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10 de março de 2014

Só podia dar empate...


Local: Estádio do Tourão
Hora: 15h
Árbitro: Diogo Oliveira

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Rui Sousa, Barreiros, Bruno Gomes, Miguel (Hélder, 46'), João, Pedro Abel (Bruno Rocha, 79'), Raul (Mohamed, 79'), Pedro Gomes (Vitinha, 59') e Pedrito.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Canidelo: Lima, Kilberg, Amaral, André (Dias, 35’), Tiago, Rascão, Nuno (Negão,64'), J. Diogo, Machado, Rui (Félix, 39’), Rui e Pedro Gabriel (Ricardo Diogo, 73').
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Vitinha (61’) do Dragões Sandinenses e Félix (89’) do Canidelo

Dragões Sandinenses: empate condiciona sonho da subida

Canidelo: resultado quase garante manutenção


O sorteio da 23ª jornada da Divisão de Honra do campeonato distrital de futebol da Associação de Futebol do Porto ditou que se realizariam vários dérbis gaienses. Um deles foi o jogo Dragões Sandinenses vs Canidelo e A Bola é Redonda esteve lá. 
O pontapé de saída foi dado pelos da casa e logo no primeiro minuto gritou-se “golo” nas bancadas de Sandim, mas não foi. Numa jogada chegada à linha do lado direito do ataque, seguida de cruzamento para Pedrito o árbitro considerou que o sandinense estava em posição irregular e nada se alterou. 
Seguiram-se quarenta e quatro minutos de futebol com muitas interrupções e pouca animosidade, com exceção para o segundo remate à baliza do guardião forasteiro, pelos pés de Gomes. 
Na segunda parte o Canidelo entrou mais pressionante e foi tendo algumas oportunidades de golo, mas foi o Dragões Sandinenses que inaugurou o marcador. 
Depois de uma substituição para cada lado, Sérgio Espírito Santo fez entrar Vitinha (aos 61') para o lugar de Gomes e não foi preciso muito para que o avançado, saído do banco, dissesse ao que ia. Dois minutos depois, Vitinha rececionou a bola dos pés de Pedrito e, com um chapéu memorável, violou as redes de Lima e marcou o 1-0. 
A história do jogo resume-se a mais um golo, o do empate, pelos pés de Félix, a cinco minutos do final da partida. Numa jogada confusa, na sequência de um centro da direita a bola fez tabela em vários jogadores e Félix foi o mais esclarecido, repondo a igualdade no marcador. 
Este resultado é penalizador para o Dragões Sandinenses e para o Canidelo tendo em conta que os dois clubes desceram uma posição na tabela classificativa. Os sandinenses passaram a ocupar o quinto lugar e os canidelenses a oitava posição. 
No final, António Mota, treinador adjunto do Canidelo considerou que “o resultado foi justo” porque "a primeira parte não foi muito bem conseguida" e, na segunda parte, a sua equipa “foi mais ousada, apesar de estar a perder, o que fez com que o empate tenha sido um bom resultado”. Para António Mota, o que fez com que os seus pupilos mudassem de atitude no segundo tempo foi a mensagem de que o Dragões Sandinenses “era um adversário ao nosso alcance e que era possível acreditar na vitória”.
Do lado dos dragões de Sandim o sentimento era diferente. Sérgio Espírito Santo admitiu ao A Bola é Redonda que o empate teve “sabor a derrota”, embora tenha reconhecido que “o jogo foi muito equilibrado em termos de atitude”. O técnico lamenta que a sua equipa não tenha conseguido “segurar o resultado quando podíamos ter matado o jogo, fazendo o 2-0”. Consciente de que não é em um mês que põe a equipa a jogar à sua imagem, Sérgio Espírito Santo faz um balanço “muito positivo” dos quatro jogos que já disputou na liderança do Dragões Sandinenses, em que conquistou duas vitórias, um empate e sofreu uma derrota. O técnico diz que “é óbvio que queria ter ganho os jogos todos, porque lutamos sempre pela vitória, mas a vida continua”. No próximo fim-de-semana o Dragões Sandinenses vai ao Castelo da Maia e Sérgio tem como objetivo “incutir aos jogadores a mentalidade ganhadora semana após semana e esperar que os resultados continuem a ser tão bons ou melhores que o que têm sido”

21 de novembro de 2013

Canidelo e Dragões Sandinenses empatam a zero


Local: Complexo Desportivo de Canidelo
Hora: 15h
Árbitro: Paulo Pinto

Canidelo: João (Sérgio Lima 46'), António, Carlos, Correia e Amaral, Diogo (Fábio 75'), Dias e Kilberg (Freire 75'), Rascão, João Duarte (Sá 46') e Miguel (André 75').
Treinador: Lé Santos

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Rui Sousa, Bruno Gomes e Quinzinho, Miguel, João Alves (Machado 85') e Pedro Abel (Edu 55'), Gomes (Bruno Rocha 92'), Veiga e Pedrinho.
Treinador: Tozé

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

Canidelo e Dragões Sandinenses empataram a zero, em dérbi da oitava jornada da Divisão de Honra da AF Porto. As duas equipas realizaram uma boa partida de futebol na opinião dos dois treinadores, com falta de eficácia na finalização para o lado dos sandinenses, uma situação recorrente em praticamente todos os jogos, sendo que houve alguma falta de sorte do lado do Canidelo, que enviou duas bolas aos ferros da baliza de Xavier.
Lé Santos, técnico do Canidelo, explica o resultado: "Foi um bom jogo, entre duas boas equipas. Sabiamos que iriramos defrontar uma equipa experiente e que já joga junta à muito tempo, mas apesar disso tivemos várias oportunidades de golo. Os últimos 15 ou 20 minutos doram complicados devido à expulsão do Rascão, mas ainda assim conseguimos criar oportunidades de golo e enviar uma bola à trave pelo Dias. Já antes tinhamos enviado uma bola ao poste. Essencialmente foi um bom jogo de futebol", atestou Lé Santos.
Já Tozé, treinador dos Dragões Sandinenses, voltou a apontar à falta de eficácia da sua equipa: "Faltou essencialmente um pouco de eficácia para aproveitar as oportunidades de golo criadas. Continua a ser a maior pecha da equipa, já que chegamos com muita facilidade á baliza do adversário mas não estamos a concretizar. De qualquer forma penso que foi um bom jogo, o Canidelo tem uma boa equipa e que é forte, essencialmente no sector defensivo. O jogo teve momentos de equilibrio e momentos em que conseguimos ser superiores", afirmou.
Os dois conjuntos voltam a entrar em campo no próximo domingo, com o Dragões Sandinenses a receber o Castêlo da Maia e o Canidelo a jogar em casa do líder, o Aliança Gandra. As duas partidas têm início às 15h.

15 de novembro de 2013

Dérbi de alta intensidade sorri ao Canidelo


Local: Parque Soares dos Reis
Hora: 15h
Árbitro: Carlos Reis

Vila Fc: Clemente, Jorginho (Josué 80'), Bruno (André 68'), Jota, Miguel, Ruizinho (Napoleão 68'), Ricardinho, Chico, Ivo, Nico e Andrade.
Treinador: Gonçalo Silva

Canidelo: João Pereira, Ricardo Dias, Amaral (Kilberg 60'), André (Rúben 46') e João Duarte (João Silva 46'), Rascão (Fernando André 85'), Costa e Sá, Carlos, Ruizinho e João Diogo.
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 1-2
Resultado final: 1-2

Marcadores: Carlos (16') e Amaral (45') para o Canidelo e Ricardinho (33') para o Vila Fc

Dérbi com bastante intensidade em todos os sentidos disputado entre o Vila Fc e o Canidelo, no passado domingo. O resultado final acabou por sorrir à equipa de Lé Santos, que venceu por 1-2, com golos de Carlos (16') na sequência da marcação de um pontapé de canto, e de Amaral (45') na marcação de uma grande penalidade. Pelo Vila Fc marcou Ricardinho (33') na marcação de um livre directo sem hipóteses para João Pereira. O Vila Fc poderia ter empatado a partida mesmo antes do apito do juiz Carlos Reis para o intervalo, mas João Pereira defendeu a grande penalidade que favoreceu os homens de Gonçalo Silva. 
A polémica continuou no intervalo, com as expulsões de Ricardinho e Ruizinho, obrigando os dois conjuntos a jogarem com 10 elementos na segunda parte, onde o Vila Fc tentou de todas as formas chegar ao golo. O Canidelo ainda ficou reduzido a nove elementos após nova expulsão, desta feita de Rúben aos 80' e já nos últimos cinco minutos do encontro, Andrade viu o árbitro anular-lhe o golo que daria o empate.
A partida terminou pouco depois com o resultado favorável ao Canidelo, que assim ascendeu ao sétimo lugar na classificação. Já o Vila Fc caiu para a 11ª posição, com 9 pontos, e somou a segunda derrota consecutiva no campeonato.
Na próxima jornada o Canidelo recebe o Dragões Sandinenses, em mais um dérbi gaiense. Já o Vila Fc desloca-se ao terreno do Castêlo da Maia. As duas partidas têm início às 15h do próximo domingo.

17 de outubro de 2013

Golos a abrir e a fechar ditam vitória do Valadares


Local: Complexo Desportivo de Valadares
Hora: 15h
Árbitro: André Dias

Valadares: Hélder, Valente, Carvalho, Nuno Miguel e Oliveira, Joel (Rooney 74'), Fradinho e Jony, Bruninho (Sérgio 74'), Vitinha (Avelino 90') e Hugo Figueiredo
Treinador: Paulo Alexandre

Canidelo: Sérgio Lima, Kilberg (Miguelito 58'), Amaral (Sérgio 78'), Rúben e Hélio, Fábio, Correia e Carlos, João Diogo, Pedro Santos (Pedro André 78') e João Silva.
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 2-0

Marcadores: Vitinha (4') e Avelino (94')

O Valadares venceu o dérbi frente ao Canidelo, disputado no passado domingo. A formação de Paulo Alexandre entrou praticamente a vencer com o golo apontado por Vitinha logo aos 4' de jogo, o que acabou por condicionar a estratégia do Canidelo, que apesar disso, não se rendeu e causou ainda alguns problemas à defesa valadarense. Porém, Avelino, que entrou já em cima do minuto 90 para substituir o autor do primeiro golo, acabou por ainda selar o triunfo com um golo no último minuto do tempo de compensação.
Paulo Alexandre, treinador do Valadares, destaca o respeito que existiu entre os dois emblemas mas afirma que a sua equipa controlou o jogo: "Um encontro bem disputado, com ambas equipas a respeitar-se e dignas uma da outra. Simplesmente entramos melhor e fomos controlando o jogo", disse.
Já do lado do Canidelo, Lé Santos, de regresso esta temporada ao comando técnico do clube, disse que a sua equipa chegou a estar por cima do adversário: "Tínhamos consciência de que íamos defrontar uma equipa difícil e que se reforçou bem. O Valadares marcou cedo e isso acabou por condicionar a nossa estratégia. Porém houve momentos em que estivemos por cima do adversário e obrigamos mesmo o Valadares a jogar em contra-ataque. Foi um bom jogo de futebol", destacou o técnico.
Com este resultado o Valadares ocupa a segunda posição na classificação da Divisão de Honra da AF Porto com sete pontos, menos dois que o líder, Gondim. Já o Canidelo segue no oitavo lugar com quatro pontos somados.
No próximo domingo o Valadares desloca-se ao terreno do Castêlo da Maia enquanto o Canidelo recebe o líder, Gondim. As partidas estão com início marcado para as 15h de domingo. 

10 de outubro de 2013

Rúben selou vitória do Canidelo


Local: Complexo Desportivo do Canidelo
Hora: 16h
Árbitro: Mário Valente

Canidelo: Sérgio Lima, Fábio Duarte, Carlos Pinto, Correia e Amaral, João Diogo, Pedro Santos (André 67') e Tiago (Dias 14'), Miguelito (Sá 67'), João Duarte (Rúben Pedrosa 34') e Rascão (Freire 87').
Treinador: Lé Santos

Castêlo da Maia: João Carlos, Cardoso, Rafa, Fábio e Zé Pedro (Flávio 70'), Quim Nando, Filipe e Caetano (Casário 70'), Simões, Pedrinha e Hugo (Vitinha 70').
Treinador: Santos Cardoso

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 2-0

Marcadores: Fábio Duarte (63') e Rúben Pedrosa (65')

O Canidelo venceu o Castêlo da Maia por duas bolas a zero em partida realizada no passado domingo, em Canidelo.
A formação orientada por Lé Santos foi mais forte que os maiatos, apesar de uma primeira parte pálida da formação gaiense, o que obrigou o técnico a fazer algumas alterações na equipa. 
No segundo tempo as coisas foram diferentes e o Canidelo conseguiu impor o seu futebol acabando por chegar ao golo aos 63' por intermédio de Fábio Duarte. Dois minutos volvidos foi a vez de Rúben Pedrosa voltar aos golos, apontando o segundo tento da sua equipa, confirmando assim a vitória.
De regresso ao Canidelo após um ano no Leça, Rúben Pedrosa esteve lesionado até há bem pouco tempo e, por isso, falhou o jogo da primeira jornada em Pedrouços. Porém, neste regresso a uma casa que bem conhece, o avançado voltou também aos golos e apesar de não ter sido titular, mostrou que é uma opção válida para o técnico: "Foi muito importante para mim depois de perder a primeira jornada por lesão, voltar e ajudar a equipa com um golo. Não esperava depois de três semanas sem treinar e jogar, poder ter um regresso tão positivo", revelou o atleta, que analisou de seguida o encontro: "Não começamos muito bem o jogo, e penso até que no inicio o Castêlo da Maia esteve melhor mesmo não havendo grandes oportunidades de golo. A partir dos 35 minutos começamos a mandar no jogo e chegamos mesmo a ter uma boa oportunidade de golo antes do final da primeira parte. Na segunda a história foi completamente diferente, mudámos o chip, fomos aguerridos e dominámos completamente", afirmou, referindo também que o resultado acaba por ser escasso: "Penso que até poderíamos ter feito mais um ou dois golos", concluiu.
O Canidelo volta a jogar no próximo domingo, no terreno do Valadares, uma partida de grau de dificuldade bastante elevado.

4 de junho de 2012

Entrevista Com: Carlos Machado (Treinador dos Juniores do Canidelo)

Tal como prometido, o 'Entrevista Com' desta semana é com Carlos Machado, treinador que conseguiu brilhantemente levar os juniores do Canidelo a disputar o Campeonato Nacional da 2ª Divisão da categoria, juntando-se assim ao Candal, que também irá disputar essa competição.
Pode-se dizer acerca de Carlos Machado, que o técnico encarna o Canidelo na perfeição, visto que está no clube desde que iniciou a sua carreira futebolistica, na época 1988/89, percorrendo todos os escalões de formação do clube. Já como sénior, apenas representou o Canidelo, sendo que aos 31 anos deixou os relvados para se dedicar às tácticas, sendo adjunto de José Amarante quando este veio substituir Rui Amorim, na temporada de 2008/2009. Depois disse, fez parte também da equipa técnica de Lé Santos acompanhando o técnico nas épocas 2009/2010 e 2010/2011, sendo treinador principal em duas partidas, na disputa do título de Campeão da 1ª Distrital, frente aos Dragões Sandinenses. Paralelamente, orientou a equipa de juniores na Taça Acácio Lello, cargo que manteve esta época, alcançando agora uma inédita subida aos campeonatos nacionais.
Em mais um exclusivo do 'A Bola é Redonda', aqui fica a entrevista com Carlos Machado:


Carlos Machado (ao centro) e todo o Staff técnico que levou o Canidelo à subida aos Nacionais em Juniores

A Bola é Redonda (ABR) - Mister, o Canidelo conseguiu subir à 2ª Nacional. Era objectivo da equipa subir?

Carlos Machado (CM) - Pela parte da direcção, no principio da época, não nos foi pedido a subida, mas depois de no ano anterior a equipa ter ficado a dois pontos de disputar a fase final, nós sabíamos que a pressão iria ser grande. Sabíamos que mesmo sem nos pedirem directamente a vontade era essa. Mas sem deixar transparecer essa pressão para os atletas, sempre lhes disse que o nosso objectivo era ganhar jogo a jogo sem pensar na subida de divisão. O pedido por parte da direcção só chegou depois de uma fase menos boa em que averbamos duas derrotas seguidas. E a partir daí, continuamos a fazer um campeonato brilhante, onde mantivemos desde a 6ª jornada o segundo lugar que nos garantia o acesso à fase final, o que garantimos a três jornadas do fim.


ABR - Há três épocas a equipa lutou para não descer, mas depois conseguiu reinventar-se e o ano passado quase conseguiu o acesso ao playoff de Apuramento de Campeão. O que mudou para este ano?

CM - Sobre o ano passado não posso falar porque não fiz parte do grupo. Nas camadas jovens os grupos são alterados todos os anos, com as subidas naturais dos atletas devido à idade, e muita coisa pode mudar. Mas penso que, essencialmente, o que mudou foi todo um staff técnico com novas ideias e juntamente com todos os atletas, formamos um grupo muito forte e unido que disputava cada jogo para ganhar e com uma ambição muito grande de triunfar.


ABR - Num campeonato disputado com as denominadas 'Equipas B' de clubes como Rio Ave, Leixões ou Padroense, quais foram as maiores dificuldades que sentiram ao longo da época?

CM - Eu penso que este campeonato é muito competitivo e as dificuldades são criadas por todas as equipas em cada jogo. Basta ver a classificação final para verificar essa competitividade, em que do 3º para o 13º classificado só houve uma diferença de 16 pontos, o que eu considero muito pouco em 30 jornadas. As maiores dificuldades que as "equipas B" poderiam trazer, era incluírem jogadores provenientes do Campeonato Nacional com outra qualidade que dificultariam e tornariam, apesar de ser normal, menos correcto o campeonato.

Plantel do Canidelo que subiu à 2ª Nacional de Juniores

ABR - Houve alguma altura, durante a primeira fase do campeonato, em que duvidassem da conquista de um lugar nos dois primeiros classificados, apesar de terem estado sempre entre os três primeiros lugares da tabela classificativa?

CM - Nós sabíamos que não iria ser fácil atingir o apuramento, mas conforme o campeonato ia avançando, e apesar de alguns jogos menos conseguidos, fomos acreditando que com maior ou menor dificuldade iríamos alcançar pelo menos o apuramento para a fase final.


ABR - A fase de Apuramento de Campeão foi renhida e três equipas acabaram com oito pontos. Estiveram sempre confiantes em conseguir, já nesta fase, o objectivo de chegar aos Nacionais?

CM - Depois de atingirmos a fase final e com a impossibilidade de subida do Leixões, sabíamos que era uma luta a três para dois lugares, o que nos dava ainda mais confiança. Começamos muito bem a fase final e fomos alcançar uma vitória no Tirsense, e depois de um empate que não estava nos planos, em casa, com o Desp. Aves e uma derrota com o Leixões, recebemos em casa o Tirsense que em caso de uma vitoria nossa nos garantia matematicamente a subida ao Nacional. O jogo não nos correu bem e perdemos e a subida, apesar de não estar perdida, ficou mais complicada, mas nunca perdemos a confiança.



Sempre irrequieto no banco

ABR - Entrando já na próxima temporada, uma questão que se impõe. Carlos Machado será o treinador na próxima época?

CM - Sim. Continuarei a ser o treinador na próxima época.


ABR - Sabendo que a equipa perderá jogadores por terem atingido a idade de sénior, o que espera da próxima temporada numa nova realidade?

CM - Espero um ano de aprendizagem numa nova realidade. Teremos e já estamos a trabalhar para formar uma equipa competitiva e ambiciosa. É uma experiência totalmente nova, à qual o clube não está habituado, mas com a ajuda de todos iremos com certeza fazer um bom campeonato.



Carlos Machado treinou os séniores
nos jogos com os
Dragões Sandinenses

ABR - Até há bem pouco tempo, apenas o Candal tinha equipas nos campeonatos nacionais das três principais categorias. Agora o Canidelo também coloca uma equipa neste patamar. O que está a mudar na formação do clube?

CM - O clube vai-se adaptando á evolução do futebol. Tem bons treinadores, jovens e ambiciosos, e penso que com a subida ao Nacional dos juniores, será ainda mais aliciante para os jovens que normalmente preteriam o Canidelo, por outros clubes que estivessem a disputar Campeonatos Nacionais.


ABR - Será possível vermos o Canidelo, a curto-médio prazo, a lutar por um lugar na 1ª Divisão Nacional do escalão?

CM - Penso que ainda é cedo para abordarmos este tema. Vai ser a primeira vez que o clube estará presente num Campeonato Nacional, e tudo será uma experiência nova com que terá que aprender a lidar. Será um ano de aprendizagem.


ABR - Por último, gostava que deixasse uma mensagem aos adeptos do Canidelo, bem como a todos os jovens que sonham jogar futebol e também para os leitores do blog.

CM - Para os adeptos do Canidelo, quero expressar a minha gratidão pelo apoio que que nos deram em todos os jogos, e pedir-lhes que nos continuem a apoiar neste ano tão importante para o clube. Aproveitava para agradecer a todo o meu Staff Técnico, José Manuel Oliveira, Alfredo Matos, André Carvalho, Tiago Botelho, João Oliveira e André Maia, que tanto me ajudaram, à minha Família que por causa do futebol tantas vezes foi prejudicada, a todos os pais que colaboraram connosco durante toda a época e à direcção.
Aos jovens que sonham jogar futebol, eu digo-lhes para nunca desistirem de sonhar, mas que sonhar não chega, é preciso se empenharem e trabalhar sempre no máximo para alcançarem os objectivos. Sejam ambiciosos mas humildes. A todos os leitores do blog desejo as maiores felicidades.

No final, a festa e a união do grupo ficaram bem patentes

6 de maio de 2011

Nuno Miguel e Pedro Abel antecipam o Canidelo-Dragões Sandinenses

 

No próximo domingo, Canidelo e Dragões Sandinenses jogam a primeira de duas partidas para encontrar o Campeão Distrital da 1ª Divisão, desta temporada. As duas equipas venceram as suas séries, o Canidelo com mais facilidade que a equipa de Sandim, mas ambas com um futebol atractivo e de ataque, que deixa antever dois excelentes jogos de futebol.
Os canidelenses terminaram o campeonato com 80 pontos, mais oito que o segundo classificado, o Serzedo, e chegam a este jogo na sequência de dois resultados negativos: Duas derrotas pesadas, nove golos sofridos e apenas quatro marcados, já para não falar na saída do treinador, Lé Santos, que não estará no banco nestas duas partidas. O Defesa-central Nuno Miguel fez a antevisão da partida, referindo que este era o jogo mais esperado por todos os canidelenses: "Aí está o jogo pelo qual esperamos à dois meses! Conseguimos o primeiro lugar na nossa série duma forma fantástica e imaculada e acho que relaxamos a partir do momento em que celebramos a subida de divisão. Os resultados reflectem isso mesmo. Esta não é a verdadeira equipa do Canidelo", começou por afirmar, para depois apontar baterias ao adversário de domingo: "É com esse pensamento que vamos encarar o jogo com o Dragões Sandinenses. Pode-se dizer que queremos lavar a cara e mostrar a todos que a equipa e os jogadores do Canidelo estão vivos e dispostos a dar mais uma alegria a todos os que acreditam em nós", disse.
Nuno Miguel espera que a
equipa limpe a imagem
dos últimos jogos
O jogador quer confirmar nestas duas partidas, que os elogios que a sua equipa foi recebendo ao longo da temporada, não foram em vão: "Queremos provar que os resultados alcançados não foram fruto do acaso, mas sim de muito trabalho, esforço e sacrifício. Só nós, jogadores, sabemos o que passamos ao longo duma época, que foi tão gratificante como desgastante. Por isso, e porque o que está em causa é o nosso prestigio e capacidade de superação e trabalho, posso afiançar aos adeptos e a todos aqueles que sempre nos acompanharam, que vamos dar tudo por tudo para fazer do Canidelo campeão", rematou. Nuno Miguel quis deixar uma palavra ao técnico Lé Santos e a quem acompanhou a equipa: "Deixar uma palavra de apreço pelo trabalho realizado pelo Mister Lé e pela sua equipa técnica, bem como aos directores que privaram e estiveram connosco nos bons e maus momentos. Infelizmente a família separou-se, mas sei que vamos saber dar a volta a todas as adversidades e conseguir dedicar este título aos que partiram e aos que ainda estão connosco". O defesa não quis terminar sem antes elogiar o adversário: "Aproveito para dar os parabéns à equipa do Dragões Sandinenses, pelo excelente campeonato realizado e um abraço especial aos amigos que tenho a representar o clube. É uma equipa muito bem orientada e com excelentes jogadores e que vai chegar a este jogo, com os níveis competitivos no máximo e de certeza que também querem ser Campeões da 1ª Divisão da Associação de Futebol do Porto", concluiu.
Pedro Abel quer vencer
Já o Dragões Sandinenses sentiu mais dificuldades que o Canidelo, para vencer a sua série. Numa luta taco-a-taco com o Baião, acabou por ser a secretaria a dar vantagem aos gaienses, ao dar mais dois pontos à equipa, fruto de uma ilegalidade cometida pelo Alfenense no jogo da primeira volta. À entrada para a última jornada, o Baião ainda poderia chegar ao primeiro lugar, para isso tinha que vencer e esperar que os gaienses não o fizessem visto que em caso de igualdade pontual, o Baião tinha vantagem, mas os papéis inverteram-se: Enquanto os sandinenses golearam o Rio Moinhos, o Baião perdia frente ao Águias de Eiriz, o que deixou o Dragões Sandinenses com mais cinco pontos que o segundo classificado, totalizando então 77 pontos. Mais, a formação de Ricardo Jorge foi o melhor ataque da Série 2, com 76 golos apontados e a melhor defesa, tendo sofrido apenas 22 tentos. Pedro Abel, capitão da equipa, espera uma vitória: "O jogo de domingo será mais um para os Dragões Sandinenses e mais uma vez com um só objectivo, ganhar. Sabemos do enorme valor do adversário e da dificuldade que com certeza vamos encontrar, mas também sabemos a nossa competência e o nosso valor. O principal objectivo era ser Campeão de Série e esse está conseguido, mas, ninguém quer desperdiçar a oportunidade de poder atingir algo mais", disse o médio.
Apesar de a equipa de Sandim chegar a este jogo com mais estabilidade que o adversário, a história reparte o favoritismo pelo Canidelo: Nas duas partidas realizadas no Estádio Manuel Marques Gomes, o Canidelo venceu sempre. Em 2008/2009 por uma bola a zero em na época seguinte por quatro bolas a uma.
Estão assim lançados os dados para uma grande partida de futebol, que tem o seu início marcado para as 16h e com arbitragem a cargo de António Nogueira. 

22 de março de 2011

Enfim festa em Canidelo!!


Local: Complexo Desportivo do Lavrense
Hora: 15h
Árbitro: Toni Rodrigues

Lavrense: Beleza, Filipe Sousa, Ribeiro, Paulo Silva e Nuno Ribeiro, Grilo, Tiago e Miguel (Tó 65'), Hugo Almeida (Cassamá 86'), Machado (Cissé 86') e Nuno Santos
Treinador: Hugo Reis

Canidelo: João Gomes, Zé Tó, Nuno Miguel, Carlos e Adriano (Leonardo 77'), Hugo, Ricardo Melo e Ricardinho (Miguel Neves 63'), Pedro Fanisca, Camarinha (Raposo 90+1') e Tiago Valente.
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 0-2
Resultado final: 2-3

O Canidelo está de regresso à Divisão de Honra da AF Porto, depois de ter descido de divisão na época anterior. A equipa treinada por Lé Santos arrancou uma vitória em casa do Lavrense, outro dos que se assumiu como candidato à subida, e fez logo ali a festa. O resultado final foi 2-3, mas os gaienses ainda passaram por alguns sobressaltos, pois chegaram ao intervalo a vencer por duas bolas a zero, mas permitiram a reacção dos matosinhenses que conseguiram chegar à igualdade já na segunda parte. Contudo, um golo de Miguel Neves - os outros foram apontados Ricardinho e Pedro Fanisca ainda antes do primeiro quarto de hora -  já muito perto do final da partida, fez explodir a festa dos adeptos presentes em Lavra e pouco depois também dentro do relvado.
Lé Santos, técnico do Canidelo, referiu que a sua equipa mereceu os três pontos e afirma que vai lutar pelo título de Campeão Distrital: "Tínhamos noção que íamos defrontar uma excelente equipa, que tem valor para outro lugar na classificação geral. Os jogadores do Canidelo foram melhores e depois de chegar ao intervalo a ganhar por duas bolas a zero, pode ter existido algum excesso de confiança que permitiu ao Lavrense conseguir chegar ao empate. No entanto, já perto do final da partida, Miguel Neves marcou o terceiro golo. Foi uma vitória justa e que não sofre contestação", disse o técnico, que afirmou querer o título de Campeão Distrital: "Agora o objectivo passa por ser Campeão Distrital. Ainda não sabemos quem vai ser o adversário, pois os Dragões Sandinenses perderam, mas quem ficar em primeiro da Série 2 terá todo o mérito. Preferia uma equipa de Gaia, por tudo aquilo que significa jogar contra uma equipa do Concelho, mas quem vier terá todo o mérito".
O técnico quis ainda agradecer a todos os que estão directa e indirectamente ligados com o Canidelo e sobretudo, um grande obrigado aos adeptos do clube: "Sabíamos qual era o objectivo, embora não tivesse sido muito divulgado. Conquistá-lo a cinco jogos do final do campeonato, mostra tida a qualidade que temos. Jogadores, adeptos, direcção, foram todos fantásticos. Queria deixar aqui um agradecimento aos nossos adeptos, que foram incansáveis no apoio à equipa. Foram o 12º jogador quando a equipa precisou. Sentimos o conforto dos adeptos em todos os jogos", concluiu Lé Santos.
O Canidelo prepara a recepção ao Leça do Balio, no próximo domingo, esperando também poder festejar em casa.

18 de março de 2011

Canidelo goleia São Pedro de Rates... Mas festejos só com o primeiro lugar garantido


Local: Estádio do Canidelo
Hora: 15h
Árbitro: Bruno Ferreira

Canidelo: João Gomes, Zé Tó, Nuno Miguel, Carlos (Valente 75') e Adriano, Leonardo (Camarinha 60'), Ricardinho e Ricardo Melo, Hugo, Oliveira (Josemar 64') e Pedro Fanisca.
Treinador: Lé Santos

São Pedro de Rates: Rafa, Paulo Serra (Peixe 63'), Barrega, Nado e Gala, Jaison, Rica e Né, Bruno (David 81'), Matos e Guel (Reco 72').
Treinador: José Dantas

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 5-1

Disciplina: Cartão vermelho a Gala (61') do São Pedro de Rates

O Canidelo venceu no passado domingo o São Pedro de Rates por 5-1 e à luz dos regulamentos da AF Porto, garantiu já o regresso à Divisão de Honra da AF Porto. No ponto 113.06, do Regulamento de Provas da AF Porto, está escrito que "Sobem automaticamente a esta Divisão o primeiro, segundo, terceiro e quarto classificados - dois de cada série - do Campeonato Distrital da I Divisão, salvo os casos previstos nos números 113.07, 113.08 e 113.09", que dizem respeito às descidas dos clubes que disputarão as provas da AF Porto, provenientes da 3ª Divisão Nacional. Assim, a equipa de Lé Santos, com a vitória do passado domingo e a derrota do Perafita em Serzedo, passou a ter 19 pontos de vantagem sobre o terceiro classificado quando faltam disputar 18. Contudo, o treinador rejeita este cenário e diz que é melhor "esperar pelo jogo de domingo e ter o primeiro lugar garantido". Sobre a vitória contra o São Pedro de Rates, Lé Santos disse que a partida teve duas partes distintas: "Este jogo teve duas partes distintas. Na primeira metade, o adversário não criou perigo, foi um jogo morno onde estivemos sempre no domínio, mas sem brilhar", referiu o treinador. A equipa gaiense chegou ao intervalo a vencer por uma bola a zero, fruto do golo de Oliveira aos nove minutos de jogo, mas já na segunda parte, Guel reestabeleceu a igualdade para os forasteiros, o que acordou os gaienses que em nove minutos apontaram três golos, com Ricardo Melo a marcar aos 62' de grande penalidade, Hugo aos 65' e Pedro Fanisca aos 71'. Zé Tó fechou a contagem aos 83. Lé Santos elogiou a postura da sua equipa nesta segunda parte: "Na segunda parte o Canidelo foi muito superior. Dominamos por completo o adversário, marcamos e ainda massacramos", concluiu o treinador.
A equipa joga agora no próximo domingo, com o Lavrense, numa partida que pode ser a da consagração do Canidelo e que poderá ditar em definitivo a subida de divisão.

21 de fevereiro de 2011

Oliveira dá mais três pontos ao Canidelo que está cada vez mais próximo da Divisão de Honra


Local: Estádio do Serzedo
Hora: 15h
Árbitro: Hélder Lamas
Espectadores: Cerca de 300

Serzedo: Toni, Diogo, Ricardo, Leal e Pidoa, Moreira, Dominguez, Joãozinho e Vitinha (Fábio 84'), Ricardinho e Rooney (Bruninho 71').
Treinador: Pedro Dominguez

Canidelo: João Gomes, Fábio Duarte, Nuno Miguel, Carlos e Tiago Valente, Adriano, Oliveira, Rui Pedro, Leonardo (Josemar 71') e Ricardo Melo (Hugo 84'), Miguel (Miguel Neves 63').
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-2

Marcadores: Ricardinho (59') para o Serzedo e Fábio Duarte (60') e Oliveira (85') para o Canidelo

Crónica

Serzedo não conseguiu segurar vantagem e deixou fugir três pontos

Canidelo acreditou sempre e conseguiu mais três importantes pontos em Serzedo

Grande jogo de futebol a que se assistiu na tarde deste domingo, entre o Serzedo e o Canidelo, respectivamente segundo e primeiro classificado. Com o jogo a ter mais importância para a equipa da casa, pois em caso de vitória os comandados de Pedro Domiguez encurtariam distâncias para o líder, o Serzedo acabou por entrar melhor no jogo, apesar de nos primeiros minutos as equipas estarem receosas uma da outra, com a bola a andar muito pelo meio campo, logo, longe das balizas.
No entanto, a primeira situação de golo pertenceu ao Serzedo, com Vitinha a ter o golo nos pés, após ter rematado de fora da área e de João Gomes não ter segurado à primeira, com o mesmo Vitinha a tentar a recarga, mas já com o guardião do Canidelo em cima não consegui desviar a bola para a baliza nas melhores condições. Poucos minutos depois, seria novamente Vitinha a levar perigo à baliza do Canidelo, correspondendo de cabeça a um centro de Ricardinho da direita do ataque do Serzedo, mas o remate de cabeça do atacante saiu uma nada ao lado do poste da baliza de João Gomes.
Numa partida onde as equipas entraram com muita gente no meio campo, o Canidelo poucas vezes se conseguiu abeirar com perigo à baliza de Toni, que apenas perto do intervalo se teve que aplicar, respondendo bem a um cabeceamento de um jogador canidelense, após livre apontado por Ricardo Melo na esquerda do ataque. O intervalo chegou sem golos, mas com a perspectiva de estes poderem acontecer a qualquer momento e com o Serzedo por cima, com um futebol pressionante e agressivo, não deixando os jogadores do Canidelo assentarem jogo e saírem para o ataque.
Na segunda parte, o Canidelo surgiu transfigurado e poderia ter marcado logo na primeira jogada criada. Ricardo Melo surgiu nas costas de Pidoa, que não se apercebeu do posicionamento do jogador com o 8 do Canidelo a centrar, mas a defesa da casa conseguiu afastar para canto. A partir deste momento, o jogo partiu-se e assistiu-se a um desenrolar de lances de perigo em ambas as balizas, com Ricardinho a tentar o golo de ângulo apertado aos 50', mas a bola desviou num defesa e saiu pela linha final. No minuto seguinte, Oliveira bateu Leal em velocidade, surgindo isolado perante Toni, mas perdeu tempo de remate e atirou ao lado. A toada de ataque das duas equipas estava ao rubro, acontecendo uma jogada de perigo a cada minuto de jogo e aos 54' Dominguez por pouco não marca, depois de uma boa jogada entre Ricardinho e Rooney, com a bola a sobrar para o médio, que de fora da área atirou para uma excelente defesa de João Gomes. aos 56' Rooney poderia ter marcado, depois de mais uma boa jogada de Ricardinho pelo lado esquerdo, mas a abordagem ao lance do 3 do Serzedo foi errada e o cabeceamento acabou por sair frouxo. Aos 59' surgiu então o primeiro golo do jogo, para o Serzedo, por intermédio de Ricardinho que aumentou para 16 os golos marcados esta temporada, depois de um passe longo, com Vitinha a pressionar o defesa do Canidelo e a bola a surgir nos pés de Ricardinho que atirou sem hipóteses para João Gomes. Contudo, a vantagem do Serzedo durou pouco mais que um minuto, pois na jogada seguinte, Ricardo Melo rematou com Toni a afastar para canto com alguma dificuldade e do canto, Fábio Duarte surgiu sozinho ao segundo poste, a desviar para o fundo das redes. Foi a explosão de alegria dos muitos adeptos do Canidelo que se deslocaram a Serzedo, que culminou com um adepto a ser retirado do estádio, após o rebentamento de vários petardos desde o início da partida. O Serzedo não acusou o golo e continuou a procura de nova vantagem no marcador e esta poderia ter surgido aos 65', depois de Dominguez ter desmarcado Pidoa na direita do ataque do Serzedo, mas o centro-remate do jogador foi afastado por João Gomes para canto. Lé Santos mexeu na equipa e lançou mais dois avançados ao jogo, com as entradas de Miguel Neves para o lugar de Miguel e  de Josemar para o lugar de Leonardo, deixando o 4x5x1 e passando a jogar em 4x3x3, até que a cinco minutos do final da partida Oliveira arrancou um potente remate a cerca de 20 metros da baliza de Toni com a bola a sobrevoar o guarda-redes, dando assim o golo da vitória ao Canidelo, mais um, depois de já na última jornada ter apontado um golo semelhante com que os canidelenses venceram o São Félix. Foi o delírio dos adeptos do Canidelo que começaram a fazer a festa ao som do "Campeões Allez, Campeões Allez", e com o desgosto evidente nos rostos dos adeptos e responsáveis do Serzedo. Até ao final, os adeptos do Serzedo ainda gritaram golo após a marcação de um livre frontal, mas o remate saiu um nada por cima, embatendo nas redes por trás da baliza dando a sensação de golo.
Pouco depois o árbitro, Hélder Lamas, que teve muito trabalho, deu por terminada a partida, consumando assim a vitória do Canidelo, que apesar de justa, acaba por ser um castigo muito pesado para o Serzedo, que esteve por cima durante grande parte do jogo, pecando apenas na finalização, sendo o empate o resultado que mais se ajustava ao que aconteceu durante os 90 minutos. O árbitro, Hélder Lamas, foi muito contestado pelos adeptos da equipa da casa, mas realizou um trabalho razoável, sem influência no resultado final, com um critério largo. De referir a falta de acção das forças de segurança. Foram necessários rebentarem quatro petardos para que estes tivessem que agir, sendo que após a retirada de um adepto do recinto após o golo do empate do Canidelo, ainda houveram mais dois rebentamentos. De lamentar aqui, o comportamento dos adeptos canidelenses.

Declarações

Pedro Dominguez

"Por aquilo que trabalhamos, ficamos com a sensação que podíamos ter mais. Não foi assim que aconteceu. Sentíamos que o jogo ia ser decidido por pormenores e foi isso que aconteceu. há que levantar a cabeça, os jogadores foram fantásticos. Faltou-nos um bocado de sorte, porque sofremos o golo do empate logo a seguir e isso galvanizou a equipa do Canidelo. Há que dar os parabéns ao adversário, porque também trabalharam. As equipas portaram-se bem e há que seguir em frente"

Lé Santos
"O Canidelo é a equipa mais forte do campeonato e de certeza que vai ser campeã. Fomos a melhor equipa no terreno, controlamos a equipa do Serzedo, tivemos várias oportunidades, mas Serzedo está de parabéns, é uma equipa organizada com bons jogadores e de certeza que vão ser estas duas equipas a terminarem nos dois primeiros lugares".


Melhor em campo: Oliveira (Canidelo)

Oliveira mais uma vez fundamental. Foi dele o golo da vitória

"Sabíamos que ia ser um jogo difícil e vencer aqui seria importante rumo à subida de divisão. Consegui marcar e estou muito feliz, mas também graças a esta equipa fantástica, sem eles não conseguia. É muito cedo, temos ainda mais nove finais que são para ganhar, não apenas para jogar. Vamos jogar com o Senhora da Hora com o pensamento na vitória e depois temos o Desp. Portugal e se vencermos ai, então ninguém nos para".

16 de fevereiro de 2011

Canidelo venceu São Félix por uma bola a zero


Local: Estádio Manuel Marques Gomes (Canidelo)
Hora: 15h
Árbitro: Abel Silva

Canidelo: João Gomes, Fábio (Josemar 66'), Nuno Miguel, Carlos e Tiago Valente, Leonardo (Miguel Neves 32'), Ricardinho e Rui Pedro, Ricardo Melo, Oliveira e Camarinha (Hugo 58').
Treinador: Lé Santos.

São Félix: Faria, Nelsinho, César, Quintão e Leandro, Manuel António, Magalhães e Didi, Bruno, Nelson Oliveira (Tiago 41') e Avelino (Filipe 90').
Treinador: Manuel António.

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-0

Marcadores: Oliveira (90+2')

Disciplina: Cartão vermelho a Ricardinho (65') do Canidelo

O Canidelo venceu o São Félix por uma bola a zero, no jogo do último domingo. A equipa de Lé Santos ficou assim mais próxima de garantir a subida de divisão, numa partida onde sentiu algumas dificuldades para conseguir sair vitóriosa, devido à boa organização da equipa visitante. O golo da vitória canidelense, foi apontado por Oliveira, já em cima do minuto 90 e depois de Ricardinho ter sido expulso aos 65' de jogo.
Lé Santos, técnico do Canidelo, referiu que "foi um jogo difícil, pois o São Félix vinha moralizado pelos últimos resultados alcançados, mas penso que depois de estar a jogar com menos um jogador a cerca de 25 minutos do fim e ainda conseguir marcar, a vitória acaba por ser justa".
Do lado do São Félix, Manuel António estava desiludido com o resultado final, mas sobretudo pelo clima instável que se viveu nos último minutos da partida, onde, segundo o técnico, se passaram algumas cenas lamentáveis: "Pensei que situações destas já não se passavam nos campos de futebol. Infelizmente, depois de um jogador do Canidelo ter sido expulso, alguns adeptos tiveram uma postura incorrecta. Não houve segurança, pois fartaram-se de dar murros no banco do São Félix assim como a insultar-nos. É claro que a direcção do Canidelo não tem influência nisto, mas esses acontecimentos deixaram-me muito desgostoso. Fomos cumprir a nossa obrigação, mas não deu para entender a reacção de alguns adeptos. Inclusive, houve uma invasão de campo, que passou em claro às forças de segurança. Jamais vi coisa igual em tantos anos que tenho de futebol", desabafou o técnico, que assegurou que a sua equipa em nada contribuiu para essas tristes cenas: "Nós não contribuímos em nada para que isso acontecesse. Tenho que dar os parabéns à minha equipa da forma como trabalhou. Até certo ponto, esse clima intimidou a equipa de arbitragem, que de resto fez um excelente trabalho", disse Manuel António, que sobre a partida referiu que "foi um jogo bem conseguido da nossa parte. Penso que por aquilo que fizemos ao longo dos 90 minutos, justificávamos a vitória. Tivemos uma primeira parte com o controlo do jogo, com mais ataques que o adversário. Na segunda metade, o jogo foi mais dividido e quando se esperava o empate, acabamos por sofrer um golo. Penso que foi um resultado injusto", concluiu o técnico.
No próximo fim-de-semana, o Canidelo viaja a Serzedo para defrontar a equipa local, enquanto que o São Félix recebe o Perosinho.

11 de fevereiro de 2011

São Félix quer voltar a travar o Canidelo


O Canidelo recebe o São Félix em mais um jogo do campeonato da 1ª Distrital, Série 1. A equipa de Lé Santos vem de um empate frente ao Perosinho, mas com a confiança em alta, pois a equipa já não perde uma partida há quase três meses e até ao último domingo, conseguiu nove vitórias seguidas e lidera o campeonato com larga vantagem sobre os seus perseguidores. Do lado do São Félix, a equipa está também num bom momento no campeonato, ocupando a oitava posição, com 38 pontos, e vem de cinco jogos onde arrecadou 13 pontos em 15 possíveis, ou seja, venceu quatro partidas e empatou uma.
Manuel António, técnico do São Félix, está motivado para vencer o jogo, apesar de conhecer as dificuldades que o Canidelo irá apresentar, pois na primeira volta conseguiu impor um empate: "Será um jogo difícil e para além de ser um dérbi, é contra a equipa mais forte deste campeonato, bem organizada e bem dirigida. Está em primeiro e tudo vai fazer para conseguir os três pontos, mas o São Félix também vai lá estar e vai dificultar a vida ao líder, sempre com o pensamento nos três pontos", confessou o treinador.
Já Lé Santos, sabe que as equipas que jogam contra o Canidelo trazem motivação extra, mas está preparado para o que o jogo possa trazer e conseguir ficar com os três pontos: "É mais um jogo difícil. O São Félix vem de uma série de jogos sem perder, defrontam o primeiro classificado e trazem motivação extra. Contudo, dentro de uma situação normal e se os jogadores estiverem ao nível do que têm estado, saímos de campo com os três pontos", afirmou.
Para este jogo, o Canidelo apenas não poderá contar com Raposo e Manuel António não poderá utilizar Júlio, Ricardo e André. A partida tem o pontapé de saída marcado para as 15h, no Estádio Manuel Marques Gomes e será ajuizado por Abel Silva.

9 de fevereiro de 2011

Perosinho 'empata' Canidelo


Local: Estádio Quinta da Pena (Perosinho)
Hora: 15h
Árbitro: Paulo Lourenço

Perosinho: Hélder Costa, Vitó (Rúben 42'), Hélder, Marques e Filipe, João Tiago (Pedrito 82'), Diogo (Luís 58') e Ricardo, Ivo, Pedro e Márcio.
Treinador: Allen

Canidelo: João Gomes, Tiago Valente, Nuno Miguel, Carlos e Ricardo Melo, Leonardo (Pedro Fanisca 73'), Rui Pedro e Camarinha (Miguel Neves 58'), Ricardinho, Oliveira e Hugo (Miguel 88').
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 1-1

Disciplina: Cartão vermelho a Marques (60') e Ricardo (80') ambos do Perosinho.

O Perosinho recebeu e empatou com o Canidelo a uma bola. A equipa de Allen fez um bom jogo e adiantou-se no marcador ainda durante os primeiros 20 minutos de jogo, por intermédio de Ricardo. A perder, o Canidelo correu atrás do prejuízo e poderia ter empatado o jogo, já no decorrer do segundo tempo, mas Ricardo Melo desperdiçou o castigo máximo. Já no último quarto de hora, Hugo Oliveira reestabeleceu a igualdade, com o Perosinho a jogar com dez depois da expulsão de Marques aos 60' e ainda veria Ricardo ser expulso aos 75', mas o resultado acabou por não sofrer alterações.
Allen, treinador do Perosinho, estava bastante agradado com o desempenho da sua equipa, que mesmo a jogar com menos duas unidades, nunca se inferiorizou ao seu adversário: "Foi um jogo intenso, muito bom. Entramos melhor e mais fortes e por isso marcamos logo aos 15 minutos de jogo. Depois o Canidelo acabou por equilibrar. Na segunda parte o Canidelo foi à procura do golo e nós aproveitamos algumas aberturas para criar situações de golo, até que o árbitro decidiu apontar, mal, uma grande penalidade e expulsar o Marques. A jogar com menos um, as coisas tornaram-se mais difíceis, mas ainda assim conseguimos criar situações de golo. Foi um grande jogo e demonstramos ser mais fortes que o Canidelo", atestou Allen.
Já Lé Santos, técnico do Canidelo, destacou a pressão feita pelos seus jogadores no segundo tempo: "Durante a primeira parte, o jogo foi repartido. Sabíamos das dificuldades que o Perosinho ia impor, pois jogar com o líder motiva ainda mais. Na segunda metade do jogo, só deu Canidelo. Falhamos um penalti e ainda tivemos duas ocasiões na cara do guarda-redes que não conseguimos aproveitar. O empate é um resultado que sabe a pouco, principalmente para quem vem de nove vitórias seguidas".
O Perosinho pôs fim ai ciclo vitorioso do Canidelo, que ia já em nove vitórias seguidas e consegue garantir um ponto, que deixa a equipa numa situação mais confortável, relativamente às posições de descida.
No próximo domingo, o Perosinho recebe o Perafita, enquanto que o Canidelo joga mais um dérbi com o São Félix.

16 de janeiro de 2011

Canidelo 'trabalhador' venceu Valadares 'esforçado'


Local: Complexo Desportivo de Arcozelo
Hora: 15h
Árbitro: Pedro Barbosa
Assistência: Cerca de 300 adeptos

Valadares: Tiago, Osmar, Carvalho, Teixeira e Rodrigo (Cerqueira 86'), Almeida (Serrinha 81'), Silva, Stuart, Jardel e Tavares (Juliano int.), Joel.
Treinador: Vítor Sousa.

Canidelo: João Gomes, Fábio Duarte, Carlos, Nuno Miguel e Tiago Valente, Rui Pedro, Oliveira (Raposo 86'), Ricardinho (Josemar 68') e Ricardo Melo, Hugo e Miguel Neves (Adriano 79').
Treinador: Lé Santos.

Resultado ao intervalo: 1-1
Resultado final: 1-2

Marcadores: Stuart (11') para o Valadares e Oliveira (19') e Ricardo Melo (78') para o Canidelo.

Crónica:

Equipa do Valadares não conseguiu pontuar frente ao líder
Canidelo bastante trabalhador, conseguiu os três pontos com muita dificuldade

O jogo de hoje à tarde, entre o Valadares e o Canidelo, terminou com vitória para os visitantes por 1-2, mas com bastantes dificuldades para o líder da Série 1 da 1ª Distrital.
Em termos de futebol jogado não foi um grande jogo, muito pontapé para a frente, muita falta a meio campo e poucas oportunidades flagrantes de golo, foram a nota dominante deste jogo. O Valadares entrou melhor, a tentar imprimir mais velocidade ao jogo, surpreendendo a equipa do Canidelo. O primeiro golo da partida surgiu nesse período de maior ascendente dos homens de Vítor Sousa, aos 11 minutos, na sequência de um canto, com João Gomes a largar a bola e esta a embater em Stuart, encaminhando-se para o fundo das redes.
A partir daqui, o Canidelo tentou pegar no jogo a meio campo, e começou a surgir com mais perigo junto da baliza de Tiago, sem que no entanto, os avançados conseguissem concretizar. Até que aos 19 minutos de jogo, o Canidelo chegou ao empate, depois de um mau alívio de Carvalho que cortou a bola de cabeça para trás, onde surgiu isolado Oliveira na direita do ataque canidelense, que com um remate cruzado bateu Tiago, embora a bola ainda tivesse batido no poste mais distante da baliza do Valadares. Até ao intervalo, as equipas foram tentando chegar mais perto das balizas contrárias, mas sem o sucesso pretendido.
Na segunda parte, Vítor Sousa fez uma alteração, deixando no balneário Tavares, fazendo entrar Juliano para o seu lugar. Diga-se a bem da verdade, que esta alteração não teve o efeito pretendido, pois o 23 do Valadares não conseguiu impor-se em campo, perdendo muitas bolas. Ainda assim, a segunda metade começou bastante animada, com uma ocasião de golo para o Valadares, com Stuart a não conseguir bater João Gomes depois de solicitado por Jardel na direita do ataque, pois o remate do avançado saiu ao lado do poste esquerdo da baliza do Canidelo. No minuto seguinte, Miguel Neves introduziu a bola na baliza de Tiago, mas o arbitro auxiliar invalidou o lance por alegado fora-de-jogo do 21 canidelense, após o remate de Ricardo Melo ter embatido no poste. Não foi preciso esperar muito para o Canidelo voltar a dispor de uma excelente oportunidade para ganhar vantagem no marcador, depois de o árbitro assinalar grande penalidade, bem assinalada, depois de Rodrigo ter tocado com a mão na bola dentro da grande área, estavam decorridos 55'. Chamado a convertir, Ricardo Melo atirou ao poste, já com Tiago fora de cena. Tiago que voltou a estar em evidência minutos depois, numa boa defesa a um livre de Hugo.
Com Stuart esgotado e Joel a passar ao lado do jogo, o ataque  do Valadares foi quase inexistente, valendo o esforço da zona defensiva para travar as investidas dos adversários, que viam os minutos passar e o golo a não chegar. Mas esse golo acabou por chegar mesmo, aos 79' de jogo, depois de uma jogada pela direita do ataque do Canidelo, conduzida por Fábio Duarte que fez o centro, mas Teixeira não conseguiu o corte nas melhores condições e sozinho, em zona frontal, surgiu Ricardo Melo, que atirou a contar para delírio dos muitos adeptos do Canidelo que estiveram presentes em Arcozelo. O Valadares rendeu-se depois deste golo, e o Canidelo ainda dispôs de mais uma boa ocasião para marcar, mas o remate de Ricardo Melo saiu por cima da baliza de Tiago.
No final do jogo, a vitória do Canidelo acaba por se ajustar por aquilo que a equipa fez durante grande parte do jogo, mas o empate também teria sido uma justa recompensa pela forma como a equipa do Valadares se bateu em campo. Uma palavra para a equipa de arbitragem, que apesar de não ter estado mal, poderia ter tido um melhor desempenho, pois, apesar de bem em termos técnicos, esteve muito mal em termos disciplinares, uma vez que algumas entradas mais duras de parte a parte eram merecedoras da cartolina amarela, que não foi mostrada uma única vez, nem no lance da grande penalidade bem assinalada a Rodrigo.

Declarações

Lé Santos: "Só tenho pena que o Valadares não jogue como jogou hoje, se calhar não estava em último. Sei que jogar contra o primeiro motiva sempre uma equipa, mas da maneira como o Valadares se bateu estaria melhor classificado. O principal objectivo do jogo foi conseguido, ganhamos três pontos, merecidamente, falhamos ainda um penalti. Acho que merecemos a vitória".

Vítor Sousa: "Faltou o que tem faltado em todos os jogos. Trabalhamos bem durante a semana, trabalhamos bem durante os jogos, mas chegamos ao fim e não conseguimos pontos. Hoje fizemos uma grande primeira parte e pelo que fizemos a divisão de pontos era o mais correcto. A equipa procura jogar futebol ao contrário do Canidelo, que jogou de forma mais directa, mas cada um joga com as armas que tem. Trabalhamos com seriedade e dignificamos o clube que representamos. Os jogadores saem de cabeça levantada porque dão tudo em campo, em todos os jogos, mas não temos conseguido bons resultados, mas isto vai mudar, pois eles merecem.
O treinador do Canidelo fala assim, porque só viu este jogo. Se visse os últimos jogos, contra o Perafita, o Valadares joga sempre assim, infelizmente não tem conseguido pontos, mas jogamos assim contra todos os outros. Vamos continuar a jogar assim e espero que consigamos os pontos necessa´rios para chegarmos ao final e assegurarmos a manutenção, que é aquilo que desejamos".

Melhor em Campo

Ricardo Melo falhou penalti mas marcou o golo da vitória do Canidelo
Ricardo Melo: "Foi vitória difícil, acho que o Valadares entrou bem, de forma aguerrida, se jogassem assim os jogos todos não estariam na posição em que está. Mas conseguimos mais três pontos rumo à subida. Senti uma desilusão enorme, foi um momento complicado, mas felizmente marquei logo a seguir e conseguimos a vitória".