Mostrar mensagens com a etiqueta Sérgio Espírito Santo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sérgio Espírito Santo. Mostrar todas as mensagens

10 de março de 2014

Só podia dar empate...


Local: Estádio do Tourão
Hora: 15h
Árbitro: Diogo Oliveira

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Rui Sousa, Barreiros, Bruno Gomes, Miguel (Hélder, 46'), João, Pedro Abel (Bruno Rocha, 79'), Raul (Mohamed, 79'), Pedro Gomes (Vitinha, 59') e Pedrito.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Canidelo: Lima, Kilberg, Amaral, André (Dias, 35’), Tiago, Rascão, Nuno (Negão,64'), J. Diogo, Machado, Rui (Félix, 39’), Rui e Pedro Gabriel (Ricardo Diogo, 73').
Treinador: Lé Santos

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Vitinha (61’) do Dragões Sandinenses e Félix (89’) do Canidelo

Dragões Sandinenses: empate condiciona sonho da subida

Canidelo: resultado quase garante manutenção


O sorteio da 23ª jornada da Divisão de Honra do campeonato distrital de futebol da Associação de Futebol do Porto ditou que se realizariam vários dérbis gaienses. Um deles foi o jogo Dragões Sandinenses vs Canidelo e A Bola é Redonda esteve lá. 
O pontapé de saída foi dado pelos da casa e logo no primeiro minuto gritou-se “golo” nas bancadas de Sandim, mas não foi. Numa jogada chegada à linha do lado direito do ataque, seguida de cruzamento para Pedrito o árbitro considerou que o sandinense estava em posição irregular e nada se alterou. 
Seguiram-se quarenta e quatro minutos de futebol com muitas interrupções e pouca animosidade, com exceção para o segundo remate à baliza do guardião forasteiro, pelos pés de Gomes. 
Na segunda parte o Canidelo entrou mais pressionante e foi tendo algumas oportunidades de golo, mas foi o Dragões Sandinenses que inaugurou o marcador. 
Depois de uma substituição para cada lado, Sérgio Espírito Santo fez entrar Vitinha (aos 61') para o lugar de Gomes e não foi preciso muito para que o avançado, saído do banco, dissesse ao que ia. Dois minutos depois, Vitinha rececionou a bola dos pés de Pedrito e, com um chapéu memorável, violou as redes de Lima e marcou o 1-0. 
A história do jogo resume-se a mais um golo, o do empate, pelos pés de Félix, a cinco minutos do final da partida. Numa jogada confusa, na sequência de um centro da direita a bola fez tabela em vários jogadores e Félix foi o mais esclarecido, repondo a igualdade no marcador. 
Este resultado é penalizador para o Dragões Sandinenses e para o Canidelo tendo em conta que os dois clubes desceram uma posição na tabela classificativa. Os sandinenses passaram a ocupar o quinto lugar e os canidelenses a oitava posição. 
No final, António Mota, treinador adjunto do Canidelo considerou que “o resultado foi justo” porque "a primeira parte não foi muito bem conseguida" e, na segunda parte, a sua equipa “foi mais ousada, apesar de estar a perder, o que fez com que o empate tenha sido um bom resultado”. Para António Mota, o que fez com que os seus pupilos mudassem de atitude no segundo tempo foi a mensagem de que o Dragões Sandinenses “era um adversário ao nosso alcance e que era possível acreditar na vitória”.
Do lado dos dragões de Sandim o sentimento era diferente. Sérgio Espírito Santo admitiu ao A Bola é Redonda que o empate teve “sabor a derrota”, embora tenha reconhecido que “o jogo foi muito equilibrado em termos de atitude”. O técnico lamenta que a sua equipa não tenha conseguido “segurar o resultado quando podíamos ter matado o jogo, fazendo o 2-0”. Consciente de que não é em um mês que põe a equipa a jogar à sua imagem, Sérgio Espírito Santo faz um balanço “muito positivo” dos quatro jogos que já disputou na liderança do Dragões Sandinenses, em que conquistou duas vitórias, um empate e sofreu uma derrota. O técnico diz que “é óbvio que queria ter ganho os jogos todos, porque lutamos sempre pela vitória, mas a vida continua”. No próximo fim-de-semana o Dragões Sandinenses vai ao Castelo da Maia e Sérgio tem como objetivo “incutir aos jogadores a mentalidade ganhadora semana após semana e esperar que os resultados continuem a ser tão bons ou melhores que o que têm sido”

27 de fevereiro de 2014

Dragões Sandinenses quebrou malapata no dérbi frente ao Leverense


Local: Estádio do Tourão
Hora: 15h
Árbitro: Gustavo Correia

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Bruno Gomes, Rui Sousa e Quinzinho (Hélder 27'), Miguel, João Alves e Veiga, Raul (Vitinha 83'), Pedro Gomes (Hugo 63') e Pedrito.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Leverense: Pedrosa, Martins (Fernando 72'), Pinho, Diogo e Jorginho, João Pinho, Barbosa (Vitinha 65') e Tiago, Rafael, Adriano e Bruno.
Treinador: Joaquim Barbosa

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 3-1

Marcadores: Rui Sousa (45' de g.p. e 76') e Pedrito (65') para o Dragões Sandinenses e Pinho (78') para o Leverense

Rui Sousa brilhou na partida frente ao Leverense, juntando dois golos à boa exibição
Foto SC Dragões Sandinenses Oficial
O Dragões Sandinenses colocou um ponto final numa série de maus resultados, que ia já em cinco derrotas consecutivas, ao receber e vencer o Leverense por 3-1, em partida da 21ª jornada da Divisão de Honra da AF Porto. A formação agora orientada por Sérgio Espírito Santo acabou por ser a mais forte dentro das quatro linhas e justificou em pleno este resultado. Nem o facto de jogar com dez elementos praticamente todo o segundo tempo, devido a expulsão de Veiga com vermelho directo, enfraqueceu a equipa. Rui Sousa foi o herói do encontro, ao apontar dois dos três golos dos sandinenses, o primeiro antes do intervalo, aos 45' e na transformação de uma grande penalidade. Já no segundo tempo Pedrito aumentou a vantagem para a equipa da casa, à passagem dos 65 minutos, para novamente Rui Sousa ampliar e fechar a contagem, com o terceiro golo aos 76' de jogo. O Leverense ainda viria a reduzir dois minutos depois, mas sem conseguir alterar o rumo dos acontecimentos.
Sérgio Espírito Santo, que se estreou assim no Estádio do Tourão com uma vitória, reconheceu as dificuldades que o Leverense tentou impor, mas que a sua equipa ultrapassou: "Sabíamos que iria ser um jogo difícil, apesar das diferenças de valores e classificação de ambas as equipas. Já que, sendo um derbi e essencialmente após ter estado do outro lado, fiquei com a ideia que o Leverense ia apostar tudo neste jogo derivado a essa rivalidade. Entramos bem, com o domínio total do mesmo nos primeiros 20 minutos, onde mesmo assim não concretizando algumas boas iniciativas de jogo, o Leverense na primeira vez que chegou à nossa baliza podia ter marcado, num lance de bola parada", analisou o treinador. Porém, a equipa contornou essas dificuldades e acabou por se superiorizar: "Aos 45+2 minutos chegamos ao golo, de penalti, resultado que se ajustava ao futebol produzido por ambas as equipas. Na segunda parte voltamos a entrar bem no jogo, mas mais uma vez e após uma provocação com reacção de um nosso atleta, ficamos reduzidos a 10 elementos. A partir daí a equipa uniu-se e fez das dificuldades a arma de superação. Com essa união e espírito de sacrifício, com toda a naturalidade chegamos ao segundo e terceiro golo. O Leverense ainda reduziu num lance de bola parada, mas nunca chegou a intimidar. O resultado é justo", sentenciou o técnico.
O Dragões Sandinenses regressou assim às vitórias e aproveitou o deslize do Pedrouços para ascender ao quarto lugar na tabela classificativa, a seis pontos do segundo classificado, o Aliança Gandra. Já o Leverense está cada vez mais próximo do regresso à 1ª Distrital, visto que ocupa a última posição com apenas cinco pontos conquistados, numa fase em que faltam disputar apenas nove partidas e a desvantagem para o Castêlo da Maia, primeira equipa acima da linha de água, é de 20 pontos, quando estão 27 em disputa.

13 de fevereiro de 2014

Tozé: "Senti que já tinha feito tudo o que tinha para fazer no Dragões Sandinenses"

Tozé Madureira deixou o Dragões Sandinenses na quinta posição, a seis pontos dos dois primeiros

Tozé Madureira deixou o comando técnico do Dragões Sandinenses no final da partida do passado domingo frente ao Maia Lidador, na Divisão de Honra da AF Porto. O jogo terminou com um empate a dois golos e foi a quarta partida seguida sem vitórias do conjunto sandinense, tudo isto após cinco jogos seguidos sempre a vencer, que colocaram a equipa muito próxima dos lugares de subida. 
Sem que o objectivo ainda esteja longe de ser alcançado, o técnico achou por bem dar por encerrado o ciclo de duas épocas à frente dos destinos do clube, colocando o lugar à disposição da direcção, que aceitou o pedido do técnico.
Ao A Bola é Redonda Tozé Madureira explicou o que o levou a deixar a formação sandinense: "Já há algum tempo que tinha a ideia de que o que tinha a fazer no Dragões Sandinenses já estava feito. Foram dois anos espectaculares, lançamos muitos jogadores das camadas jovens do clube, mas a partir de certa altura comecei a sentir-me desmotivado", revelou o técnico, rejeitando assim a ideia de que a sua saída tenha a ver com a crise de resultados da equipa: "Não teve nada a ver com esta fase menos boa. São fases e no futebol elas acontecem. Mais tarde ou mais cedo tudo irá voltar ao normal", disse.
Relativamente aos objectivos da equipa, que passam por ocupar um lugar entre os dois primeiros classificados, ainda nada está perdido. A equipa tem uma desvantagem de seis pontos relativamente aos dois primeiros classificados, quando ainda faltam disputar 11 jogos e Tozé acredita que o Dragões Sandinenses ainda conseguirá chegar aos lugares de subida: "Claro que é possível. A equipa é muito boa, os miúdos estão mais fortes que o ano passado. É questão de ganhar um ou dois jogos. A equipa é forte e os jogadores são valentes e sei que vão ultrapassar esta fase", afirmou. 
Sérgio Espírito Santo é o homem
que se segue e estreia-se domingo
Agora, Tozé apenas quer descansar, mas não deixou de agradecer todo o apoio que sentiu: "Agora vou descansar até ao final da época, pois foram dois anos desgastantes. Gostei muito, foi excelente, a direcção foi excelente, os adeptos foram espectaculares, mas senti que se ficasse até ao final da época ia ficar por ficar", concluiu o técnico.
O Dragões Sandinenses já encontrou substituto para Tozé Madureira. Sérgio Espírito Santo, que já passou pelo Sousense e Leverense e esteve no São Pedro da Cova, é o senhor que se segue. A sua estreia está marcada para o próximo domingo, na difícil deslocação ao terreno do Citânia de Sanfins, às 15h.

9 de junho de 2013

Sérgio Espírito Santo será o treinador do São Pedro da Cova na próxima época

Sérgio Espírito Santo irá manter-se no
São Pedro da Cova por mais uma época
Sérgio Espírito Santo continuará no comando técnico do São Pedro da Cova na próxima época. Depois de há dias, em entrevista ao blog, ter referido que ainda haveria essa possibilidade depois de ter pensado em sair, já chegou essa confirmação e pela voz do próprio técnico: "A continuidade deveu-se essencialmente à falta de projectos mais aliciantes e de perceber que há mais procura do que oferta no mercado de treinadores. Quero manter-me a fazer o que mais gosto, treinar, e também dar continuidade ao ano zero do São Pedro da Cova, querendo que este clube volte a ser credível como noutros tempos que já o foi", revelou. O técnico aponta também a participação do clube do Concelho de Gondomar na Divisão d'Elite Pro Nacional, como uma forte razão para continuar: "O Campeonato d'Elite Pro Nacional será o expoente máximo dos campeonatos distritais e só isso, justifica estar presente. Já que levamos o São Pedro da Cova a esse campeonato, porque não dar continuidade ao nosso trabalho nessa montra do futebol distrital" afirmou.
Segundo Sérgio Espírito Santo, a época será desgastante e o objectivo passará pela manutenção neste escalão: "O objectivo do clube será a manutenção nesta divisão. O que vier acima nós aceitamos. Não vai deixar de ser mais uma época desgastante". Ainda assim, o treinador não enjeita algo mais que a manutenção: "O lema será sempre quanto mais melhor. Se puder ficar nos cinco primeiros lugares, não vou querer ficar em 10º. Agora, sei que por muito ambiciosos que possamos ser, a realidade do clube não permite querer alcançar altos voos. Um passo de cada vez", concluiu o treinador que parte assim para a sua segunda temporada nos 'mineiros'.

7 de junho de 2013

Entrevista com - Sérgio Espírito Santo (Treinador do São Pedro da Cova)

Sérgio Espírito Santo foi o treinador convidado para a rubrica 'Entrevista Com', um exclusivo do A Bola é Redonda. Ao serviço do São Pedro da Cova, o jovem técnico conseguiu que a equipa se apurasse para a Divisão d'Elite Pro Nacional na próxima temporada. Numa época onde aconteceu de tudo, terminar na quinta posição foi uma tarefa só ao alcance dos melhores e ao longo desta entrevista, que terá algumas respostas mais longas, mas que se justifica com a necessidade de se perceber a realidade do futebol distrital no seu mais puro estado, o técnico irá explicar tudo.
Não deixe de ler mais uma excelente entrevista em mais um exclusivo do A Bola é Redonda.

Plantel do São Pedro da Cova que iniciou a época 2012/13

A Bola é Redonda (ABR) - Mister, gostava que me fizesse um balanço da época do São Pedro da Cova.

Sérgio Espírito Santo (SES) - O balanço da época não podia ser mais positivo. Foi-me pedido pela direcção a manutenção o mais depressa possível, para evitar os sobressaltos dos finais de época, o que veio a acontecer. A subida à divisão d'Elite Pro Nacional foi a cereja no topo do bolo.


ABR - Sei que houve muitas dificuldades durante a época, mas ainda assim a equipa andou nos lugares do cimo da tabela. Como foi possível?

SES - Em poucas palavras não consigo passar as dificuldades todas da época. Sendo assim passo só a descrever algumas delas. A época não foi bem estruturada desde o inicio, nem a nível directivo nem na formação do plantel. Já que com os problemas financeiros que esta direcção herdou, os subsídios disponíveis obrigaram-me a ter que formar o plantel com os jogadores da época transacta e procurar que os novos atletas fossem de perto, para evitar despesas aos mesmos. Fizemos captações de ex-juniores de outros clubes, contratamos atletas sem conhecimento do valor destes, mas sim por referências de colegas. Ficamos mesmo no plantel com atletas que já estavam parados a algum tempo. 
Durante a época tivemos vários problemas desde o balneário que era os atletas da casa e os outros de fora. Atletas que nem sempre treinavam com o grupo por motivos profissionais. Um atleta que se ausentou durante três semanas para jogar futebol de rua pela selecção Portuguesa. Dispensas de atletas por falta de regras ou responsabilidade. Atletas que por falta de cumprimento deixaram o clube em várias alturas da época. Jogadores que, à falta de cumprimento do subsidio no dia estipulado, já não treinavam. Falta de luz durante a semana para treinar. Os últimos três meses treinamos em média com 10 jogadores mais alguns que treinavam para manter a forma, inclusive, jogamos com atletas que não treinavam, ora por motivos profissionais ora por falta de respeito com colegas. Jogadores da formação que, ora treinavam e logo de seguida desapareciam. Mais teria a dizer, mas são muitas as historias que fico-me por aqui.
Esta classificação só foi possível graças ao valor dos atletas, que quer se queira quer não, o treinador não faz milagres se não existir valor nos atletas. O treinador não ensina mas sim melhora as potencialidades do atleta. A um grupo restrito de jogadores, que foram uns heróis, na qualidade quer humana quer futebolística, mas acima de tudo e com tantos problemas na assiduidade. Este grupo de cerca de 12 atletas estiveram sempre presentes, mesmo nas dificuldades. Ao trabalho da equipa técnica que com muita, mas muita paciência, teve que fechar os olhos a tantos obstáculos que fomos encontrando durante a época, para que o objectivo pessoal da subida ao escalão superior fosse possível. Não deixo de dar valor à direcção por tentar com todas estas dificuldades que encontraram, enfrentarem esta época desportiva. Para eles esta subida também é um prémio merecido. Como dizia várias vezes em conversa com o meu  adjunto, colaborador, observador, conselheiro, amigo e solidário Paiva, como é possível nós a tentarmos trabalhar bem e a treinarmos mal, temos estes resultados. Imagine-se se trabalhássemos bem. Deixo esta mensagem no ar...


ABR - Depois de uma época desgastante, o São Pedro da Cova consegue a promoção à Divisão d'Elite Pro Nacional. Que comentário lhe merece essa promoção?

SES - O comentário que posso fazer é que não chega ter grandes orçamentos, muitos e grandes jogadores, ou jogadores experientes. O que me deixa orgulhoso nesta subida, e já vão três em cerca de 6 anos como treinador principal, é que com um plantel tão curto em quantidade e qualidade, com uma média de idades a rondar os 22 anos, com jogadores a fazer a primeira e segunda época de seniores e logo nesta divisão, subir é gratificante. Ao longo das semanas passei sempre a mensagem que se formos organizados, disciplinados, solidários e, acima de tudo, ambiciosos a subida era possível. Lutamos contra grandes equipas, com orçamentos elevadíssimos mas, no fim, a subida foi nossa e num honroso quinto lugar.


ABR - Porem, essa promoção chegou a estar em risco devido às alterações que a AF Porto quis fazer depois do final do campeonato. Como viu essa situação?

SES - Isso só foi possível porque o jogo de interesses da Associação, e determinados clubes, vem sempre ao de cima. O regulamento da competição é estipulado no inicio e não no fim dos campeonatos. Se havia determinadas vagas para preencher com as equipas da divisão de honra é assim que devia ficar. Todas as equipas, e nós não fugimos à regra, foram efectuando os jogos a controlar a pontuação. Posso dizer que eu, com a falta de recursos humanos, jogava para os pontos e consequente classificação. Não tinha armas para atacar ao menos defendia-me. Por isso só me deu motivo de riso ver que no futebol tudo é possível.

Festa da subida pelo Sousense, depois de vencer a Divisão de Honra da AF Porto

ABR - Acha que o alargamento para 22 clubes foi a decisão mais acertada?

SES - Por muito que goste do futebol e de competição, não concordo e acho que não foi a decisão mais acertada. 


ABR - A próxima temporada será ainda mais desgastante do que esta, visto que a Divisão d'Elite ao ter 22 clubes, isso traduz-se em 42 jornadas. Acha que um campeonato distrital pode comportar tantos jogo?

SES - Na minha opinião, a Divisão de Honra deveria só ter 18 equipas. Justifico com o facto de 42 jornadas mais a Taça de Portugal, passarem a ser muitos jogos para um atleta/trabalhador/estudante.Tal como vai obrigar os clubes a aumentar as suas despesas na construção do plantel em quantidade para enfrentar a desgastante época desportiva.


ABR - Mister, sei que não vai continuar no São Pedro da Cova. Que motivos o levam a deixar o clube?

SES - No final de época, com o desgaste da mesma e com todos os problemas que dela surgiram, a probabilidade de continuar era muito reduzida. Os motivos para não continuar no clube eram e são alguns que descrevo e outros que não referenciei. De qualquer forma, como se diz no futebol, o que hoje é verdade amanhã é mentira. Reflecti e ainda existe a possibilidade de continuar no clube. Para isso está marcada uma reunião com o Presidente para abordarmos a próxima época.


ABR - Já tem algum projecto em vista ou o telefone ainda não tocou?

SES - Até agora só me foi apresentada uma possibilidade para um novo projecto mas não veio a concretizar-se. Quando me coloca a questão se o telefone ainda não tocou, eu questiono-me.
Para quem tem poucos anos de treinador, já tem três subidas de divisão, inclusive campeão da Divisão de h
Honra, uma presença na 3ª Divisão Nacional, ficando na fase de subida. Na Divisão de Honra conquistei sempre um lugar nos cinco primeiros classificados. Abaixo desse lugar só a época passada na 1ª Distrital, no Leverense, em que alcançamos o 10º lugar. Eu pergunto a mim mesmo, "não merecia ser contactado?" Mas infelizmente isso não tem acontecido, com pena minha. Se calhar o telefone não toca, porque eu tenho um grande defeito comigo mesmo. Até à data de hoje nunca liguei para os presidentes, directores a oferecer-me, por isso é que o telefone não deve tocar.


Sérgio Espírito Santo já subiu por três vezes
nos últimos seis anos
ABR - O que espera que o clube faça na próxima temporada, num campeonato muito competitivo como será a Divisão d'Elite?

SES - O que espero que o clube faça na próxima época é que tenha mais estabilidade, quer financeira quer a nível de recursos humanos. O campeonato vai ser difícil, o que obrigará o clube a estruturar-se bem para poder fazer um bom campeonato. esse é o meu desejo.


ABR - Por último, gostaria que deixasse algumas palavras aos adeptos do São Pedro da Cova e aos leitores do blog.

SES - Ao leitores do Blog: Quero deixar uma palavra de apreço a todos os leitores sem excepção por acompanharem o mesmo. Sem vocês os nossos comentários e opiniões não faziam sentido. O futebol com menos dimensão jornalística é passado aqui pelo amigo Johnny Lino de uma forma esclarecida. A todos um bem haja. Aos sócios do São Pedro da Cova, que são adeptos fervorosos, quero dizer que nem sempre apoiaram estes jovens atletas como eles mereciam.Com o apoio de todos os sócios e simpatizantes, esquecendo o passado e colaborando no presente e futuro, o São Pedro da Cova pode e deve voltar a ser credível e uma referência de clube da Associação de Futebol do Porto. Ao meu caro amigo Johnny Lino, tenho a agradecer todo o seu trabalho em prol do futebol distrital, onde estou mais inserido. Agradecer a possibilidade de poder descrever o meu trabalho, as minhas opiniões e mostrar que nos escalões inferiores também é possível trabalhar bem. É com enorme prazer que  ouço/leio os seus comentários.

A administração do A Bola é Redonda, na pessoa do seu fundador, agradece a disponibilidade a Sérgio Espírito Santo para responder a este questionário.

11 de janeiro de 2013

Candal soma mais um ponto em casa do São Pedro da Cova


Local: Estádio do São Pedro da Cova
Hora: 15h
Árbitro: Cândido Bessa

São Pedro da Cova: Hugo, Pedro Gomes, Castro, André e Dani, Nuno, Calou (Vitinha 70') e Bosingwa, Leonel, Magano (Meneses 90') e Bertinho.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Candal: Sérgio Lima, Nuno, Nuno Miguel, Hugo Almeida (Marco 87') e Johny, Ricardinho (António 54'), Andrezinho e Ferraz, Tiga, Hugo e Vasco Oliveira (Gil 54').
Treinador: Paulo Gentil

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Nuno Miguel (25' na p.b.) para o São Pedro da Cova e Hugo Almeida (60') para o Candal

O Candal somou o oitavo empate da temporada, no passado domingo na visita ao terreno do São Pedro da Cova. Numa partida difícil, os gaienses tiveram a infelicidade de ver Nuno Miguel introduzir a bola na própria baliza, aos 25' do primeiro tempo, dando assim vantagem aos homens da casa. Já na segunda parte, aos 60' Hugo Almeida empatou o jogo, mas apesar das tentativas, o Candal não conseguiu alterar o rumo dos acontecimentos. Apesar de somar o sétimo jogo sem perder, os homens de Paulo Gentil empataram em quatro ocasiões e venceram em três.
Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, disse que este era um jogo que já esperava difícil: "Um jogo difícil, contra a equipa que neste momento tem a melhor defesa do campeonato, em que a minha equipa mesmo não fazendo um jogo brilhante, conseguiu ter algum ascendente sobre o adversário com jogadas de bom futebol", disse o técnico, que reconhece ainda a justiça do resultado, porém, a haver um vencedor teria que ser a sua equipa: "Devido ao equilíbrio do jogo aceito o empate, mas com a sensação e opinião de que a haver um vencedor, este seria o São Pedro da Cova, pois esteve mais perto do segundo golo", concluiu.
Já Paulo Gentil referiu o relvado do estádio como o principal obstáculo: "Foi um jogo difícil, num campo difícil e com um relvado que não ajudou. Tivemos o azar de sofrer um golo na própria baliza, mas na primeira parte não estivemos tão fortes ofensivamente. No segundo tempo fomos mais acutilantes nesse sector e acabamos por ser premiados com o empate", disse o técnico.
O São Pedro da Cova joga no próximo domingo com o Sobrado, enquanto o Candal recebe o Dragões Sandinenses, em mais um dérbi gaiense.

5 de janeiro de 2013

Candal em São Pedro da Cova para vencer


O Candal visita no próximo domingo o São Pedro da Cova, equipa que está na sétima posição, com 23 pontos, apenas mais um que os gaienses que ocupam o nono lugar com 22.
Depois do empate a zero em casa, com o Perafita, no passado domingo, Paulo Gentil espera que a sua equipa consiga trazer os três pontos de Gondomar: "Será um jogo muito difícil. O São Pedro da cova é uma equipa bem organizada, mas já tivemos jogos difíceis fora de casa e conseguimos pontuar. Vamos lá para tentar trazer os três pontos para Gaia", disse o técnico, que esperava estar, nesta altura da prova, mais próximo dos lugares cimeiros: "Contávamos estar mais perto dos primeiros lugares, mas vamos ver. Vamos tentar encurtar distâncias e ver o que conseguimos fazer na segunda volta", concluiu.
Já Sérgio Espírito Santo, técnico do São Pedro da Cova, também não espera facilidades: "Será mais um jogo difícil, no nosso estádio e perante a nossa massa associativa, onde não temos conseguido manter os níveis exibicionais dos jogos fora de casa. Do outro lado esperamos um Candal forte, boa equipa, com a melhor defesa do campeonato e que vem a São Pedro da Cova para não perder", disse.
Do lado do Candal, Postiga não joga devido a castigo. A partida tem início marcado para as 15h de domingo, no Estádio do São Pedro da Cova.

4 de janeiro de 2013

Segunda derrota seguida dos Dragões Sandinenses deixam equipa em posição incómoda


Local: Estádio do Tourão
Hora: 15h
Árbitro: Nuno Lopes

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto (Joel 70'), Rui Sousa, Paulo Novo e Bruno Gomes, Miguel (Barreiros 80'), Jesus e Hélder (Machado 46'), Nuno Silva, Zezinho e Palheira (Pedro Abel 46').
Treinador: Tozé

São Pedro da Cova: Hugo, Bosingwa, Pedro Gomes, Castro e Manuel André, Bessa (Ricardo Calou 70'), Bertinho e Leonel, Dani, Nuno Martins (Fernandes 90+2') e Magano.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Resultado ao intervalo: 0-2
Resultado final: 1-2

Marcadores: Nuno Martins (15') e Leonel (41') para o São Pedro da Cova e Rui Sousa (71' de g.p.) para o Dragões Sandinenses

O Dragões Sandinenses somou a segunda derrota seguida nesta fase final da primeira volta e caiu para o 14º lugar, primeiro acima da linha de água, com apenas 17 pontos, os mesmos do Baião clube imediatamente abaixo da zona de descida e próximo adversário dos gaienses. 
A formação orientada por Tozé não entrou bem no jogo e ao fim dos primeiros 45' já perdia por duas bolas a zero, com golos de Nuno Martins (15') e Leonel (41') para os visitantes. Já na segunda parte Tozé tentou mudar o rumo dos acontecimentos fazendo entrar Pedro Abel para o lugar de Palheira, mas o médio esteve pouco mais de dez minutos em campo, recebendo ordem de expulsão por parte do juiz da partida, Nuno Lopes. Com menos um jogador em campo e a perder por 0-2, a tarefa dos gaienses tornou-se ainda mais complicada, tendo ainda reduzido a desvantagem a vinte minutos do final, por intermédio de Rui Sousa na marcação de uma grande penalidade. No entanto o resultado não se alterou e os visitantes levaram os três pontos.
No final, Tozé admitiu que este foi o pior jogo da época do Dragões Sandinenses: "Foi um jogo onde entramos mal e fizemos o pior jogo da época. A primeira parte foi má e quando acordamos já era tarde de mais. Ainda por cima tivemos mais uma arbitragem que prejudicou a minha equipa, pois já é o quarto jogo seguido que não termino com 11 atletas em campo. Acabamos por não pontuar e estamos numa posição complicada", disse o técnico.
Já Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, afirma que esta foi a melhor primeira parte da época da sua equipa: "Apesar de não entrarmos bem no jogo, fizemos uma excelente primeira parte com um futebol apoiado e de boa qualidade, onde chegamos ao intervalo a vencer por 2-0 com todo o mérito. Na segunda metade o adversário, como lhe competia, entrou forte à procura de inverter o resultado, obrigando-nos a estar concentrados e tentar contrariar essa vontade de reduzirem a nossa vantagem. No final do jogo era um treinador feliz, pois os meus atletas presentearam-me com uma brilhante primeira parte, algo a que já não assistia há muito tempo, com um excelente futebol, na minha opinião a melhor até agora. Por isso os meus parabéns para eles", disse o técnico, elogiando também a postura do adversário: "Na minha opinião o resultado é justo, perante um adversário que pela sua entrega e qualidade valorizou ainda mais a nossa vitória", concluiu Sérgio Espírito Santo.
O Dragões Sandinenses volta a jogar em casa no próximo domingo, na recepção ao Baião e o São Pedro da Cova recebe o Candal.

15 de novembro de 2012

Serzedo empata em São Pedro da Cova


Local: Estádio do São Pedro da Cova
Hora: 15h
Árbitro: Manuel Moreira

São Pedro da Cova: Hugo, Castro, André, Dani e Nuno, Zé d'Angola (Mancilha 44'), Bosingwa (Vitinha 85') e Leonel (Pedro Gomes 71'), Magano, Fernando e Bertinho.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Serzedo: César, Tiago, Diogo (Veiga 46'), Rui Franco e André (Ricardo 67'), Pedro, Vitinha e Bruno Faria (Daniel 87'), Luís, Joãozinho (Pedro 67') e Ruizinho (Micael 46').
Treinador: Pedro Dominguez

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

O Serzedo conseguiu somar um ponto na deslocação ao terreno do São Pedro da Cova. A equipa de Sérgio Espírito Santo não está a atravessar a melhor fase, somando cinco derrotas nas últimas sete partidas. Já o Serzedo chegou a este jogo quase recuperado do mau início de época, que originou três derrotas nas três primeiras jornadas. 
Numa partida equilibrada, o terreno de jogo foi o principal adversário dos dois conjuntos, devido ao seu mau estado, por isso, o resultado acaba por ser justo.
Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, referiu isso mesmo: "Quanto à minha equipa, notou-se alguma ansiedade e falta de adaptação às más condições do relvado, o que nos dificultou imenso o nosso jogo de equipa", disse o técnico, que lamentou a lesão de Zé d'Angola, uma lesão no joelho e que deverá afastar o jogador das próximas partidas. Sérgio Espírito Santo refere ainda um lance em que a sua equipa introduziu a bola na baliza de César: "Ainda fizemos um forcing final, onde inclusive chegamos ao golo, que foi prontamente invalidado pelo juiz da partida, numa mão casual mas com interferência no lance. Mesmo assim o resultado é justo", adiantou o técnico, que deixou ainda alguns elogios ao adversário: "Notou-se que veio a São Pedro da Cova com o objectivo de pontuar, o que veio a conseguir, procurando jogar um futebol apoiado e de boa circulação de bola, o que também veio a acontecer", concluiu.
Já Pedro Dominguez, treinador do Serzedo, também comentou o estado do relvado: "Faltou melhores condições do terreno de jogo, um relvado natural em muito mau estado, o que fez com que a qualidade do jogo baixasse, desenrolando-se muito a meio campo. Penso que no fim o resultado é justo, tendo em conta as oportunidades que houveram, contei uma para cada lado, por isso o empate ajusta-se", referiu Pedro Dominguez, contrariado, no entanto, por Sérgio Espírito Santo: "Fomos a equipa que dispusemos das melhores oportunidades para marcar", disse.
Na próxima ronda o Serzedo recebe o Candal, enquanto o São Pedro da Cova visita o Ermesinde.

25 de outubro de 2012

Sérgio Espírito Santo: "Vamos dar a volta por cima"

Sérgio Espírito Santo, ex-Leverense, é o treinador do São Pedro da Cova

O São Pedro da Cova perdeu no passado domingo com o Oliveira do Douro, por duas bolas a uma, e somou a quarta derrota consecutiva no campeonato depois de ter conseguido duas vitórias na duas primeiras jornadas. Sérgio Espírito Santo, treinador da formação gondomarense, desvaloriza essa questão e afirma que a sua equipa irá dar a volta por cima: "Existiram vários factores que não permitiram que o São Pedro da Cova estivesse na máxima força em todos os jogos até agora realizados, mais ainda quando se tem um plantel jovem e curto. Mas não vou agora aqui, nem me desculpar pelas derrotas, nem dizer quais os problemas porque nós passamos. No Sõ Pedro da Cova todos nós sabemos as dificuldades que temos que enfrentar diariamente e que, o grupo com maior ou menor dificuldade, vai dar a volta por cima", garantiu o treinador.
Relativamente ao jogo com os oliveirenses, Sérgio Espírito Santo diz que a sua equipa não esteve ao seu melhor nível: "Penso que o jogo na primeira parte não foi muito bem jogado, com a minha equipa um pouco aquém do valor que tem, a não conseguir fazer uma boa circulação de bola como pode e deve fazer. O início da segunda parte não podia ser pior, onde sofremos o empate e consentimos o 2-1 logo de seguida,  num lance de duplo canto, onde o primeiro não existiu, só na cabeça do auxiliar. A jogar com menos um jogador e em desvantagem no resultado, procuramos reagir mais com o coração do que com a cabeça, onde após algumas alterações posicionais na equipa, conseguimos fazer recuar o Oliveira do Douro, mas sem conseguir chegar com perigo à zona de finalização. Na minha opinião o momento do jogo foi a expulsão do nosso jogador", referiu Sérgio Espírito Santo.
Baião é o próximo adversário dos
gondomarenses
O próximo jogo do São Pedro da Cova é com o Baião, equipa que ocupa a segunda posição na classificação e que este fim-de-semana perdeu com o Perafita. Sérgio Espírito Santo mostra confiança para esta partida: "Esperamos trabalhar muito e que a equipa volte a mostrar o valor que já mostrou em alguns jogos e a vitória seja nossa. Sabemos que o Baião é uma equipa bem organizada e de grande valor, mas em casa queremos mandar nós", concluiu o técnico.
O São Pedro da Cova recebe o Baião no próximo domingo, às 15h.

24 de outubro de 2012

Oliveira do Douro vence quatro partidas depois


Local: Estádio Mnucipal da Lavandeira
Hora: 15h
Árbitro: Nélson Pascoal

Oliveira do Douro: Ricardo, Nicola (João Pinto 18'), Isidro, Bruno Cardoso e Rómulo, Pedrinho (Tiago 78'), Rúben (Diogo 62') e Dani, Bruninho, Hugo Figueiredo e Miguelito (Miguel Neves 40').
Treinador: Mário Heitor

São Pedro da Cova: Miguel mota, Castro, André (Vitinha 70'), Nuno e Paulo Silva, Zé d'Angola, Bosingwa e Magano, Bertinho, Dani e Fernandes (Bessa 83').
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Resultado ao intervalo: 0-1
Resultado final: 2-1

Marcadores: Dani (25') para o São Pedro da Cova e Hugo Figueiredo (49' e 64') para o Oliveira do Douro

O Oliveira do Douro regressou às vitórias no passado domingo ao receber e vencer o São Pedro da Cova por 2-1. A formação gaiense ainda teve que suar para conseguir somar os três pontos, já que os visitantes se adiantaram no marcador ainda na primeira parte, por intermédio de Dani, aos 25 minutos de jogo. Porém já no segundo tempo o génio de Hugo Figueiredo fez-se notar e com dois golos deu a volta ao marcador e devolveu a sua equipa às vitórias, depois de três derrotas seguidas e um empate.
Mário Heitor, treinador dos oliveirenses, dividiu o jogo em dois momentos. A primeira parte foi marcada pela ansiedade e pelas poucas oportunidades de golo. Ainda assim, o São Pedro da Cova adiantou-se no marcador: "Foi extremamente difícil, muito devido à ansiedade dos meus jogadores em querer regressar às vitórias na nossa casa. Esta ansiedade provocou pouca clarividência e algum medo de arriscar, o que fez com que a primeira parte fosse monótona e com poucas oportunidades. O São Pedro da Cova marcou um golo aos repelões entre ressaltos e pouco discernimento, talvez na única vez que se aproximou da nossa área", começou por analisar o técnico, que destacou a organização do adversário para realçar a importância deste resultado: "A segunda parte foi em tudo diferente, com muito mais atitude e vontade do que a verificada na primeira metade. Fomos superiores, criamos vários lances para finalizar e tivemos a sorte de marcar nos momentos certos. O São Pedro da Cova é uma excelente equipa, muito bem organizada, o que faz com que esta vitória seja muito motivante", acrescentou o técnico.
Este resultado leva a equipa até ao 12º posto, com sete pontos, em vésperas de visitar o Candal, em mais um dérbi gaiense. Já o São Pedro da Cova não vence há quatro jogos, somando por derrotas essas mesmas partidas realizadas. 

12 de maio de 2012

Sérgio Espírito Santo deixa Leverense

Sérgio Espírito Santo deixa o Leverense

Sérgio Espírito Santo, técnico que esta temporada esteve ao serviço do Leverense, deixou o comando da equipa logo após o jogo que terminou com derrota frente ao Atl. Rio Tinto, que os gaienses perderam por 3-2. Ao blog, o técnico explicou as razões que o levaram a sair de Lever, deixando a equipa na 11ª posição com 42 pontos: "Durante a época que findou tive vários convites para sair, inclusive da Divisão de Honra da Associação de Futebol do Porto que nunca aceitei, por querer cumprir o meu compromisso assumido no inicio da temporada até o final. Campeonato terminado, é altura de reflectirmos no que é melhor para todos" adiantou o treinador, que revelou os motivos pelos quais deixa o clube: "Com pena minha, já informei tanto a direcção em fim de mandato como os próprios atletas, que os meus objectivos pessoais passam por abraçar novos projectos mais ambiciosos, se possível em escalões superiores ou em objectivos de luta pela subida de divisão, que neste momento não é possível no Leverense. Portanto, mesmo sem o meu futuro definido, a minha saída do Leverense é um dado consumado, esperando por novas oportunidades de trabalho", concluiu Sérgio Espírito Santo.

10 de maio de 2012

Leverense fecha campeonato com derrota


O Leverense terminou o campeonato com mais uma derrota, ao perder na deslocação ao Atl. Rio Tinto por três bolas a duas. O Leverense ainda se adinatou no marcador, mas pouco depois sofreu o golo do empate e já perto do apito para o intervalo, os homens da casa deram a volta ao marcador. No segundo tempo o Atl. Rio Tinto ainda ampliou a vantagem para 3-1, mas nos instantes finais da partida o Leverense reduziu e fixou o resultado final em 3-2. Com este desfecho, os gaienses terminaram na 10ª posição, com 42 pontos, os mesmos que o adversário do passado domingo.
Técnico falhou objectivos pessoais
mas cumpriu os do clube
Sérgio Espírito Santo lamenta esta derrota e iliba os jogadores menos utilizados, que fizeram parte da equipa de defrontou o Atl. Rio Tinto: "Disse que ia dar oportunidade de jogar a jogadores que foram menos utilizados, mas que fizeram por merecer esta mesma oportunidade. Assim o fiz, mas não serve de desculpa para a derrota, já que não foi porque alteramos o onze inicial, que não conseguimos o objectivo de vencer este último jogo do campeonato", realçou o treinador, que por tudo aquilo que se passou durante os 90 minutos "na minha opinião o empate era o resultado mais justo", disse.
Sérgio Espírito Santo faz ainda um balanço da temporada, onde afirma ter atingido os objectivos do clube, mas não os pessoais: "Sabendo que não seria um uma época fácil e que iria encontrar algumas dificuldades para impor o meu trabalho, o objectivo do clube foi cumprido. Apesar da manutenção concretizada, tenho a dizer que o meu objectivo pessoal não foi atingido, já que no inicio da época disse que iria lutar pelos lugares cimeiros, o que não veio acontecer. No entanto foi o trabalho possível, perante tantas dificuldades e problemas que fomos passando durante os nove meses de trabalho", destacou o treinador, salientando que nada tem apontar aos dirigentes ou jogadores do clube: "Também posso dizer, que nada tenho a apontar a nível pessoal aos responsáveis pelo clube tanto como aos jogadores, que sempre cumpriram com as suas obrigações, pois fizeram o que podem e o que sabem e, quando assim é, nada podemos apontar. No fundo, analiso que foi uma época boa dentro do que é possível fazer, para um clube que tem estas limitações", concluiu o treinador, que não deverá continuar à frente do comando técnico dos gaienses na próxima temporada.

28 de abril de 2012

Leverense sem sorte no Complexo Desportivo de Leça do Balio

No passado domingo, o Leverense acabou derrotado pelo Leça do Balio, por três bolas a zero, em casa dos matosinhenses. Na passada quarta-feira, os gaienses voltaram a jogar fora, frente ao Foz e voltaram a perder. Em comum, o mesmo local de jogo, ou seja, o Complexo Desportivo de Leça do Balio. Sem vencer vai já para três meses, o Leverense está na 10ª posição, com 39 pontos e já viu o Atl. Rio Tinto igualar em pontos.
Sérgio Espírito Santo, treinador do Leverense, aborda precisamente esse facto: "Mais uma vez tenho que dizer que o resultado é injusto. As vitórias morais não dão pontos, mas tenho que louvar a atitude dos meus jogadores pelo que fizeram, pois mereciam mais sorte e a vitória neste jogo. Tendo este jogo sido realizado no mesmo campo de jogos de há três dias atrás, onde também perdemos, julgo ser  um campo que não nos deu sorte", referiu o treinador, analisando a partida: "Considero este jogo a segunda parte de dois jogos de 90 minutos onde fomos claramente superiores a ambos os adversários, e não conseguimos materializar em golos as oportunidades criadas nos dois jogos. Nesta partida, como na de domingo, pecamos mais uma vez na finalização e numa falha nossa, num lance de bola parada, sofremos o golo que deu a vitória ao Foz. Não tenho nada a apontar aos meus atletas, pois mais uma vez fomos uma verdadeira equipa, onde só pecamos na finalização e acabamos por perder três pontos", disse o técnico.
O próximo jogo do Leverense é em casa, no dérbi frente ao Gulpilhares, equipa que nas últimas jornadas voltou a adquirir a veia goleadora de algumas jornadas atrás. Sérgio Espírito Santo espera poder regressar aos triunfos, e logo no último jogo em casa para o campeonato: "Espero um bom jogo, pois considero o Gulpilhares uma das melhores equipas deste campeonato, com atletas bastante experientes nesta divisão. À minha equipa, peço que mantenha o nível exibicional dos últimos dois jogos, trabalhando na procura da estrelinha da sorte que nos tem faltado nestes jogos, para podermos acabar o campeonato em casa com uma boa vitória", concluiu.
O jogo está agendado para este domingo, com início marcado para as 16h e arbitrado por Bruno Ferreira.

24 de abril de 2012

Derrota 'mentirosa' do Leverense frente ao Leça do Balio


Local: Complexo Desportivo de Leça do Balio
Hora: 16h
Árbitro: Hugo Cardoso

Leça do Balio: Dinis, Rúben, Virgílio, Rui Stam e Ruca, Pimentel, Káká (Feliciano 46') e Carlitos, Areias (Tiago 46'), Bessa (Francisco 76') e Vítor Carneiro.
Treinador: António Freitas

Leverense: António, Jorge Manuel, Hugo, Fernando (João 85') e Rúben, André, Bruno e Agostinho, Joel (Hugo 87'), Mariano e Almiro (Constantino 67').
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 3-0

Marcadores: Bessa (9' e 67') e Tiago (78')

O Leverense perdeu por três bolas a zero, na deslocação ao terreno do Leça do Balio, no passado domingo. Porém, Sérgio Ribeiro, não concorda com este resultado: "Não é fácil falar deste jogo, pois quem não viu fica com a ideia da superioridade do adversário.Este resultado é uma mentira, já que apesar de muitas ausências na equipa, foi dos jogos mais bem jogados que a minha equipa fez até agora. Podíamos ter goleado e acabamos goleados, é futebol", começou por referir o treinador. A equipa da casa entrou a marcar cedo, logo aos nove minutos, por intermédio de Bessa. O Leverense tentou responder, mas não conseguiu chegar ao golo e já nos últimos vinte minutos de jogo, acabou por sofrer mais dois tentos, novamente por Bessa, que bisou na partida (67') e depois por Tiago (78'). Sérgio Espírito Santo analisou o jogo: "Entramos muito bem no jogo, criamos três boas oportunidades de golo nos primeiros cinco minutos, não concretizadas, e aos sete sofremos o primeiro golo na primeira oportunidade do adversário.Com uma boa circulação de bola ainda dispusemos de várias situações para chegarmos ao empate, mas sem o conseguir. Na segunda parte mantivemos o mesmo nível, com classe, organização, criando mais uma série de boas oportunidades, mas após uma mão na área adversária, em que ficou por marcar um penalti, na jogada seguinte consentimos o segundo golo. Já perto do final sofremos o terceiro golo, num lance de bola parada", referiu o técnico.
Por tudo isto, Sérgio Espírito Santo não concorda com a justiça do resultado: "Tenho que dizer que é completamente injusto este resultado, já que fomos a melhor equipa em campo, onde só pecamos na finalização. Gostaria de dizer que perdemos, mas de cabeça erguida, estando orgulhoso e muito satisfeito com os meus atletas e o futebol apresentado por eles neste jogo. Com este nível, possivelmente estaríamos melhor classificados", adiantou o treinador. O Leverense somou a primeira derrota em cinco partidas, no entanto, já não vence há nove jogos. A equipa ocupa a 10ª posição e na próxima quarta-feira visita o Foz, onde o seu treinador espera "ganhar e jogar bem, para mantermos ou melhorarmos a posição na tabela classificativa".
A partida será disputada às 16h

21 de abril de 2012

Leverense procura vitória que foge há mais de dois meses

O Leverense já não vence há mais de dois meses. A última vitória do conjunto de Sérgio Espírito Santo aconteceu a 12 de Fevereiro, na recepção ao Marco 09, na altura uma vitória por três bolas a zero, com hattrick de Bruno Vasconcelos. desde esse jogo, a formação gaiense empatou seis partidas e perdeu duas vezes, somando apenas seis pontos em 24 possíveis.
Apesar disso, a equipa já garantiu a permanência na 1ª Distrital, à luz dos 39 pontos conquistados até agora, o que colocam a equipa na 10ª posição. O adversário do próximo domingo, o Leça do Balio, também já garantiu a manutenção, por isso, Sérgio Espírito Santo espera um bom jogo, sem pressões e quer regressar às vitórias: "Com o objectivo cumprido por ambas as equipas, este será mais um jogo em que procuraremos vencer, para retomar o caminho das vitórias. Algo que já não acontece há vários jogos", disse o técnico.
O jogo está marcado para as 16h, no Complexo Desportivo de Leça do Balio e terá arbitragem de Hugo Cardoso.

20 de abril de 2012

Quinto empate seguido para o Leverense


Local: Estádio do Leverense
Hora: 16h
Árbitro: Pedro Estela

Leverense: Zé Tó, Jorginho, Pinho, Nendo e Ruben, André, Bruninho (Vidal 80') e Agostinho, Joel, Luisinho (Adriano 46') e Escuro (Djaló 46').
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Cerco do Porto: Diogo, Folgosa, Frango, Caracol e Oliveira, Carvalho (Jackson 21'), Chiquinho e Nando, Serginho (Miguel 68'), Ferreirinha e PEdrinho.
Treinador: Nuno e Neves

Resultado ao intervalo: 0-1
Resultado final: 1-1

Marcadores: Nando (44') para o Cerco do Porto e Pinho (74') para o Leverense

O Leverense somou o quinto empate consecutivo a uma bola, no passado domingo, na recepção ao Cerco do Porto. A eqiupa Sérgio Espírito Santo não vence desde 12 de Fevereiro, altura em que derrotou o Marco 09 por três bolas a zero, no entanto, apenas perdeu por duas vezes, registando seis empates e todos pelo mesmo resultado.
Nesta partida, os visitantes adiantaram-se no marcador, por intermédio de Nando ainda antes do intervalo, mas perto do último quarto de hora final, Pinho reestabeleceu a igualdade para a equipa da casa. Perto do final a vitória poderia ter sorrido a qualquer uma das equipas, mas o capítulo da finalização não esteve em sintonia e o jogo terminou empatado.
Sérgio Espírito Santo, treinador do Leverense, refere que o resultado final acaba por se ajustar: "O resultado acaba por ser justo, pela entrega do adversário", numa partida onde, na opinião do treinador, houve duas partes distintas: "Um jogo que teve duas partes distintas. Se na primeira parte não estivemos bem, com dificuldade em ter a bola em nosso poder, não criando nenhuma oportunidade de golo de registo e onde o Cerco do Porto esteve melhor e através de um lance de bola parada chegou ao golo. Na segunda parte entramos bem, depois de algumas alterações, praticando um futebol de melhor qualidade, remetendo o adversário para a sua zona defensiva, onde após algumas situações de golo, conseguimos chegar ao empate", disse o técnico, que gostou dos minutos finais do encontro, onde as duas equipas poderiam ter chegado à vantagem: "Já no tempo de compensação podíamos ter chegado à vantagem, não concretizando uma flagrante oportunidade de golo com dois dos nossos avançados completamente sozinhos na pequena área, a não conseguiram finalizar com êxito esse lance. Após este lance, o adversário também podia ter desfeito a igualdade, com duas boas situações de golo e com duas grandes defesas no nosso guarda-redes", concluiu o treinador.
O Leverense ocupa a 10ª posição, com 39 pontos somados e o objectivo da permanência já foi garantido. Na próxima ronda a formação gaiense visita o Leça do Balio, equipa que também já garantiu o manutenção.

10 de abril de 2012

Sérgio Espírito Santo - "Para o Leverense se manter na frente, muita coisa tinha que mudar"

Sérgio Espírito Santo analisa a época do Leverense

O Leverense até começou bem o campeonato, mas alguns resultados negativos atiraram a equipa para o meio da tabela. Sem ambições de subida, o Leverense começou o campeonato da melhor forma, ocupando os lugares cimeiros e discutindo taco a taco até à sétima jornada a liderança da classificação, chegando mesmo a ocupar o primeiro posto durante a quarta e a quinta ronda. Contudo, os resultados que se seguiram não foram os melhores e a equipa caiu para o meio da tabela, ocupando actualmente o 10º lugar com 38 pontos. Sem vencer há sete jornadas e apesar de já ter a manutenção garantida, Sérgio Espírito Santo, treinador da equipa, não está satisfeito com a posição na tabela classificativa e afirma que o Leverense poderia estar entre os seis primeiros, se algumas coisas mudassem: “Pelo que venho a constatar do clube e das suas possibilidades, estamos a fazer um campeonato dentro das expectativas e pretensões da direção. Não quero dizer com isto, que estou satisfeito com a posição actual na tabela classificativa, que é o 10º lugar, pois no meu entender e apesar das dificuldades que vamos passando, poderíamos estar nos seis primeiros classificados sem muito custo”, diz, apontando algumas dessas dificuldades: “Tivemos um bom início de campeonato jogando contra equipas mais acessíveis, o que nos permitiu ganhar alguns pontos importante. Depois, vieram os problemas comuns dos clubes que não tem subsídios para dar, onde os atletas têm que, por vezes, se ausentar dos treinos e jogos por motivos profissionais sem que nada possamos fazer. Essas ausências não ajudam a trabalhar bem, o que nos tem levado a alterar a equipa praticamente todas as semanas, inclusive, termos jogadores a jogar sem treinar”, diz ainda o treinador, dando a receita para que o clube possa pensar noutras posições que não o meio da tabela: “Para que o Leverense se pudesse manter na frente do campeonato, muita coisa tinha que mudar, já que para se ter sucesso deve existir uma boa organização, um plantel ambicioso, muito sacrifício e disponibilidade de todos, o que nem sempre tem acontecido”, concluiu.
O Leverense joga em casa no próximo domingo, recebendo o Cerco do Porto às 16h.

23 de março de 2012

Leverense volta a escorregar nos instantes finais


Local: Estádio do São Félix
Hora: 15h
Árbitro: Pedro Lopes

São Félix: Faria, André (João 82'), Júlio, Leal e Leandro, Luís Almeida, Tiago Gomes e Didi, Tiago Costa (Nelsinho 67'), Nélson Oliveira e Vítor Hugo (Alvarenga 23').
Treinador: Manuel António

Leverense: Faria, Jorginho, Sandro (Pinho 50'), Fernando e Rúben, André, Bruninho e Agostinho, Vidal (Djaló 65'), Adriano e Bruninho (Luís 46').
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Adriano (78') para o Leverense e Luís Almeida (90+2') para o São Félix

Disciplina: Cartão vermelho a Didi (88') do São Félix

São Félix e Leverense empataram a uma bola, em partida disputada no passado domingo, em São Félix da Marinha. A formação de Sérgio Espírito Santo voltou a ceder pontos nos instantes finais da partida, depois de ter ganho vantagem com o golo de Adriano, aos 78 de jogo. No entanto, Luís Almeida ainda teve tempo para reestabelecer o empate, quando passavam já dois minutos depois dos 90 regulamentares. Foi a terceira vez nos últimos jogos que o Leverense cede pontos nos instantes finais dos jogos, tendo-se verificado esta situação nos jogos com o Valonguense (24ª) onde a equipa acabou por perder o encontro e depois na jornada anterior, com o Ataense, onde sofreu o empate quatro minutos depois da hora.
Sérgio Espírito Santo refere que não existe nenhum antídoto para evitar estas situações: "Não existe nenhum antídoto na farmácia para a falta de concentração da minha equipa, para evitar este tipo de situações, mas sim, treina-se para melhorar os níveis de concentração,experiência e maturidade. Quando não se treina ou não se treina bem, não se está concentrado no que se faz, não se quer aprender ou melhorar, podem surgir com frequência este tipo de situações de intranquilidade, que levam a falhas comprometedoras nos jogos. Deveríamos estar disponíveis quer física, quer psicologicamente, para sermos mais eficientes, o que nem sempre tem acontecido", afirma o técnico.
Já sobre a partida em si, Sérgio Espírito Santo afirma que a equipa esteve bem, apesar das várias ausências registadas: "Apesar de várias ausências na equipa, penso que entramos bem no jogo, bem organizados, com boa circulação de bola, onde pecamos um pouco na melhor leitura dos lances e no ultimo passe para golo. Se na primeira parte, o jogo foi equilibrado e mesmo sem oportunidades flagrantes de golo, penso que estivemos mais perto de o obter. Na segunda parte e após algumas alterações na equipa, conseguimos chegar ainda com mais perigo à baliza do São Félix e numa dessas oportunidades conseguimos chegar ao golo" adiantou o técnico.
O Leverense joga no próximo em casa com o Avintes, mais um dérbi gaiense, ás 15h.

15 de março de 2012

Leverense sofre empate nos instantes finais


Local: Estádio do Leverense
Hora: 15h
Árbitro: Bruno Chasqueira

Leverense: Faria, Jorginho, Pinho, Fernando e Djaló, André, Nelinho (Diogo 65') e Agostinho (Sandro 78'), Bruninho, Joel e Bruno Vasconcelos (Vidal 55').
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Ataense: Rui, Márcio, Dani (André 46'), Filipe e Cruz, Brandão, Gui e Cafú (Gil 68'), Marco, Vitinha e Paulo (Fábio 65').
Treinador: Fernando Mendes

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Bruninho (45') para o Leverense e Cruz (90+4') para o Ataense

Grande balde de água fria, no passado domingo, tiveram os adeptos que se deslocaram ao Estádio Comendador Pimenta da Fonseca, para assistir ao Leverense-Ataense. A formação gaiense esteve a vencer, depois do golo de Bruninho antes do intervalo, mas já muito perto do apito final, no período de compensação, o Ataense acabou por chegar à igualdade, através de um golo de Cruz, gorando assim a conquista de mais três pontos para o Leverense, que somou assim o quarto jogo seguido sem vencer.
Sérgio Espírito Santo estava desolado no final do encontro, acabando por referir que a sua equipa foi perdulária na hora da finalização: "Uma primeira parte onde não estivemos bem, com a minha equipa sem velocidade, sem ideias, fazendo um futebol quase sempre directo, o que permitiu ao Ataense, com um futebol mais apoiado e com mais posse de bola, controlar o jogo, mas mesmo assim e sem justificar, chegamos ao intervalo a vencer no ultimo lance da primeira parte. Na segunda parte apresenta-mo-nos com outra disposição, criamos várias situações de golo com o avançado na cara do guarda-redes, mas sem conseguir concretizar. Após algumas alterações forçadas por motivos de lesão, fomos perdendo o controlo do jogo, com a equipa a desorganizar-se, o que permitiu ao Ataense criar mais perigo na nossa baliza. E como no futebol quem não mata morre, no ultimo lance do jogo, num canto contra, sofremos o empate, algo injusto", analisou o técnico dos gaienses.
Já Fernando Mendes, treinador do Ataense, atirou-se à forma de jogar do Leverense, afirmando que a sua equipa perdeu dois pontos: "No passado domingo perdemos dois pontos dos três em disputa. Durante todo o jogo apresentamos todos os nossos argumentos, mas tinhamos pela frente um adversário que se limitou a jogar no nosso erro, muito fechado, acentuando-se esse facto durante toda a segunda parte. A minha equipa joga em qualquer campo para ganhar, não utilizando em nenhum jogo sistemas super-defensivos nem tão pouco anti-jogo", analisou Fernando Mendes.
Com este resultado o Leverense igualou o Atl. Rio Tinto no nono lugar, com 35 pontos, enquanto que o Ataense assumiu a sexta posição, com 40 pontos conquistados. No próximo domingo o Leverense joga em casa do São Félix, enquanto que o Ataense recebe o Foz.