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20 de março de 2013

Mozer - "Situações assumidas que não estavam a ser concretizadas"

Mozer saiu do Candal ao fim de sete jogos
Mozer, agora ex-treinador do Candal, confirmou em exclusivo ao A Bola é Redonda que deixou o clube, adiantando também oso motivos que o levaram a tomar esta posição: "Os resultados não estavam a ser os pretendidos, mas também houveram coisas que foram assumidas que não estavam a ser concretizadas", não querendo adiantar mais nada sobre este assunto. O técnico revelou ainda que a decisão partiu dele: "Fui eu que optei por sair, por não estar a conseguir os resultados pretendidos e também pelo que já referi, relativo a algumas situações que me foram apresentadas e que não estavam a ser cumpridas", reiterou Mozer.
O técnico esteve à frente do Candal durante sete jogos e conseguiu apenas duas vitórias. Para Mozer, alguma falta de sorte e as arbitragens foram essenciais nestes resultados menos conseguidos: "Durante a minha passagem pelo Candal tivemos quatro jogos fora e três em casa. Venci duas partidas em casa e empatei uma, e empatamos outra fora e perdemos o resto. Houve alguma falta de concentração, as arbitragens também não foram as melhores, alguma inexperiência do grupo e também a falta de soluções atacantes determinaram alguns maus resultados", concluiu o técnico.
Incompatibilidades estão na origem
da saída de Carlos Oliveira 
O A Bola é Redonda falou também com Carlos Oliveira, director desportivo dos gaienses, que deixou também o clube ao mesmo tempo que o treinador. Vasco Oliveira havia adiantado que as directrizes iniciais não estavam a ser cumpridas, mas o ex-dirigente deixou no ar a ideia de uma opinão contrária: "Decidi deixar o Candal pelos meus próprios pés, tanto eu como o treinador, por incompatibilidades com o rumo que o clube estava a ter", não querendo adiantar mais nada sobre esta situação.
Carlos Oliveira já foi substituido por Jorge Dias, actual vice-presidente para as actividades desportivas e Mozer também já tem sucessor, Rogério Teixeira, que se torna assim o quarto treinador esta temporada, depois de Paulo Gentil, José Veloso e Mozer, e o sexto da era Vasco Oliveira, depois de Edmundo Duarte e Israel Dionísio também já terem passado pelo clube.

21 de novembro de 2011

Nova política de comentários

É com profundo desagrado que a administração do blog 'A Bola é Redonda' se vê forçada a alterar a política de comentários no referido espaço.
Outrora aberto a todos aqueles que quisessem expressar a sua opinião, dentro dos limites do razoavel, a partir de hoje apenas os leitores com conta Google poderão usufruir do espaço para comentar.
Tudo porque fui alertado por Israel Dionísio, normalmente conhecido por Bimbas, que estavam comentários nas últimas notícias referentes ao Candal com o seu nome, quando não tinha sido ele a fazê-los. Depois de verificar a existência desses comentários, os mesmos foram apagados, pois tal situação reporta a uma utilização indevida de identidade que poderia trazer problemas para o próprio Israel bem como para o blog, revelando também uma total falta de respeito pela pessoa em questão, pelo blog, mas também uma enorme falta de coragem para se identificar com o seu próprio nome.
Assim, para quem quiser comentar as notícias que serão colocadas, terá que criar uma conta no Google para o poder fazer, minimizando este tipo de situações.
Ao visado, o blog apresenta desde já as mais sinceras desculpas.

Johnny Lino

5 de agosto de 2011

Entrevista Com: Israel Dionísio (ex-Treinador do Candal)

O convidado desta semana do 'Entrevista Com' é Israel Dionísio, que até bem pouco tempo era treinador do Candal. Um convite para trabalhar na formação do FC Porto, o seu clube do coração, fez com que se mudasse de armas e bagagens para o Dragão, com o fundamento de expandir os seus horizontes enquanto treinador. Ao longo desta entrevista, o jovem técnico aborda o tempo que passou à frente do Candal e os seus desejos para o futuro da sua carreira. A não perder, em mais um exclusivo do 'A Bola é Redonda'.


 
A Bola é Redonda (ABR) - Antes de abordar o teu novo projecto, gostava que me falasses um pouco sobre a experiência que tiveste no final da época anterior, com a equipa sénior do Candal. Como surgiu a possibilidade de treinares a equipa?

Israel Dionísio (ID) - Já era quase uma promessa de alguns elementos que queriam ficar à frente do clube. O namoro começou quando eles decidiram candidatar-se e o convite foi feito de início para a equipa júnior. Depois, com o decorrer da situação, acabou por ser feito para os seniores, porque a equipa não estava a atravessar 1 bom momento.


ABR - Foram quatro jogos intensos, onde conseguiste somar duas vitórias e um empate, mas não chegou para garantir manutenção. O que faltou à equipa para isso acontecer?

ID - Aceitei o convite porque, uma equipa que na primeira fase tinha andado muitas jornadas em primeiro classificado, tinha de ter alguma qualidade. Mas quando entrei no balneário, deparei-me com uma equipa morta, sem motivação, jogadores cabisbaixos. Senti desde esse minuto que iria ser difícil, mas ao mesmo tempo estava motivado por essa mesma dificuldade, mas não conseguimos. Nos momentos mais importantes em dois jogos, não conseguimos ganhar porque falhamos duas grandes penalidades, erros imperdoáveis no futebol. Depois, os jogadores nunca acreditaram na nova direcção, talvez por estarem muito tempo abandonados, sem rumo. No fundo, o clube não atravessava um bom momento directivo. Era um feito quase impossível, ganhar quatro jogos e ainda assim depender de terceiros, mas isso, para mim, foi uma grande motivação.


ABR - Para ti foi decepcionante não conseguir manter a equipa na 3ª Divisão ou achas que fizeste tudo o que estava ao teu alcance para o conseguir?

ID - Não penso assim. Tinha uma missão impossível nas minhas mãos e só com vários factores a correrem na perfeição, é que iria conseguir - lembro que na segunda fase a equipa ainda não tinha uma única vitória - dependendo sempre do factor sorte de que tanto falam os treinadores.
Eu e a minha equipa técnica demos o máximo, mas não foi possível. Considero que foi uma prestação muito positiva, já que a equipa tinha conseguido dois pontos em seis jogos e eu fiz sete em quatro, com os adversários teoricamente mais fortes. A única decepção é não ter chegado mais cedo á equipa. Se calhar neste momento o Candal estava na 3ª Divisão.


ABR - Entrando agora na nova temporada, foi anunciada a tua continuidade na equipa, mas isso vai acabar por não acontecer. Queres explicar os motivos que te levam a deixar a equipa gaiense?

ID - Há coisas na vida que acontecem quando menos esperamos e este convite acabou por coincidir com o inicio da época. Não posso sequer por na balança, sem desprestigiar o Candal que é um grande clube, representar o melhor clube do mundo que é o FC Porto. É o sonho de qualquer treinador, logo, eu não fujo à regra e sendo eu apaixonado pelo FC Porto desde que nasci e adepto ultra que sou, junta-se o útil ao agradável. O convite de trabalhar na formação do FC Porto é irrecusável!


ABR - Tendo em conta que falta pouco mais de um mês para o arranque do campeonato, como foi recebida essa decisão pela direcção candalense?

ID - Acredito que possam ter ficado chateados, mas não magoados, porque sempre houve muita cumplicidade e lealdade de ambas as partes, em todas as decisões a tomar no futebol sénior.


ABR - Como surgiu a possibilidade de integrares a estrutura da formação do FC Porto?

ID - As coisas foram acontecendo naturalmente. Com o meu conhecimento, alguma experiência em Campeonatos Nacionais A e a minha formação como treinador - tenho o 3º nível - o convite apareceu.


ABR - Que expectativas tens para esta nova experiencia na tua carreira como treinador de futebol?

ID - Primeiro, só quero é começar o mais rápido possível e aprender com os melhores, com muita dedicação e humildade. Espero receber mais conhecimentos para poder, um dia, pô-los em prática. Neste clube só há lugar para os melhores, logo eu não fujo à regra. Quero ser melhor treinador.


ABR - Sendo que trabalhaste maioritariamente com camadas jovens, como vês o estado da formação em Portugal?

ID - Penso que a formação em Portugal não está mal, mas mudava algumas coisas, Como a implantação do futebol de 7 nos escalões mais novos, o limite de estrangeiros e a implantação de uma liga sub-21, para os jogadores jovens, aquando da idade sénior, estarem mais preparados para a mudança.


ABR - Na tua opinião, porque é que o FC Porto não aproveita mais jogadores da formação, ao contrário do Sporting?

ID - Isso é um tema interessante. O FC Porto forma, mas de maneira diferente. Vai ao encontro do que eu falei há pouco. Os jovens do FC Porto passam por equipas de dimensões diferentes na Liga Portuguesa, logo o clube forma. Depois disso, só podem ou não integrar o plantel sénior. O Sporting não faz isso, logo reflecte-se nos resultados: O FC Porto ganha títulos Nacionais e Europeus e o Sporting não.


ABR - Que tipo de ambições tens para a tua carreira como treinador?

ID - Chegar o mais longe possivel. Sei que há um longo caminho mas vou tentar. Vamos ver até onde posso ir, sempre com os pés bem assentes no chão. Não vamos queimar etapas, apenas as deixar as coisas acontecer naturalmente.


ABR - Para terminar, queria que deixasses uma mensagem para os adeptos do Candal, bem como para os leitores do blog.

ID - Para os adeptos do Candal, desejo que festejem muitos títulos e que se unam em prol do clube. À direcção, agradecer ao Vasco Oliveira e ao Rui Pinto publicamente a aposta que fizeram em mim. Agradecer também ao Ismael Martins, que foi a pessoa que me ajudou a começar esta pequena carreira de treinador e desejar-lhes as maiores felicidades. Que cumpram os objectivos e ponham o clube nos nacionais em todos os escalões, que era muito bom para a cidade e para o clube, que para mim será sempre a bandeira desta cidade.
Para os leitores nunca percam a esperança de realizar os vossos sonhos, corram sempre atrás deles por mais difícil que seja o caminho. Para o blog quero agradecer e felicitar o trabalho que tem em divulgar tanta dedicação de atletas, treinadores directores e todos aqueles ligados ao futebol amador. Abraço e obrigado.

14 de junho de 2011

Israel Dionísio será o treinador do Candal na próxima temporada

Israel conquistou sete pontos em quatro partidas à frente do Candal
e mereceu a confinaça da direcção para a nova temporada que se avizinha
Israel Dionísio, técnico que esteve à frente dos destinos do Candal nas últimas quatro jornadas da Fase Manutenção da 3ª Divisão Nacional, será o treinador dos candalenses na próxima temporada. Apesar de não ter conseguido manter a equipa nos escalões nacionais, o trabalho desenvolvido agradou e a direcção do clube decidiu manter o treinador, que irá dirigir a equipa na Divisão de Honra da AF Porto.
O técnico confirmou essa situação ao 'A Bola é Redonda': "Vou continuar no clube na próxima temporada", abrindo um pouco o livro sobre o que o Candal terá de novo neste regresso aos distritais: "Vai haver muitas novidades no plantel, apesar de ainda não estar em condições de dizer nomes", começou por referir o jovem treinador, que vive a sua primeira experiência enquanto técnico de uma formação sénior, referindo de seguida que "vou preparar uma equipa à minha imagem e vamos contratar jogadores com os quais eu esteja de acordo", disse, avançando que apenas "seis ou sete atletas do plantel anterior farão parte esta temporada", casos de Jony, Tiago Gil, Pereira, João Amaral, Digas e Chico, sendo que os guarda-redes Paulo Alegria e Rui, que estavam nos juniores irão ser promovidos, bem como mais três ou quatro jogadores deste escalão, reforçando a aposta dos candalenses na formação, algo que de resto já tem vindo a ser feito.
Israel refere ainda que a equipa será "um misto entre experiência e juventude" para atacar o regresso aos nacionais já esta temporada.
Faltando limar algumas arestas no que a contratações diz respeito, os nomes dos novos jogadores estão ainda em segredo, podendo haver novidade mais para a frente.

30 de maio de 2011

Primeiros 45 minutos ainda fizeram acreditar


Local: Estádio Rei Ramiro (Candal)
Hora: 17h
Árbitro: Ivan Vigário, auxiliado por José Ferreira e José Ricardo Ferreira

Candal: Castro, Passos, Sidon, Tiago Gil e Dani, João Reis (Digas 69'), Xico (Paiva 83') e Jony, Zé Tiago, Alex e Ansumane (João Amaral 63').
Suplentes não utilizados: Paulo Alegria, Pereira, Ricardo e Bruno Costa.
Treinador: Israel Dionísio

Oliveira do Douro: Pedrosa, Dudu, Ricardo Pinheiro, Rómulo e Coutinho, Nuno Cardoso (Isidro 55'), Zé Coutinho (Miguelito int), Galeão e Napoleão, Hugo Figueiredo e Rabaça (Zézé int).
Suplentes não utilizados: Ricardo, Adilson e Pedrito
Treinador: Mário Heitor

Resultado ao intervalo: 3-0
Resultado final: 3-0

Marcadores: João Reis (30'), Xico (36') e Passos (40')

Crónica

Candal somou os três pontos que se revelaram insuficientes para a manutenção

Oliveira do Douro foi um opositor fácil para os candalenses na primeira parte

Candal e Oliveira do Douro entraram em campo com o destino praticamente traçado, se bem que para os candalenses ainda existia uma réstia de esperança em conseguir a manutenção na 3ª Divisão Nacional. A precisar de vencer por uma margem bastante folgada e diga-se, daquelas que já não se usam no futebol actual, o Candal ainda assim dependia sempre do resultado de terceiros para garantir essa permanência. Contudo, a formação de Israel Dionísio entrou melhor em campo e logo aos cinco minutos poderia ter aberto a contagem. Ansumane surgiu isolado perante Pedrosa e conseguiu tirar o guarda-redes do caminho fazendo passar a bola por cima deste e quando já se gritava golo nas bancadas, o avançado atirou por cima da trave da baliza deserta para desespero de todos os candalenses presentes no estádio. De seguida o Oliveira do Douro respondeu, com Galeão a ter uma boa oportunidade dois minutos depois, após amortecimento de Rabaça em zona frontal, mas o remate do médio oliveirense saiu fraco e à figura de Castro. Aos 15' de jogo, gritou-se golo pela primeira vez e a favor do Candal, mas o lance viria a ser anulado pelo árbitro, pois Alex em vez de cabecear a bola, desviou-a com a mão. Numa toada de parada e resposta neste minutos iniciais, Rabaça tentou o golo no lance seguinte, depois de bem desmarcado por Zé Coutinho, que ganhou a bola em falta não assinalada pelo árbitro sobre Jony, mas o remate do avançado saiu por cima da baliza.
Aos 22' de jogo nova falha clamorosa do ataque candalense, desta feita por Xico, que depois de um centro da esquerda abordou mal a bola e a cabeçada acabou por sair ao lado da baliza, quando tinha tudo para inaugurar o marcador. Pouco depois foi Zé Coutinho a fazer suspirar os adeptos candalenses, na marcação de um livre directo que tirou tinta ao ponte de Castro, que não tinha qualquer hipótese de defesa, caso a bola tivesse levado melhor direcção. E tantas vezes o cântaro vai a fonte que acaba por partir. Aos 30' numa falta batida da direita do ataque do Candal, João Reis desviou a bola no coração da área para o fundo das redes de Pedrosa. Este golo acordou os homens da casa, que partiram para cima do adversário e apenas seis minutos depois, Xico não falhou, depois de um passe a rasgar a defesa oliveirense de Alex a ver bem a entrada do sete candalense, que atirou de primeira, sem hipóteses para Pedrosa. Mais quatro minutos e novo golo do Candal, apontado por Passos, no melhor golo da tarde, a rematar de fora da área, sem hipóteses para o guarda-redes do Oliveira do Douro, após um mau alívio da defesa. Com uma avalanche destas nos últimos dez minutos do primeiro tempo, esperava-se uma entrada mais fulgurante do Candal na segunda parte, na procura de mais golos, mas tal não se verificou. Ao intervalo, Mário Heitor mudou o 4x4x2 inicial, passando a jogar em 4x3x3, com Miguelito, que entrou para o lugar de Zé Coutinho ao intervalo, Hugo Figueiredo e Napoleão na frente, Rabaça também saiu ao intervalo e deu o seu lugar a Zézé. A segunda metade da partida acabou por ser monótona, com ausência de situações de golo e com os dois conjuntos conformados à sua sorte. Na parte final do jogo, o Oliveira do Douro passou a jogar mais no meio campo candalense, mas os argumentos não eram os melhores e o resultado acabou por não sofrer alterações. O jogo chegou ao fim, passavam três minutos dos noventa com o Candal ainda à espera de saber o resultado do Vila Meã-Mondinense, que terminou com vitória dos amarantinos por 3-2, desfazendo assim qualquer dúvida que ainda houvesse quanto aos clubes que descem de divisão esta temporada. Assim, o Candal acompanha o Oliveira do Douro na descida à Divisão de Honra da AF Porto, que para o ano será bastante competitiva e terá várias equipas a lutarem pela promoção. 

Declarações

Israel Dionísio: "Era um jogo onde havia alguma esperança. Acredito que há qualquer erro na FPF, pois ninguém sabe o que é preciso para o desempate e a própria Federação ainda não nos conseguiu comunicar ao certo. Falando dos quatro jogos que estive cá, o que marca é o do Leça. Eram preciso quatro vitórias e ainda dependiamos de terceiros. Foi um mês bom, pois o Candal em 18 pontos tinha feito dois e em 12 fez sete, queriamos fazer o pleno mas não conseguimos. Quanto ao jogo de hoje, foi uma vitória que acabou por ser magra, em relação ao jogo e às oportunidades. O nervosismo já existia quando cá cheguei. Equipa cria muitas oportunidades de golo e em cinco marca uma. Aqueles golos falhados não foi nervosismo, a equipa já funciona mesmo assim. Cria muitas oportunidades de golo, faz boa posse de bola, na hora de finalizar é uma equipa que precisa de muito trabalho. Há muito a falar, da parte da direcção já foi feito o convite desde o início, tentei sempre por resistência devido ao trabalho que poderia efectuar pois é uma experiencia nova. convite está de pé, mas é preciso conversar sobre várias coisas".

Mário Heitor: "Estava à espera de ter conseguido passar a mensagem durante a semana que era preciso acabar bem e acabar bem significa com uma vitória. A época foi muito desgastante, um último jogo com pouco para ganhar e não foi fácil motiva-los para a partida e notou-se na primeira parte uma atitude mais relaxada. Faltou um pouco de atitude. Espero por esta equipa, com os novos jogadores, a ganhar e regularmente, para estarmos nos primeiros lugares e poder discutir uma eventual subida. A subida de divisão será muito complicada pois só um sobe directamente. Existirão muitos clubes com a mesma ambição, por isso subidas não vou prometer, mas posso prometer lutar pelos três pontos em todos os jogos".

Melhor em Campo

Xico marcou um bom golo e falhou outro. Foi um dos melhores elementos do Candal

Xico (Candal): "Acho que mostramos ser uma equipa unida e embora tenhamos tido uma semana difícil, conseguimos provar que temos valor. tivemos alguma infelicidade, quer no jogo com o Sousense, quer nesta fase final. Provamos o valor verdadeiro da equipa. Na próxima época ainda não sei como será. De qualquer forma ainda cá estou, mas para o ano não sei, pois a minha vida escolar também será determinante".

13 de maio de 2011

Candal vence primeira final


O Candal venceu no passado domingo o Vila Meã, por duas bolas a uma, dando assim um passo de gigante rumo à manutenção da equipa na 3ª Divisão Nacional. A formação gaiense precisa de vencer, pelo menos, os três jogos que tem em casa e esperar que os adversários directos escorreguem. A primeira final foi vencida, visto que, caso o Vila Meã não fosse derrotado, a pressão seria outra sobre a equipa.
Numa partida dominada pelos gaienses desde o início, Sidon abriu o activo apenas aos 43' de jogo, depois de várias ocasiões de golo desperdiçadas. Já no decorrer do segundo tempo, foi Zé Tiago a carimbar os três pontos, ao apontar o segundo golo à passagem dos 50 minutos de jogo. Apenas nos descontos é que o Vila Meã conseguiu superar a defensiva candalense e reduzir a desvantagem com um golo de Couto já no período de compensação.
No final do jogo, Israel Dionísio, novo treinador do Candal, estava contente pelo resultado alcançado, ele que também se estreou a vencer, assim como o Candal nesta Fase de Manutenção: "Foi uma estreia muito forte, sobretudo a nível psíquico, pois quando se está bem psicologicamente as coisas acabam por acontecer com facilidade. Resultado acaba por ser escasso. Neste momento não dependemos só de nós, mas vamos trabalhar jogo a jogo e tentar a manutenção que este clube merece".
O Candal volta a jogar em casa no próximo domingo. O adversário é o Leça e apenas a vitória interessa, esperando que o Vila Meã não consiga os três pontos, pois só assim os gaienses deixam a zona de despromoção. O jogo é no Estádio Rei Ramiro, com o início marcado para as 17h e terá arbritagem de Pedro Oliveira da AF Aveiro.

5 de maio de 2011

José Manuel Oliveira demitiu-se do Candal

José Manuel Oliveira, que entre outros clubes, foi director desportivo do Canelas e do Vilanovense nos melhores períodos destes clubes, demitiu-se da vice-presidência do Candal um dia depois de ter tomado posse com a direcção do clube, presidido agora por Vasco Oliveira. As divergências surgiram após José Oliveira não concordar com a politica que o novo presidente quer para o futebol, como o próprio confirmou ao blog: "Não concordei com as directrizes para o futebol. Nunca aceitei trabalhar com quem não conheço e não admito que ultrapassem as minhas competências. Não vou para o futebol a qualquer preço. ainda há pouco tempo rejeitei um convite do Daniel Ramos, para integrar a estrutura do União da Madeira, para me dedicar em exclusivo ao Candal", disse o ex-dirigente candalense. Ao que tudo indica, o motivo da ruptura está ligado à questão do treinador, isto porque José Oliveira tinha já acordo com Joaquim Vitorino, que também trabalhou com o director desportivo no Canelas, mas o presidente terá já chegado a acordo com Israel Dionísio, antigo adjunto de Mário Henrique nos juniores candalenses, para orientar a equipa, algo que o próprio também confirmou: "Já tinha acordo com o Joaquim Vitorino. Ele trabalhou comigo no Canelas no melhor período do clube na II B", concluiu.