Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Rocha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Rocha. Mostrar todas as mensagens

16 de janeiro de 2014

Dérbi sorri ao Avintes


Local: Complexo Desportivo de Avintes
Hora: 15h
Árbitro: Tony Calvo

Avintes: Rúben, Rafael, Ivo Lopes, João Baldaia e António Campo, Fonseca, Rochinha (Gusto 83') e Luciano (Oleg 85'), Fábio Ribeiro, Serginho e Telmo Sousa.
Treinador: Manuel Rocha

Perosinho: Hélder Costa, Rúben (Mendes 84'), Guedes, Gerson e Marinho, Neves, Andrade (André 84') e João (Pedro Santos 58'), Ivo, Joel e Mário (Tavares 46').
Treinador: Allen

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 2-1

Marcadores: Serginho (9') e Rochinha (80') para o Avintes e Joel (76') para o Perosinho

O Avintes venceu o Perosinho no dérbi da 15ª jornada da Série 1 da 1ª Distrital. A equipa liderada por Manuel Rocha acabou por ser mais forte e conseguir somar três importantes pontos que colocam a equipa perto dos lugares cimeiros da tabela classificativa. 
Ao intervalo os avintenses venciam por uma bola a zero, com golo de Serginho logo aos nove minutos de jogo, mas já no segundo tempo Joel conseguiu o golo do empate, já dentro do último quarto de hora da partida. Porém, apenas quatro minutos depois, Rochinha voltou a dar vantagem aos homens da casa, resultado que se manteve até ao final.
Manuel Rocha, técnico do Avintes, estava satisfeito com o resultado final: "Foi um jogo onde fomos superiores em todos os momentos do jogo. Marcamos primeiro, mas depois acabamos por sofrer o golo do empate. No entanto, a reacção a esse golo foi a melhor e acabamos por chegar ao golo da vitória. Penso que o resultado é justo, pois fomos bastante superiores", realçou o técnico.
Já Allen, treinador do Perosinho, afirma que foi um jogo onde as duas equipas quiseram vencer: "Foi um jogo bem disputado, entre duas equipas que fizeram tudo para vencer. O Avintes chegou cedo à vantagem e mais uma vez tivemos que ir atrás de outro resultado. Acabamos com todo o mérito por conseguir o empate mas nos instantes finais deitamos tudo a perder, deixando por erro nosso o Avintes fazer o segundo golo", analisou o técnico. Na opinião de Allen, o resultado mais justo seria o empate, por tudo aquilo que os seus jogadores fizeram ao longo do encontro: "Apesar de em termos de oportunidades de golo o Avintes ter tido mais do que nós, na minha opinião e por tudo o que os meus jogadores fizeram, o resultado mais justo seria um empate. Infelizmente não conseguimos acabar a primeira volta da forma que queríamos, mas iremos trabalhar para que a segunda seja bem melhor", garantiu o técnico.
Com este resultado o Avintes ascende ao sexto lugar, com 24 pontos. Já o Perosinho ocupa a 10ª posição com 19 pontos. No próximo domingo os avintenses recebem o Folgosa, enquanto o Perosinho desloca-se ao terreno do Vila Chã.

9 de setembro de 2013

Dragões Sandinenses empatam na apresentação

Drag. Sandinenses ainda não perderam nesta pré-época
O Dragões Sandinenses apresentou-se hoje aos associados. A formação orientada por Tozé teve como adversário o Avintes de Manuel Rocha e o resultado desse jogo foi uma igualdade a duas bolas, com os golos dos sandinenses a serem apontados por Pedro Abel e Rui Sousa. 
Tozé afirma que foi um bom jogo e que a sua equipa esteve bem: "Foi mais um jogo de preparação. A equipa esteve bem, tentou jogar bom futebol mas falhamos um pouco na finalização", disse o técnico, que avaliou de forma positiva tudo aquilo que já se fez nesta pré-temporada, onde em cinco partidas o Dragões Sandinenses venceu quatro e empatou uma: "Tem sido positiva. Os resultados, apesar de estarem a ser positivos, não são o mais importante. O importante é sentir que a equipa está a evoluir, até porque estes resultados são muito relativos, visto existirem sempre muitas mudanças nas equipas durante o jogo e também o tempo de preparação que cada equipa tem condiciona o rendimento", afirmou Tozé.
A Divisão de Honra arranca no próximo dia 28 de Setembro, com o Dragões Sandinenses a receber o Aliança Gandra na primeira jornada. A duas semanas do início da prova, Tozé acredita que a sua equipa estará pronta nessa data: "Ainda falta acertar algumas coisas. Estamos a evoluir e vamos entrar numa nova fase da pré-época. Temos trabalhado de forma intensa e integrada e penso que no inicio do campeonato vamos estar bem e preparados para o campeonato", disse, revelando também que não espera a entrada de mais nenhum atleta, apesar do plantel ainda não estar fechado: "Não estou á espera de mais ninguém, mas também não podemos dizer que esta fechado. Mas para já não estou a contar contratar mais ninguém", concluiu.

7 de junho de 2013

Manuel Rocha vai treinar o Avintes

Manuel Rocha irá treinar o Avintes na próxima época
Manuel Rocha, treinador que esteve ao serviço do Leverense na época que agora terminou, será o próximo treinador do Avintes, conforme o próprio afirmou ao blog: "É verdade. o convite partiu do presidente do Avintes, que me apresentou um projecto que me agradou bastante. Sabemos que o Avintes não vive os melhores dias a nível financeiro, mas é um projecto aliciante", disse o técnico.
Questionado sobre se os objectivos desse projecto passam pela subida de divisão, o técnico não confirmou, mas também não desmentiu: "O objectivo é fazer o melhor possível. Estamos a tentar formar uma equipa competitiva para lutar pela melhor classificação. O Avintes é um clube carismático do Concelho de Gaia e pouco habituado a andar nestas divisões mais baixas, pois é um clube habituado a lutar por alguma coisa. Vamos ver o que será possível fazer e até onde nos deixam ir", concluiu Manuel Rocha.

5 de janeiro de 2013

Manuel Rocha de regresso a Pedroso


O jogo deste sábado à tarde, que oporá o Pedroso ao Leverense, será especial para o técnico dos visitantes, Manuel Rocha. Até ao início da época passada o agora treinador do Leverense orientou o Pedroso, sendo que esteve ligado ao clube durante pouco mais de quatro temporadas e onde apenas não conseguiu a subida de divisão.
Apesar da forma como se deu a sua saída do Pedroso, Manuel Rocha espera ser bem recebido pelos associados do clube: "É uma casa que conheço muito bem e interiormente o sentimento é muito forte tanto pela terra que vivo desde que nasci e pelo clube que me deu grandes alegrias a nível de treinador. Nutro grande amizade por muitos que vão estar presentes", revelou o técnico, que não abriu o livro sobre a estratégia para o jogo: "Quanto ao jogo vai ser trabalhado com a responsabilidade que cada jogo exige", disse apenas Manuel Rocha.
A partida está agendada para as 15h deste sábado, no Estádio Jorge Sampaio em Pedroso, em virtude de no domingo o FC Porto B jogar também em casa, mas para a 2ª Liga, com a Naval.

4 de janeiro de 2013

Leverense vence Bougadense e já é quarto


Local: Estádio do Leverense
Hora: 15h
Árbitro: Bruno Ferreira

Leverense: Faria, Jorginho, Pinho, Fernando e Djaló, André, Pedro e Oliveira (Robalinho 85'), Bruno (Zé 73'), Adriano e Luisinho (Fabrício 68').
Treinador: Manuel Rocha

Bougadense: Jona, Jota, Ruben, Caetano e Alex, Hélder (Joel 89'), Mário e Milhazes (Abílio 70'), Moura, Tó e Gonzaga.
Treinador: Pedro Pontes

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-0

Marcador: Pedro (65')

O Leverense somou a terceira vitória seguida no campeonato e já escendeu ao quarto lugar na classificação geral, embora a 10 pontos do segundo classificado, o Gulpilhares. 
A formação de Manuel Rocha recebeu e venceu o Bougadense por uma bola a zero, com golo de Pedro já no decorrer do segundo tempo, a colocar justiça no marcador. Este foi o sexto jogo seguido dos gaienses sem qualquer derrota, somando três empates e o mesmo número de vitórias.
Ao blog, o técnico explicou como foi o jogo: "Foi um jogo nem sempre bem jogado mas onde a supremacia dos jogadores do Leverense foi sistemática. Várias ocasiões, nas quais não conseguimos marcar mas numa jogada individual do jogador Pedro, após driblar dois jogadores aplicou um pontapé certeiro fora do alcance do guarda-redes", disse Manuel Rocha que enaltece a moral que este triunfo veio trazer: "Foi importante esta vitória para galvanizar, ainda mais, o excelente trabalho que esta equipa de amigos está a fazer", concluiu, de forma curiosa, o treinador.
O Leverense joga no próximo sábado em Pedroso, uma casa que Manuel Rocha bem conhece. A partida está agendada para as 15h.

7 de dezembro de 2012

Crestuma recebe Leverense em dérbi de "rivalidade imensa"


No próximo domingo o Crestuma recebe o Leverense em mais um dérbi de alta intensidade, como todos os que são disputados entre estas duas equipas. Frente a frente estará o sétimo classificado, o Leverense, e o nono, o Crestuma, separados apenas por um ponto. As duas equipas chegam a este jogo em momentos semelhantes de forma, com os homens de Sebastião Oliveira a apenas vencerem uma das últimas cinco partidas, somando três derrotas e um empate. Por seu turno, o Leverense também venceu apenas por uma vez nos últimos cinco jogos, mas perdeu só por uma vez e empatou as outras três.
Sebastião Oliveira, treinador do Crestuma, espera uma boa tarde de futebol: "Espero sinceramente que seja uma tarde muito agradável de futebol para todos, e que se faça deste jogo um hino ao futebol em todas as vertentes, desportivas e sociais", disse o técnico.
Já Manuel Rocha, técnico do Leverense, foi parco em palavras, mas relembrou a rivalidade existente entre os dois conjuntos: "Estamo-nos a preparar para este dérbi no qual existe uma rivalidade imensa", disse  apenas o treinador.
O jogo será disputado no Centro de Estágios de Olival/Crestuma e tem o seu início marcado para as 15h do próximo domingo.

6 de dezembro de 2012

Leverense soma quarto jogo sem vencer


Local: Estádio do Leverense
Hora: 15h
Árbitro: José Cabral

Leverense: Faria, ruben, Pinho, Fernando e Jorginho, André, Barbosa (Pedro 36') e Oliveira, Breck (Robalinho 68'), Adriano e Djaló.
Treinador: Manuel Rocha

Progresso: Churra, Celso, Márcio, Neto e Diogo (André Pinto 77'), Zé Violante, Luís e Serginho, Chulega, Bareck (Andrezinho 63') e Pena.
Treinador: Martinho Freitas

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

O Leverense somou no passado domingo o quarto jogo seguido sem vencer, ao receber e empatar a zero com o Progresso, equipa que desceu de produção nos últimos jogos, tendo somado apenas uma vitória nos últimos seis jogos.
Depois de uma primeira parte equilibrada, o Leverense tentou alterar o rumo dos acontecimentos nos segundos 45', mas alguma falta de eficácia ditaram mais um nulo no campeonato. Manuel Rocha, treinador dos gaienses, refere isso mesmo na sua análise ao jogo: "Na primeira parte foi um jogo equilibrado, com poucas oportunidades de golo,. Na segunda fomos superiores, com um futebol mais fluido pelas alas, originando algumas situações de golo as quais foram goradas pela ineficácia na finalização", disse.
No próximo domingo o Leverense tem uma deslocação difícil, ao terreno do vizinho e rival Crestuma.

15 de novembro de 2012

Valadares mantém invencibilidade em casa frente ao Leverense


Local: Complexo Desportivo de Valadares
Hora: 15h
Árbitro: José Pedro Dias

Valadares: Clemente, Gasosa, Carvalho, Valente e Serginho, Silva, Stuart (João Diogo 87') e Moreira, Juliano (Cláudio 87'), Luciano (Josué 62') e Rooney (Salcedas 87').
Treinador: Paulo Alexandre

Leverense: Faria, Rúben, Pinho, Fernando e Jorginho, André (Robalinho 65'), Breck (Luís 78') e Oliveira, Bruno, Adriano e Djaló.
Treinador: Manuel Rocha

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 1-0

Marcador: Rooney (33')

O Valadares manteve a invencibilidade em casa, e no campeonato, no jogo do passado domingo frente ao Leverense, ao derrotar os comandados de Manuel Rocha por uma bola a zero. A formação do Valadares mantém o seu complexo desportivo inviolável, visto que desde que joga neste recinto ainda não perdeu qualquer jogo para o campeonato, situação que já vem da última época, onde apenas por uma vez empatou.
A estrela do jogo voltou a ser o avançado Rooney, que apontou o seu nono golo ao serviço do Valadares, sendo já o melhor marcador da equipa.
Paulo Alexandre, técnico do Valadares, destacou o espírito de sacrifício dos seus jogadores, na procura da vitória: "Fomos pacientes e concentrados, contra um adversário que nos criou muitas dificuldades, já que se organizou bem defensivamente. Tivemos sempre bem presente a nossa identidade e conseguimos chegar a vitória com todo o mérito porque só uma equipa fez por ganhar a partida", comentou o treinador.
Já Manuel Rocha, treinador do Leverense, destacou o equilíbrio da partida e teceu algumas críticas ao árbitro, José Pedro Dias, bem como à imprensa nacional, nomeadamente ao Jornal de Notícias: "Relativamente ao jogo, existiu uma grande intensidade durante os 90 minutos. O Valadares entrou melhor mas aos poucos equilibramos o jogo e houve várias oportunidades para ambos os lados e com as duas equipas a praticar um bom futebol. Perdemos nos pormenores. Queria duas ressalvas, uma para a equipa de arbitragem que mais uma vez prejudicou deliberadamente o Leverense, outra para o Jornal de Noticias que apresenta comentários na sua edição de segunda-feira que sinalizam de quem apenas por telefone conseguem ser tão pobres em seus comentários e divulgam tudo menos a verdade do que se passa ao domingo no futebol distrital. Lamento simplesmente", desabafou o treinador. 
Com este resultado, o Valadares mantém a terceira posição, com 18 pontos, continuando a perseguição ao São Félix. Já o Leverense somou o quarto desaire da época, o terceiro nos últimos quatro jogos, e caiu para o quinto lugar, com 15 pontos conquistados até ao momento.

24 de outubro de 2012

Leverense perde em casa com o Foz


O Leverense perdeu no passado domingo, em casa, com o Foz por 1-2. A equipa de Manuel Rocha interrompeu assim a série vitoriosa que já ia em quatro partidas.
O foz marcou ainda na primeira parte por intermédio de Rodrigo, aos 17 minutos e já no segundo tempo Breck empatou. Porém Filipe Silva apontou o segundo golo dos portuenses e consumou assim a vitória do Foz em Gaia.
Manuel Rocha, técnico do Leverense, reconheceu a má exibição da equipa: "A equipa não esteve bem, entramos mal no jogo, tivemos um lance de grande penalidade a nosso favor que o juiz não assinalou. Penso que sentimos um pouco a pressão de termos quatro vitórias seguidas. Sofremos o primeiro golo, reagimos, mas acabamos por voltar a sofrer o segundo, numa falha individual. Ainda conseguimos marcar um golo quando havia 1-1, mas o juiz anulou por falta sobre o guarda-redes, quando este largou a bola. Dei os parabéns ao adversário e é certo que estivemos mal neste jogo", reconheceu Manuel Rocha.
Com este resultado o Leverense caiu para o quarto lugar da tabela com 12 pontos somados até ao momento. A formação gaiense visita o Vila Chã no próximo domingo.

3 de outubro de 2012

Leverense vence no terreno do Balasar


Local: Campo do Balasar
Hora: 16h
Árbitro: Nuno Soares

Balasar: Henrique, Postiga (Nogueira 70'), Zé, Artur e Klismael (Tiago David 80'), Filipe (Clayton 46'), Maurício (Emanuel 50') e Tiago, Rafael, Vicente e Rui.
Treinador: Francisco Jarbas

Leverense: Faria, Rúben, Tavares, Fernando e Djaló (Morais 50'), André, Barbosa e Oliveira (Jorginho 15'), Robalinho, Fabrício (Luís 35') e Breck (José 71').
Treinador: Manuel Rocha

Resultado ao intervalo: 0-2
Resultado final: 1-2

Marcadores: Breck (1') e André (28') para o Leverense e Tiago (51') para o Balasar

O Leverense somou a segunda vitória seguida no campeonato, ao derrotar o Balasar em casa deste. Com uma entrada forte, a formação de Manuel Rocha ganhou vantagem logo no primeiro minuto de jogo, por intermédio de Breck e viria a ampliar ainda antes da meia hora, com um golo de André. Já no decorrer do segundo tempo, o Balasar reduziu por intermédio de Tiago, mas não foi suficiente para conseguir alterar o rumo dos acontecimentos.
Manuel Rocha, técnico do Leverense, estava satisfeito com o resultado alcançado: "Foi um jogo em que a superioridade, durante a primeira parte, foi dominante por parte do Leverense, com dois golos e domínio total do jogo, com mais algumas oportunidades. Veio o intervalo e alguma calma á mistura o que empolgou o Balasar que, sem serem muito perigosos, foram mais consistentes sobre a bola e num lance fortuito fizeram o 2-1. Houve justiça no resultado final", afirmou Manuel Rocha.
A próxima partida do Leverense é já no domingo, na recepção ao Sp. Cruz, formação que ainda não somou qualquer ponto até ao momento.

17 de setembro de 2012

São Félix entra com o pé direito e soma os três pontos


Local: Estádio do São Félix
Hora: 17h
Árbitro: João Martins, auxiliado por João Teixeira e Pedro Ribeiro

São Félix: Faria, Ruca, Cláudio (Júlio 10'), Leal e Leandro, Luís Almeida, Pimentel e Didi, Tiago Rocha (Alvarenga 58'), Nélson Oliveira (Mota 89') e Helder (Bruno 58').
Treinador: Manuel António

Leverense: Faria, Ruben, Tavares, Pinho e Jorginho (Luís 75'), Oliveira (Pedro 75') e André, Fabrício (Breck 55'), Adriano e Djaló, Bruno Vasconcelos.
Treinador: Manuel Rocha 

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-0

Marcador: Didi (65')



São Félix somou os três pontos em disputa

Apesar da entrega Leverense não conseguiu um bom resultado
 O São Félix recebeu o Leverense em jogo da primeira jornada do Campeonato da 1ª Distrital, conseguindo somar os primeiros três pontos da época. Numa tarde soalheira, com bastante púbico nas bancadas, assistiu-se a um jogo típico de início de época, predominantemente físico e com poucas ocasiões de golo.
A equipa da casa assumiu desde o início as despesas do jogo, com o Leverense a jogar em contra-ataque, o que foi proporcionando mais perigo perto da baliza de Faria, que aos 11' de jogo, viu Nelson Oliveira cabecear com perigo, com a bola a bater ainda na barra antes de sair.
O Leverense apenas respondeu aos 31' de jogo, na sequência de um livre directo apontado por Tavares, mas Faria, guardião do São Félix respondeu com uma boa defesa para canto. Do canto, o Leverense poderia ter chegado ao golo, após uma série de ressaltos ter feito a bola passar ao lado do poste da baliza do São Félix. Já perto do intervalo os azuis e brancos chegaram com mais perigo à baliza do Leverense, destacando-se o remate de Didi, que passou a milímetros do poste de Faria.
A segunda metade começou com a melhor oportunidade de todo o jogo para o São Félix. Aos 57', na marcação de um canto, Tiago Rocha saltou mais alto que toda a gente e atirou ao poste e na recarga, o mesmo Tiago Rocha rematou à figura de Faria. Mas apenas oito minutos depois, o golo chegou mesmo, com Didi a emendar à boca da baliza um remate cruzado de um companheiro, depois uma boa jogada de entendimento do ataque do São Félix. Este lance soltou mais a equipa visitante, agora a ter que correr atrás do prejuízo, mas sem que conseguisse criar verdadeiramente uma oportunidade de golo. O São Félix, por seu turno, geriu bem a vantagem e conseguiu somar os primeiros três pontos da temporada. O Leverense terá ainda muito trabalho pela frente, lutou bastante e talvez o resultado mais justo fosse o empate, embora a vitória da equipa da casa não sofra qualquer tipo de contestação. No final do encontro, houve ainda algumas críticas ao trabalho do árbitro, nomeadamente num lance dentro da área do São Félix, onde os responsáveis do Leverense pediram grande penalidade, mas sem razão, não se vislumbrando qualquer falta. A arbitragem esteve em bom plano, apesar dos muitos cartões amarelos que teve que mostrar.

Tem a palavra..

Manuel António (Treinador do São Félix): "O objectivo principal a partida foi conseguido, que era a vitória. Foi um jogo bastante musculado, onde a minha equipa foi premiada com um golo, mas poderiam ter sido mais, pois dispusemos das melhores oportunidades de golo em todo o encontro. No geral, esta foi uma vitória merecida".

Manuel Rocha (Treinador do Leverense): "Foi o início e há sempre alguma ansiedade. O Leverense bateu-se dignamente dentro do campo, mas começaram aquelas coisinhas que depois se reflectem no desenrolar do jogo. Tenho que dar os parabéns ao São Félix, ganhou e tem que estar de parabéns. Não percebi o árbitro dar amarelo ao guarda-redes e depois marcar falta contra nós. Vamos continuar a trabalhar".

31 de julho de 2012

Manuel Rocha treina o Leverense


O Leverense já encontrou o sucessor de Sérgio Espírito Santo. Manuel Rocha, técnico que esteve durante pouco mais de quatro épocas à frente do Pedroso é o novo treinador. O técnico confirmou ao blog: "Vou treinar o Leverense. Recebi o convite e acabei por aceitar", disse, afirmando que ainda não está nada decidido quanto a saídas ou entradas de jogadores: "Ainda está tudo muito vazio, relativamente a isso. Depois da apresentação veremos o que podemos fazer", disse. A equipa apresentou-se aos associados, como tem vindo a acontecer, no passado domingo, no dia das Festas de São Tiago. No próximo dia 6 de Agosto arrancam os trabalhos: "Começamos a trabalhar a 6 de Agosto e só depois disso é que vamos debruçar-nos sobre os jogadores para o plantel", referiu, adiantando os objectivos para este novo desafio: "É um novo desafio, numa divisão mais competitiva, como é a 1ª Distrital. Vamos trabalhar como sempre e vamos ver o que conseguimos fazer", concluiu Manuel Rocha.

13 de outubro de 2011

Pedro Chaves aborda a sua saída, e de Manuel Rocha, do Pedroso

Pedro Chaves deixou o Pedroso
em solidariedade com Manuel Rocha
Pedro Chaves foi um dos jogadores que deixou o plantel do Pedroso em solidariedade com o técnico, Manuel Rocha. Com ele, mais quatro atletas também saíram, no caso, Luciano, Nuno, Bruno Teixeira e André Cancela, mas segundo o ex-capitão pedrosense, eram mais os jogadores que tiveram a mesma tomada de posição, mas acabaram por voltar atrás. O próprio explica de seguida, o que motivou o treinador a sair do clube e porque é que os atletas quiseram também seguir-lhe as pisadas.
Pedro Chaves começa por explicar que tudo começou ainda na pré-época: "No início desta época  tive oportunidades de jogar noutros sítios, mas a boa relação que tenho com o mister Neca (Manuel Rocha) e a insistência de alguns amigos que também poderiam ir para outros clubes, fizeram com que nos unisse-mos com o objectivo interno de subir de divisão. Este objectivo foi partilhado pela direcção aos jogadores mas não traduzido em acções. O presidente apesar de boa pessoa, é novo no mundo do futebol e sofreu forte influência da parte de quem já lá estava no clube", disse o jogador, que diz ainda que, apesar do esforço, se sentiram esquecidos: "Os jogadores andam no Pedroso por gosto ao futebol e à camaradagem, mas daí até não haver o mínimo de preocupação para com os seniores, para uma equipa que quer subir de divisão... Começamos a pré-época com muitos casos, desde irmos treinar a Ermesinde e chegamos lá e ter que voltar, porque afinal o Ermesinde já tinha avisado um director para desmarcar o jogo. Fomos fazer uma série de jogos, alguns que nos ocuparam a tarde toda, e nem lanche nem nada para o jogadores", abordando mais alguns casos caricatos: "Os treinadores e alguns jogadores é que tiveram a preocupação de comprar bolas para jogar na relva, pois o clube tinha poucas e danificadas. Na apresentação aos sócios foi uma confusão por causa de equipamentos trocados e tudo feito em cima do joelho, até que os jogadores tomaram a decisão de pagar os seus próprios equipamentos de jogo, por forma a ter um uniforme", afirmando também que a direcção não se tem mostrado muito presente no apoio à equipa: "Tudo isto aliado à pouca presença da direcção junto da equipa era prenúncio de que o plantel teria que lutar sozinho", afirmou.
Pedro Chaves aborda a saída do treinador do clube, relacionada com questões entre o técnico e a direcção, que não foram satisfeitas: "A gota de água foi a não resolução de uma situação em que o mister deu tempo para que fosse resolvida, e que eles, pareceu-me propositadamente, não resolveram a tempo e horas o que fez com que batesse com a porta. Antes, avisou primeiro o plantel e nesse momento os jogadores nem treinaram em solidariedade com o ele", desencadeando a partir deste momento, uma reacção em cadeia que se estendeu ao plantel, mas que esteve a quase para ser resolvida: "No dia seguinte eu como capitão e o Tiago também um dos capitães, marcamos uma reunião com os jogadores que abandonaram o clube, quase todos, e acabei por telefonar ao treinador para ir ter connosco. Ele juntou-se a nós e dissemos-lhe que ele era a pessoa ideal para nos comandar. Ele, algo emocionado, acabou por dizer que por nós voltaria ao clube". Pedro Chaves e mais alguns jogadores reuniram com a direcção, mas a abordagem com o técnico fez com que este voltasse atrás com a decisão de ficar no clube: "Pedimos então ao presidente para ligar ao mister, e este foi ao clube. No entanto, achou ridícula a abordagem que tiveram para com ele e definitivamente bateu com a porta. Ligou-me imediatamente a seguir à reunião e eu tratei de dizer aos jogadores o que se estava passar e para também não contarem comigo".
Manuel Rocha ainda pondeu
voltar ao clube pelos jogadores
mas acabou por manter a sua decisão
Depois disso, foram os próprios atletas a tentar solucionar o caso, mas sem o conseguirem: "Nessa reunião, nada de novo. Atitude arrogante e prepotente por parte da direcção. Reunião quente da qual saí com a ideia que mais ninguém que estava lá regressaria ao clube, apesar de eu e os meus companheiros que não ficaram, sempre incentivarmos  a ficar quem quisesse e se sentisse bem", afirmou o jogador. Contudo, a maioria dos atletas voltaram com a palavra atrás: "No dia seguinte havia jantar de convívio entre os jogadores e a equipa técnica demissionária e para meu espanto, os jogadores chegaram mais tarde porque tinham ido treinar, ou seja, regressaram ao clube. Contente pela decisão deles mas ao mesmo tempo surpreso, pois como é que de um dia para o outro e eu sendo o capitão e também o vice-capitão não fomos avisados por ninguém de que tinham regressado ao clube", atestou o jogador com alguma mágoa.
Pedro Chaves, André Cancela, Bruno Teixeira e Luciano estiveram no jogo do passado domingo entre o Pedroso e o Progresso, que terminou empatado a uma bola. O médio mostrou-se desagrado com alguns insultos que ouviu por parte dos adeptos presentes no estádio: "No domingo fui ver o jogo, juntamente com o Luciano, André Cancela e o Bruno Teixeira para apoiar os amigos, porque nós gostamos muito dos amigos e porque apoiamos o FC Pedroso, mas fomos insultados por alguns adeptos e acarinhados por outros", deixando uma mensagem a quem o criticou: "A essas pessoas gostava de dizer que não estou no Pedroso por dinheiro, porque sei que é um clube pobre. É um clube que gosto e que sempre honrei enquanto joguei e se agora não estou lá, é porque não sinto condições para servir o clube da melhor forma, pois acho que merece mais do que andar sempre a lutar para subir sem o apoio da direcção", afirmou, mas também deixou uma mensagem de apoio a quem sempre esteve do lado dos jogadores: "Estou grato a muitas pessoas no clube, amigos e massa associativa, que me apoiaram muitas vezes e a alguns elementos da direcção que sabem que também gosto deles. Desejo o melhor sucesso ao clube e contarão sempre com o meu apoio, mas agora do lado de fora", concluiu o jogador

9 de outubro de 2011

Pedroso recebe o Progresso em plena revolução

O Pedroso recebe o Progresso este domingo com várias alterações a nível de plantel e de estrutura técnica. Depois da demissão de Manuel Rocha durante esta semana e da saída de cinco atletas, a formação gaiense, que tem como objectivo a subida de divisão, será treinada por Óscar Moreira apenas este domingo, sendo que o técnico para substituir Manuel Rocha já está encontrado, faltando apenas limar algumas arestas como disse o presidente do clube, Carlos Correia, ao blog: "Faltam apenas limar algumas arestas, mas será um técnico que já passou pelos escalões nacionais", disse.
Relativamente ao jogo, o cenário acabou por ser amenizado, uma vez que apenas cinco atletas deixaram o plantel e não a sua maioria, como tinha sido adiantado: "Foram cinco jogadores que saíram, mas vamos jogar na mesma com o Progresso este domingo", confirmou o presidente.
Do lado do Progresso, Milton ribeiro, treinador da equipa, disse que "esperamos um jogo muito complicado, contra uma equipa que pratica um bom futebol, muito forte nas transições e que conta por vitórias os jogos disputados. Como é óbvio, queremos vencer e será dessa forma que iremos para o jogo de domingo. Vencerá a equipa que souber tornar o jogo fácil e a seu favor. Será um bom jogo", disse o treinador.
a partida será disputada no relvado do Estádio Jorge Sampaio e será arbitrada por Sandra Nogueira.

6 de outubro de 2011

Manuel Rocha deixa o Pedroso e plantel segue-lhe as pisadas

Manuel Rocha: O fim à ligação de quatro anos ao Pedroso da pior forma
A notícia apanhou toda a gente de surpresa, plantel pedrosense incluído. Manuel Rocha, treinador que orientava o Pedroso há quatro temporadas, deixou o comando técnico da equipa gaiense, por, segundo o próprio, incompatibilidades com a direcção de Carlos Correia: "Estou saturado. Houve incompatibilidades com esta nova direcção. Sou frontal e honesto e passaram-se uma série de coisas em que falharam e eu acabei por pôr o meu lugar à disposição", adiantou o técnico. Tudo se terá passado antes da jornada do passado domingo, na deslocação ao Sp. Cruz, mas o técnico ainda esteve no banco da equipa nesse jogo, deixando então de ser o treinador na terça-feira desta semana: "Depois do jogo do Sp. Cruz, em que brilhantemente vencemos, falei com o director e disse que até terça-feira queria uma conversa com o Presidente ou então deixava de ser treinador da equipa" e, ao que tudo indica, essa conversa não surgiu em tempo útil, o que precipitou a saída do técnico. Contudo, as saídas não ficam por aqui. O 'A Bola é Redonda' sabe que a grande maioria do plantel do Pedroso está também de saída, uma vez que, após a comunicação por parte do treinador da sua decisão, o plantel terá seguido os passos de Manuel Rocha, em solidariedade com o mesmo.
Avizinham-se dias difíceis para os responsáveis pedrosenses, que terão que encontrar alternativas viáveis para o jogo do próximo domingo.

Pedroso vence ao cair do pano


Local: Campo do Sp. Campo (Valongo)
Hora: 15h
Árbitro: Marco Cruz

Sp. Campo: Bú, Jorge, Zé Nando, Rato e Pedro, Nélson, Maradona (Ruizinho 73') e ruas, China (Moises 86'), Sevilha e Rui (Telmo 57').
Treinador: Vitor Peixoto

Pedroso: Nuno, Rúben Jesus, Oliveira, Ricardo Costa (Carlos 72') e Tiago, Cancela, Luciano e André (Pedro 90+1'), Pedro Chaves (Zé ALmeida 83'), Pedro Ferreira e Bruno Teixeira.
Treinador: Manuel Rocha

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-1

Marcador: Zé Almeida (90')

Disciplina: Cartão vermelho a Rúben Jesus (85') do Pedroso e Zé Nando (90+2') do Sp. Campo

O Pedroso somou três importantes pontos, na deslocação ao terreno do Sp. Campo, ao vencer por uma bola a zero. Numa partida difícil para a turma de Manuel Rocha, o golo só chegou nos instantes finais da partida, apontado por Zé Almeida, que havia entrado aos 83' para o lugar de Pedro Chaves. Assim, a equipa pedrosense cola-se aos lugares cimeiros da classificação, sendo que tem menos um jogo que as restantes equipas do grupo da frente.
Manuel Rocha, treinador do Pedroso, destacou as dificuldades impostas pelo Sp. Campo: "A primeira parte foi muito repartida, com lances nas duas balizas, na qual o empate faz jús ao que as duas equipas fizeram, pecando apenas por falta de golos. Na segunda parte o Pedroso entrou muito forte e quase subjugou o adversário ao seu meio campo, com vários lances de perigo junto á baliza adversária com a bola a teimar em não entrar, umas vezes por intermédio do guarda-redes, outras pelo ferro da baliza e ainda outras por falta de alguma serenidade no momento do remate", analisou o técnico, até que já à entrada para o período de compensação, Zé Almeida, que havia entrado a cerca de dez minutos do final resolveu: "Nos momentos finais da partida, em mais um dos lances de ataque e após dois remates e ainda a devolução do ferro a bola lá entrou por intermédio do Zé Almeida. Foi uma vitória muito importante diante de um adversário de muito respeito", afirmou o técnico, que deixou ainda os parabéns aos seus atletas: "Felicito os meus jogadores pela excelente entrega e uma atitude, sempre à procura da vitória. Os jogadores que entraram foram importantes para o desfecho do jogo e como lhes digo sempre, os jogadores que estão no banco não são suplentes mas sim reforços, e fizeram jús a este nome. Parabéns e devem assumir, independentemente do que aconteça no futuro, que são os melhores e serão sempre os meus heróis", concluiu o treinador.
O Pedroso joga no próximo domingo em casa, frente ao Progresso, um interessante duelo entre candidatos assumidos à subida de divisão.

11 de agosto de 2011

Pedroso mantém grande parte do plantel


O Pedroso já trabalha desde o dia 1 de Agosto, tendo em vista a preparação da próxima época, onde vai disputar mais uma vez a 2ª Divisão Distrital com o objectivo a passar por subir de divisão, à semelhança do que tem acontecido nas últimas épocas. A equipa gaiense conseguiu manter a grande maioria do plantel da época passada, registando-se até ao momento apenas dois novos jogadores, provenientes do Pasteleira. Manuel Rocha referiu ao blog que "a pré-época tem corrido bem até ao momento", apesar de ainda não estar a trabalhar com todos os atletas.
A equipa tem já alguns jogos de preparação agendados, destacando-se a deslocação de hoje a Ermesinde e no próximo dia 16 de Agosto a Serzedo. Aqui fica o calendário de jogos completo:

11/08 - Ermesinde-Pedroso
16/08 - Serzedo-Pedroso
25/08 - Pedroso-Avintes
01/09 - Pedroso-Medense
Relativamente ao plantel, fica aqui o nome dos jogadores que estão confirmados na equipa:

Guarda-redes

Bastos
Nuno

Defesas

Ruben
Teixeira
Paulo
Pedro Rodrigues
Cancela
Filipe

Médios

Tiago
Carlos
Oliveira
Diogo (Pasteleira)
Fábio Santos

Avançados

Ricardo
Luciano
Pedro Chaves
André (Pasteleira)
Pedro Cruz (regresso após paragem)

Treinador: Manuel Rocha

28 de julho de 2011

Manuel Rocha continua no Pedroso

Manuel Rocha será o treinador do Pedroso pela quinta época consecutiva

Manuel Rocha será o treinador do Pedroso na próxima temporada. A garantia foi dada pelo próprio treinador do blog, revelando também que o objectivo é a subida de divisão, que será tentada pela quinta vez: "Vou treinar o Pedroso na próxima época. Relativamente aos objectivos, se nos deixarem, estes voltam a passar pela subida de divisão", disse o treinador. Relembre-se que o Pedroso voltou a 'morrer na praia' no que à subida de divisão diz respeito, pelo quarto ano consecutivo e depois de um imbróglio que envolveu o Cerco do Porto e o Vila FC, com o jogo entre estas duas equipas e que deu a subida aos gaienses, a realizar-se já depois do campeonato terminado. Manuel Rocha apenas referiu que "este ano conseguiram fazer habilidades que até deu pena, em favor de um clube".
Relativamente ao plantel, o técnico afirma ter "o plantel definido", contudo, remete para a próxima semana a revelação do mesmo. Ainda assim, a equipa gaiense inicia os trabalhos na próxima segunda-feira, dia 1 de Agosto.

21 de junho de 2011

Entrevista Com - Manuel Rocha (Treinador do Pedroso)

O 'Entrevista Com' desta semana escolheu Manuel Rocha, treinador do Pedroso, para entrevistado. A entrevista foi realizada na passada semana, por isso alguns dos temas abordados, principalmente referentes aos caso Cerco do Porto-Vila FC, estão já fora de data, uma vez que a partida já se realizou.
Ao longo desta entrevista, o técnico aborda a época do Pedroso, a fase má pela qual a sua equipa passou e onde o treinador chegou mesmo a colocar o seu lugar à disposição, não esquecendo os seus projectos futuros e a sua indignação por ninguém apostar nele a outro nível, sem no entanto, se preocupar muito com isso.
Uma entrevista exclusiva do 'A Bola é Redonda' a não perder...
 

Manuel Rocha acedeu de bom grado a uma entrevista realizada no GaiaShopping

A Bola é Redonda (ABR) - Boa tarde Manuel Rocha. Queria que me fizesse um balanço da época do Pedroso, uma época difícil, de altos e baixos, mas onde o Pedroso está na luta pela subida.

Manuel Rocha (MR) - Boa tarde. Foi uma época espectacular, com jogadores fantásticos, com atitude espectacular, assíduos aos treinos e com muita vontade de vencer. Estes jogadores tinham que subir de divisão como prémio, pois tudo fizeram para isso. Começamos excelentes e depois tivemos uma fase negra em todos os aspectos, onde fomos massacrados e chamados ao dever por quem manda no futebol. É óbvio que estivemos mal internamente, com lesões e com os jogadores se calhar a sentir as dez vitórias seguidas. Fomos prejudicados em alguns jogos, mas ultrapassamos essa fase. Eu próprio achei que também não tinha condições de continuar, mas a direcção deu-me um voto de confiança até porque havia já muita pressão por parte dos sócios e eu pensei e acedi ao pedido do presidente e continuei. Depois falamos dentro do balneário e perguntamos o que queríamos desta época e foi tudo unânime em querer subir de divisão. Depois disso, só perdemos com o Cerco e num jogo caricato, onde tínhamos mesmo que perder, que foi no Vila e por coincidência com o mesmo trio de arbitragem do Cerco. Não fomos nos que o escolhemos. É certo que também pecamos na finalização, mas também penso ‘será que seria suficiente?’, talvez não, talvez sim, não sei. Fomos muito superiores nesses dois jogos, perdemos e viemos meditar mais uma vez e não voltamos a perder. Época fantástica, com directores que fizeram tudo o que podiam para que conseguíssemos os nossos intentos.


ABR - O Pedroso fez uma época fantástica, mas teve um período negro como já falamos, no entanto voltou à luta, mas pelo quarto ano arrisca-se a não subir. O que falta ao Pedroso para se afirmar?

MR - É o nome. A freguesia de Pedroso deveria ser mais respeitada, mas muita gente não gosta de Pedroso. Temos que pedir por favor para treinar, é óbvio que este ano deram-nos outras condições, pois deixaram-nos treinar duas vezes quando jogávamos em casa e ai o meu agradecimento ao vereador e ao responsável pelo pelouro do desporto. Mas Pedroso é uma instituição, não tem que andar a pedir favores a ninguém. As pessoas têm que lutar para por o nome do Pedroso no alto. Não, é ao contrário. São três ou quatro pessoas dentro do clube que têm que andar a pedir para que aquilo cresça. E é isso que falta. É o crescimento interno e externo e é um dizer ‘nos estamos aqui’ e por isso não existir, é muito mais fácil para alguns manipular estas equipas. Homens sempre tivemos para jogar e dirigir o clube, mas não sei que falta mais. Somos sempre os melhores. Há três anos foi o Salgueiros que nos impediu a subida, o ano passado foi o Maia…


ABR - O Pedroso acabou por ficar em quarto e subiram três…

MR - Acredito que se o Pedroso tivesse ficado em terceiro e o Maia em quarto, subiam quatro. Não tenho dúvidas. Portanto não sei o que nos falta. É trabalhar sempre mais e interiorizar que temos que ser sempre superiores aos outros para sermos melhores.


ABR - Mas isso às vezes não chega. Das vezes que falei consigo esta temporada, o Pedroso foi muitas vezes melhor, mas houve sempre algo a puxar para trás. Que apreciação faz das arbitragens do Pedroso esta temporada?

MR - Nós entravamos em campo e éramos amedrontados. Tínhamos uma filosofia de jogo e é preciso ter muita força interior para conseguir aguentar o que os jogadores do Pedroso aguentaram. Falávamos todos os dias e todos os jogos e dizíamos que a disciplina tinha que ser a nossa bandeira e que tínhamos que ser muito superiores para conseguir ganhar. E fomos. Entravamos em campo e começavam com aquelas coisinhas do futebol que até passam despercebidas, não tiravam golos da baliza, não nos marcaram alguns penaltis duvidosos como aqueles que vemos na televisão. Mas o futebol só tem uma lógica. Sé é falta é para marcar. Sé é dentro da área, aos dois minutos, tem que ser marcada. Mas os árbitros têm medo, porque não têm o apoio necessário. Lutam por pontuações que são dadas por pessoas que nem árbitros foram e penalizam alguns e beneficiam outros em prol de favoritismos. Isso não tenho medo de dizer, pois eu cumprimentava o árbitro cada vez que entravamos em campo e ai já sabia quando ia ser prejudicado ou não. Quando ele não conseguia olhar para mim nos olhos, algo se ia passar. É óbvio que apanhamos bons trios de arbitragem, beneficiado não me considero, pois o Pedroso não quer ser beneficiado, as equipas têm que lutar de igual para igual. Foi um pouco isso. Tivemos bons homens a conduzir os nossos jogos, assim como maus homens a conduzir os nossos jogos.
O técnico, depois da derrota em casa do Vila FC

ABR - O Pedroso teve então uma fase má, reergueu-se, mas depois voltou a sofrer a perda de três pontos. Como é que se motiva um plantel para trabalhar quando o fazem apenas por gosto e ainda são penalizados em circunstâncias estranhas?

MR - Não foi fácil. Os jogadores queriam desistir, pois lutaram muito naquela fase menos boa onde perdemos muitos pontos, pois caso isso não tivesse acontecido, teríamos sido campeões mais cedo e não precisávamos de esperar por esta decisão. Então não foi fácil, pois quando voltamos ao topo, dizer que vamos perder três pontos. Não sabe o que se passou dentro do balneário, com os jogadores desanimados, exaltados, convencidos de que alguém os queria prejudicar, pois são eles que esfolam a pele à semana e ao fim-de-semana e ainda têm que ouvir coisas menos agradáveis dos sócios e dos adeptos que não são nada fáceis e ainda vão ter que ganhar mais três pontos para suplantar aqueles que perderam. Não conseguimos dizer nada na altura, mas depois voltamos a perguntar se queríamos subir de divisão ou não. O grupo deu as mãos e conseguimos voltar ao trilho das vitórias. Tivemos um jogo difícil no Gondim, mais difícil que frente ao Vila. No Vila, o jogo foi facílimo, apenas não conseguimos marcar. Eu considero aqueles jogadores campeões.


ABR - O mister falou que teve uma conversa com o Presidente na altura em que a equipa passou por um mau período. O mister esteve então para deixar o Pedroso?

MR - Eu abordei, juntamente com os meus colegas, pois é uma atitude honesta da nossa parte se acharmos que o clube não está a ser bem servido, tem que arranjar alguém mais capaz para dar a volta à situação. O Pedroso tem uma excelente equipa e eu também não conseguia perceber porque é que aquilo estava a acontecer. Tivemos uma fase onde não conseguimos ganhar em sete jogos seguidos e eu falei com o Presidente. Mas no fundo, eu sabia que se saísse haveriam jogadores que também iam sair, pois estavam ali pela camaradagem e quando um grupo se começa a desmoronar... O presidente disse-me para não ir e conseguiu convencer-me a ficar e depois a equipa voltou então a entrar nos eixos.


ABR - O fim da época já chegou, mas o Pedroso continua dependente de uma decisão de um jogo que já se deveria ter realizado há dois meses. A Associação decidiu que o jogo tinha que se jogar, mas o Vila e o Pedroso apresentaram recursos por razões diferentes e ainda há dúvidas. Que comentário lhe merece esta situação.

MR - Isto não merece comentários. Acho que estão a brincar com pessoas que trabalham. Depois, também está nos regulamentos, que antes do fim do campeonato tudo tem que estar definido e decidido para que a época acabe correctamente. É óbvio que numa dessas semanas era o jogo do Gondim e ai nada ficou decidido e logo a seguir a esse jogo, sai o resultado do inquérito que existiu aos acontecimentos. É uma casualidade, quero pensar assim, pois estamos a falar de pessoas que percebem muito de futebol, pois quem ocupa estes cargos são sempre as pessoas que mais percebem de futebol. Quem sou eu, um leigo que ainda estou a aprender o futebol, para questionar isso. Não foi premeditado de certeza, foi casualidade…


ABR - Noto alguma ironia nas suas palavras…

MR - Infelizmente não podemos ser irónicos, porque contra factos não há argumentos. E quando eles dizem que sim, temos que acreditar que sim, quando dizem que não, temos que acreditar também ou então não acreditamos, mas eles é que mandam e decidem…


ABR - Contudo, o Pedroso recorreu dessa decisão de mandar repetir o jogo. Qual foi a base desse recurso?

MR - Basicamente o timing da decisão e segundo alguém diz, no relatório do árbitro e também por testemunhas, o Vila FC foi impedido de entrar nas instalações por gestos indevidos que fizeram a pessoas do Cerco. Segundo dizem, foram agredidos alguns jogadores que foram receber tratamento hospitalar. Segundo dizem, vieram dois directores ter com o árbitro para entregar a ficha e que não tinham condições para jogar. Segundo dizem, o árbitro disse que havia condições, assim como a polícia também disse que havia condições para jogar. O Vila FC disse que só tinha 15 jogadores, mas o árbitro também disse que só precisavam de 11 jogadores para entrar em campo. Por isso, segundo dizem, o Vila FC fez falta de comparência. Se calhar, segundo dizem, algo se passou no meio disto tudo que nós não sabemos.


'Os Campeões' de Manuel Rocha

ABR - Entrando num lado mais pessoal, o mister está no Pedroso há quatro anos e sempre a lutar para subir de divisão. Já teve algum convite de outro clube?

MR - Não. Estou a ser o mais honesto possível. Não tive nenhum convite, nem do próprio Pedroso, pois ainda não acabou a época. Estou aberto ao grupo com que trabalho. Nada mais se passa para além do Pedroso.


ABR - Mas chega a uma altura em que as pessoas têm outros objectivos, até porque falar do Pedroso é falar do Manuel Rocha. Quais são as suas perspectivas para o futuro?

MR - Eu trabalho numa empresa que me absorve muitas horas. O futebol é um escape, pois é onde liberto muitas das energias negativas do dia-a-dia. O futebol é saudável e faz-me bem e também acho que tenho feito bem ao futebol, porque tenho dado tudo o que acho que tem que ser dado ao futebol, independentemente de ter errado. O melhor que tiramos de uma história, é ver o que fizemos mal e a seguir fazê-lo bem. Eu faço muito dessas análises, falo com os meus colegas, ouço os adeptos e os comentários dos jogadores, dou-lhes oportunidade para eles dizerem o que está mal sem qualquer tipo de penalização. São livres para dizerem o que sentem, mesmo do treinador. O treinador é o que manda, é o primeiro responsável, mas se calhar às vezes é o que menos razão tem. E acho que nesse aspecto a abertura é muito grande, é um espírito de amigo, pois ajudo-os a melhorar o que eles precisam. Estou no futebol porque gosto e quero continuar a fazê-lo porque gosto de o fazer. Tenho sido bastante ajudado pela Comunicação social, principalmente pelo Johnny, que tem sido um amigo, mas se calhar é pela minha sinceridade que gostam de falar comigo, pois sou honesto naquilo que digo. Eu não ando atrás de clubes, não procuro pessoas, não procuro dirigentes. As pessoas conhecem o meu trabalho e se acham que sou capaz de gerir o clube onde estão inseridos, têm que me convidar e cá estamos para conversar. Não ando à procura, pois não tenho o à vontade para isso. Sou treinador de futebol, porque joguei muitos anos e acho que tenho algo de positivo para dar ao futebol e é nesse intuito que continuo. Quando achar que estou a mais, saio.


ABR - Há duas épocas o mister ameaçou e na época passada venceu mesmo o prémio de ‘O Melhor Treinador’ dado pelo jornal ‘O Gaiense’. Como foi receber o prémio, disputando a 2ª distrital?

MR - Os jogadores sentiam-se satisfeitos quando eu ganhava o prémio do mês, prémio que é deles, e ficávamos satisfeitíssimos, quando isso acontecia principalmente porque é um prémio a nível do Concelho. E quando ganhamos o segundo, é óbvio que queremos o primeiro, pois queremos sempre mais. Consegui o primeiro lugar a lutar com treinadores de outras divisões, onde se calhar o futebol é mais ambicioso. E digo se calhar porque não sei como é assim como eles também não sabem como é o da 2ª distrital, onde se joga em campos muito difíceis. Não é fácil e consegui. Este ano volto a estar em boa posição, faltando só a decisão do jogo do Vila, senão já era o ‘Melhor Treinador’. É um orgulho e dou os meus parabéns ao ‘O Gaiense’, pois fazem uma coisa muito bonita, boa e que é preciso no futebol distrital. Tomara que muitos seguissem este caminho pois é isto que faz as pessoas mover-se, pois ninguém ganha dinheiro no futebol distrital. Estes prémios são mais que um ordenado ao fim do mês, pois é um orgulho enorme estar presente no meio de tantas individualidades e ser chamado o nosso nome.


ABR - Apesar de me dizer há pouco que não procura ninguém e que quer ser reconhecido pelo seu trabalho, não o surpreende que ninguém o procure depois de todo o seu percurso nos últimos anos e depois de todas as distinções individuais que já teve?

MR - De alguma forma surpreende-me. Mas o beneficiado acaba por ser o Pedroso, pois eu gosto daquilo que faço, empenho-me naquilo que faço mas como já disse, não procuro. Sinto se calhar alguma estranheza, mas quem sou eu? O futebol é isto…


ABR - Para terminar, queria que deixasse umas palavras a todos os adeptos do Pedroso e aos leitores do blog

MR - O desporto é um divertimento. Todos os intervenientes têm que estar empenhados para ajudar os seus clubes a levar de vencida aquilo que move as pessoas a ir aos campos. Divirtam-se e procurem o divertimento dentro do desporto. Não procurem o mau que está no futebol, mas sim o bom, ou seja, o divertimento, a amizade, a confraternização e acima de tudo o confronto amigo que existe entre as duas equipas. Para o blog, acho que está de parabéns, tem feito um excelente trabalho. Não se esqueça que o difícil é chegar lá, fácil é manter. Alguns dizem o contrário mas eu acho que não, acho que o nome já está consolidado a nível nacional, pois conseguiu dar uma perspectiva muito boa do futebol distrital, visto que 80% do que escreve é sobre o futebol distrital e muita gente a nível nacional lê o que se passa no futebol distrital da AF Porto. Parabéns e continue e tudo o que for possível para ajudar da minha parte será feito. Para as pessoas que mandam no futebol, meditem, pois vão ter que passar algumas noites numa mesquita a pensar o que querem do futebol nacional. Que pensem no que existiu no futebol nacional na década de 80 e o que existe agora. São as mesmas pessoas que estiveram em 1980 e que estão agora. Em 20 anos passamos por uma fase de transformação positiva, conseguimos chegar ao topo e hoje não conseguimos ganhar nada em termos de camadas jovens. Alguma coisa está mal, deixem-se de compadrios e pensem no que está mal no futebol.


18 de maio de 2011

Pedroso continua na expectativa da subida


O Pedroso venceu a AD Vitrine no passado domingo e cumpriu a obrigação para poder festejar a subida de divisão. Contudo, o espectro do jogo entre o Cerco do Porto e o Vila FC, que não se chegou a realizar por desacatos à chegada do clube gaiense ao Complexo Desportivo de Campanhã, continua a pairar no ar, tudo porque, caso a AF Porto decida pela realização do jogo e o Vila FC vença, o Pedroso fica mais uma vez de fora das contas da subida de divisão. Isto porque a equipa terminou em igualdade pontual com o Cerco do Porto e o Atl. Rio Tinto e segundo os regulamentos da AF Porto, no seu ponto 100.02, alínea A, refere que o desempate será feito "pelo número de pontos alcançados pelos clubes empatados, no jogo ou jogos que entre si realizaram", ou seja, nesse caso o Cerco do Porto totalizará seis pontos, contra cinco do Pedroso e do Atl. Rio Tinto. Por conseguinte, os gaienses acabam por ter vantagem sobre os gondomarenses, não pela alínea A, visto que os jogos ficaram empatados, nem pela alínea B, porque os dois jogos terminaram com o mesmo número de golos, mas pela alínea D, que refere que no caso de subsistir o empate entre duas equipas "neste caso, recorrer-se-á à maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos clubes empatados, nos jogos realizados em toda a competição" e aí o Pedroso vence, pois a diferença entre os golos marcados e sofridos pelos gaienses é de 53, contra os 34 golos dos gondomarenses.
Relativamente ao jogo do passado domingo, o Pedroso cilindrou a AD Vitrine por cinco bolas a uma. Os golos da partida foram apontados por Bino, Pedro Chaves (2), Ricardo Costa e Fábio Santos, com a particularidade de aos 10 minutos, o Pedroso estar já a vencer por duas bolas a zero. Jorge, já no período de compensação, reduziu para os forasteiros. Manuel Rocha, treinador do Pedroso, disse que, apesar de ter vencido por 5-1, o resultado foi escasso: "O jogo com a AD Vitrine foi mais um daqueles em que a equipa entrou, desde cedo, determinada a vencer e a superioridade durante os 90 minutos foi notória. Os números acabam por ser escassos dado o pendor atacante da equipa do Pedroso que pecou na finalização", começou por referir, passando depois a elogiar o conjunto por si treinado: "Um grupo espectacular preenchido com excelentes jogadores mas acima de tudo um verdadeiro conjunto de homens aos quais eu dou os parabéns pelo contributo, pela harmonia, sensatez, o ter de aguentar a pressão daqueles que queriam contrariar a nossa superioridade dentro das 4 linhas, acima de tudo fantásticos. Somos uma equipa pobre mas muito rica nas qualidades humanos em que todos se apoiaram", não esquecendo o esforço da direcção e deixando um apelo: "O apoio da direcção que foi dentro das suas possibilidades financeiras, esteve sempre presente. Este grupo merece a subida", concluiu o treinador.