Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Chaves. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Chaves. Mostrar todas as mensagens

4 de janeiro de 2012

Luciano e Pedro Chaves reforçam Valadares

Luciano e Pedro Chaves são os dois reforços de inverno de Paulo Alexandre, técnico do Valadares. A formação gaiense, que lidera a Série 2 da 2ª Distrital, reforça o meio campo e o sector ofensivo, para atacar a segunda metade do campeonato e fugir ao seu mais directo perseguidor, o Pedroso. Os dois jogadores encontravam-se sem clube - o último foi precisamente o Pedroso - Desde que Manuel Rocha abandonou o comando técnico dos pedrosenses.
O Valadares visita no próximo domingo o Progresso, numa partida de capital importância para as duas equipas na luta pela subida de divisão e Paulo Alexandre mostra-se satisfeito com o rendimento da equipa até ao momento: "Ate ao momento, apesar de faltar dois jogos para o fim da 1ª volta, acho que se esta a fazer um campeonato com bom nível. Esperava estar a lutar, como estamos, por um dos primeiros lugares, agora como tinha dito, esta divisão para mim era um mistério mas fiquei surpreendido pela positiva", disse o técnico, que não se alongou muito sobre a sua estreia como técnico príncipal do clube, após três anos como adjunto de Vítor Sousa: "Era um lugar que já estava habituado porque nos últimos três anos estive como adjunto", concluiu o técnico.

13 de outubro de 2011

Pedro Chaves aborda a sua saída, e de Manuel Rocha, do Pedroso

Pedro Chaves deixou o Pedroso
em solidariedade com Manuel Rocha
Pedro Chaves foi um dos jogadores que deixou o plantel do Pedroso em solidariedade com o técnico, Manuel Rocha. Com ele, mais quatro atletas também saíram, no caso, Luciano, Nuno, Bruno Teixeira e André Cancela, mas segundo o ex-capitão pedrosense, eram mais os jogadores que tiveram a mesma tomada de posição, mas acabaram por voltar atrás. O próprio explica de seguida, o que motivou o treinador a sair do clube e porque é que os atletas quiseram também seguir-lhe as pisadas.
Pedro Chaves começa por explicar que tudo começou ainda na pré-época: "No início desta época  tive oportunidades de jogar noutros sítios, mas a boa relação que tenho com o mister Neca (Manuel Rocha) e a insistência de alguns amigos que também poderiam ir para outros clubes, fizeram com que nos unisse-mos com o objectivo interno de subir de divisão. Este objectivo foi partilhado pela direcção aos jogadores mas não traduzido em acções. O presidente apesar de boa pessoa, é novo no mundo do futebol e sofreu forte influência da parte de quem já lá estava no clube", disse o jogador, que diz ainda que, apesar do esforço, se sentiram esquecidos: "Os jogadores andam no Pedroso por gosto ao futebol e à camaradagem, mas daí até não haver o mínimo de preocupação para com os seniores, para uma equipa que quer subir de divisão... Começamos a pré-época com muitos casos, desde irmos treinar a Ermesinde e chegamos lá e ter que voltar, porque afinal o Ermesinde já tinha avisado um director para desmarcar o jogo. Fomos fazer uma série de jogos, alguns que nos ocuparam a tarde toda, e nem lanche nem nada para o jogadores", abordando mais alguns casos caricatos: "Os treinadores e alguns jogadores é que tiveram a preocupação de comprar bolas para jogar na relva, pois o clube tinha poucas e danificadas. Na apresentação aos sócios foi uma confusão por causa de equipamentos trocados e tudo feito em cima do joelho, até que os jogadores tomaram a decisão de pagar os seus próprios equipamentos de jogo, por forma a ter um uniforme", afirmando também que a direcção não se tem mostrado muito presente no apoio à equipa: "Tudo isto aliado à pouca presença da direcção junto da equipa era prenúncio de que o plantel teria que lutar sozinho", afirmou.
Pedro Chaves aborda a saída do treinador do clube, relacionada com questões entre o técnico e a direcção, que não foram satisfeitas: "A gota de água foi a não resolução de uma situação em que o mister deu tempo para que fosse resolvida, e que eles, pareceu-me propositadamente, não resolveram a tempo e horas o que fez com que batesse com a porta. Antes, avisou primeiro o plantel e nesse momento os jogadores nem treinaram em solidariedade com o ele", desencadeando a partir deste momento, uma reacção em cadeia que se estendeu ao plantel, mas que esteve a quase para ser resolvida: "No dia seguinte eu como capitão e o Tiago também um dos capitães, marcamos uma reunião com os jogadores que abandonaram o clube, quase todos, e acabei por telefonar ao treinador para ir ter connosco. Ele juntou-se a nós e dissemos-lhe que ele era a pessoa ideal para nos comandar. Ele, algo emocionado, acabou por dizer que por nós voltaria ao clube". Pedro Chaves e mais alguns jogadores reuniram com a direcção, mas a abordagem com o técnico fez com que este voltasse atrás com a decisão de ficar no clube: "Pedimos então ao presidente para ligar ao mister, e este foi ao clube. No entanto, achou ridícula a abordagem que tiveram para com ele e definitivamente bateu com a porta. Ligou-me imediatamente a seguir à reunião e eu tratei de dizer aos jogadores o que se estava passar e para também não contarem comigo".
Manuel Rocha ainda pondeu
voltar ao clube pelos jogadores
mas acabou por manter a sua decisão
Depois disso, foram os próprios atletas a tentar solucionar o caso, mas sem o conseguirem: "Nessa reunião, nada de novo. Atitude arrogante e prepotente por parte da direcção. Reunião quente da qual saí com a ideia que mais ninguém que estava lá regressaria ao clube, apesar de eu e os meus companheiros que não ficaram, sempre incentivarmos  a ficar quem quisesse e se sentisse bem", afirmou o jogador. Contudo, a maioria dos atletas voltaram com a palavra atrás: "No dia seguinte havia jantar de convívio entre os jogadores e a equipa técnica demissionária e para meu espanto, os jogadores chegaram mais tarde porque tinham ido treinar, ou seja, regressaram ao clube. Contente pela decisão deles mas ao mesmo tempo surpreso, pois como é que de um dia para o outro e eu sendo o capitão e também o vice-capitão não fomos avisados por ninguém de que tinham regressado ao clube", atestou o jogador com alguma mágoa.
Pedro Chaves, André Cancela, Bruno Teixeira e Luciano estiveram no jogo do passado domingo entre o Pedroso e o Progresso, que terminou empatado a uma bola. O médio mostrou-se desagrado com alguns insultos que ouviu por parte dos adeptos presentes no estádio: "No domingo fui ver o jogo, juntamente com o Luciano, André Cancela e o Bruno Teixeira para apoiar os amigos, porque nós gostamos muito dos amigos e porque apoiamos o FC Pedroso, mas fomos insultados por alguns adeptos e acarinhados por outros", deixando uma mensagem a quem o criticou: "A essas pessoas gostava de dizer que não estou no Pedroso por dinheiro, porque sei que é um clube pobre. É um clube que gosto e que sempre honrei enquanto joguei e se agora não estou lá, é porque não sinto condições para servir o clube da melhor forma, pois acho que merece mais do que andar sempre a lutar para subir sem o apoio da direcção", afirmou, mas também deixou uma mensagem de apoio a quem sempre esteve do lado dos jogadores: "Estou grato a muitas pessoas no clube, amigos e massa associativa, que me apoiaram muitas vezes e a alguns elementos da direcção que sabem que também gosto deles. Desejo o melhor sucesso ao clube e contarão sempre com o meu apoio, mas agora do lado de fora", concluiu o jogador

28 de setembro de 2011

'Poker' de Pedro Chaves dá vitória ao Pedroso


O Pedroso estreou-se da melhor forma no campeonato, ao receber e golear o Soalhães por cinco bolas a uma. A estrela da partida foi Pedro Chaves, autor de quatro dos cinco golos pedrosenses, estreando-se assim com um 'poker' no campeonato. A equipa treinada por Manuel Rocha, vencia ao intervalo por uma bola a zero, com golo de Tiago Silva, mas no segundo tempo não deu hipóteses ao adversário e conseguiu mostrar toda a sua superioridade, com Pedro Chaves a facturar então por quatro vezes.
Manuel Rocha, técnico do Pedroso, referiu que a equipa teve alguma ansiedade na primeira parte, por isso o resultado era tão escasso: "Como é sabido todos os campeonatos são iniciados sempre com um índice de ansiedade muito elevado e nós não fugimos á regra. Apesar desta ansiedade, a superioridade do Pedroso foi notória e fomos para o intervalo com o 1-0, resultado este que peca por escasso. Após inicio da segunda parte, a superioridade verificou-se com golos. Para inicio foi uma excelente vitória" afirmou o treinador.
O 'A Bola é Redonda' falou com Pedro Chaves, que se mostrou feliz relativamente ao feito alcançado, até porque foi a primeira vez que aconteceu: "É uma boa sensação, principalmente porque ajudou o colectivo a superar o primeiro adversário da época. Entramos com alguma ansiedade na primeira parte, talvez por ser o primeiro jogo e essa ansiedade não estava a permitir à equipa concretizar em golo as oportunidades criadas. Na segunda parte tudo foi diferente, foi uma avalanche de futebol de ataque e que me permitiu marcar quatro golos no segundo tempo", disse o jogador.
No próximo domingo a equipa joga com o Sp. Campo e Pedro Chaves espera um bom resultado: "Não conheço minimamente o adversário. Espero um jogo difícil, porque ganhou os dois primeiros jogos e deve estar moralizado. Só espero que a nossa equipa esteja ao seu nível para poder levar de vencida este adversário", disse, mantendo a esperança em continuar a marcar golos: "A nível pessoal espero voltar a marcar para ajudar a equipa", concluiu.

15 de abril de 2011

Pedroso recebe Águas Santas e acredita na vitória

O Pedroso recebe o Águas Santas no próximo domingo, antes da equipa folgar. A formação gaiense continua na liderança da Série 1 da 2ª Distrital e pode isolar-se caso vença a sua partida, visto que o Cerco do Porto recebe o Vila FC e alguém irá perder pontos.
Pedro Chaves, avançado da formação do Pedroso, abordou o jogo de domingo, confiando na vitória da equipa: "Na primeira volta empatamos, apesar de na minha opinião ter-mos realizado uma das melhores exibições da época. Esta equipa do Águas Santas é jovem e melhorou muito com o decorrer do campeonato. Mas claro que nós assumimos o favoritismo mesmo não esperando facilidades e vamos entrar como em todos os jogos, para ganhar. Ainda acalentamos o sonho de subir de divisão e queremos dar essa alegria ás pessoas que acreditam neste grupo de trabalho. Assim sendo acreditamos em mais uma vitória no domingo", disse o jogador.
O Pedroso é claramente favorito para este jogo, até porque nas últimas partidas a veia goleadora da equipa tem estado em alta: Em cinco jogos, o Pedroso marcou 22 golos e sofreu seis, perdendo apenas uma vez e vencendo quatro. O jogo tem início às 16h, no Estádio Jorge Sampaio e será dirigido por Luís Rocha.