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20 de junho de 2013

Paulo e Hugo Figueiredo estão de saída do Oliveira do Douro

Hugo (esq.) e Paulo Figueiredo (dir.)
voltam a jogar juntos no Valadares
Paulo Figueiredo e Hugo Figueiredo estão de saída do Oliveira do Douro, soube o A Bola é Redonda.
Contactado pelo blog, Paulo Figueiredo explicou os motivos que levaram os dois irmãos a deixarem os azuis e brancos: "Já tínhamos quase tudo acordado com o Oliveira do Douro, mas sempre sentimos que não estavam a fazer tudo para que nos quisessem lá", começou por contar o extremo, que apontou de seguida os principais motivos: "Depois de tentar melhorar o acordo, soubemos que jogadores com menor valor iriam ter melhores condições que nós. Fomos dos únicos que não fomos aumentados, ele foi o melhor marcador da equipa e eu o segundo, pelo segundo ano consecutivo e nem sequer fomos convidados para ir á Gala do clube. Sentimos que não nos davam o merecido valor e nós queremos estar onde nos querem, onde sentimos que exista confiança em nós e, sobretudo, um projecto, situação que no Oliveira do Douro não existe", referiu o atleta.
Habituados a jogar juntos, foi assim no Avintes e também no Oliveira do Douro, os dois atletas são garantia de golos. Esta temporada Hugo Figueiredo foi o melhor marcador com 13 golos apontados, enquanto Paulo Figueiredo apontou cinco. Relativamente ao futuro, Paulo Figueiredo revela o clube que se segue nas suas carreiras: "Já estávamos em conversas com o Valadares e chegamos a um acordo fácil. Posso dizer que em termos de valor é igual ao Oliveira do Douro mas sentimos por parte dos responsáveis que falaram connosco, confiança em nós e vontade de fazer historia no Valadares. Têm um projecto ambicioso e decidimos aceitar", revelou o extremo.
Para Hugo Figueiredo este será o quinto clube na carreira, depois de passagens por Alpendorada, Avintes, Oliveira do Douro e Coimbrões. Já Paulo Figueiredo teve passagens pelo Celoricense, Avintes e Oliveira do Douro. 

22 de novembro de 2012

Oliveira do Douro deixa escapar os três pontos


Local: Estádio Municipal da Lavandeira
Hora: 15h
Árbitro: Carlos Ribeiro

Oliveira do Douro: Pedrosa, Isidro, Pereira e Napoleão, Tiago Almeida, Rochinha (Pedrinho 22'), Rúben (Diogo 58'), Bruninho e Dani (João Pinto 72'), Paulo Figueiredo e Hugo Figueiredo.
Treinador: Mário Heitor

Rio Tinto: Arantes, Duarte (Piscinas 81'), Joel, Araújo (Baptista 81') e Pires, Tino (Hugo 46'), Miguel e Miguel Araújo, Macieira (Samuel 46'), Cláudio (Salgueiros 46') e Rui Miguel.
Treinador: Filipe Alves

Resultado ao intervalo: 2-1
Resultado final: 2-2

Marcadores: Joel (25') e Rui Miguel (90+2') para o Rio Tinto e Paulo Figueiredo (42') e Hugo Figueiredo (43') para o Oliveira do Douro

O Oliveira do Douro perdeu dois pontos no passado domingo, na recepção ao Rio Tinto. Depois de estar a perder aos 25' com um golo de Joel, ainda antes do intervalo, os irmãos Figueiredo deram a volta ao marcador, com Paulo a empatar aos (42') e no minuto seguinte foi a vez de Hugo marcar e dar a volta ao texto.
Na segunda parte o Rio Tinto não desistiu e os gaienses foram algo perdulários na finalização, situação que lhes saiu cara, já que no período de compensação Rui Miguel apontou o golo que deu o empate.
Mário Heitor, treinador dos oliveirenses, estava desiludido com o resultado alcançado: "Foi um jogo muito equilibrado entre equipas muito semelhantes e com algumas oportunidades para as duas equipas. Na primeira parte o Rio Tinto fez um golo, um pouco contra a corrente do jogo, mas conseguimos dar a volta com todo o mérito. Na segunda parte a nossa equipa não teve tanta capacidade para ter a bola e o Rio Tinto optou por um jogo mais directo, o que nos causou algum desconforto e já muito perto do fim, temos a oportunidade de fazer o 3-1 num lance com apenas o guarda-redes pela frente, e na jogada seguinte o Rio Tinto faz o 2-2 já nos descontos. É difícil perder pontos assim mas é o futebol", referiu o treinador.
O Oliveira do Douro joga agora com o Valonguense, no próximo domingo, e Mário Heitor espera trazer os três pontos: "Num campeonato tão disputado como este, é muito importante pontuar fora de casa e a nossa ambição é poder andar nos seis primeiros lugares. Esperamos conseguir fazer um jogo competente frente ao Valonguense e trazer de lá pontos", concluiu o técnico. 
O jogo está agendado para as 15h do próximo domingo, no Estádio do Calvário, casa do Valonguense.


28 de outubro de 2012

Agressões voltam a por um ponto final no jogo entre Candal e Oliveira do Douro


Local: Complexo Desportivo do Candal
Hora: 15h
Árbitro: Fábio Silva, auxiliado por Jorge Aguiar e Mário Tibério

Candal: Sérgio, Pedro Santos (Vinagre 70'), Nuno Miguel, Ferraz e Tiga, Andrezinho, Johny e Cláudio (Renato 61'), Marco (Campota int.), Hugo e Pedro Fanisca
Treinador: Paulo Gentil

Oliveira do Douro: Ricardo, Bruno Cardoso, Isidro e Rómulo, João Pinto, Dani (Pereira 80'), Pedrinho (Rochinha 80'), Ruben (Napoleão 64') e Bruninho, Paulo Figueiredo (Miguelito 64') e Hugo Figueiredo.
Treinador: Mário Heitor

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-1* (Jogo interrompido aos 88')

Marcador: Paulo Figueiredo (46')

Oliveira do Douro aproveitou a única grande oportunidade de golo que criou

Apesar de dominar o jogo quase todo, o Candal não conseguiu materializar esse domínio em golos

O dérbi entre o Candal e o Oliveira do Douro terminou da pior forma possível, com agressões entre os adeptos dos dois clubes, e com o árbitro do encontro, Fábio Silva, a dar por terminada a partida por falta de condições de segurança.

Candal e Oliveira do Douro proporcionaram uma boa partida de futebol na tarde deste domingo. As duas equipas apresentaram disposições diferentes em campo, com os homens de Paulo Gentil a tomarem conta das operações desde os primeiros segundos do jogo, enquanto os oliveirenses tentaram aproveitar as saídas rápidas para o contra-ataque, através de lançamentos rápidos para os seus homens da frente, Hugo e Paulo Figueiredo. 
Dando a iniciativa de jogo ao adversário, o Oliveira do Douro passou grande parte dos primeiros 45 minutos remetida ao seu meio campo, sem conseguir sacudir a pressão candalense. Porém, apesar de estar sempre no comando das operações os jogadores da casa não conseguiram criar uma verdadeira oportunidade de golo, criando perigo através de remates de fora da área, mas estes encontravam sempre Ricardo pela frente ou iam para fora. No último quarto de hora da primeira parte os oliveirenses conseguiram soltar-se das amarras a que estavam sujeitos e jogando um futebol mais apoiado em detrimento do futebol directo que tinham apresentado até então, conseguiram criar duas oportunidades de golo em apenas dois minutos, com Hugo Figueiredo a esgueirar-se pela esquerda do ataque e a conseguir ganhar a linha, mas o centro atrasado para a área não encontrou nenhum companheiro de equipa. Dois minutos depois foi a vez de Paulo Figueiredo surgir isolado frente a Sérgio Lima, isolado por Hugo Figueiredo, mas o remate do 12 oliveirense saiu por cima. O intervalo chegou pouco depois, com o nulo a imperar, um resultado que se pode considerar justo, tendo em conta as poucas oportunidades reais de golo que existiram.
A segunda parte começou com o golo do Oliveira do Douro, por intermédio de Paulo Figueiredo, que surgiu isolado perante Sérgio Lima conseguindo desviar a bola do guardião candalense. Este golo veio trazer mais emotividade ao jogo, com o Candal a voltar a assumir as despesas, mas sempre de uma forma ansiosa e desconcentrada, o que motivou muitas perdas de bola no último terço do terreno. Já o Oliveira do Douro conseguiu assentar jogo, sair a jogar mais apoiado, mas sem conseguir chegar perto da baliza de Sérgio Lima, exceptuando um lance já perto dos últimos dez minutos do encontro, com Miguelito a conseguir isolar-se, mas depois o centro não foi feito da melhor forma e o guarda-redes candalense interceptou a bola, quando apareciam dois jogadores adversários prontos a empurrar a bola para a sua baliza.
Já nos instantes finais Nuno Miguel teve oportunidade de empatar a partida, mas acabou por cabecear ao lado, depois de uma jogada de insistência pela direita do ataque candalense. Segundos depois o jogador acabaria expulso, por acumulação de amarelos, quando travou em falta um adversário que já se encaminhava para a baliza. 
A três minutos do fim, o momento do jogo. Livre a favor do Candal, com Ferraz, já dentro da área, a cabecear para a baliza do Oliveira do Douro e a bola a entrar. Porém logo a seguir ao cabeceamento e antes da bola entrar, o árbitro tinha já invalidando o lance por falta do defesa candalense sobre um jogador do Oliveira do Douro. Este lance criou um clima hostil, com o árbitro auxiliar que acompanhava o ataque do Candal a ter que interromper o jogo. Esta paragem durou apenas alguns segundos, com a partida a ser retomada, mas nas bancadas já se tinham iniciado cenas que em nada dignificaram o jogo, com os adeptos do Candal a saltarem o gradeamento iniciando confrontos com os adeptos do Oliveira do Douro presentes no estádio. Depois de alguns minutos que obrigou a polícia presente a intervir e a ser necessário o reforço do contingente, Mário Heitor, que por estar castigado não pôde estar no banco, acabou por ter que ser arrancado pelos jogadores, que aproveitando uma interrupção no jogo e vendo as agressões ao seu treinador, puxaram-no para dentro do campo, tendo este sido conduzido para os balneários. Das bancadas, a confusão alastrou-se ao túnel de acesso aos balneários. Mais tarde, o A Bola é Redonda conseguiu apurar que houve uma agressão de um jogador do Oliveira do Douro ao roupeiro candalense, sendo esse o motivo dos desacatos.
Entretanto o jogo já havia sido dado como terminado por falta de segurança, conforme o blog conseguiu também apurar junto de fonte fidedigna.
Caberá agora à AF Porto decidir se terá lugar a realização do tempo que faltava jogar, uma vez que o jogo foi interrompido aos 88', faltando também o tempo de compensação ou se este resultado será homologado, consumando-se assim a vitória do Oliveira do Douro. Seja como for, este é mais um jogo entre as duas equipas que não chega ao fim, relembrando a partida entre estas duas equipas ocorrida a 6 de Março de 2011, relativa à 21ª jornada da 3ª Divisão Nacional, quando o jogo também não chegou ao fim motivado por agressões entre os jogadores e que se alastraram também às bancadas. 
Quanto ao trabalho do árbitro Fábio Silva, dizer que até ao momento da interrupção do jogo este tinha realizado uma exibição agradável, num jogo que até nem foi difícil de dirigir, sem casos. A única situação que pode gerar dúvidas é mesmo a do lance invalidado que dá posteriormente o golo do Candal, sendo certo que o árbitro apitou antes da bola entrar, considerando que houve um empurrão de um jogador candalense a um defensor do Oliveira do Douro.

Têm a Palavra

Paulo Gentil: "Se o jogo acabou, está a dar-me uma novidade. O que sei é que ainda faltavam jogar dois minutos. Apanhamos um Oliveira do Douro a jogar em contra-ataque, acabamos por num erro individual sofrer um golo, fomos para cima e acabamos só com três defesas, fizemos um golo e não vou falar dos árbitros, porque não falo de árbitros. Nesta perspectiva, se o jogo acabou assim, parece-me um bocadinho inglório pelo que os meus jogadores fizeram, mas de qualquer maneira o campeonato continua. Em relação ao que se passou não percebi. Apercebi-me de um aglomerado de jogadores do outro lado da bancada e o árbitro a dar o jogo por interrompido. Não posso dizer mais do que isto. Tenho um balneário destroçado, pois não estávamos à espera. Já na primeira parte merecíamos o golo. Estou de acordo consigo, pois após o golo sofrido a equipa abanou bastante, ainda não tínhamos sofrido nenhum até agora. De qualquer maneira, mesmo a jogar em inferioridade serenamos e justificávamos o empate. No global, penso que dominamos o jogo e merecíamos ter outro resultado. Vamos continuar a trabalhar".

Do lado do Oliveira do Douro não foi possível recolher qualquer tipo de declaração.