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6 de fevereiro de 2015

Grijó somou terceiro triunfo consecutivo


Local: Estádio Municipal da Póvoa de Varzim
Hora: 15h
Árbitro: Manuel Silva

Varzim B: Marinho, Daniel, Roberto, Hernâni (Paulo Benta 65') e Zezinho, Carlão, Carlitos e Lucho (Pedro Ribeiro 76'), Paulo Jorge (Hélder Pinto 65'), Vítor Hugo e Góis (César 76').
Treinador: Quim Berto

Grijó: Nuno, César, Cuca, Flávio e Artur, Pedro Ferreira, Miguel Pinto (Paulo Lopes 23'), Manuel Pinto e Tiago Carvalho (Miguel 89'), Vando e Bruno Fogaça (Alex 93').
Treinador: José Pedro

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-1

Marcador: Tiago Carvalho (83')

Tiago Carvalho tem estado em evidência no Grijó 
O Grijó somou a terceira vitória consecutiva na Divisão d'Elite Pro Nacional. A formação orientada por José Pedro deslocou-se ao terreno do Varzim B e venceu por uma bola a zero, com um golo apontado por Tiago Carvalho a sete minutos do final da partida. Numa partida equilibrada, coube ao avançado, ex-Lusitânia de Lourosa, transformar-se no herói da partida e assim catapultar o Grijó para a melhor série de vitórias consecutivas desde o início do campeonato, confirmando o bom momento de forma que a equipa atravessa. 
Esta vitória colocou a equipa na nona posição, com 33 pontos, menos dez que o primeiro classificado, o São Martinho, mantendo ainda o sonho do regresso ao Campeonato Nacional de Seniores já esta época.
O Grijó joga em casa no próximo domingo, às 15h, recebendo o São Pedro da Cova, numa partida onde é favorito à vitória. A última vez que estas duas equipa se encontraram, empataram sem golos, em jogo da 23ª jornada da Divisão de Honra na época 2010/11.

18 de dezembro de 2014

Candal vence e mantém-se fora da zona de despromoção


Local: Estádio Rei Ramiro
Hora: 15h
Árbitro: Diogo Oliveira

Candal: Dida, Pedro Santos, Monteiro, João Castro e Joel Neves, Renato, Russo e Hugo Almeida, Ivandro, Everton (Ricardinho 27'/Álvaro 60') e Miccoli (Baresi 81').
Treinador: Adriano Teixeira

Varzim B: Marinho, Roberto, Daniel, Zezinho e Hernâni, Filipe, Carlitos e Paulo Jota (Gois 70'), Pinto, Vítor e César (Sidnei 70').
Treinador: Quim Berto

Resultado ao intervalo: 2-1
Resultado final: 2-1

Marcadores: Hugo Almeida (8') e Monteiro (36') para o Candal e Hernâni (44') para o Varzim B

O Candal venceu o Varzim B no passado domingo, em partida da 15ª jornada da Divisão d'Elite Pro Nacional. A formação candalense esteve em bom plano, conseguindo uma vantagem de dois golos ainda antes do intervalo, com Hugo Almeida a abrir a contagem ainda antes dos dez minutos de jogo e Monteiro a aumentar aos 36'. Porém, os varzinistas reagiram e Hernâni reduziu aos 44'. A segunda parte fica marcada pela expulsão de Monteiro, que deixou os gaienses a jogar com 10, situação que os homens de Quim Berto não conseguiram aproveitar.
Adriano Teixeira, técnico candalense, estava satisfeito com o resultado alcançado: "Foi um jogo bem disputado. Chegamos ao 2-0 ainda na primeira parte e na parte final dos primeiros 45' tivemos alguma desconcentração, que resultou no golo do Varzim B. Na segunda parte controlamos o jogo, mesmo depois da expulsão do Monteiro. A vitória é inteiramente justa", disse.
Este resultado mantém o Candal na 13ª posição, com 16 pontos, a salvo da zona de despromoção, numa jornada onde os clubes do fundo da tabela venceram.
No próximo domingo os gaienses deslocam-se ao terreno do São Pedro da Cova, uma equipa moralizada pelas vitórias nas últimas jornadas. Adriano Teixeira espera dificuldades: "Estes jogos com equipas do fundo da tabela, onde também estamos, são sempre difíceis. São Pedro da Cova vem de uma vitória moralizadora, mas vamos jogar lá com o sentido nos três pontos", disse o técnico, que não poderá contar com Monteiro, expulso esta jornada e também com Everton, lesionado no mesmo jogo. 
A partida com os mineiros está marcada para as 15h deste domingo.

25 de novembro de 2014

Classificações - Divisão d'Elite Pro Nacional


Nova mudança de líder na classificação da Divisão d'Elite Pro Nacional. Oliveira do Douro e Rio Tinto defrontaram-se este domingo, mas o nulo prevaleceu e quem aproveitou foi o São Martinho, que ao derrotar o Valonguense por uma bola a zero, regressou ao topo da tabela. O Rio Tinto caiu para a segunda posição e os oliveirenses são agora terceiros classificados, embora a diferença pontual entre os três conjuntos seja bastante reduzida. 
O Valadares recebeu e derrotou o Paredes por três bolas a zero e ascendeu ao quinto posto com 21 pontos. No dérbi entre Grijó e Candal, os candalenses foram mais fortes e derrotaram os grijoenses por 1-2, confirmando o mau momento dos comandados de José Pedro. O Serzedo também não atravessa o melhor momento no campeonato e este domingo voltou a perder, desta feita na recepção ao Rebordosa por uma bola a zero, caindo para o 14º posto, com 12 pontos. 
Destaque para a primeira vitória do São Pedro da Cova no campeonato, ao fim de 12 partidas, no dérbi com o Gens, que terminou com a vitória dos mineiros por 2-1.



16 de setembro de 2014

Oliveirenses não baixaram os braços e acabaram premiados


Local: Estádio Municipal da Póvoa do Varzim
Hora: 17h
Árbitro: João Guimarães

Varzim B: Marinho, Roberto, Daniel, Zé Fonseca e Zezinho, Tiago Mendes, Lucho (Paulo Benta 50') e Carlitos, Fidel (César 45'), Vítor Francisco e Hélder Pinto.
Treinador: Quim Berto

Oliveira do Douro: Faria, Daniel Pinto, Rómulo (Pereira 73'), Carlos Pinto e David Santos, Gui, Bruninho (Luís 73') e Careca, Fábio Rola, Penantes e Rui João (Nicola 78').
Treinador: Alexandre Ribeiro

Resultado ao intervalo: 1-1
Resultado final: 2-2

Marcadores: Vítor Francisco (10') e César (70') para o Varzim B e Penantes (35') e Carlos Pinto (80') para o Oliveira do Douro

O Oliveira do Douro empatou na visita ao Varzim B a duas bolas. A equipa de Alexandre Ribeiro conseguiu recuperar duas vezes a desvantagem no marcador e conseguiu trazer um ponto de volta a casa. Este foi o segundo empate dos azuis e brancos, depois de ter alcançado o mesmo resultado na primeira jornada do campeonato, frente ao Perafita, na altura sem golos.
Apesar da igualdade, Alexandre Ribeiro estava satisfeito com o desempenho dos seus jogadores: "Fiquei satisfeito com a alma da minha equipa porque estiveram a perder por duas vezes e conseguiram sempre manter-se ligados no jogo e ir atrás do prejuízo. Não quero dizer que fico satisfeito com o empate mas, tendo em conta as variáveis do jogo, gostei da atitude e dos comportamentos apresentados por eles", disse.
Relativamente ao jogo, o técnico refere que foi uma partida difícil, mas onde a sua equipa correspondeu: "Foi um jogo muito intenso, bem disputado. Sofremos o primeiro golo num lance bastante fortuito do adversário, mas conseguimos manter a nossa organização e no fim da primeira parte empatamos. Entramos bem na segunda metade mas num contra ataque o Varzim volta a adiantar-se no marcador. Conseguimos manter-nos focados no jogo e pressionamos até chegar ao empate. No geral acho que o resultado aceita-se", concluiu.
Com este resultado o Oliveira do Douro ocupa a nona posição da Divisão d'Elite Pro Nacional, com quatro pontos. no próximo domingo os azuis e brancos recebem o São Pedro da Cova.

29 de agosto de 2014

São Pedro da Cova e Valadares medem forças no arranque da Divisão d'Elite Pro Nacional

O Valadares desloca-se ao terreno do São Pedro da Cova, no próximo domingo, em partida referente à primeira jornada do Campeonato da Divisão d'Elite Pro Nacional.
As duas equipas chegam a este jogo em momentos diferentes de forma, uma vez que o Valadares ainda não perdeu um jogo oficial ao passo que o São Pedro da Cova vem no sentido oposto: Nas duas partidas disputadas para a Taça Brali, o Valadares lidera o Grupo 1 com seis pontos e o São Pedro da Cova já foi eliminado, ocupando a última posição do Grupo 3 sem pontos conquistados.
Paulo Alexandre espera dificuldades
Para este jogo de abertura do Campeonato, Paulo Alexandre, treinador dos gaienses, espera uma partida difícil, afirmando que são duas equipas que lutam pelo mesmo objectivo, a permanência: "É um adversário que tem o mesmo objetivo do que nós, a manutenção. Apesar dos primeiros resultados serem negativos têm vindo a subir de rendimento, por isso mesmo e pelo propio terreno de jogo, espero um encontro bastante dificil", disse apenas o técnico.
César Pinho (dir.) acredita que
o Valadares é candidato à subida
Já do lado dos gondomarenses, César Pinho, treinador do São Pedro da Cova, não acredita que o objectivo do Valadares seja apenas a manutênção: "Com os atletas que o treinador do adversário tem, colocá-los ao nível de todos os outros que disputam esta prova, até parece ofensa. O discurso para dentro é outro, claramente, e uma questão claramente estratégica, tanto que são os mais fortes candidatos á subida", afirmou o gaiense a treinar em Gondomar, devolvendo a pressão ao adversário: "A nossa equipa não se sente pressionada por jogar contra o Valadares, nem contra ninguém. Sente-se pressionada se não conseguir colocar em jogo o que quer", por isso, César Pinho espera dificuldades e elogia o trabalho desenvolvido por Paulo Alexandre: "Vamos ser competitivos, contra um adversário muito interessante, tanto pela qualidade dos seus atletas como pela qualidade do trabalho do seu treinador. Todos os jogos são de um grau de dificuldade alto e este não será diferente. É fundamental estarmos concentrados durante todo o jogo e é fundamental aumentarmos a eficácia nos momentos que o decidem, nomeadamente na finalização. Podem contar connosco para disputar o jogo embora conheçamos as dificuldades que vamos encontrar", disse.
Zé d'Angola regressa
ao Laranjal como adversário
Este jogo fica também marcado pelo regresso de Zé d'Angola ao Laranjal, mas como adversário. César Pinho comenta a saída do centrocampista e acredita que este será bem recebido pelos adeptos: "O Zé saiu de São Pedro já depois de ter assinado pelo nosso clube. Será muito bem aceite, porque as pessoas reconhecem que nos deu mais do que aquilo que nos tirou", concluiu.
O jogo está agendado para domingo, com início às 17h e os dois treinadores têm todo o plantel à sua disposição.

29 de julho de 2014

César Pinho - "Nenhuma das 20 equipas terá um orçamento tão baixo quanto o São Pedro da Cova"

César Pinho mantém-se no comando técnico do São Pedro da Cova nesta época que terá início brevemente. O treinador  gaiense continua assim um trabalho que começou a desenvolver ainda durante a época passada e que culminou com a permanência da equipa na Divisão d'Elite Pro Nacional, ainda que por via administrativa, beneficiando da desclassificação do Lousada por incumprimentos administrativos. 
César Pinho, que tem larga experiência como treinador das camadas jovens,  concedeu esta entrevista ao blog onde fala dos desafios que teve quando chegou ao clube e também dos futuros, mas sempre com os pés bem assentes na terra, tendo em conta o estado actual do clube gondomarense.
Veja as palavras do técnico em mais um exclusivo do 'A Bola é Redonda'.

César Pinho (dir.) vai continuar a desenvolver o seu trabalho no São Pedro da Cova


A Bola é Redonda (ABR) - Chegaste ao clube num contexto complicado. A equipa lutava pela permanência e acabaste por garantir esse objectivo, ainda que por via administrativa. Faz-me um balanço da época do São Pedro da Cova.

 César Pinho (CP) - A época do São Pedro ficou marcada, sobretudo, pela promoção do clube á Elite, por via da reformulação dos campeonatos. Parece-me que não estavam reunidas condições, para num espaço curto de tempo, promover a equipa desde a Divisão de Honra a uma realidade onde não tinha os meios mínimos para competir com equipas que, por exemplo, saíram da extinta 2ª Divisão Nacional.
Na viragem do ano, o grupo estava claramente marcado por um registo que não correspondia á qualidade do mesmo, nem de quem o liderava. Embora seja um tema sob o qual não esteja profundamente habilitado a falar, as razões para a baixa performance eram de natureza diversa, para além do espaço treino, onde os atletas -pelo menos comigo, e quase sempre, sem excepções - foram briosos.
Mentalmente torna-se complicado, no meio de um começo com dez derrotas em 15 jornadas, criar confiança. E nestes momentos, é comum tudo acontecer a estas equipas.
Vários foram os jogos onde a equipa perdeu pela margem mínima, e isso reforça a ideia que passei acima. Perante a vitória, as dificuldades são ultrapassadas, ou pelo menos o foco dado é menor, logo cria estabilidade. Já sob a derrota, e nas mesmas circunstâncias, a tendência é empolar a realidade que participa/não participa, no rendimento colectivo do treino/jogo.
Resumidamente, todos os que participaram de modo (in)directo no clube, foram responsáveis, de uma maneira ou outra, por todas as dificuldades que passamos, e que são públicas. Para se ter uma ideia final, durante esta época, a possibilidade do clube encerrar, não esteve assim tão distante.

ABR - É sabido das dificuldades do clube, nomeadamente a nível financeiro. Correu o rumor que a equipa poderia até nem terminar o campeonato, mas tal não se verificou. Quais foram as tuas maiores dificuldades desde que estas no comando da equipa?

CP - A questão é válida, e o rumor também, disse-o já atrás até. Que dificuldades encontrei? Diversas, muitas, todas diferentes. Assaltos a material de treino, de jogo, de higiene pessoal, de manutenção. A falta de receitas, pese embora a vontade em contornar este elemento.
Constante alteração dos elementos no grupo, por via do fluxo entradas/saídas, ora por esta razão, ou por aquela. A falta de um Homem para o Futebol, que retirasse das mãos dos treinadores, tarefas para as quais não têm que estar obrigatoriamente preparados. Comunicação nula, ou incoerente. Não definir prioridades/objectivos. Necessidade de educar um ou outro elemento, de que as necessidades da equipa, estão acima dos seus interesses/ambições pessoais.

Treinador Gaiense mostra-se feliz
ao liderar este projecto
ABR - Vais começar a época no clube e tens a oportunidade de construir um plantel à tua imagem. Quais são as expectativas e objectivos para esta época, que está perto do começo?

CP - Este plantel foi construído para jogar na Divisão de Honra. Tenho a certeza absoluta que, nenhuma das 20 Equipas terá um orçamento tão baixo quanto a AD São Pedro da Cova.
Claramente o nosso desafio passa por manter o clube, e promover os nossos jogadores. Garantir que estes, ficam habilitados a competir contra quem for, onde quer que seja. Dar-lhes comportamentos/ferramentas, que amanhã os tornem mais completos.
Colectivamente, ajustaremos sempre, de modo constante, domingo a domingo, mediante a classificação, as condições para que nos possamos promover ainda mais, ou proteger. Depende muito do efeito que o nosso trabalho provocará nos nossos jogadores, da abertura destes, do trabalho dos outros, mas sobretudo do equilíbrio emocional. Ou seja, de compreendermos que, por muito que possamos ter feito num determinado jogo, isso não seja sinónimo de vitórias...
Conviver neste meio, e com o sucesso ou falta dele, é provavelmente o maior desafio entre os objectivos. A capacidade de nos mantermos concentrados no que fazemos de bem, de mal, evitando viver acima do que valemos, ou abaixo disso.

A manutenção é o principal objectivo do clube para esta época

ABR - O plantel já se encontra fechado e a media de idades ronda os 23 anos. Numa prova longa e exigente, como é a Divisão d'Elite, achas que esse item será uma vantagem ou desvantagem? 

CP - O nosso plantel está fechado. Parece-me mesmo impossível que alguém possa entrar. A idade nunca é sinónimo de nada, embora possa realmente ser significado de maturidade, experiência. Preocupa-me mais criar abertura no grupo, para que se sintam motivados num espaço de tempo de maior, e com isso estejam mais perto da sua forma. Não da física, que também é importante, mas sim da resposta aos estímulos que o jogo cria.
Não olho para essa média de 22,7 anos, como algo que me preocupe, sinceramente. Nós não temos as armas que os adversários têm, embora nos tenhamos comportado no 'mercado', com respeito. Mesmo que os outros não o tenham connosco, e mesmo que isso nos possa enfraquecer, o nosso carácter ninguém nos tira. Não é uma questão de moralismos, é um facto.
Independentemente do futuro, sublinhar que estão connosco os que nós escolhemos, dentro de regras muito complicadas para formar um grupo com 22 atletas.
Eu acabo por ficar grato de viver esta experiência, sabendo contudo que, não prometemos o que não temos. Essa foi a condição para continuar, cumprir com os jogadores, e mudar a imagem do São Pedro da Cova, que muitas vezes é confundida com as pessoas que se dedicam a ele, como que para se fazer parte do clube, tenha que se ser incompetente. Completamente errado.

ABR - O São Pedro da Cova já esteve nas divisões nacionais. Achas que o clube réu e condições para num futuro próximo retornar a estes escalões?

CP - A questão é fácil de Responder. O Clube não tem minimamente condições para jogar CNS. Estamos a falar de dinheiro, receitas, patrocínios, estrutura, formação, etc.
A realidade é que o São Pedro da Cova vive com o que pode e tem um papel muito importante na promoção do seu meio, das suas gentes, tem uma cultura bem clara e bairrista, que lhe dá um toque diferente dos restantes.
O Clube é uma montra para muitos. Basta perceber que, mesmo perante a realidade do São Pedro, não falta quem o queira servir.
Mais importante do que alimentar expectativas irrealistas, é mesmo conhecer a realidade, agir em função dela, e promover todos os seus agentes, mas sobretudo a freguesia.

23 de julho de 2014

São Pedro da Cova mantem-se na Divisão d'Elite

A AF Porto já homologou as classificações dos Campeonatos Distritais referentes à época 2013/2014, e apenas há a registar a despromoção administrativa do Lousada em detrimento do São Pedro da Cova, como alteração mais significativa, no Campeonato da Divisão d'Elite Pro Nacional.
Na Circular nº 8 de 19 de Julho, a Associação faz então a homologação dos campeonatos e coloca o Lousada em último lugar, tendo sido desclassificado por falta de pagamentos de multas.
A desclassificação do Lousada já havia sido anunciada na Circular nº 3 de 7 de Julho, mas o clube tinha ainda a opção de recorrer desse castigo, o que não fez em tempo útil. Quem beneficia com esta situação é o São Pedro da Cova, visto que a equipa terminou o campeonato na 17ª posição, mas em virtude da queda do Lousada para o último lugar da tabela, os gondomarenses saltam fora da zona de despromoção. Assim, Barrosas, Infesta, Nogueirense e Lousada, são os clubes que descem à Divisão de Honra. Os jogos que o Lousada fez na segunda volta não foram contados em termos de classificação, mas também não proporcionou nenhuma alteração na mesma, apesar de os clubes que defrontaram os lousadenses terem perdido ainda os pontos que conquistaram.
O Lousada incorre ainda numa pena de multa de 1000€ e as custas do processo.

26 de outubro de 2013

Serzedo perde com Pedras Rubras


Local: Estádio Municipal de Pedras Rubras
Hora: 15h
Árbitro: Valter Gouveia

Pedras Rubras: Humberto, China, Nuno Costa, Alex e Tó, Abílio, Nogueira (Dias 84') e Leandro (Diogo 64'), Jesus, Chuca e Henrique (Luís 84').
Treinador: António Pedro

Serzedo: César, Vidal (Miguel 46'), Tiago Dias, Luís e Delfim, Moreira (Tiago Santos 89'), Vítor (Cristiano 57') e Vitinha, Ricardinho (Hélder Pereira 57'), João Alves e Bruno Faria.
Treinador: Filipe Ribeiro

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-0

Marcador: Alex (78')

O Serzedo perdeu no passado domingo na deslocação ao terreno do Pedras Rubras por uma bola a zero. A partida esteve envolta num clima de consternação para o lado do Serzedo, já que a mãe do atleta dos seniores Marco António e esposa de Manuel António, jogador das velhas guardas do Serzedo e actual treinador do São Félix, faleceu na passada sexta-feira, vítima de doença prolongada.
Ainda assim a equipa apresentou-se em Pedras Rubras com vontade de trazer os três pontos, mas acabou por se ressentir dessa situação e não esteve nos seu melhores dias, como acabou por confirmar o treinador, Filipe Ribeiro: "Penso que este jogo teve contornos um pouco diferentes dos habituais, dado que foi um final de semana muito emocional, devido aos acontecimentos que infelizmente tiveram lugar. Penso que a equipa acabou por se ressentir disso e não fizemos um jogo muito capaz", disse.
Relativamente ao jogo em si, o técnico destaca as poucas oportunidades de golo que este teve e deixa algumas dúvidas sobre a legalidade do golo do Pedras Rubras: "O jogo não teve muitas oportunidades de golo. Acabamos por sofrer um golo de canto e que os meus jogadores me garantem que a bola não entrou", afirmou. 
O Serzedo ocupa agora a sétima posição com 10 pontos. Já o Pedras Rubras, com esta vitória, isolou-se no primeiro lugar com 14 pontos somados até ao momento. No próximo domingo o Serzedo recebe o Oliveira do Douro, enquanto o Pedras rubras deslocam-se ao terreno do São Pedro da Cova.


15 de julho de 2013

Costa à espera de propostas

Costa aguarda por contactos para prosseguir a carreira

Costa, guarda-redes que em Gaia já representou o Perosinho, Arcozelo, Oliveira do Douro e Canidelo, está sem clube e pronto para aceitar um novo projecto.
Com 40 anos, o guardião defendeu na última temporada as redes do Folgosa, equipa da Série 2 da 1ª distrital. Sobre esta experiência no clube maiato, Costa afirma que foi uma boa experiência: "O balanço da época foi positivo. O Folgosa é um bom clube, encontrei pessoas muito boas e que andam no futebol por paixão. Consegui os meus objectivos, que era jogar e ser titular desta equipa e ajudar o clube. Deixei lá bons amigos e foi uma experiência boa. Tenho pena de não continuar, mas foi um ciclo que se fechou", disse.
Relativamente ai seu futuro, Costa está a aguardar por um projecto aliciante: "Neste momento estou á espera que o telefone toque, para poder abraçar um projecto que valha a pena e ajudar o clube com a minha experiência nos seus objectivos. Já tive abordagens de alguns clubes mas nada de concreto, por isso, continuo aguardar por algo que seja certo", referiu.
Costa deu ainda a sua opinião sobre as mudanças nos campeonatos distritais da AF Porto, que ainda se mantêm com algumas indefinições: "Está aí uma coisa que ainda não está bem definida. Eu ainda não percebi muito bem o que vai acontecer, por isso não me vou alongar sobre este assunto, porque ainda está muita coisa por definir e acertar. Espero que tudo corra pelo melhor para o bem do futebol e dos clubes, porque são estes que sustentam as associações", concluiu.
Para além dos clubes gaienses acima referidos, Costa defendeu ainda as redes do Custóias, Penafiel e do São Pedro da Cova. Em 2008 Costa recebeu ainda o prémio para 'O Melhor Guarda-redes', atribuído pelo jornal O Gaiense.

18 de junho de 2013

Martins dos Santos - Condenado a 18 meses de prisão com pena suspensa

Martins dos Santos volta a estar envolvido num caso de corrupção
Martins dos Santos, director desportivo do Crestuma, foi condenado esta segunda-feira a 18 meses de prisão, com pena suspensa, pelo Tribunal de Gondomar, notícia a imprensa nacional.
Os motivos da condenação remontam a 2011, quando na altura Martins dos Santos foi apanhado com um envelope que continha 1.110€ pela Polícia Judiciaria do Porto. O envelope foi entregue por Vítor Silva, presidente do São Pedro da Cova na altura, num encontro entre ambos. Por altura dos acontecimentos, Vítor Silva afirmou que Martins dos Santos o contactou prometendo-lhe que a sua equipa não descia de divisão caso este pagasse 5 mil euros. Vítor Silva terá alertado a PJ que em conjunto delinearam a operação  policial que deu na detenção do ex-juiz.
Em tribunal, Martins dos Santos disse desconhecer o conteúdo do envelope, ao que Vítor Silva contrapôs afirmando que "Era tudo em notas de 50€. É óbvio que a gente vê que aquilo é dinheiro, não são papéis".
Perante os factos, o tribunal deu como provada a entrega do dinheiro e condenou o ex-árbitro, que para além da pena suspensa, terá ainda que doar 3 mil euros a uma instituição de caridade. 
O advogado de Martins dos Santos, Carlos Duarte, ainda não decidiu se avança com o recurso desta decisão.

9 de junho de 2013

Sérgio Espírito Santo será o treinador do São Pedro da Cova na próxima época

Sérgio Espírito Santo irá manter-se no
São Pedro da Cova por mais uma época
Sérgio Espírito Santo continuará no comando técnico do São Pedro da Cova na próxima época. Depois de há dias, em entrevista ao blog, ter referido que ainda haveria essa possibilidade depois de ter pensado em sair, já chegou essa confirmação e pela voz do próprio técnico: "A continuidade deveu-se essencialmente à falta de projectos mais aliciantes e de perceber que há mais procura do que oferta no mercado de treinadores. Quero manter-me a fazer o que mais gosto, treinar, e também dar continuidade ao ano zero do São Pedro da Cova, querendo que este clube volte a ser credível como noutros tempos que já o foi", revelou. O técnico aponta também a participação do clube do Concelho de Gondomar na Divisão d'Elite Pro Nacional, como uma forte razão para continuar: "O Campeonato d'Elite Pro Nacional será o expoente máximo dos campeonatos distritais e só isso, justifica estar presente. Já que levamos o São Pedro da Cova a esse campeonato, porque não dar continuidade ao nosso trabalho nessa montra do futebol distrital" afirmou.
Segundo Sérgio Espírito Santo, a época será desgastante e o objectivo passará pela manutenção neste escalão: "O objectivo do clube será a manutenção nesta divisão. O que vier acima nós aceitamos. Não vai deixar de ser mais uma época desgastante". Ainda assim, o treinador não enjeita algo mais que a manutenção: "O lema será sempre quanto mais melhor. Se puder ficar nos cinco primeiros lugares, não vou querer ficar em 10º. Agora, sei que por muito ambiciosos que possamos ser, a realidade do clube não permite querer alcançar altos voos. Um passo de cada vez", concluiu o treinador que parte assim para a sua segunda temporada nos 'mineiros'.

7 de junho de 2013

Entrevista com - Sérgio Espírito Santo (Treinador do São Pedro da Cova)

Sérgio Espírito Santo foi o treinador convidado para a rubrica 'Entrevista Com', um exclusivo do A Bola é Redonda. Ao serviço do São Pedro da Cova, o jovem técnico conseguiu que a equipa se apurasse para a Divisão d'Elite Pro Nacional na próxima temporada. Numa época onde aconteceu de tudo, terminar na quinta posição foi uma tarefa só ao alcance dos melhores e ao longo desta entrevista, que terá algumas respostas mais longas, mas que se justifica com a necessidade de se perceber a realidade do futebol distrital no seu mais puro estado, o técnico irá explicar tudo.
Não deixe de ler mais uma excelente entrevista em mais um exclusivo do A Bola é Redonda.

Plantel do São Pedro da Cova que iniciou a época 2012/13

A Bola é Redonda (ABR) - Mister, gostava que me fizesse um balanço da época do São Pedro da Cova.

Sérgio Espírito Santo (SES) - O balanço da época não podia ser mais positivo. Foi-me pedido pela direcção a manutenção o mais depressa possível, para evitar os sobressaltos dos finais de época, o que veio a acontecer. A subida à divisão d'Elite Pro Nacional foi a cereja no topo do bolo.


ABR - Sei que houve muitas dificuldades durante a época, mas ainda assim a equipa andou nos lugares do cimo da tabela. Como foi possível?

SES - Em poucas palavras não consigo passar as dificuldades todas da época. Sendo assim passo só a descrever algumas delas. A época não foi bem estruturada desde o inicio, nem a nível directivo nem na formação do plantel. Já que com os problemas financeiros que esta direcção herdou, os subsídios disponíveis obrigaram-me a ter que formar o plantel com os jogadores da época transacta e procurar que os novos atletas fossem de perto, para evitar despesas aos mesmos. Fizemos captações de ex-juniores de outros clubes, contratamos atletas sem conhecimento do valor destes, mas sim por referências de colegas. Ficamos mesmo no plantel com atletas que já estavam parados a algum tempo. 
Durante a época tivemos vários problemas desde o balneário que era os atletas da casa e os outros de fora. Atletas que nem sempre treinavam com o grupo por motivos profissionais. Um atleta que se ausentou durante três semanas para jogar futebol de rua pela selecção Portuguesa. Dispensas de atletas por falta de regras ou responsabilidade. Atletas que por falta de cumprimento deixaram o clube em várias alturas da época. Jogadores que, à falta de cumprimento do subsidio no dia estipulado, já não treinavam. Falta de luz durante a semana para treinar. Os últimos três meses treinamos em média com 10 jogadores mais alguns que treinavam para manter a forma, inclusive, jogamos com atletas que não treinavam, ora por motivos profissionais ora por falta de respeito com colegas. Jogadores da formação que, ora treinavam e logo de seguida desapareciam. Mais teria a dizer, mas são muitas as historias que fico-me por aqui.
Esta classificação só foi possível graças ao valor dos atletas, que quer se queira quer não, o treinador não faz milagres se não existir valor nos atletas. O treinador não ensina mas sim melhora as potencialidades do atleta. A um grupo restrito de jogadores, que foram uns heróis, na qualidade quer humana quer futebolística, mas acima de tudo e com tantos problemas na assiduidade. Este grupo de cerca de 12 atletas estiveram sempre presentes, mesmo nas dificuldades. Ao trabalho da equipa técnica que com muita, mas muita paciência, teve que fechar os olhos a tantos obstáculos que fomos encontrando durante a época, para que o objectivo pessoal da subida ao escalão superior fosse possível. Não deixo de dar valor à direcção por tentar com todas estas dificuldades que encontraram, enfrentarem esta época desportiva. Para eles esta subida também é um prémio merecido. Como dizia várias vezes em conversa com o meu  adjunto, colaborador, observador, conselheiro, amigo e solidário Paiva, como é possível nós a tentarmos trabalhar bem e a treinarmos mal, temos estes resultados. Imagine-se se trabalhássemos bem. Deixo esta mensagem no ar...


ABR - Depois de uma época desgastante, o São Pedro da Cova consegue a promoção à Divisão d'Elite Pro Nacional. Que comentário lhe merece essa promoção?

SES - O comentário que posso fazer é que não chega ter grandes orçamentos, muitos e grandes jogadores, ou jogadores experientes. O que me deixa orgulhoso nesta subida, e já vão três em cerca de 6 anos como treinador principal, é que com um plantel tão curto em quantidade e qualidade, com uma média de idades a rondar os 22 anos, com jogadores a fazer a primeira e segunda época de seniores e logo nesta divisão, subir é gratificante. Ao longo das semanas passei sempre a mensagem que se formos organizados, disciplinados, solidários e, acima de tudo, ambiciosos a subida era possível. Lutamos contra grandes equipas, com orçamentos elevadíssimos mas, no fim, a subida foi nossa e num honroso quinto lugar.


ABR - Porem, essa promoção chegou a estar em risco devido às alterações que a AF Porto quis fazer depois do final do campeonato. Como viu essa situação?

SES - Isso só foi possível porque o jogo de interesses da Associação, e determinados clubes, vem sempre ao de cima. O regulamento da competição é estipulado no inicio e não no fim dos campeonatos. Se havia determinadas vagas para preencher com as equipas da divisão de honra é assim que devia ficar. Todas as equipas, e nós não fugimos à regra, foram efectuando os jogos a controlar a pontuação. Posso dizer que eu, com a falta de recursos humanos, jogava para os pontos e consequente classificação. Não tinha armas para atacar ao menos defendia-me. Por isso só me deu motivo de riso ver que no futebol tudo é possível.

Festa da subida pelo Sousense, depois de vencer a Divisão de Honra da AF Porto

ABR - Acha que o alargamento para 22 clubes foi a decisão mais acertada?

SES - Por muito que goste do futebol e de competição, não concordo e acho que não foi a decisão mais acertada. 


ABR - A próxima temporada será ainda mais desgastante do que esta, visto que a Divisão d'Elite ao ter 22 clubes, isso traduz-se em 42 jornadas. Acha que um campeonato distrital pode comportar tantos jogo?

SES - Na minha opinião, a Divisão de Honra deveria só ter 18 equipas. Justifico com o facto de 42 jornadas mais a Taça de Portugal, passarem a ser muitos jogos para um atleta/trabalhador/estudante.Tal como vai obrigar os clubes a aumentar as suas despesas na construção do plantel em quantidade para enfrentar a desgastante época desportiva.


ABR - Mister, sei que não vai continuar no São Pedro da Cova. Que motivos o levam a deixar o clube?

SES - No final de época, com o desgaste da mesma e com todos os problemas que dela surgiram, a probabilidade de continuar era muito reduzida. Os motivos para não continuar no clube eram e são alguns que descrevo e outros que não referenciei. De qualquer forma, como se diz no futebol, o que hoje é verdade amanhã é mentira. Reflecti e ainda existe a possibilidade de continuar no clube. Para isso está marcada uma reunião com o Presidente para abordarmos a próxima época.


ABR - Já tem algum projecto em vista ou o telefone ainda não tocou?

SES - Até agora só me foi apresentada uma possibilidade para um novo projecto mas não veio a concretizar-se. Quando me coloca a questão se o telefone ainda não tocou, eu questiono-me.
Para quem tem poucos anos de treinador, já tem três subidas de divisão, inclusive campeão da Divisão de h
Honra, uma presença na 3ª Divisão Nacional, ficando na fase de subida. Na Divisão de Honra conquistei sempre um lugar nos cinco primeiros classificados. Abaixo desse lugar só a época passada na 1ª Distrital, no Leverense, em que alcançamos o 10º lugar. Eu pergunto a mim mesmo, "não merecia ser contactado?" Mas infelizmente isso não tem acontecido, com pena minha. Se calhar o telefone não toca, porque eu tenho um grande defeito comigo mesmo. Até à data de hoje nunca liguei para os presidentes, directores a oferecer-me, por isso é que o telefone não deve tocar.


Sérgio Espírito Santo já subiu por três vezes
nos últimos seis anos
ABR - O que espera que o clube faça na próxima temporada, num campeonato muito competitivo como será a Divisão d'Elite?

SES - O que espero que o clube faça na próxima época é que tenha mais estabilidade, quer financeira quer a nível de recursos humanos. O campeonato vai ser difícil, o que obrigará o clube a estruturar-se bem para poder fazer um bom campeonato. esse é o meu desejo.


ABR - Por último, gostaria que deixasse algumas palavras aos adeptos do São Pedro da Cova e aos leitores do blog.

SES - Ao leitores do Blog: Quero deixar uma palavra de apreço a todos os leitores sem excepção por acompanharem o mesmo. Sem vocês os nossos comentários e opiniões não faziam sentido. O futebol com menos dimensão jornalística é passado aqui pelo amigo Johnny Lino de uma forma esclarecida. A todos um bem haja. Aos sócios do São Pedro da Cova, que são adeptos fervorosos, quero dizer que nem sempre apoiaram estes jovens atletas como eles mereciam.Com o apoio de todos os sócios e simpatizantes, esquecendo o passado e colaborando no presente e futuro, o São Pedro da Cova pode e deve voltar a ser credível e uma referência de clube da Associação de Futebol do Porto. Ao meu caro amigo Johnny Lino, tenho a agradecer todo o seu trabalho em prol do futebol distrital, onde estou mais inserido. Agradecer a possibilidade de poder descrever o meu trabalho, as minhas opiniões e mostrar que nos escalões inferiores também é possível trabalhar bem. É com enorme prazer que  ouço/leio os seus comentários.

A administração do A Bola é Redonda, na pessoa do seu fundador, agradece a disponibilidade a Sérgio Espírito Santo para responder a este questionário.

29 de abril de 2013

Dragões Sandinenses e Oliveira do Douro empatam dérbi


O jogo entre o Dragões Sandinenses e o Oliveira do Douro terminou empatado a uma bola. Depois de um começo bastante equilibrado, com as duas equipas à procura de chegarem à baliza contrária, a formação de Sandim acabou por se adiantar no marcador à passagem dos 35' por intermédio de Bruno Rocha, numa altura em que os oliveirenses jogavam já reduzidos a 10 unidades por expulsão de Miguel Neves, aos 16 minutos de jogo. Apesar disso, o Oliveira do Douro não baixou os braços e ainda antes do intervalo Dani restabeleceu a igualdade, resultado que se manteria até ao final do encontro, apesar de o Oliveira do Douro se queixar de um lance em que o árbitro do encontro, Nelson Pascoal, invalidou um golo que segundo a opinião de Óscar Nogueira, na analise ao jogo, era limpo: "Faltou o árbitro validar o nosso segundo golo que me pareceu legal. Mas sendo mais rigoroso, também faltou não cometer alguns erros que cometemos, como ter uma expulsão aos 16', ter de mudar um pouco de estratégia devido à expulsão e também à lesão do Calviño e não termos a pontinha de sorte na segunda parte para concretizar mais um golo", referiu o técnico, que apesar disso, disse ter sido um bom jogo de futebol: "Apesar desse lance o árbitro fez um bom trabalho, num jogo difícil de dirigir e com muita intensidade. Foram três equipas que quiseram dignificar o futebol. Á minha, tenho de a felicitar pelo espírito de sacrifício que teve para lutar em inferioridade numérica e tudo fizeram para vencer", concluiu.
Dani festeja o golo do empate
Já Tozé, treinador do Dragões Sandinenses apontou alguma falta de tranquilidade da sua equipa: "Acho que faltou alguma tranquilidade à minha equipa nesta fase onde tudo se decide. A expulsão do jogador do Oliveira do Douro só nos prejudicou, apesar de ainda marcarmos primeiro. Sofremos o golo do empate antes do intervalo e depois a jogar contra o vento, na segunda parte, não conseguimos contrariar o Oliveira do Douro, que é muito forte. O resultado é justo", afirmou o treinador sandinense.
Na próxima jornada, os dois conjuntos têm partidas bastante difíceis, com o Dragões Sandinenses a visitar o São Pedro da Cova e o Oliveira do Douro a visitar o Baião. Com este resultado, os oliveirenses ocupam a quarta posição com 46 pontos, enquanto os Dragões Sandinenses caíram para o 13º posto, com 40 pontos somados.

25 de janeiro de 2013

Paulo Gentil deixa o Candal

Paulo Gentil deixou o Candal depois da derrota do passado domingo

Paulo Gentil, técnico que desde a época passada estava ao serviço do Candal, deixou o comando técnico da equipa após a derrota por 4-1 em casa do Sobrado no passado domingo.
Em declarações ao A Bola é Redonda, o treinador explicou os motivos que o levaram a pedir a demissão, que foi aceite pela direcção liderada por Vasco Oliveira: "Como sabem, tínhamos problemas desde o início da época que fomos tentando resolver, a direcção também se esforçou para os resolver, mas o certo é que não se conseguiu colmatar as lacunas que tínhamos a nível atacante e eu e a minha equipa técnica chegamos a um entendimento de que era melhor sair", revelou Paulo Gentil, que sai no entanto com o sentimento de dever cumprido: "Em termos desportivos, mediante as lacunas que tínhamos, estávamos dentro do pretendido que era um lugar que permita à equipa disputar a Liga d'Elite Pro-Nacional na próxima época. Agora, nunca tivemos uma referencia na área que nos possibilitasse termos mais pontos, apesar de termos que disputar os minutos que faltam contra o Oliveira do Douro e também o jogo com o Nogueirense, que podem alterar a classificação e colocar a equipa noutra posição. Na nossa perspectiva, o dever foi cumprido", realçou o técnico que afirmou ter partido dele a decisão de sair: "A decisão partiu de mim, mas a direcção também aceitou. Nós somos ambiciosos e queremos mais, assim como a direcção do clube. Poderíamos ter saído antes, tivemos convites, mas não o fizemos pois estávamos na expectativa de conseguir colmatar as lacunas que tínhamos. Vamos esperar que o telefone toque", disse, afirmando que deseja a melhor sorte à sua antiga equipa: "Desejo a melhor sorte ao Candal, como é óbvio. A equipa continua a ter uma excelente performance defensiva, mas as falhas na frente, com certeza, irão continuar", concluiu o treinador.
Paulo Gentil tornou-se assim no quinto treinador a deixar o Candal desde que a direcção de Vasco Oliveira tomou conta do clube em 2010/2011. Paulo Santos, Israel Dionísio, Edmundo Duarte e Teixeirinha foram os outros nomes que já passaram pelo banco candalense, sem o sucesso pretendido. Segue-se agora José Veloso, técnico que esteve ao serviço do São Pedro da Cova na última temporada. 

11 de janeiro de 2013

Candal soma mais um ponto em casa do São Pedro da Cova


Local: Estádio do São Pedro da Cova
Hora: 15h
Árbitro: Cândido Bessa

São Pedro da Cova: Hugo, Pedro Gomes, Castro, André e Dani, Nuno, Calou (Vitinha 70') e Bosingwa, Leonel, Magano (Meneses 90') e Bertinho.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Candal: Sérgio Lima, Nuno, Nuno Miguel, Hugo Almeida (Marco 87') e Johny, Ricardinho (António 54'), Andrezinho e Ferraz, Tiga, Hugo e Vasco Oliveira (Gil 54').
Treinador: Paulo Gentil

Resultado ao intervalo: 1-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: Nuno Miguel (25' na p.b.) para o São Pedro da Cova e Hugo Almeida (60') para o Candal

O Candal somou o oitavo empate da temporada, no passado domingo na visita ao terreno do São Pedro da Cova. Numa partida difícil, os gaienses tiveram a infelicidade de ver Nuno Miguel introduzir a bola na própria baliza, aos 25' do primeiro tempo, dando assim vantagem aos homens da casa. Já na segunda parte, aos 60' Hugo Almeida empatou o jogo, mas apesar das tentativas, o Candal não conseguiu alterar o rumo dos acontecimentos. Apesar de somar o sétimo jogo sem perder, os homens de Paulo Gentil empataram em quatro ocasiões e venceram em três.
Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, disse que este era um jogo que já esperava difícil: "Um jogo difícil, contra a equipa que neste momento tem a melhor defesa do campeonato, em que a minha equipa mesmo não fazendo um jogo brilhante, conseguiu ter algum ascendente sobre o adversário com jogadas de bom futebol", disse o técnico, que reconhece ainda a justiça do resultado, porém, a haver um vencedor teria que ser a sua equipa: "Devido ao equilíbrio do jogo aceito o empate, mas com a sensação e opinião de que a haver um vencedor, este seria o São Pedro da Cova, pois esteve mais perto do segundo golo", concluiu.
Já Paulo Gentil referiu o relvado do estádio como o principal obstáculo: "Foi um jogo difícil, num campo difícil e com um relvado que não ajudou. Tivemos o azar de sofrer um golo na própria baliza, mas na primeira parte não estivemos tão fortes ofensivamente. No segundo tempo fomos mais acutilantes nesse sector e acabamos por ser premiados com o empate", disse o técnico.
O São Pedro da Cova joga no próximo domingo com o Sobrado, enquanto o Candal recebe o Dragões Sandinenses, em mais um dérbi gaiense.

5 de janeiro de 2013

Candal em São Pedro da Cova para vencer


O Candal visita no próximo domingo o São Pedro da Cova, equipa que está na sétima posição, com 23 pontos, apenas mais um que os gaienses que ocupam o nono lugar com 22.
Depois do empate a zero em casa, com o Perafita, no passado domingo, Paulo Gentil espera que a sua equipa consiga trazer os três pontos de Gondomar: "Será um jogo muito difícil. O São Pedro da cova é uma equipa bem organizada, mas já tivemos jogos difíceis fora de casa e conseguimos pontuar. Vamos lá para tentar trazer os três pontos para Gaia", disse o técnico, que esperava estar, nesta altura da prova, mais próximo dos lugares cimeiros: "Contávamos estar mais perto dos primeiros lugares, mas vamos ver. Vamos tentar encurtar distâncias e ver o que conseguimos fazer na segunda volta", concluiu.
Já Sérgio Espírito Santo, técnico do São Pedro da Cova, também não espera facilidades: "Será mais um jogo difícil, no nosso estádio e perante a nossa massa associativa, onde não temos conseguido manter os níveis exibicionais dos jogos fora de casa. Do outro lado esperamos um Candal forte, boa equipa, com a melhor defesa do campeonato e que vem a São Pedro da Cova para não perder", disse.
Do lado do Candal, Postiga não joga devido a castigo. A partida tem início marcado para as 15h de domingo, no Estádio do São Pedro da Cova.

4 de janeiro de 2013

Candal e Perafita empatam a zero


Local: Complexo Desportivo Rei Ramiro
Hora: 15h
Árbitro: Valter Gouveia

Candal: Sérgio Lima, Nuno, Miguel, Hugo Almeida e Toni, Fanisca (Micolli 37'), Postiga e Ferraz, Tiga, Hugo (Ricardinho 81') e Vasco Oliveira (Campota 64').
Treinador: Paulo Gentil

Perafita: Artur, Nuno Ribeiro, Tiago Madalena, Trajano e Raimundo, Viana (Sérgio 86'), Hélder Silva e Tinaia, Rafael (Nandinho 66'), Paulinho (Pedrinha 66') e Lutchindo.
Treinador: António Gaiteiro

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

Candal e Perafita empatar a zero, em partida realizada no passado domingo, no Complexo Desportivo Rei Ramiro no Candal. Numa partida equilibrada e com poucas oportunidades de golo, o nulo premeia a equipa matosinhense, que a jogar atrás da linha da bola conseguiu segurar o ímpeto dos homens da casa, que viram Postiga ser expulso aos 60' de jogo. Com este resultado, o Perafita deixou fugir o Lixa e o Candal caiu para o nono lugar na classificação geral.
Paulo Gentil, treinador dos gaienses, destaca a falta de oportunidades de golo do jogo: "Foi um jogo com pouca mobilidade. O Perafita veio aqui jogar para o ponto, para não perder, e conseguiu. Podíamos ter marcado num ou noutro lance, mas as oportunidades de golo também foram escassas. Tivemos o episódio da expulsão do Postiga, que os meus jogadores dizem nada ter feito, e isso também nos condicionou. Faltou-nos um pouco de personalidade", revelou o treinador.
O próximo adversário do Candal é o São Pedro da Cova, no próximo domingo.

Segunda derrota seguida dos Dragões Sandinenses deixam equipa em posição incómoda


Local: Estádio do Tourão
Hora: 15h
Árbitro: Nuno Lopes

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto (Joel 70'), Rui Sousa, Paulo Novo e Bruno Gomes, Miguel (Barreiros 80'), Jesus e Hélder (Machado 46'), Nuno Silva, Zezinho e Palheira (Pedro Abel 46').
Treinador: Tozé

São Pedro da Cova: Hugo, Bosingwa, Pedro Gomes, Castro e Manuel André, Bessa (Ricardo Calou 70'), Bertinho e Leonel, Dani, Nuno Martins (Fernandes 90+2') e Magano.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Resultado ao intervalo: 0-2
Resultado final: 1-2

Marcadores: Nuno Martins (15') e Leonel (41') para o São Pedro da Cova e Rui Sousa (71' de g.p.) para o Dragões Sandinenses

O Dragões Sandinenses somou a segunda derrota seguida nesta fase final da primeira volta e caiu para o 14º lugar, primeiro acima da linha de água, com apenas 17 pontos, os mesmos do Baião clube imediatamente abaixo da zona de descida e próximo adversário dos gaienses. 
A formação orientada por Tozé não entrou bem no jogo e ao fim dos primeiros 45' já perdia por duas bolas a zero, com golos de Nuno Martins (15') e Leonel (41') para os visitantes. Já na segunda parte Tozé tentou mudar o rumo dos acontecimentos fazendo entrar Pedro Abel para o lugar de Palheira, mas o médio esteve pouco mais de dez minutos em campo, recebendo ordem de expulsão por parte do juiz da partida, Nuno Lopes. Com menos um jogador em campo e a perder por 0-2, a tarefa dos gaienses tornou-se ainda mais complicada, tendo ainda reduzido a desvantagem a vinte minutos do final, por intermédio de Rui Sousa na marcação de uma grande penalidade. No entanto o resultado não se alterou e os visitantes levaram os três pontos.
No final, Tozé admitiu que este foi o pior jogo da época do Dragões Sandinenses: "Foi um jogo onde entramos mal e fizemos o pior jogo da época. A primeira parte foi má e quando acordamos já era tarde de mais. Ainda por cima tivemos mais uma arbitragem que prejudicou a minha equipa, pois já é o quarto jogo seguido que não termino com 11 atletas em campo. Acabamos por não pontuar e estamos numa posição complicada", disse o técnico.
Já Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, afirma que esta foi a melhor primeira parte da época da sua equipa: "Apesar de não entrarmos bem no jogo, fizemos uma excelente primeira parte com um futebol apoiado e de boa qualidade, onde chegamos ao intervalo a vencer por 2-0 com todo o mérito. Na segunda metade o adversário, como lhe competia, entrou forte à procura de inverter o resultado, obrigando-nos a estar concentrados e tentar contrariar essa vontade de reduzirem a nossa vantagem. No final do jogo era um treinador feliz, pois os meus atletas presentearam-me com uma brilhante primeira parte, algo a que já não assistia há muito tempo, com um excelente futebol, na minha opinião a melhor até agora. Por isso os meus parabéns para eles", disse o técnico, elogiando também a postura do adversário: "Na minha opinião o resultado é justo, perante um adversário que pela sua entrega e qualidade valorizou ainda mais a nossa vitória", concluiu Sérgio Espírito Santo.
O Dragões Sandinenses volta a jogar em casa no próximo domingo, na recepção ao Baião e o São Pedro da Cova recebe o Candal.

23 de novembro de 2012

Canidelo vence o Perafita e já é quarto


O Canidelo recebeu e venceu no passado domingo o Parafita, líder da Divisão de Honra da AF Porto, e venceu por duas bolas a zero. Numa partida onde os gaienses foram sempre superiores, os golos apenas apareceram no segundo tempo  e já na última meia hora. Rabaça abriu o activo aos 60' e já nos descontos, André, de livre directo, fechou a contagem, oferecendo a segunda derrota aos homens de Matosinhos e colocando mais pressão e equilíbrio na frente da tabela. 
António Remelgado, técnico dos canidelenses, referiu que este foi um jogo bem conseguido por parte da sua equipa: "Foi um jogo muito bem conseguido. A equipa jogou bem, quer ofensiva, quer defensivamente e dominamos o Perafita de forma correcta e soubemos ser pacientes e aproveitar as oportunidades que criamos. Os jogadores estão de parabéns, porque estiveram excelentes", analisou o técnico.
Jogo com o S. P. Cova será
difícil para o Canidelo
Com este resultado, o Canidelo ocupa o quarto lugar, embora em igualdade pontual com o Nogueirense e São Martinho, todos com 17 pontos, estando a apenas três pontos do primeiro lugar. António Remelgado afirma que gostava de continuar no topo da tabela: "Gostaria que estivessemos sempre nos lugares cimeiros e se possível, nos de pódio. Mas a prova é de regularidade e temos algumas lesões e castigos que nos podem retirar algumas capacidades ao domingo. Se assim não fosse, poderíamos estar sempre no topo da tabela. Este é um plantel muito jovem, temos 15 atletas que andam entre os 18 e os 21 anos, e isso revela alguma da inexperiência que possuímos, o que pode ser bom pela irreverência que nos traz, mas também é mau porque este é um campeonato que requer maturidade e experiência. Se quisesse algo mais teria que fazer alguns acertos no plantel agora em Dezembro e como não vislumbro que isso seja possível, vamos apenas pensar domingo a domingo", adiantou António Remelgado.
E no próximo domingo a equipa desloca-se ao terreno do São Pedro da Cova, numa partida que se antevê difícil: "Vai ser um jogo difícil. O estado da relva, pelas informações que temos, não é o melhor o que pode prejudicar a minha equipa, pois gostamos de fazer circulação de bola. Mas se não estiver em condições vamos ter que nos adaptar, pois vamos com um espírito de sacrifício e queremos os três pontos", concluiu António Remelgado.
O jogo está agendado para as 15h deste domingo, no Estádio do São Pedro da Cova. Tiago, tonel e Igor, todos por lesão, são baixas para Remelgado.

15 de novembro de 2012

Serzedo empata em São Pedro da Cova


Local: Estádio do São Pedro da Cova
Hora: 15h
Árbitro: Manuel Moreira

São Pedro da Cova: Hugo, Castro, André, Dani e Nuno, Zé d'Angola (Mancilha 44'), Bosingwa (Vitinha 85') e Leonel (Pedro Gomes 71'), Magano, Fernando e Bertinho.
Treinador: Sérgio Espírito Santo

Serzedo: César, Tiago, Diogo (Veiga 46'), Rui Franco e André (Ricardo 67'), Pedro, Vitinha e Bruno Faria (Daniel 87'), Luís, Joãozinho (Pedro 67') e Ruizinho (Micael 46').
Treinador: Pedro Dominguez

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

O Serzedo conseguiu somar um ponto na deslocação ao terreno do São Pedro da Cova. A equipa de Sérgio Espírito Santo não está a atravessar a melhor fase, somando cinco derrotas nas últimas sete partidas. Já o Serzedo chegou a este jogo quase recuperado do mau início de época, que originou três derrotas nas três primeiras jornadas. 
Numa partida equilibrada, o terreno de jogo foi o principal adversário dos dois conjuntos, devido ao seu mau estado, por isso, o resultado acaba por ser justo.
Sérgio Espírito Santo, treinador do São Pedro da Cova, referiu isso mesmo: "Quanto à minha equipa, notou-se alguma ansiedade e falta de adaptação às más condições do relvado, o que nos dificultou imenso o nosso jogo de equipa", disse o técnico, que lamentou a lesão de Zé d'Angola, uma lesão no joelho e que deverá afastar o jogador das próximas partidas. Sérgio Espírito Santo refere ainda um lance em que a sua equipa introduziu a bola na baliza de César: "Ainda fizemos um forcing final, onde inclusive chegamos ao golo, que foi prontamente invalidado pelo juiz da partida, numa mão casual mas com interferência no lance. Mesmo assim o resultado é justo", adiantou o técnico, que deixou ainda alguns elogios ao adversário: "Notou-se que veio a São Pedro da Cova com o objectivo de pontuar, o que veio a conseguir, procurando jogar um futebol apoiado e de boa circulação de bola, o que também veio a acontecer", concluiu.
Já Pedro Dominguez, treinador do Serzedo, também comentou o estado do relvado: "Faltou melhores condições do terreno de jogo, um relvado natural em muito mau estado, o que fez com que a qualidade do jogo baixasse, desenrolando-se muito a meio campo. Penso que no fim o resultado é justo, tendo em conta as oportunidades que houveram, contei uma para cada lado, por isso o empate ajusta-se", referiu Pedro Dominguez, contrariado, no entanto, por Sérgio Espírito Santo: "Fomos a equipa que dispusemos das melhores oportunidades para marcar", disse.
Na próxima ronda o Serzedo recebe o Candal, enquanto o São Pedro da Cova visita o Ermesinde.