta época. Sabemos das nossas limitações e sabemos do valor do Desp. Aves, mas esperamos continuar a fazer festa nesta edição da Taça, até porque o próximo jogo será uma oportunidade única para os jogadores e é natural que se sintam motivados por poderem vir a defrontar o Benfica, no Estádio da Luz. Será uma oportunidade única para demonstrarem o seu valor. Ter oportunidade de jogar na Luz é motivo de orgulho", realçou Paulo Lima.
Desp. Aves é o favorito mas o
Coimbrões tem uma palavra a dizer
No passado domingo, o Coimbrões regressou às vitórias no campeonato, na recepção ao Tocha mais de dois meses depois da última. O resultado final foi de 3-2 favorável aos gaienses, mas Paulo Lima não gostou do que viu: "Não fiquei satisfeito com a exibição da equipa. É certo que gostei do resultado, era importante regressar às vitórias, mas esperava mais da equipa. Também é natural que já houvesse alguns atletas a pensar no jogo desta noite e que tivessem um rendimento abaixo do esperado, mas acabamos por complicar a conquista dos três pontos, que apenas chegaram no tempo de compensação. Esperava um jogo mais bem conseguido e uma vitória mais fácil, já que complicamos um pouco as coisas", disse o técnico, sobre um jogo que o Coimbrões começou a vencer, com golo de Nuno Pinto logo aos sete minutos. O tocha iria chegar ao empate pouco depois por Fernando (14') mas ainda antes do intervalo Carlos Sousa (42') voltou a dar vantagem ao Coimbrões. No segundo tempo, aos 50', uma grande penalidade convertida por Tiago Freitas deu novo empate ao forasteiros que viram o Coimbrões voltar a marcar apenas aos 90+4', por intermédio de Tiago Lopes, conquistando assim os três pontos em disputa.
Para o jogo desta noite, às 20h no Complexo Desportivo da Vila das Aves, apenas Luís Paulo é baixa confirmada por lesão. De resto todo o plantel se encontra operacional. 

* fotos retiradas da Pagina Oficial do Facebook do Coimbrões

11 de outubro de 2012

Gaiense Hugo Ramada deixa KO o Benfica


O Benfica iniciou hoje, às 12h45, a disputa da fase grupos da UEFA Futsal Cup. Inseridos no Grupo D, juntamente com o Rába ETO, Iberia Tbilisi e o Luparense CA5, a formação de Paulo Fernandes enfrentou os húngaros do Rába ETO na primeira jornada. Depois de estar a vencer por três bolas a zero a cinco minutos do final do encontro, o impensável aconteceu, com a equipa do rába ETO a conseguir chegar à igualdade a apenas dois segundos do final da contenda.
Ramada foi o autor do terceiro golo
que deu o empate ao ETO a dois
segundos do fim do jogo com o Benfica
O A Bola é Redonda falou com Hugo Ramada Martins, mais conhecido como Ramada e que na temporada 2008/2009 passou pelo Modicus, depois de representar o Boavista e o Alpendorada.
Ao blog, o jogador realçou que a desconcentração nos minutos iniciais do segundo tempo, foram fundamentais para que o Benfica alcançasse uma vantagem de dois golos: "Foi um jogo muito igual. Na primeira parte pressionamos o Benfica em todo o campo, as duas equipas tiveram oportunidades para marcar e ninguém marcou. No segundo tempo queríamos continuar a pressionar mais, mas nos três minutos inicias do jogo não pressionamos e, apesar de sabermos que o Benfica quando ataca dentro do meio campo adversário é mais perigoso, sofremos dois golos", começou por dizer o universal. Depois desse período de desconcentração, a formação húngara voltou à carga, mas ainda sofreu o terceiro tento antes de iniciar a recuperação: "Depois voltamos a pressionar e tivemos três ou quatro oportunidades claras para marcar, mas o Bébé fez um grande jogo. Ainda sofremos o terceiro golo, devido a um erro gravíssimo da dupla de arbitragem, em que um diz que era bola nossa e o outro diz que era canto. O Gonçalo aproveitou bem ao marcar rápido o canto, porque a nossa equipa já estava pronta para atacar. Depois passamos a jogar com o 5x4 e conseguimos fazer três golos. Acho que foi um resultado justo pelo que se passou", disse Ramada.
Os golos dos encarnados foram apontados por Marinho (22'), Joel Queirós (23') e Vítor Hugo (35'), enquanto que para os campeões húngaros marcaram Juanra (36'), o luso-brasileiro Fábio Aguiar (38'), que em 2004/2005 passou pelo Coimbrões e Ramada (39'). Sobre este golo que valeu um ponto ao Rába ETO e deixou os benfiquistas frustrados, Ramada afirma que "foi uma sensação única porque deu-nos um ponto que era merecido pelo bom jogo que fizemos. O grupo é fortíssimo, amanhã temos o Iberia que nos surpreendeu a todos pela grande vitoria frente a luparense, que se diga, foi justa". Sobre esta partida, o universal português afirma ser fundamental nos objectivos da sua equipa, que passam por chegar à final four da competição: "São muitos fortes fisicamente e tecnicamente mas, tal como disse antes, estamos aqui para ganhar todos os jogos e tentar chegar a final four, e para isso, temos que ganhar ao Iberia", concluiu Hugo Ramada Martins.
O Benfica joga hoje uma cartada importante, na pertida frente aos italianos do Luparense CA5, com o jogo marcado para as 12h, enquanto o Rába ETO defronta o Iberia Tbilisi às 14h30.

6 de setembro de 2012

Modicus ainda tentou mas Benfica acabou por ser mais forte


Modicus continua a fazer história no futsal nacional
O Modicus defrontou o Benfica no passado domingo, em jogo a contar para a final da Supertaça de Futsal, com os gaienses a acabarem derrotados por 5-3. As duas equipas já se haviam defrontado na final da Taça de Portugal, com o Modicus a vender cara a derrota. No jogo de domingo o mesmo se verificou, com Luís Miguel a dar vantagem ao conjunto agora orientado por André Teixeira, logo aos nove minutos de jogo. No entanto, Davi empatou logo no minutos seguinte e ainda antes do intervalo Joel Queirós deu vantagem aos encarnados. Sempre com uma atitude guerreira, Gabriel devolveu o empate e o sonho ao Modicus, mas pouco depois Marinho voltou a dar vantagem ao Benfica, que iria aumentar para 4-2 por intermédio de Vítor Hugo, aos 30 minutos de jogo. Apesar da desvantagem, os azuis não se deram por vencidos e voltaram a colocar o Benfica em sentido com Luís Miguel a fazer novo golo a dois minutos do final do encontro, deixando o técnico do Benfica à beira de um ataque de nervos. Porém, Gonçalo Alves sentenciou o jogo em cima do final, colocando o resultado em 5-3.
Gabriel, autor do golo da igualdade do Modicus no início da segunda parte, abordou o jogo para o A Bola é Redonda, referindo que "este jogo foi diferente do jogo de Oliveira de Azemeis. Ontem tívemos muito mais posse de bola, tivemos períodos em que fomos superiores mas ainda falhamos em pormenores que decidiram o jogo contra nos. Ofensivamente conseguimos criar muito mais perigo junto da baliza do Bebe, que esteve excelente, mas defensivamente tivemos dificuldades em segurar o jogo de pivôt do Benfica, e também a sorte não quis nada com a nossa equipa, enquanto que o adversário teve alguma felicidade em alguns lances", comentou o ala.
Gabriel acha que a sua equipa está preparada para o campeonato, que começa já este sábado, e deixou também uma palavra para os adeptos que se deslocaram a Matosinhos para assistir à partida: "Demonstramos que este grupo esta pronto e unido para mais uma época de luta e, humildemente, tentar repetir as alegrias da época passada. O nosso agradecimento aos adeptos e simpatizantes do Modicus, que mais uma vez foram excelentes, sem palavras", concluiu o jogador.
O Modicus estreia-se em casa, no próximo sábado, frente ao Olivais, às 19h.

8 de maio de 2012

Benfica sofre para vencer a Taça de Portugal


Local: Pavilhão Dr. Salvador Machado (Oliveira de Azeméis)
Hora: 17h15
Árbitros: Sérgio Magalhães (AF Porto) e Mário Silva (AF Viana do Castelo)

Benfica: Marcão, Ricardinho, Gonçalo, Davi e César Paulo.
Jogaram ainda: Joel Queirós, Diece, Marinho, Diego Sol

Modicus: Sandro Barradas, Gabriel, Emerson, Luís Miguel e Nandinho.
Jogaram ainda: Freddy, Ricardo Ferreira, Formiga
Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 2-1

Marcadores: Joel Queirós (34 e 38’) para o Benfica e Nandinho (36’) para o Modicus

Modicus fez história na Taça de Portugal e obrigou o Benfica a jogar no limite

Foi perante um pavilhão completamente lotado, que Benfica e Modicus proporcionaram um grande espectaculo de futsal, em jogo referente à final da Taça de Portugal da modalidade.
Com uma campanha imaculada, os gaienses chegaram pela primeira vez à final da competição, depois de em 2007/2008 terem estado na antiga final-four, realizada na Guarda, que o Sporting acabou por vencer. Já o Benfica perseguia a sua quinta Taça de Portugal, depois de ter perdido também para os leões na edição anterior.
Numa partida onde o Benfica mostrou alguma superioridade, o maior obstáculo dos encarnados foi mesmo Sandro Barradas, que com uma excelente exibição foi adiando o golo do Benfica. Durante a primeira parte, o guarda-redes evitou golos certos a remates de Davi e de Gonçalo, mas também tentativas de longe de Ricardinho revelaram-se infrutíferas. Depois de um início pressionante o Modicus foi equilibrando o jogo e a meio da primeira parte dispôs de uma excelente oportunidade para se colocar em vantagem, mas Emerson e Nandinho atrapalharam-se com a bola e não conseguiram rematar.
Nandinho empatou o jogo
e fez o Modicus sonhar
Na segunda metade o jogo foi mais intenso, com mais oportunidades de golo nas duas balizas, e mais uma vez Sandro Barradas foi enorme perante uma avalanche ofensiva do Benfica, que cheirava o golo. Nandinho também teve uma boa oportunidade para colocar os gaienses em vantagem, mas acabou por perder algum tempo de remate e permitiu que Marcão lhe tirasse a bola.
A seis minutos do fim, num livre apontado por Joel Queirós, o Benfica marcou o primeiro golo do encontro com a bola a passar pela barreira e a bater Sandro, que desta vez não teve hipóteses de travar o remate do pivô encarnado. um tremendo balde de água fria para os cerca de 1500 adeptos gaienses presentes no pavilhão.
Sandro foi o maior obstáculo
dos encarnados neste jogo
Contudo, o  Modicus não baixou os braços e Rui Pereira apostou no guarda-redes avançado e dois minutos depois, Nandinho empatou o jogo, dando uma explosão de alegria aos muitos adeptos dos gaienses que estiveram no Pavilhão Dr. Salvador Machado. Porém, com o aproximar do fim do jogo, o discernimento já não era o melhor e numa jogada pela direita do ataque encarnado, Diece viu do outro lado Joel Queirós, que livre de marcação apenas teve que empurrar a bola para o fundo das redes, consumando-se assim a vitória do Benfica e um castigo muito pesado para o Modicus, que merecia o prolongamento.
Paulo Fernandes elogiou
o adversário
Na conferencia de imprensa, Paulo Fernandes, treinador do Benfica, elogiou as exibições do Modicus e principalmente de Sandro Barradas, mas disse que o Benfica foi um justo vencedor: "Foi um grande jogo, independentemente da forma como o Modicus se bateu. O Benfica trabalhou bastante ao longo de toda a partida. O Sandro fez a maior exibição da carreira dele e espero que continue daqui para a frente. O Benfica fez um excelente percurso até aqui e, pela forma como se entregou, merece este troféu. Não queríamos levar o jogo para prolongamento, até arriscamos demasiado nos últimos 5 minutos. Estava à espera que o Modicus desse luta até tão perto do final do jogo. Tem um treinador que monta as equipas muito bem, atendendo às características do adversários, depois tem jogadores muito experientes e que jogam muito bem. Quem não tiver respeito por este Modicus sujeita-se a ter alguns dissabores".
Rui Pereira queria ter vencido a Taça
Já Rui Pereira, técnico do Modicus, gostou da exibição da sua equipa, mas mostrou-se desilududo por não ter ganho o trofeu: “Foi um jogo bem mais equilibrado do que todos estavam a espera e a festa do Benfica não começou tão cedo como queriam. A final foi decidida nos dois últimos minutos do jogo, podia ter caído para qualquer um dos lados, e infelizmente caiu para o do adversário. Não viemos aqui para participar na festa mas sim para ganhar a taça. Não conseguimos e estamos desiludidos porque queríamos ganhar". O técnico mostrou-se ainda bastante contente pelo apoio dos adeptos e afirmou que, se o Sandro fez uma boa exibição, Marcão não lhe ficou atrás: "Gostaria de agradecer aos adeptos do Modicus, que  têm sido fantásticos, não nos abandonaram e estiveram todo o tempo connosco. Foi pena não conseguirmos proporcionar uma vitória. Sandro fez uma exibição fantástica mas o Marcão também teve que intervir por diversas vezes para o resultado se manter-se empatado. Estou perfeitamente satisfeito com a entrega e atitude dos meus atletas mas desiludido pelo resultado. Somos uma equipa que treina uma vez por dia, em horário pós-laboral, e vai ser muito difícil recuperar desta final", concluiu o treinador.

3 de abril de 2012

Nandinho - "Estou super contente"

Nandinho faz a sua estreia na convocatória para a Selecção Nacional de futsal

Fernando Leal, mais conhecido por Nandinho, foi finalmente chamado à Selecção Nacional de futsal pelo técnico Jorge Braz. A convocatória foi anunciada esta tarde e é referente ao jogo da segunda mão do play-off de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2012. No jogo da primeira mão, a Selecção Nacional venceu os bielorussos por 7-1, tendo praticamente a qualificação assegurada.
Nandinho, poucas horas depois de saber que tinha sido chamado, falou em exclusivo ao 'A Bola é Redonda' onde mostrou toda a sua satisfação pela chamada, numa altura em que até nem estava à espera: "Recebi a notícia com surpressa, pois desta vez não contava com a chamada. Fiquei super feliz, estou super contente e agora só me resta tentar ajudar naquilo que for possível", afirmou o ala dos gaienses, que cumpre a terceira época ao serviço do Modicus e lidera a lista dos melhores marcadores do campeonato com 33 golos marcados até ao momento.
Da surpresa à confirmação foi um ápice e questionado sobre o que terá mudado para o seleccionador o ter chamado, Nandinho acredita que esta foi a altura certa: "Acho que esta foi a altura certa. Tenho feito um bom trabalho no clube, também graças aos meus colegas de equipa, pois sem eles não estava aqui. Com certeza que o técnico estava à espera da altura certa e achou que seria agora", disse Nandinho.
Agora, espera pela primeira internacionalização, mas afirma querer ajudar seja onde for: "Vou para ajudar e vou tentar dar o meu contributo, nem que seja dentro das quatro linhas, no banco ou na bancada. Já é um prémio enorme estar entre os 14", disse.
Relativamente ao campeonato, o Modicus ocupa a terceira posição, dividida com o Leões de Porto Salvo, ambos com 46 pontos. No passado sábado o Modicus empatou a quatro bolas com esta equipa e perdeu uma oportunidade de se isolar na terceira posição. Para Nandinho, o cansaço esteve na base do empate, apesar de o Modicus ter dominado a primeira parte: "A primeira parte foi do Modicus e penso que o empate ao intervalo foi completamente injusto. Na segunda metade acusamos o cansaço, devido à série de jogos que temos tido e como não somos profissionais, acusamos mais isso, por isso os Leões foram mais fortes nesta fase", referiu o atleta, que diz também que a base do segredo da melhor época da história do Modicus, reside na alegria com que jogam: "Temos um grupo bastante unido e com qualidade. Jogamos com alegria e penso que é esse o segredo".
O próximo jogo está agendado para dia 8 de Abril e é a recepção ao Sporting, segundo classificado. Nandinho não espera facilidades: "Vai ser um jogo complicado. O Sporting é uma grande equipa e temos que entrar com a atitude dos últimos jogos. No entanto, confio que vai ser um bom espectáculo de futsal".
Sobre a final da Taça de Portugal, a disputar a 6 de Maio com o Benfica, Nandinho dá a mesma receita: "Sabemos das dificuldades que vamos ter, pois o Benfica é uma excelente equipa. Temos que conseguir equilibrar o jogo e estar atentos, pois o Benfica costuma entrar forte nos jogos. Mas nós também temos qualidade e vamos jogar para ganhar", concluiu Nandinho.

22 de março de 2012

Modicus vai jogar a final da Taça de Portugal pela primeira vez

Modicus irá jogar pela primeira vez a final da Taça de Portugal

O Modicus está na final da Taça de Portugal de futsal, pela primeira vez na sua história. A equipa de Sandim, visitou o venceu o SL Olivais por 2-5, em partida disputada no passado dia 14 de Março. Os golos foram apontados por Gabriel Pereira (2), Emerson, Ricardo Ferreira e Fernando Leal, enquanto que pelo Olivais, Nuno Vicente e Vasco Pinto foram os autores dos golos.
Gabriel Pereira, autor de um bis no jogo da meia final, comentou esta passagem à final da formação gaiense: "E um prémio merecido para este grupo de jogadores e para o clube, pelo esforço feito por todos esta época! Depois do sorteio, a final era um objectivo a alcançar e consegui-mo-lo com muito esforço, querer, raça e humildade. Estamos muito felizes por estarmos na final, para a maior parte e a primeira vez na carreira, e sem duvida que nós todos merecemos, pela época que estamos a realizar em todas as frentes", referiu o jogador, que é o segundo melhor marcador da equipa no campeonato, com 18 golos, atrás de Fernando Leal que lidera a lista com 30 tentos apontados, mais cinco que Joel Queirós do Benfica. Gabriel Pereira agradece o apoio dos adeptos, que segundo o próprio, têm sido fantásticos: "O nosso muito obrigado também aos adeptos e simpatizantes pelo imenso apoio que nos tem dado esta época, são também essenciais para o nosso sucesso e do clube", disse.
Gabriel acredita que a equipa
tem tudo para vencer o Benfica
A final será disputada em Oliveira de Azemeis, no Pavilhão Dtr. Salvador Machado, e está agendada para o dia 6 de Maio às 17h15, sendo que terá transmissão em directo por parte da RTP2. Gabriel Pereira afirma que agora que a equipa chegou aqui, a final é para vencer: "É uma final, tudo pode acontecer. Como se costuma dizer, as finais são para ganhar e vamos para o jogo com esse único pensamento, vencer. Vamos defrontar uma das equipas mais fortes do nosso campeonato, mas vamos preparar-nos a altura, para ver a melhor estratégia a ter nesse jogo, para poder sair com a vitória no fim", afirmou, referindo também que o Modicus tem valor para vencer o Benfica: "Temos valor para ganhar ao Benfica. Temos que cometer menos erros possíveis no jogo, para podermos festejar no fim e dar uma alegria a este grupo, clube e massa associativa que bem merecem", concluiu o jogador.
De referir que o Modicus já esteve perto de chegar à decisão final da Taça de Portugal em futsal, decorria a época 2007/2008, com o acesso à decisão final a ser disputado através da final four e na altura, o Modicus sucumbiu aos pés da Fundação Jorge Antunes por quatro bolas a zero. Nessa temporada, a equipa acabou por se sagrar campeã da 2ª divisão Nacional, ao derrotar o Odivelas por 9-3 no conjunto das duas mãos, ascendendo à 1ª Divisão. 

21 de julho de 2011

Pequenos craques gaienses irão jogar no Benfica na próxima temporada

Nuno Guimarães despertou a cobiça do FC Porto mas o jogador preferiu o Benfica

Rúben Pereira (no circulo) já ao serviço do Benfica no Torneio Internacional da Pontinha

Bruno Costa, do Candal, já representou o Benfica num torneio no Luxemburgo

Rúben Pereira, defesa-central, e Nuno Guimarães, avançado, são dois atletas do escalão de infantis do Coimbrões que farão parte das equipas de formação do Benfica na próxima temporada. Os atletas fizeram parte da equipa orientada por Joaquim Pinto, que disputou o campeonato da 1ª Distrital do escalão e que conseguiu alcançar o oitavo lugar na classificação, sendo de resto, a melhor equipa do Concelho. Rúben Pereira já representou inclusive o Benfica, no Torneio Internacional da Pontinha. Já Nuno Guimarães esteve também na órbita do FC Porto, mas acabou por escolher o Benfica. O Coimbrões tem estado em destaque nas últimas temporadas devido aos vários atletas que têm integrado as equipas dos três grandes, de onde se destaca Sérgio Ribeiro, que conta já com duas internacionalizações pela selecção de sub-15 de Portugal. Os dois atletas rumarão em breve para o Seixal, tendo em vista o início dos trabalhos a 10 de Agosto.
Mas não é só do Coimbrões que irão chegar jogadores ao Benfica. Bruno Costa, atleta do Candal, que joga no escalão sub-11, também irá fazer parte das equipas de formação do Benfica, mas ao invés de rumar ao Seixal, irá integrar o Centro de Formação e Treino de Aveiro e também já representou o Benfica, num torneio realizado no Luxemburgo, que os encarnados venceram.

4 de março de 2011

2 Play Cup este fim-de-semana no Estádio Municipal da Lavandeira


Decorre este fim-de-semana no Estádio Municipal da Lavandeira, o 2 Play Cup, um torneio destinado à categoria de sub-15 (iniciados), com organização da empresa Events2Win. As equipas que fazem parte deste torneio são o Candal, o Benfica, Sporting e Boavista. Os jogos realiza-se na tarde de sábado, o Candal a defrontar o Benfica às 16h e o Boavista a jogar com o Sporting às 17h30. No domingo é dia de finais, com o apuramento de 3º e 4º lugares a decorrer às 9h30 e o jogo para definir o 1º e 2º classificados disputar-se-á às 11h. Podem consultar a página do evento aqui.
O 'A Bola é Redonda' associou-se a esta iniciativa da Events2Win e estará presente no torneio para fazer a cobertura do mesmo, garantindo às reportagens dos jogos da equipa Candalense e os lances mais importantes das outras partidas.
Nesse sentido, o blog entrou em contacto com Manuel Jorge, treinador da equipa de iniciados do Candal, que explicou ao blog como conseguiu garantir a manutenção da equipa na 1ª divisão Nacional e quais são os objectivos para este torneio.

Plantel e responsáveis do Candal que garantiram a manutenção na 1ª Divisão Nacional de Iniciados

Manuel Jorge referiu ao blog que chegou ao Candal "à 11ª jornada e a equipa tinha apenas três pontos somados. Encontrei um grupo com valor, mas muito desmotivado, uma equipa em baixo e que não acreditava nela própria", começou por referir o técnico. Manuel Jorge refere que teve que fazer um trabalho de recuperação psicológica, para a equipa acreditar ainda ser possível garantir a permanência no escalão nacional: "Depois de algum tempo de trabalho, consegui que a equipa visse o seu potencial, fazendo um trabalho de motivação, que os levou a acreditar que a manutenção ainda era possível. Essa motivação aumentou a partir do empate fora, com o Maia, surgindo depois uma série de vitória, com uma segunda volta fantástica, onde apenas perdemos com as equipas que não eram do nosso campeonato, casos do Campeão Nacional, FC Porto, Boavista. Os jogadores foram fantásticos", disse o treinador.
Para o 2 Play Cup, o técnico espera que a sua equipa esteja presente na final, mas para isso é preciso vencer o Benfica no jogo de sábado: "Este torneio serve como prenda para os jogadores, pois não é todos os dias que se defrontam equipas como o Benfica. Espero fazer um bom jogo contra o Benfica, que os atletas dignifiquem a camisola, embora sabendo que vamos defrontar uma equipa superior a nós. Vamos tentar ganhar ao Benfica para marcar presença na final do Torneio, pois é esse o nosso objectivo", rematou o treinador.

11 de setembro de 2010

Futsal - Módicus não segura o empate


O Módicus recebeu hoje à tarde o Benfica e apesar de ter recuperado de uma desvantagem de dois golos, não conseguiu segurar o empate e acabou derrotado. Ambas as equipas proporcionaram uma excelente tarde de futsal na abertura do Campeonato Nacional da modalidade. Pode ver a crónica do jogo, as incidencias e as declarações dos treinadores e dos jogadores no http://abolaeredondamodalidades.blogspot.com ou clicando AQUI

23 de outubro de 2008

Benfica podia ter feito mais


O Benfica empatou no terreno do Hertha de Berlim a um golo, mas fica a sensação que podia ter feito mais, porque a vitória estava ao alcance. Apesar da equipa germánica ter bons jogadores uma vitória na Alemanha seria possível e praticamente garantia a passagem no grupo. Quique Flores apostou em demasia em Binya mantendo-o no campo desnecessariamente os 90 minutos. Substituiu Katsouranis por Carlos Martins deixando o Camarones em campo e o Benfica nunca mais se encontrou sofrendo quase de seguida o golo do empate. A verdade é que o resultado até acaba por ser ligeiro porque o Hertha esteve sempre mais perto do segundo golo. O Benfica precisa 'apenas' vencer os jogos em casa, mas podia ter dado hoje um passo de gigante para a próxima fase.

27 de fevereiro de 2008

Taça de Portugal - 1/4 de Final

Estão encontrados os semifinalistas da edição 07/08 da Taça de Portugal. Vit. Setúbal, FC Porto, Benfica e Sporting, são os clubes que transitam desta eliminatória, deixando desde já a certeza de mais um jogo grande entre duas das três equipas mais representativas do nosso campeonato.




O Vit. Setúbal deslocou-se á Figueira da Foz na tentatíva de chegar as meias finais da prova, para então cumprir o sonho de voltar a estar presente na final do Jamor pela terceira vez em quatro temporadas. O jogo frente á Naval não podia ter corrido da melhor maneira, embora envolto em polémica, com os jogadores a Naval a protestarem o primeiro golo dos sadinos, por suposto fora de jogo de Leandro, autor do remate certeiro, ao minuto 59 de jogo. Na sequência dos protestos, Saulo acabou expulso pela equipa de arbitragem. A Naval ainda chegou ao empate pouco depois, por intermedio de Paulão, mas a jogar com apenas dez homens, acabaram por consentir novo golo pouco depois, não conseguindo dar a volta ao texto. No final da partida, Carlos Carvalhal estava radiante com o feito da sua equipa. A época dos sadinos está a ser melhor do que o esperado: além das meias finais da Taça, a equipa vai disputar a final da Taça da Liga, frenter ao Sporting e ocupa a 5º posição no campeonato.



Numa partida de futebol bastante fraca e com pouco público, o FC Porto acabou por sair vencedor do duelo frente a um Gil Vicente, que mostra mais do que a posição que ocupa na Liga Vitalis. Desfalcado de Lucho Gonzales e Lisandro Lopes, A equipa azul e branca foi uma equipa banal durante os primeiros 15/20 minutos de jogo. Apenas o golo de Tarik ao minuto 22, dá alguma luz a esta exibição pálida da segunda linha portista. Na primeira parte, a equipa do Gil Vicente podería ter inclusive marcado, não fossem as duas grandes intervenções de Nuno a evitar os golos de Hermes aos 25 minutos e mais tarde, aos 32', de Maciel. Após o reatamento e já com os dois maestros em campo, o FC Porto foi mais equipa, mais organizado e só a displicencia de Farías não permitiu que o FC Porto obtivesse resultado mais avolumado. A passagem ás meias finais acabou por se concretizar e agora é só esperar pelo adversário, que poderá ser um dos grandes rivais dos azuis e brancos.





Mais um jogo algo deprimente do Benfica no Estádio da Luz. Em clara gestão do onze, José António Camacho deu oportunidade a alguns jogadores menos utilizados de mostrar o seu valor. Mas as lacúnas e a falta de ambição é extensiva a todo o plantel encarnado. Em mais uma primeira parte de nível muito baixo, o onze que apresentou várias alterações, com as entradas de Zoro e Sepsi para a defesa, além do regresso de Luís Filipe depois do jogo de Nuremberga, mais Freddy Adu no meio campo, o Benfica voltou a mostrar um futebol parado, sem ritmo, com pouca velocidade, onde imperava o erro e a desconcentração. Foi assim que o Moreirense quase fazia de AC Milan, e logo aos 8 minutos poderíam ter-se adiantado no marcador, depois de Sepsi ter dado toda a liberdade a Rui Borges, para servir Quim, tendo valído Butt a segurar o esférico. Na primeira parte, o Benfica queixou-se de uma grande penalidade cometida sobre Freddy Adu, mas o árbitro não atendeu o pedido, exibindo mesmo a cartulina amarela ao internacional norte americano. No segundo tempo, o Benfica melhorou, mas só depois da entrada de Rui Costa ao minuto 55, em detrimento de Luis Filipe, que até esteve a um nível mais aceitavel. E foi precisamente dos pés de Rui Costa que saiu o primeiro golo, a culminar bom entendimento entre Cardozo e Nuno Assis. Já perto do final, Makukula estabeleceu o resultado final. Antes nova polémica, com golo anulado ao internacional português por suposto fora de jogo. Os encarnados seguem assim para as meias finais, sonhando com a chegada ao Jamor, naquela que poderá ser a única conquista da época.

Pode-se dizer que foi um golo caído do céu que deu a passagem as meias finais ao Sporting. Num jogo jogado a um ritmo sempre muito lento por parte da equipa leonina, que alinhou com toda a artilharia, sería de espera mais. O Estrela da Amadora, que voltou a Alvalde depois de ser derrotado a pouco mais de uma semana, jogou com mais cautelas defensívas, dando claramente a iniciativa de jogo aos leões, que não a souberam aproveitar. O primeiro remate do Sporting apenas surgiu ao minuto 16.... No segundo tempo, o Estrela da Amadora apareceu mais afoito, muito por culpa da entrada também mais agressíva do Sporting, mas com grandes lacúnas na hora de finalizar, como demonstrou Liedson, pouco depois do reatamento da partida. Paulo Bento mexeu na equipa e retirou Abel e Liedson, este com queixas na coxa esquerda, fazendo entrar Izmailov e Purovic. O Sporting ganhou mais pendor atacante, mas nem por isso foi mais perígoso. E quando já toda a gente esperava pelo prolongamento, um cruzamento de Izmailov, acabou por dar em golo, com ajuda de Purovic, curiosamente ambos saidos do banco, jogava-se já o primeiro minuto de compansação.

21 de fevereiro de 2008

Nuremberga 2-2 SL Benfica

Estádio: Frankenstadion
Árbitro: Ivan Bebek (Croacia)
Espectadores: 44.000


Nuremberga: Blazek, Reinhardt, Glauber, Wolf e Pinola, Mnari, Galasek, Saenko e Engelhardt, Koller e Charisteas.
Treinador: Thomas Von Heessen. Jogaram ainda: Abardonado

SL Benfica: Quim, Luis Filipe, Luisão, Edcarlos e Léo, Petit, Katsouranis, Rui Costa, Maxi Pereira e Nuno Assis, Makukula
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Sepsi, Cardozo e Dí Maria.


Do céu ao inferno e depois... novamente ao céu. Mais uma exibição sofrida, mediocre e sem nada que a coadune com o futebol que o Benfica pode, deve e sabe jogar. Salva-se a passagem aos oitavos de final, em claro perjuizo da equipa da casa.

Ser sócio, adepto ou simples simpatizante do Benfica, não está facil nos tempos que correm. A equipa não joga, não mostra fio de jogo, não mostra sobretudo garra para disputar um único jogo que seja, de algum tempo a esta parte. Hoje em Nuremberga, perante uma equipa claramente inferior em todos os sentidos, o Benfica inferiorizou-se a sí próprio, pondo os cabelos em pé ao mais calmo adepto encarnado.
Mas a equipa de Camacho até entrou bem na partida. O treinador espanhol operou algumas substituições no onze que defrontou os alemães na Luz, apresentando Luis Filipe na direita, Edcarlos no Lugar de Katsouranis que voltou ao miolo do terreno e deixou Cardozo no banco jogando apenas com um avançado, no caso Makukula. Do lado do Nurenberga, Von Heesen jogou com as duas torres, Koller e Charisteas, ocupando Mnari a posição de trinco, ao lado de Galasek. Portanto, invertiam-se os papeis, em relação ao jogo da Luz. O Benfica, como disse, entrou melhor, mas foi sol de pouca dura. Apenas 15 minutos de algum futebol, com a primeira oportunidade da partida a pertencer a Maxi Pereira, que fez exibição para esquecer. Aos 3 minutos, Léo encontrou um buraco nas pernas de Reinhardt e cruzou para a área, onde um corte deficiente de Glauber pôs a bola nos pés do uruguaio, que atirou para as bancadas.
O Nurenberga, aos poucos foi assumindo a partida, mercê da descoberta de uma autêntica via verde na ala direita encarnada, onde Luis Filipe voltou a estar francamente mal. Alí, é certo, cairam Engelhardt e por vezes Saenko, os dois jogadores mais tecnicistas dos da casa. Luís Filipe foi fazendo o que podía, mas isso acabou por ser sempre pouco comparado com aquilo que devería fazer. O Nurenberga, apostado no futebol mais directo, na procura de desiquilibrios por parte de Koller ou de Charisteas, mais móveis que Cardozo e Makukula no primeiro jogo, foram criando algumas situações perigosas, assistindo-se um ao outro, tendo neste campo o grego, a melhor oportunidade de golo pouco depois do minuto 30, rodando com toda a facilidade sobre Luís Filipe, quem mais, e valendo no caso Edcarlos a dar o corpo á bola.
O Benfica, nem sequer tentou explorar as enormes fragilidades da defesa da casa, pois o seu futebol jogado a passo e sem fio condutor, não deu para mais. Ainda assim, sería Katsouranis a dispôr da melhor ocasião, já perto do intervalo, depois de Nuno Assis ter ganho a bola num desentendimento de Wolf e Glauber, mas o remate acabou ao lado. Antes do intervalo, tempo ainda para Engelhardt massacrar mais uma vez Luís Filipe e oferecer o golo a Saenko, negado por Quim.
Após o reatamento, apenas a equipa do Nuremberga subiu ao relvado, tendo a equipa encarnada ficado nas cabines. Só assim se explica tamanhas facilidades concedidas nos primeiros 25 minutos do período complementar. Aos 58 minutos, Charisteas inaugurou o marcador, depois de mais um deficiente posicionamento da defesa do Benfica, a permitir tudo aquilo que os avançados da casa quiseram fazer, com Koller a assistir o grego para o primeiro golo do jogo.
O Benfica sentiu o golo e logo de seguida, Luís Filipe, quem mais, ofereceu o golo a Saenko. Jogada algo estranha por parte da defesa encarnada, que não quis tirar a bola daquela zona, com o pobre defesa direito a entregar de bandeja a bola ao russo, que apenas teve que contornar Quim para fazer o segundo da partida e virar a eliminatória. Antés disso, Pinola deixou o aviso, com um remate a 25 metros da baliza de Quim, que bateu com estrondo no poste.
Camacho mexeu, e retirou Edcarlos e o pobre Maxi Pereira, fazendo entrar Sepsi e Cardozo, passando Katsouranis para o eixo defensivo, o romeno a jogar no lugar de Nuno Assis e o português para a direita do ataque. O Benfica esboçou uma reacção, algo atabalhoada, mostrando todas as carências deste plantel. Cardozo foi assistido por Sepsi pouco depois de ter entrado, isolando-se perante Blazek, mas atirou ao lado da baliza. A dez minutos do fim Camacho esgotou as substituições, lançando Dí Maria (muito tarde), no lugar de Nuno Assis. Logo o argentino visou a baliza de Blazek, mas sem perígo. O melhor estava guardado para o fim. Num livre inofensivo, a punir falta de Pinola sobre Cardozo, surgiu o golo que colocava os encarnados na fase seguinte. O lívre é apontado por Rui Costa, no meio da confusão a bola sobra para Cardozo, que de fora da área bateu Blazek, que mais uma vez ficou mal na foto embora possa não ter visto a bola partir. Era o balde de água fria no Frankenstadion. O Nurenberga ainda tentou forçar o ataque com bolas longas, mas sería o Benfica a chegar á igualdade numa jogada em que a defesa foi apanhada em contrapé com a bola a surgir nos pés de Dí Maria, que correu meio campo, driblou Blazek e sentênciou o jogo.
Como nota final, quero apenas destacar a total injustiça do resultado, tendo em conta a exibição fraquíssima que o Benfica apresentou. Embora o conjunto alemão seja teoricamente mais fraco, mostrou mais argumentos a jogar com dois pontas de lanças altos, algo que o Benfica não sabe nem consegue potenciar. Com este resultado, os encarnados defrontarão agora Getafe nos oitavos de final da prova.

13 de janeiro de 2008

SL Benfica 0-0 Leixões

Estádio: Estádio da Luz
Espectadores: 28.930
Árbitro: Paulo Costa


SL Benfica: Quim, Nelson, David Luiz, Luisão e Léo, Petit, Di María, Maxi Pereira e Rui Costa, Nuno Gomes e Cardozo.
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Nuno Assis, Mantorras e Adu.

Leixões: Beto, Filipe Oliveira, Nuno Diogo, Elvis e Ezequias, Bruno China, Jorge Gonçalves, Hugo Morais, Nwoko e Diogo Valente, Roberto.
Treinador: Carlos Brito. Jogaram ainda: Pedro Cervantes, Vieirinha e Tales Schutz.

Sinceramente começam-me a faltar as palavras para descrever as pavorosas exibições do Benfica nos últimos jogos. Começo a não perceber o que se passa naquele balneario, pois é certo que algo não está bem. Mas o que será que pretendem os jogadores? Sim porque são eles que estão em campo, são eles que falham os passes, são eles que não jogam, são eles que de certa forma, envergonham o nome do Benfica, ao não ganhar ao Leixões, que em vinte e duas deslocações à Luz, apenas por duas vezes conseguiu pontuar (Já com a de ontem incluida), enfim, são eles que vestem as camisolas, portanto é a eles que se têm que pedir explicações. Ou talves não, porque há alguns que não têm culpa de serem contratados por milhões, quando nem tostões valem.
Mas para falar do jogo, tenho que o dividir em dois pois, de certa forma, houve dois Benficas em campo. No primeiro tempo, o Benfica até conseguiu dominar o Leixões, que jogando com mais gente no meio campo, foi segurando algumas investidas dos homens que deveríam criar mais perigo, casos de Di María e Maxi Pereira, que actuaram nas alas. Em virtude da ausência de Katsouranis por causa do terrível episódio de Setubal, Camacho teve que alterar o esquema de jogo, passando a jogar com Petit a trinco e Rui Costa, a espaços, por perto. Nuno Gomes actuou ao lado de Cardozo, que voltou a ser uma nulidade, embora até tenha estado mais ou menos bem, nos primeiros minutos da partida. Desde cedo se percebeu que o Leixões não vinha talhado para tentar vencer, mas a falta de argúcia do futebol do Benfica, foi fazendo crescer a confiança na equipa adversária. Na primeira parte há dois momentos-chave. O golo mal anulado por Paulo Costa (!), quando Nuno Gomes se isolou após passe de Cardozo, e mais tarde, o penalti transformado em falta fora da área. Ainda assim, o futebol mastigado do Benfica não dava para mais. Note-se que nestas duas situações, o génio de Rui Costa funcionou e houve um pouco mais de velocidade no pensar do jogo.
Na segunda parte surgiu um benfica completamente diferente (a "b" pequeno é mesmo propositado...), para pior, e acabou por ser o Leixões a merecer a vitória. Logo a abrir, Nuno Diogo atirou á trave de Quim já na pequena área, mais tarde voltaría a desperdiçar ocasião de golo na sequência de um canto. Os jogadores do benfica começaram a perder o rumo, assim como o seu treinador. Se Cristian Rodriguez não estava em condições, não era convocado. Agora tê-lo no banco, ele que é extremo esquerdo, e fazer entrar Nuno assis, que não é extremo, muito menos esquerdo, para esse lugar, é de mestre!! Mais tarde, nova alteração incrível, retirando Dí Maria para fazer entrar Adu, que veio ocupar a faixa direita, sendo... esquerdo. Portanto, desnorte total na nau encarnada, incompreensivel.
O Leixões ainda teve nova bola no ferro a assustar os adeptos encarnados, aos 75 minutos, após excelente jogada de combinação, com Diogo Valente a acertar então no poste.
O futebol mastigado do benfica continuou, mas perto do fim, Petit podería ter mudado o rumo do jogo, á semelhança do que aconteceu na primeira volta, mas desta vez Beto fez enorme intervenção garantindo dois preciosos pontos para o Leixões.
Já depois no final, Rui Costa, sem dúvida o melhor em campo, ele que com 35 anos ainda corre mais que alguns jogadores mais jovens do plantel, viu o cartão amarelo por ter dito a Paulo Costa que no lance do golo anulado ao Benfica, havia mesmo golo.
Com este resultado, o Benfica aumentou a distancia para o FC Porto, que é agora de 11 pontos. Este resultado deita por terra as esperanças dos encarnados de chegar ao título, com toda a certeza. Pior que isso, é terem sido desperdiçados 10 pontos nos últimos cinco jogos. Mau de mais para ser verdade....

6 de janeiro de 2008

Vit. Setúbal 1-1 SL Benfica

Estádio: Estádio do Bonfim
Espectadores: 4.820
Árbitro: Paulo Parati

Vit. Setúbal: Eduardo, Janício, Robson, Auri e Adalto, Sandro, Elias e Ricardo Chaves, Paulinho, Matheus e Pitbull.
Treinador: Carlos Carvalhal. Jogaram ainda: Edinho, Bruno Gama e Filipe Gonçalves.

Benfica: Quim, Luís Filipe, Luisão, David Luiz e Nelson, Petit, Katsouranis, Maxi Pereira, Cristian Rodriguez e Rui Costa, Cardozo.
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Di María, Edcarlos e Mantorras.

Mau de mais para ser verdade. Mais uma exibição sofrível, assim como sofrível foi o resultado e sofrível é a atitude de uma equipa, que até tem colegas que quase chegam a vias de facto em pleno relvado!


Não consigo perceber porque é que sem ter garantido alguem para a posição de defesa esquerdo, se deixa sair o Miguelito, que por inferior que seja ao Léo, pelo menos é um jogador que é defesa esquerdo de raiz. Mas isso já são contas de outro rosario.
O Benfica actuou a um nível um pouco acíma do medíocre, embora tenha dominado por alguns instantes no primeiro tempo, mas sem nunca se poder dizer que o golo esteve perto, embora tenham havido alguns remates perigosos. O golo, esse acabou por acontecer na baliza de Quim aos quatro minutos, mas foi invalidado, e bem, por fora de jogo de Matheus.
Um jogo completamente desinteressante, acabou por ganhar algum interesse, quando aos 69 minutos, Luisão e Katsouranis pegam-se dentro do terreno de jogo, por causa de um mau passe do grego. Este é mais um episódio demonstrativo da intranquilidade que se vive dentro do balneareo encarnado. David Luiz tentou serenar os animos e Camacho reagiu, retirando os dois jogadores e fazendo entrar Edcarlos e Mantorras. Em boa hora, pois com apenas 3 minutos em campo, o angolano ganhou, algo que Cardozo não consegue fazer, apesar de ter custado 9 milhões de euros, a bola ao defesa sadino que o marcava e atirou a contar, faltavam cerca de 20 minutos para o fim do jogo. Com esta alteração o Benfica passou a jogar em 4x4x2, mas de pouco adiantou pois não mais chegou a rematar á baliza de Eduardo. O Vitória, por seu turno não desistiu e Pitbull, que fez mais um bom jogo, pôs a cabeça em água á defesa encarnada e podería ter dado o golo a Edinho pouco depois, não fosse o desvio providencial de Edcarlos, que Paraty transformou em pontapé de baliza. Pouco depois os mesmos intervenientes, mas com final diferente, com o brasileiro a fazer o centro e Edinho a aparecer na cara de Quim, livre de marcação, a fazer o empate, quando faltavam dois minutos para os noventa. Depois foi o coração a mandar no futebol do Benfica, que tentou jogar directo na espontaniedade de Mantorras, ou na altura de Cardozo, mas sem resultados practicos, apenas um ligeiro susto para a baliza sadina já nos descontos, após um canto, mas bem resolvido pela defesa.
Em suma, mais um jogo de nível muito baixo para uma equipa que tem os seus jogadores e dirigentes constantemente nos jornais a dizerem que vão fazer isto e aquilo, sem, no entanto, nada fazerem. Parabens ao Vit. de Setúbal, que está a fazer um excelente campeonato e mereceu o empate por inteiro.

29 de novembro de 2007

SL Benfica 1-1 AC Milan

Estádio: Estádio da Luz
Espectadores: 46.034
Árbitro: Herbert Fandel (Alemanha)

SL Benfica: Quim, Luís Filipe, Luisão, David Luiz e Léo, Petit e Katsouranis, Maxi Pereira, Rui Costa e Cristian Rodriguez, Nuno Gomes.
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Dí María, Adu e Cardozo

AC Milan: Dida, Bonera, Nesta, Kaladze e Serginho, Pirlo, Brocchi e Gatuso, Seedorf, Kaká e Gilardino.
Treinador: Carlo Ancelotti. Jogaram ainda: Maldini, Gourcuff e Oddo.

O Benfica deitou por terra as esperanças de seguir em Frente na Champions ao não conseguir vencer o AC Milan. Resta agora lutar pela UEFA.

Apesar de não ter conseguido vencer ontem, o Benfica terá feito um dos melhores jogos esta temporada, na Liga dos Campeões. Agora sim se nota a mão de Camacho na equipa, uma equipa que corre, luta, cria oportunidades de golo, falta apenas concretiza-los.
OCamacho voltou a jogar apenas com Nuno Gomes no meio de Nesta e Kaladze, mas o internacional português acabou por fazer uma boa exibição, faltando-lhe apenas o golo. Petit voltou à titularidade, aproveitando o castigo de Binya e o meio campo ganhou outra dimensão.
Do lado do Milan, no meio de tanta estrela, Pirlo, Kaká e Seedorf sobressaiam.
O jogo começou com os Campeões Europeus a encostarem o Benfica, aproveitando algumas desatenções e alguma falta de rotina na dupla Petit-Katsouranis. E foi de uma falta de atenção da defesa encarnada, que surgiu o primeiro golo, ao minuto 15. Pirlo recebeu a bola de um lançamento lateral, dominou, correu, preparou o remate e acabou mesmo por rematar, sem que qualquer jogador do Benfica saísse ao seu encontro. Resultado, grande golo, sem hipoteses para Quim. Parecía começar aqui o calvário encarnado, pois o Milan enchia o campo todo e do Benfica.. nada.
Mas pouco depois, o Benfica pdería ter chegado ao golo, não fôsse o carrinho providencial de Kaladze a evitar que o remate de Nuno Gomes, após falha de Nesta, beija-se as redes. Foi este o mote, para que o Benfica toma-se conta do jogo, e passa-se a dominar por completo o Campeão Europeu. Para mais, minutos depois, Maxi Pereira arranca excelente pontapé, cheio de raiva e confiança, também sem hipoteses para Dida. Estava feito o empate, com o público a explodir de alegría e a empurrar a equipa para a frente.
Nesta fase, Rui Costa começou a abrir o livro e a criar calafrios na defesa milanesa, mas sería dos pés dos uruguaios Rodríguez e Pereira que sairam as melhores ocasiões, com o extremo esquerdo a atirar ao lado por duas vezes, e com Pereira a deslumbrar-se perante tanta facilidade, apenas com Dida pela frente à passagem dos 35 minutos de jogo. O intervalo chegou pouco depois, sem que o resultado se altera-se.
Para o segundo tempo, Ancelotti percebeu as dificuldades de Serginho perante Maxi Pereira e bloqueou a acção do extremo com a entrada de Maldini. Pouco depois, Gourcuff entrou para o lugar de Brocchi e os caminhos para a área do Milan foram-se fechando, bem ao seu jeito. Apenas de fora da área os encarnados criavam perígo, mas também não tinham muito com que se preocupar, pois os italianos pouco fizeram na segunda parte. A jogada de maior perígo para o Benfica durante a segunda parte, aconteceu aos 66 minutos, com Nuno Gomes a ter golo nos pés num remate à meia volta, depois de um excelente cruzamento de Maxi Pereira, mas Dida estava no sítio certo. E se o Milan não fez nada durante toda a segunda parte, já muito perto do fim podería ter decidido a partida, com Kaká a falhar por duas vezes o golo (88' e 90'), apenas com Quim pela frente.
Em suma, o Benfica acabou por executar uma exibição sólida, plena de confiança e sobretudo, com garra, encostando o AC Milan as cordas, obrigando mesmo Ancelotti a dizer no final da partida que o empate foi um bom resultado, tendo em conta as dificuldades pelas quais a sua equipa passou. Embora o sonho dos oitavos de final se tenha esfumado no segundo golo do Celtic, já em período de descontos, o sonho da UEFA continua, bastando para isso vencer na Ucrânia. E se o Benfica jogar a este nível, vence de certeza.

27 de novembro de 2007

Académica 1-3 SL Benfica

Estádio: Cidade de Coimbra
Espectadores: 16.165
Árbitro: Olegário Benquerença

Académica: Ricardo, Nuno Piloto, Litos, Kaká e Pedro Costa, Pavlovic, Paulo Sergio e N'Doye, Lito, Vouho e Ivanildo.
Treinador: Domingos Paciência. Jogaram ainda: Miguel Pedro, Joeano e Helder Barbosa.

SL Benfica: Quim, Luis Filipe, Luisão, David Luiz e Leo, Katsouranis e Binya, Nuno Assis, Rui Costa e Dí María, Nuno Gomes.
Treinador: José António Camacho. Jogaram ainda: Cardozo, Petit e Adu.

O Benfica somou a quinta vitória consecutiva e mantém a pressão sobre o FC Porto, em vesperas de jogo entre as duas equipas.




O Benfica voltou a sofrer para vencer um jogo. Novamente nos minutos finais de um jogo algo morno e sem muita criatividade. Camacho voltou a escalar a equipa em 4x2x3x1, jogando apenas com Nuno Gomes na frente, e com Binya e Katsouranis no miolo do terreno. Nuno Assis esteve encostado á direita e Dí María ocupou a faixa esquerda, com Rui Costa a comandar as operações. Na defesa, Luisão e David Luiz no eixo, com Léo na esquerda e Luís Filipe na direita.
Domingos operou também algumas alterações, desde logo a maior surpresa, Ricardo, guardião que ocupou o lugar de Pedro Roma. Talvês por ter sido o héroi do Varzim em jogo da Taça de Portugal da época passada e ter feito uma boa exibição frente ao adversário de sábado, Domingos tenha apostado nele. E diga-se que não fossem os ultimos minutos do jogo e a aposta tería sido ganha.
De resto, o Benfica apenas começou a aparecer a partir do momento em que Nuno Assis é substituido. Porque? Entrou Cardozo e a equipa desenhou um 4x4x2, embora com Rui Costa perdido na direita.
No entanto, é a Académica que chega primeiro ao golo, depois de uma falta, mais uma convém dizer, cavada por N'Doye, um dos melhores da Académica. Depois de uma série de maus alivios da defesa encarnada, a bola cai nos pés de Lito, que atirou a valer para o fundo das redes de Quim. Estavam decorridos 21 minutos de jogo. O Benfica tentou responder, e essa resposta veio da esquerda, mais precisamente de Dí María. Depois de ter atirado à barra num excelente remate, o extremo argentino correu meio campo com Nuno Piloto no seu encalço, até ser derrubado pelo defesa da Académica. Do lance, estudado, saiu o pontapé vitorioso de Rui Costa. Estava feito o empate á passagem do minuto 30 da partida, resultado que se mantería até ao intervalo.



Após o intervalo, o jogo caiu emalguma monotonia. Os bancos começaram a mexer, e no Benfica, as substituições demonstraram ser importantes. Katsouranis deu o seu lugar a Petit, e o meio campo do Benfica ganhou mais algum fulgor. Minutos depois, Dí María volta a atirar à barra, depois de uma tabela com Rui Costa, mas o jogo já estava interrompido por fora de jogo do argentino. Minutos depois nova alteração, Nuno Gomes deu o lugar, embora contrariado, a Freddy Adu e o Benfica começou então a ganhar algum ascendente e a empurrar a Académica para trás. Lito ainda tentou assustar Quim de fora da área, mas a bola saiu muito por cima da trave. E foi a ultima tentativa da Académica de chegar a vitória, faltavam cerca de quinze minutos para o fim. E começou o calvario de Ricardo. Ao minuto 81, desentendimento com Kaká valeu-lhe o cartão amarelo, pois agarrou a bola fora da área. Aos 83 minutos, é a vez de Rui Costa tentar o golo, mas o o remate saiu mal, apos bom centro deLéo. Mas a quatro minutos do fim, finalmente o golo e a explosão de alegría nas bancadas, contrastando com o desalento do banco academista. Lançamento longo de Binya, com Ricardo a falhar o corte, a bola sobrou para Luisão, que de calcanhar bateu para a baliza com Ricardo apenas a confirmar a reviravolta no marcador. Já nos descontos, foi a vez de Adu marcar o seu golo, com um remate de fora da área, onde Ricardo volta a ficar mal, pois podia ter feito mais para segurar a bola, que ainda bateu no poste antes de entrar e confirmar a vitória encarnada.
Em jeito de resumo, a vitória acaba por ser justa, embora não reflicta a verdade do jogo. A Académica jogou bem, melhor até que noutros encontros, mas no final entregou o ouro ao bandido. O Benfica, voltou a ser uma equipa com pouca criatividade, sem presença na área academista, pois Nuno Gomes esteve muito mal, mas após a saida de Nuno Assis, cresceu um pouquinho, e com as entradas de Adu e Petit, melhorou consideravelmente. O filão de que os jogos têm 90 minutos está bem presente na cabeça dos jogadores encarnados, pois lutam até ao fim pela vitória.