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4 de junho de 2012

Entrevista Com: Carlos Machado (Treinador dos Juniores do Canidelo)

Tal como prometido, o 'Entrevista Com' desta semana é com Carlos Machado, treinador que conseguiu brilhantemente levar os juniores do Canidelo a disputar o Campeonato Nacional da 2ª Divisão da categoria, juntando-se assim ao Candal, que também irá disputar essa competição.
Pode-se dizer acerca de Carlos Machado, que o técnico encarna o Canidelo na perfeição, visto que está no clube desde que iniciou a sua carreira futebolistica, na época 1988/89, percorrendo todos os escalões de formação do clube. Já como sénior, apenas representou o Canidelo, sendo que aos 31 anos deixou os relvados para se dedicar às tácticas, sendo adjunto de José Amarante quando este veio substituir Rui Amorim, na temporada de 2008/2009. Depois disse, fez parte também da equipa técnica de Lé Santos acompanhando o técnico nas épocas 2009/2010 e 2010/2011, sendo treinador principal em duas partidas, na disputa do título de Campeão da 1ª Distrital, frente aos Dragões Sandinenses. Paralelamente, orientou a equipa de juniores na Taça Acácio Lello, cargo que manteve esta época, alcançando agora uma inédita subida aos campeonatos nacionais.
Em mais um exclusivo do 'A Bola é Redonda', aqui fica a entrevista com Carlos Machado:


Carlos Machado (ao centro) e todo o Staff técnico que levou o Canidelo à subida aos Nacionais em Juniores

A Bola é Redonda (ABR) - Mister, o Canidelo conseguiu subir à 2ª Nacional. Era objectivo da equipa subir?

Carlos Machado (CM) - Pela parte da direcção, no principio da época, não nos foi pedido a subida, mas depois de no ano anterior a equipa ter ficado a dois pontos de disputar a fase final, nós sabíamos que a pressão iria ser grande. Sabíamos que mesmo sem nos pedirem directamente a vontade era essa. Mas sem deixar transparecer essa pressão para os atletas, sempre lhes disse que o nosso objectivo era ganhar jogo a jogo sem pensar na subida de divisão. O pedido por parte da direcção só chegou depois de uma fase menos boa em que averbamos duas derrotas seguidas. E a partir daí, continuamos a fazer um campeonato brilhante, onde mantivemos desde a 6ª jornada o segundo lugar que nos garantia o acesso à fase final, o que garantimos a três jornadas do fim.


ABR - Há três épocas a equipa lutou para não descer, mas depois conseguiu reinventar-se e o ano passado quase conseguiu o acesso ao playoff de Apuramento de Campeão. O que mudou para este ano?

CM - Sobre o ano passado não posso falar porque não fiz parte do grupo. Nas camadas jovens os grupos são alterados todos os anos, com as subidas naturais dos atletas devido à idade, e muita coisa pode mudar. Mas penso que, essencialmente, o que mudou foi todo um staff técnico com novas ideias e juntamente com todos os atletas, formamos um grupo muito forte e unido que disputava cada jogo para ganhar e com uma ambição muito grande de triunfar.


ABR - Num campeonato disputado com as denominadas 'Equipas B' de clubes como Rio Ave, Leixões ou Padroense, quais foram as maiores dificuldades que sentiram ao longo da época?

CM - Eu penso que este campeonato é muito competitivo e as dificuldades são criadas por todas as equipas em cada jogo. Basta ver a classificação final para verificar essa competitividade, em que do 3º para o 13º classificado só houve uma diferença de 16 pontos, o que eu considero muito pouco em 30 jornadas. As maiores dificuldades que as "equipas B" poderiam trazer, era incluírem jogadores provenientes do Campeonato Nacional com outra qualidade que dificultariam e tornariam, apesar de ser normal, menos correcto o campeonato.

Plantel do Canidelo que subiu à 2ª Nacional de Juniores

ABR - Houve alguma altura, durante a primeira fase do campeonato, em que duvidassem da conquista de um lugar nos dois primeiros classificados, apesar de terem estado sempre entre os três primeiros lugares da tabela classificativa?

CM - Nós sabíamos que não iria ser fácil atingir o apuramento, mas conforme o campeonato ia avançando, e apesar de alguns jogos menos conseguidos, fomos acreditando que com maior ou menor dificuldade iríamos alcançar pelo menos o apuramento para a fase final.


ABR - A fase de Apuramento de Campeão foi renhida e três equipas acabaram com oito pontos. Estiveram sempre confiantes em conseguir, já nesta fase, o objectivo de chegar aos Nacionais?

CM - Depois de atingirmos a fase final e com a impossibilidade de subida do Leixões, sabíamos que era uma luta a três para dois lugares, o que nos dava ainda mais confiança. Começamos muito bem a fase final e fomos alcançar uma vitória no Tirsense, e depois de um empate que não estava nos planos, em casa, com o Desp. Aves e uma derrota com o Leixões, recebemos em casa o Tirsense que em caso de uma vitoria nossa nos garantia matematicamente a subida ao Nacional. O jogo não nos correu bem e perdemos e a subida, apesar de não estar perdida, ficou mais complicada, mas nunca perdemos a confiança.



Sempre irrequieto no banco

ABR - Entrando já na próxima temporada, uma questão que se impõe. Carlos Machado será o treinador na próxima época?

CM - Sim. Continuarei a ser o treinador na próxima época.


ABR - Sabendo que a equipa perderá jogadores por terem atingido a idade de sénior, o que espera da próxima temporada numa nova realidade?

CM - Espero um ano de aprendizagem numa nova realidade. Teremos e já estamos a trabalhar para formar uma equipa competitiva e ambiciosa. É uma experiência totalmente nova, à qual o clube não está habituado, mas com a ajuda de todos iremos com certeza fazer um bom campeonato.



Carlos Machado treinou os séniores
nos jogos com os
Dragões Sandinenses

ABR - Até há bem pouco tempo, apenas o Candal tinha equipas nos campeonatos nacionais das três principais categorias. Agora o Canidelo também coloca uma equipa neste patamar. O que está a mudar na formação do clube?

CM - O clube vai-se adaptando á evolução do futebol. Tem bons treinadores, jovens e ambiciosos, e penso que com a subida ao Nacional dos juniores, será ainda mais aliciante para os jovens que normalmente preteriam o Canidelo, por outros clubes que estivessem a disputar Campeonatos Nacionais.


ABR - Será possível vermos o Canidelo, a curto-médio prazo, a lutar por um lugar na 1ª Divisão Nacional do escalão?

CM - Penso que ainda é cedo para abordarmos este tema. Vai ser a primeira vez que o clube estará presente num Campeonato Nacional, e tudo será uma experiência nova com que terá que aprender a lidar. Será um ano de aprendizagem.


ABR - Por último, gostava que deixasse uma mensagem aos adeptos do Canidelo, bem como a todos os jovens que sonham jogar futebol e também para os leitores do blog.

CM - Para os adeptos do Canidelo, quero expressar a minha gratidão pelo apoio que que nos deram em todos os jogos, e pedir-lhes que nos continuem a apoiar neste ano tão importante para o clube. Aproveitava para agradecer a todo o meu Staff Técnico, José Manuel Oliveira, Alfredo Matos, André Carvalho, Tiago Botelho, João Oliveira e André Maia, que tanto me ajudaram, à minha Família que por causa do futebol tantas vezes foi prejudicada, a todos os pais que colaboraram connosco durante toda a época e à direcção.
Aos jovens que sonham jogar futebol, eu digo-lhes para nunca desistirem de sonhar, mas que sonhar não chega, é preciso se empenharem e trabalhar sempre no máximo para alcançarem os objectivos. Sejam ambiciosos mas humildes. A todos os leitores do blog desejo as maiores felicidades.

No final, a festa e a união do grupo ficaram bem patentes

20 de maio de 2011

Dragões Sandinenses vencem 1ª Distrital


Local: Estádio do Tourão
Hora: 17h
Árbitro: Pedro Estela

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Rui Sousa, Barreiros e Quinzinho (Joel 84'), Miguel Wilson e Tozé (Machadinho 87'), Pedrito, Bruno Rocha (Agostinho 80') e Kilberg.
Treinador: Ricardo Jorge

Canidelo: Henrique, Fábio, Zé Tó (Leonardo 69'), Nuno Miguel e Valente, Adriano (Pedro Fanisca 60'), Ricardinho e Ricardo Melo (Oliveira 73'), Rui Pedro, Miguel Neves e Hugo.
Treinador: Berto Machado

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 3-0

Marcadores: Bruno Rocha (21'), Rui Sousa (65' de g.p.) e Pedrito (71')

O Dragões Sandinenses venceu no passado domingo o Canidelo, no segundo jogo do Apuramento de Campeão da 1ª Distrital, por três bolas a zero sagrando-se assim Campeões Distritais. A formação sandinense venceu o jogo por três bolas a zero, não dando qualquer tipo de hipótese ao Canidelo de disputar o terceiro jogo, como era seu intento. No geral das duas mãos, os Dragões Sandinenses venceram por 6-1, o que deixou claro que a formação de Ricardo Jorge foi a melhor nesta fase final da prova.
No que toca à partida, os homens da casa poderiam ter marcado logo no primeiro minuto de jogo, mas a bola saiu ao lado. Aos 21 minutos Bruno rocha acertou mesmo com as redes de João Gomes pondo em delírio às bancadas do Estádio do Tourão, que encheram para apoiar a equipa. Já no decorrer do segundo tempo e com a equipa do Canidelo mais balanceada no ataque, o árbitro da partida, Pedro Estela apontou uma grande penalidade a favor da equipa da casa, por falta de Valente sobre Pedrito e Rui Sousa aumentou para 2-0. A vinte minutos do final, o inevitável Pedrito apontou o terceiro golo do jogo, ditando assim o resultado final e deixando os adeptos nas nuvens.
Bruno Rocha, avançado sandinense e autor do primeiro golo, comentou a partida para o blog, referindo que "o jogo começou de uma forma bastante equilibrada. O Canidelo jogou com uma táctica ofensiva para tentar vencer e obrigar a um terceiro jogo", porém, o primeiro golo do jogo foi a chave do encontro, na opinião do avançado: "Com o nosso golo marcado aos 21' começamos a ter o controlo do jogo e a criar várias situações de golo, onde poderíamos ter terminado a primeira parte a vencer por mais golos. Na segunda parte, em contra-ataque, criamos vários lances de perigo e conseguimos vencer  por 3-0 mas, na minha opinião, poderíamos ter feito claramente mais golos", não deixando de parabenizar o adversário: "Quero dar, contudo, os parabéns ao Canidelo por terem vencido a Serie 1". No final da partida, a festa estendeu-se das bancadas para o relvado. Bruno Rocha afirma que "foi uma euforia enorme, onde libertamos todo o stress de uma época em que conseguimos, em conjunto com os adeptos, direcção e equipa técnica, levar o Sandinenses a ser Campeão da 1ª Divisão Distrital. Foi uma alegria enorme poder ter feito parte de um feito destes e ter convivido não só com jogadores de grande qualidade, mas também com grandes homens", concluiu.
Já Rui Pedro, médio do Canidelo, a equipa tudo fez para tentar garantir a vitória e forçar o terceiro jogo: "Fizemos ontem (domingo), o último jogo da época e sabíamos da importância do mesmo, não só para nós, atletas, mas também para toda a massa adepta do Canidelo. Estávamos em desvantagem, mas só tínhamos que fazer uma coisa, que era ganhar, tentamos tudo, mas não foi possível, visto termos defrontado uma boa equipa, como é o caso do Dragões Sandinenses, a quem quero aproveitar para dar os parabéns pela conquista do título", disse. A equipa do Canidelo teve prestações muito abaixo do habitual nas últimas jornadas da prova e inclusive, nos jogos de apuramento de campeão. Rui Pedro desvaloriza: "Cumprimos o nosso grande objectivo em Março, onde já tínhamos a subida garantida e é disso que ninguém se pode esquecer. Continuamos os mesmos e não é pelos últimos jogos que nos devem criticar e muito menos, pôr em causa o nosso valor. Foi uma época muito positiva para o clube e isso deve-se ao grande trabalho efectuado por todos nós", concluiu.

9 de maio de 2011

Dragões Sandinenses vencem primeiro jogo


Local: Estádio Manuel Marques Gomes (Canidelo)
Hora: 16h
Árbitro: António Nogueira auxiliado por José Luzia e Nelson Sousa

Canidelo: João Gomes, Fábio, Carlos, Nuno Miguel e Valente (Pedro Fanisca 73'), Adriano (Camarinha 58'), Rui Pedro e Ricardinho (Raposo 80'), Oliveira, Hugo e Miguel Neves.
Suplentes não utilizados: Filipe, Miguel, Leonardo e Zé Tó.
Treinador: Berto Machado

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Rui Sousa, Barreiros e Kilberg, Miguel, Pedro Abel, Tozé (Agostinho 85') e Wilson, Pedrito (Joel 90+4') e Bruno Rocha (Quinzinho 61').
Suplentes não utilizados: Paredes, Luís, Machadinho e André.
Treinador: Ricardo Jorge

Resultado ao intervalo: 1-1
Resultado final: 1-3

Marcadores: Miguel Neves (14') para o Canidelo e Rui Sousa (28'), Pedrito (72') e Quinzinho (90+3') para o Dragões Sandinenses

Disciplina: Cartão amarelo a Rui Pedro (8'), João Gomes (54'), Nuno Miguel (70'), Carlos (72' e 89') e Oliveira (76') do Canidelo e Wilson (20'), Tozé (22'), Pedro Abel (40' e 55'), Barreiros (42'), Preto (65') e Xavier (87') do Dragões Sandinenses. Cartão vermelho a Pedro Abel (55') do Dragões Sandinenses e Carlos (89') e Camarinha (90') do Canidelo.

Crónica

Canidelo não conseguiu aproveitar a superioridade numérica

Jogo eficaz da equipa de Sandim que só precisa de um empate para se sagrar campeã

Foi um jogo de nervos aquele que se disputou na tarde deste domingo entre o Canidelo e os Dragões Sandinenses, a contar para o apuramento de Campeão da 1ª Distrital. Apesar de disso, foi uma boa partida de futebol e que não defraudou os espectadores que se deslocaram ao estádio para verem as suas equipas.
O Canidelo, a jogar em casa, chamou a si as despesas do jogo nos minutos iniciais, criando mais perigo junto da área de Xavier, sem no entanto ter uma clara situação de golo. Do lado o contrário, a equipa de Ricardo Jorge tentava surpreender a defesa da casa, apostando nos extremos e na velocidade de Pedrito, algo que foi sendo controlado pela experiente defesa do Canidelo. Sem muito fazer por isso, o Canidelo chegou ao golo aos 14' depois de uma jogada em que Fábio é desmarcado na direita e o centro foi direitinho para a cabeça de Miguel Neves, que não falhou e fez o primeiro. A equipa forasteira começou então a imprimir o seu futebol, mais trabalhado e mais apoiado, e foi chegando mais vezes perto da baliza de João Gomes. Ainda assim, pertenceu ao Canidelo nova oportunidade para marcar, aos 25 minutos, com Carlos a aproveitar um desentendimento entre Xavier e Miguel, mas o remate de cabeça do central acabou por bater na trave e sair. Pouco depois, o Dragões Sandinenses vai chegar ao golo. Estavam decorridos 28 minutos e na marcação de um canto, do lado esquerdo do ataque, Tozé atirou ao primeiro poste, com a bola a embater no ferro e Rui Sousa à boca da baliza a fazer a igualdade. No entanto o golo é muito contestado pelos adeptos locais e também pelo banco do Canidelo, que pedia falta de Miguel sobre o João Gomes, contudo, não parece ter havido lugar a qualquer falta.
A partir deste momento, os forasteiros cresceram no jogo, assim como as picardias entre os jogadores e os constantes pedidos de falta para cada lado, com o árbitro a perder-se um pouco no controlo do jogo e com alguma desigualdade de critérios para os dois lados, foi amarelando a equipa visitante. Até ao intervalo, nova oportunidade para os sandinenses, com Tozé e Pedrito a combinarem bom na esquerda, o 20 dos Sandinenses a conseguir ganhar a linha, mas o centro atrasado não encontrou ninguém e a bola acabou por passar à frente da baliza de João Gomes.
A segunda parte começou com a expulsão de Pedro Abel por acumulação de amarelos, aos 55', e pensou-se que o Canidelo poderia aproveitar o facto de passar a jogar com mais um jogador para avançar no terreno e tentar a vitória, mas não foi isso que se verificou. Apesar de mais compacta, a equipa visitante foi sempre mantendo os avançados da casa longe da baliza de Xavier e partindo em contra-ataques rápidos foi chegando mais vezes à baliza de João Gomes. Aos 73' surge o segundo golo dos Dragões Sandinenses, com Pedrito a surgir isolado frente ao guardião do Canidelo, conseguiu passar por ele e atirou para a baliza deserta, com Carlos ainda a tentar evitar o golo mas o árbitro auxiliar, José Luzia, confirmou o tento para desespero de Carlos e de alguns jogadores da casa, que questionaram a entrada da bola na baliza. Do local onde me encontrava era impossível avaliar correctamente o lance. Este golo partiu por completo a equipa do Canidelo, que viu ainda Carlos (89') e Camarinha (90') serem expulsos, o primeiro por acumulação de amarelos e o segundo com vermelho directo após uma falta duríssima sobre Pedrito. Na sequência dessa falta de Camarinha, os Dragões Sandinenses chegariam ao terceiro golo, com a bola a ser endossada a Quinzinho, que isolado não teve dificuldades para bater João Gomes. 
Este resultado acaba por se ajustar, uma vez que os Dragões Sandinenses acabaram por aproveitar as ocasiões que criaram. Quanto ao trabalho do árbitro, não agradou a gregos nem a troianos. Fez um trabalho que se pode considerar insuficiente, deixando jogar duro de mais em alguns lances e com um critério na amostragem de cartões, claramente desigual. Terá o benefício da dúvida no lance do segundo golo dos sandinenses.

Declarações

Berto Machado: "Nós entramos bem. Acho que o lance decisivo é o golo do empate, pois ficamos atordoados e perdemos a concentração, sendo o lance precedido de falta. A partir daí perdemos a concentração, não fomos equipa, perdemos muito tempo com picardias, pois sabíamos que eles jogam assim. Agora é levantar a cabeça e faltam dois jogos, pois vamos ganhar em Sandim. Acho que fomos campeões cedo de mais. A equipa relaxou. O Sandinenses esteve a lutar até ao fim pelo primeiro lugar e isso acabou por dar vantagem. Concentração não foi a mesma e isso reflectiu-se".

Ricardo Jorge: "Para quem trabalha com jogadores como estes, é uma alegria enorme e satisfação muito grande vir aqui fazer um jogo como fizemos. Jogamos a segunda parte com 10 homens e fizemos um jogo fantástico, tenho que dar os meus parabéns aos meus jogadores. Espero trabalhar bem durante a semana, porque o Canidelo tem uma boa equipa e vamos ter que estar concentrados para vencer".

O 'Melhor em Campo'

Barreiros esteve intransponível e por isso foi o 'Melhor em Campo' para o A Bola é Redonda

"Acho que entramos bem no jogo. O golo do Canidelo foi um pouco contra a corrente. Tacticamente estávamos bem, sabíamos o valor da equipa que íamos defrontar e tacticamente tínhamos que estar juntos, compactos e acreditávamos que poderíamos ganhar o jogo com paciência e calma. Depois do Pedro Abel ter sido expulso, baixamos as linhas, mas continuamos compactos e eles não criaram situações de golo, a não ser em bolas bombeadas para área pois eles têm bons jogadores no futebol aéreo, mas nos também temos. Vai ser um jogo difícil, pois eles estão com o orgulho ferido, mas será outro jogo e acredito que vamos jogar com a mesma humildade e determinação".