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| Mozer será o terceiro treinador esta época |
30 de janeiro de 2013
José Veloso não chega ao primeiro jogo e já tem substituto
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20 de dezembro de 2012
Convívio jovem em Perosinho no próximo sábado
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26 de dezembro de 2010
Entrevista com: Pedro Fanisca (Canidelo)
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13 de novembro de 2007
Sp. Braga 3-0 Sporting CP
Árbitro: Carlos Xistra
dominar um meio campo leonino desinspirado e a distribuir jogo nos homens mais adiantados do ataque. A total falta de entrega ao jogo ficou patente no minuto 26, quando Frechaut cabeceou à vontade, sem oposição de ninguém para golo. Estava feito o 1-0. Depois do golo espareva-se uma reacção do Sporting, que até surgiu, mas muito ténue. Mais bola, mais dominío no terreno de jogo, mas pouca inspiração na hora do remate (poucos) e pouca critividade na procura de ocasiões de golo.
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30 de outubro de 2007
JORGE COSTA SAI DO SC BRAGA!

3 de agosto de 2007
BRAGA (PLANTEL E MERCADO)

Reforços:
Kieszek: guarda-redes polaco de 23 anos, ex-Polónia Varsóvia, foi contratado numa altura em que a continuidade de Paulo Santos não era ainda segura. Com a permanência do internacional português, não será fácil ao jovem polaco garantir a titularidade. Vem para trabalhar e esperar por uma oportunidade.
Nem: um dos bons centrais que por cá passaram, mas que atingiu o termo do seu prazo de validade. A sua substituição teve início ainda no decorrer da época passada com a aparição de Rodriguez. Jogará no Paraná e será lembrado pela qualidade e capacidade de liderança.
- Se der sequência ao trabalho do ano passado, Jorge Costa apostará porventura no 4-3-3 como esquema primário. Nessa base, o plantel parece-me equilibardo e bem distribuído, mantendo-se então as tais interrogações acerca da necessidade de mais um lateral-direito e um central.
17 de abril de 2007
SL Benfica 0-0 Sp. Braga
Espectadores: 36.259
Árbitro: João Ferreira
SL Benfica: Quim, Nelson, Anderson, David Luiz e Léo, Petit, Katsouranis, Karagounis e Rui Costa, Nuno Gomes e Simão.
Treinador: Fernando Santos. Jogaram ainda: Mantorras, Dérlei e Manú
Sp. Braga: Paulo Santos, Pedro Costa, Paulo Jorge, Frechaut e Carlos Fernandes, Castanheira, Vandinho e João Pinto, Cesinha, Davide e Chmiest
Treinador: Jorge Costa. Jogaram ainda: Luís Filipe, Diego e Andrade.
O Benfica pode ter dito adeus a luta pelo título, depois de mais um empate no jogo de ontém. com este resultado, aumenta para cinco os jogos sem vencer. A prioridade é agora o segundo posto.
Fernando Santos apostou no 4x4x2 em losango, dando a titularidade a Rui Costa pela segunda vez consecutiva. Simão foi o parceiro de Nuno Gomes na frente de ataque e Léo que tinha estado em dúvida para este jogo alinhou de início. Do lado do Sp. de Braga, Jorge Costa teve que fazer várias alterações, desde logo não podendo contar com Nem e com Zé Carlos, jogando nos seus lugares, Frechaut e Chimiest. Jorge costa apresentou a equipa do Braga num 4x2x3x1, que rápidamente se desdobrava num 4x3x3 em situações de ataque, com Vandinho e Castanheira como homens mais recuados e Cesinha e Davide no apoio a Chmiest. João Pinto jogou na posição de dez no apoio ao polaco.
O jogo começou com o Braga a tentar desde cedo chegar ao golo. Os primeiros minutos da partida pertenceram por completo aos bracarenses que foram criando algumas situações de golo, a primeira das quais logo no primeiro minuto, com Chmiest arematar de fora da área, depois~de se ter desenvencilhado de Anderson e Petit, com Quim a ter que se aplicar. Aliás, nos primeiros cinco minutos, o Sp. Braga teve quatro remates á baliza do Benfica, todos resultantes de situações de falhas de marcação do último reduto encarnado.Depois de nova má entrada na partida, o Benfica foi aos poucos recuperando o controlo do jogo. Aos 9 minutos surge a primeira oportunidade de golo para os encarnados. Quim bateu o pontapé de baliza que caíu já perto da grande área adversária, com Frechaut a falhar o corte e Simão a não conseguir fazer o remate em boas condições acabando por rematar ao lado da baliza de Paulo Santos, já com a oposição deste. A partir do quarto de hora de jogo, o Benfica conseguiu finalmente tomar por completo conta do jogo e começou a criar algum perígo através de lances rápidos, e a Simão voltou a ter oportunidade de marcar, quando Nelson o desmarcou em profundidade pela direita do ataque e o capitão, mais rápido que o defesa adversário, conseguiu entrar dentro da área, mas o remate foi defendido por Paulo Santos para canto. Neste período o Benfica esteve por cima do Braga, e criou mais duas boas oportunidades, sempre por Simão. A primeira foi aos 20 minutos de jogo, com Simão a voltar a fugir a carlos Fernandes e centrar para o coração da área, tendo apanhado Nuno Gomes um nada adiantado. Dois minutos depois, novamente Simão, desta feita de lívre directo, com a bola a passar muito perto da trave de Paulo Santos, mas com o guardião a controlar. O Braga espreitou o contra-ataque sempre que pôde e aos 30 minutos, teve uma boa oportunidade de golo, depois de Nelson ter perdido mais uma vez a bola na zona de ataque encarnado, permitindo a Cesinha fugir com o esférico. A jogada foi algo confusa e terminou com um potente remate de Chmiest que passou muito perto da baliza de Quim. O Benfica, que só chegava á baliza de Paulo Santos através de remates de meia distância, voltou a ter uma ocasião
de golo, com Karagounis a rematar de longe e Paulo Santos a desviar para canto. Já perto do intervalo, foi Petit a ter o golo nos pés, na marcação de um lívre directo em zona frontal, mas a bola saiu á figura de Paulo Santos. O intervalo chegou com o nulo no marcador, algo penalizante para o Benfica, que teve boas ocasiões de golo. O Braga, depois de uma entrada forte, aos poucos foi deixando o Benfica tomar conta do jogo, e com uma excelente organização defensiva, foi controlando os acontecimentos. Neste primeiro tempo de jogo, ficou patente alguma dificuldade do Benfica em articular jogo no último terço do Braga, optando quase sempre por futebol directo e remates de meia distância.No início do segundo tempo, Fernando Santos fez entrar Mantorras para o lugar de Léo, que deve ter saído por problemas fisícos, uma vez que ele já tinha estado em dúvida para este jogo. Katsouranis passou para central e David Luiz ocupou a faixa esquerda da defesa. O angolano jogou na frente, apoiado por Simão e Nuno Gomes recuou para a posição de dez.
No entanto, foi o Braga que voltou a dispôr da primeira oportunidade de golo do segundo tempo, com João Pinto a ter tempo para tudo em zona frontal á baliza de Quim, mas na altura do remate, Katsisouranis opôs-se bem. O Benfica voltou a ter o comando do jogo, mas o futebol
encarnado continuou lento, sem ligação e só de meia distância é que incomodava Paulo Santos, que na maioría das situações, apenas tinha que controlar a saída da bola.A passagem dos 60 minutos, Jorge Costa teve uma contrariedade, com Pedro Costa a ter que ser substituido por Luís Filipe. A estratégia de Jorge Costa estava a resultar em pleno, muito por culpa do futebol do Benfica, que não era rápido nas transições ofensivas. Aos 65 minutos, Chmiest deu o lugar a Diego, e o Braga passou claramente a jogar para o empate. Fernando Santos respondeu, e retirou de campo Nuno Gomes, fazendo entrar Dérlei e passando jogar em 4x3x3, com a frente de ataque a ser constituida por Simão, Mantorras e Dérlei. Mas a toada de jogo foi a mesma. O Braga não chegou mais com perígo á baliza de Quim, e o Benfica instalou-se definitivamente no meio campo bracarense no último quarto de hora. A melhor ocasião do Benfica no segundo tempo, surgiu já nos últimos dez minutos da partida, com Simão a ir á linha centrar rasteiro e a apanhar Mantorras sozinho na área, mas o remate do angolano saiu ao lado do poste da baliza de Paulo Santos. Mantorras que voltou a dispôr de uma excelente ocasião para marcar minutos depois, mas voltou a rematar ao lado desta feita depois de boa iniciativa de Dérlei. Nos últimos cinco minutos da partida Fernando Santos voltou a mexer fazendo entrar Manú para o lugar de Nelson. O Benfica forçou e Karagounis teve uma excelente incurssão na área do Braga, fintando três defesas dos visitantes e na cara de Paulo Santos rematou a barra da baliza. Ja nos descontos Anderson ainda chegou a introduzir a bola na baliza de Paulo Santos, mas o lance foi anulado por fora de jogo do defesa benfiquista. Minutos depois o jogo chegou ao fim, com o nulo a manter-se e o Benfica a trasar-se ainda mais na corrida ao título e também na luta pelo segundo lugar, que agora é ocupado pelo Sporting.
O Melhor em Campo.
Na minha opinião, o melhor jogador em campo foi David Luiz. Não me canso de o mencionar como Melhor em Campo, pois tem sido uma agadável surpresa. Ontém voltou a surpreender-me, pois no segundo tempo jogou a lateral esquerdo e teve uma prestação notável, subindo pela linha e apioando Simão no ataque. Foi interessante vê-lo arrancar pela lateral e levar a bola sempre colada ao pé. Denotu também uma boa técnica e capacidade de passe bastante bom. No primeiro tempo, na posição de central, também esteve bem, principalmente na marcação a Chmiest.
Mas há também que destacar a exibição de Simão, que foi um dos mais inconformados no ataque encarnado. As três boas ocasiões de golo criadas na priemira parte surgem dos pés dele.
Do lado do Braga, há que destacar a exibição do irrequieto Chmiest, que ainda deu que fazer aos defesas encanrados. Teve nos pés as melhores ocasiões do Braga, logo a abrir o jogo, e depois á passagem da meia hora, quando rematou de primeira, a centro de um colega. Paulo Jorge e Frechaut, também estiveram em bom plano negando sempre qualquer tentatíva do Benfica pelo ar.
O Positivo do Jogo.
* O Benfica continua sem perder em casa para o campeonato, e também ainda mantém a invencibilidade na prova, depois da derrota em Braga, em Novembro último.
* David Luiz tem sido uma boa surpresa a central, mas ontém também demonstrou que pode ser alternativa a Léo na esquerda.
* Apesar de ter jogado para o empate, após dez minutos de bom futebol, o Braga demonstrou uma excelente organização e espirito de entreajuda entre os sectores, o que foi determinante para o nulo alcançado.
* Depois de quatro maus resultados e apesar de o jogo ser a uma segunda feira com transmissão televisiva, estiveram presentes no estádio mais de 35 mil pessoa.
O Negativo do Jogo.
* O Benfica aumenta para cinco, o número de jogos sem vencer, confirmando um mau momento da equipa.
* Incapacidade do futebol encarnado de ligação de lances de ataque, principalmente perto da área adversária, promovendo os remates de meia distância mas condenados ao fracasso.
* Ficou patente a falta de elementos que façam frente aos centrais adversários, o mesmo que dizer que existe falta de poder de choque na área adversária. O futebol lateralizado do Benfica, não tem seguimento após o cruzamento, pois não há ninguém para cabecear.
O Árbitro.
João Ferreira, esteve bem no jogo de ontém. Um jogo que também não teve casos difíceis de analizxar, e onde os jogadores colaboraram. Houve uma altura em que os nervos estavam a flor da pele para o lado dos encarnados, mas o árbitro geríu bem a situação. O lance do golo anulado ao Benfica foi bem ajuizado pelo árbitro auxiliar, existindo mesmo fora de jogo de Anderson. Na primeira parte, Simão reclamou uma grande penalidade, mas mais uma vez me pareceu acertada a decisão do árbitro em não marcar qualquer falta.
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15 de dezembro de 2006
Taça UEFA - Sp. Braga 2-0 Grasshoppers
Espectadores: 11.048
Árbitro: Nikolay Ivanov (Rússia)
Grasshoppers: Coltori, Sutter, Weligton, Denicola e Jaggy, Voser, Léon e Salatic, Roberto, António e Ristic.
Treinador: Krasimir Balakov. Jogaram ainda: Renggli, Blumer e Fletscher
O Sp. de Braga carimbou a passagem à fase seguinte da Taça UEFA, com um golo inventado por Camacho, aquando da sua passagem pelo Benfica. A raça e vontade dos jogadores bracarenses, foi premiada, no entanto o seu presidente queria mais apoio por parte dos associados.
A primeira parte deu-nos um Sp. de Braga um pouco nervoso, pois tinha a obrigação de vencer, caso quisese seguir em frente. Rogério Gonçalves, apresentou o esquema habitual de 4x3x3, com dois trincos, Vandinho e Ricardo Chaves, e João Pinto a jogar no vértice do triangulo, no apoio a Zé Carlos. Do lado dos suiços, o 4x3x3 com apenas um trinco, dava um pendôr mais atacante à equipa.
Talvês por causa do nervosismo, o futebol do Braga, foi um pouco atarantado, sem agressividade e mostrou uma finalização muito aquém do esperado e necessário, para garantir a passagem. Foi no entanto o Grasshoppers, ao minuto 12 que poderia ter marcado o primeiro da noite, numa jogada de entendimento entre Ristic e António tendo Paulo Santos correspondido com boa defesa. O jogo arrefeceu um pouco, com o Sp. de Braga a tentar deixar os suiços adormecerem, e a entrada para o último quarto de hora da primeira parte, a equipa de Rogério Gonçalves pressionou mais e terminou por cima da turma suiça, tendo no entanto desperdiçãdo algumas boas situações para marcar, por falta de pontaria. Já perto do final, os bracarenses queixaram-se de uma grande penalidade sobre Zé Carlos, mas fica a impressão que o atacante brasileiro é que faz falta no início da jogada, agarrando o central Weligton.
No segundo tempo, o Braga manteve o pendôr atacante os últimos minutos da primeira parte, e Zé Carlos voltou a ter algumas boas oportunidades de abrir o marcador, mas acabaria por não o conseguir, tendo no entanto entrado ele próprio pela baliza dentro, num lance em que toda a gente gritou golo. João Pinto continuava a carregar a equipa, com sucessivos cruzamentos e
jogadas de grande nível, tendo conseguido, através da tecnica, libertar-se da marcação cerrada que lhe moveu Voser no primeiro tempo.Aos 60 minutos, Maciel apontou um lívre, que mais parecia um canto curto, e encontrou João Pinto lívre de marcação na cabeça da área, com o ex-internacional português a rematar de primeira, sem hipoteses para Coltori. Este golo fêz lembrar os lívres introduzidos por Camacho, na altura em que esteve à frente dos destinos do Benfica, e tantas vezes copiado sem sucesso.
O Grasshoppers tentou responder e teve uma soberana oportunidade minutos depois do golo de João Pinto, mas Roberto Pinto, que se isolou quando a defesa bracarense parou a pedir um fora de jogo inexistênte, rematou frouxo e ao lado da baliza de Paulo Santos para descanço dos bracarenses presentes no estádio. O coração terá falado mais alto....
Já nos descontos, Castanheira apontaria o golo do descanço, depois de cruzamento de Luís Filipe e deu início à festa nas bancadas.
No final da partida, António Salvador falou aos jornalistas e esqueceu por completo a vitória histórica, para dizer que estava desiludido com a afluência de público ao Municipal, para um jogo de capital importância para o futuro do clube, entre outras coisas disse que "esperava mais do que os 9 mil adeptos presentes", tendo no entanto oficialmente terem sido dados 11 mil espectadores nas bancadas, e disse que "talvês o Braga precise de mudar de cidade, para Barcelos ou Guimarães, para ter mais apoio". A indignação do presidente continuou, dizendo que não admite ser "questionado por ninguem, caso venda algum jogador em Janeiro, ou no início de época", e terminou dizendo que "trabalhar assim não vale a pena. Dá que pensar".
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4 de outubro de 2006
SC Braga 2 - 1 FC Porto
Espectadores: 13’740
Arbitro: Lucílio Baptista
SC Braga: Paulo Santos, Nem, Paulo Jorge, Carlos Fernandes, Madrid, Hugo Leal, Castanheira, Maciel, Luís Filipe, Wender, Marcel - Jogaram ainda: Maurício, Césinha, João Pinto
Treinador: Carlos Carvalhal
FC Porto: Helton, Bosingwa, Pepe, Bruno Alves, Ezequias, Paulo Assunção, Lucho, Raul Meireles, Quaresma, Anderson, Hélder Postiga – Jogaram ainda: Vieirinha, Alan, Lisandro
Treinador: Jesualdo Ferreira

A equipa da casa bateu o F.C. Porto por 2-1, num dos melhores encontros realizados até ao momento na Liga 2006/0. Apesar de ambas as equipas terem estado em acção durante a semana, o Braga para a UEFA e o FCP para a Liga dos Campeões.
Para o Sporting Clube de Braga foi sem dúvida o melhor: com garra, muita vontade de jogar, capacidade e iniciativa de remate!
Carlos Carvalhal manteve oito dos atletas que iniciaram a partida com o Chievo (Castanheira, Maciel e Marcel foram as novidades) e o Prof. Jesualdo Ferreira apostou em nove dos que entraram no onze inicial frente ao Arsenal (Ezequias e Raul Meireles entraram nos lugares de Ricardo Costa e Cech).
Logo nos minutos iniciais da partida o Lucho podia ter marcado o 1° para os “Dragões” mas o guardião bracarense Paulo Santos evitou o pior. E a partir desse lance o Braga reagiu bem e tomou conta do jogo onde obrigou Helton a muitas defesas.
Aos 26 minutos, com naturalidade e fruto de uma falha de marcação da defesa portista, Marcel aproveitou e rematou. O brasileiro fez aquilo que no SLB nunca conseguiu: marcar golos.
Este era então o melhor período do Sp. Braga. Atento à angústia, Jesualdo Ferreira abdicou de Paulo Assunção e fez entrar Lisandro. O Porto deu sinais de melhorias, mas era o Braga que continuava a lutar para marcar o segundo. E por surpresa, antes do intervalo Postiga marca de cabeça.
No segundo tempo Carvalhal decide renovar a enrgia e a ambição da sua equipa e manda entrar João Pinto e Césinha para os lugares de Wender e Castanheira. E minutos depois surgiu o golo de Luís Filipe, num excelente remate de fora da área. A perder, o treinador dos azuis & brancos colocou Vieirinha e, a seguir Alan. A baliza de Paulo Santos começou a ser “assaltada”, mas o marcador manteve-se inalterável. Os bracarenses venceram justamente e chegaram aos dez pontos, somente a dois dos líderes (F.C. Porto & Sporting).
MELHOR JOGADOR: Madrid
Palavras para quê? Caíu físicamente na segunda parte mas mesmo assim estava lá. Tem lugar em qualquer equipa do Mundo.
POSITIVO:
- o SCB mostrou aquilo que vale, deu uma lição de futebol
- um encontro espectacular e bom de se ver
- Postiga: deu esperança ao FCP
NEGATIVO:
- arbitragem
- Césinha: muito lento do que habitual
- um FCP muito apagado
ÁRBITRO:
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30 de setembro de 2006
Uefa Cup: Chievo 2 - 1 SC Braga
Espectadores: 6’500
Arbitro:Carlos Megia Dávila (Espanha)
Chievo Verona: Sicignago, Malagó, Mandelli, Scurto, Marcolini, Luciano,Sammarco, Zanchetta, Kosowski, Bruno, Tiribocchi - Jogaram ainda: Moro, Brighi, Godeas
Treinador: Giuseppe Pillon
SC Braga: Paulo Santos, Frechaut, Nem, Paulo Jorge, Carlos Fernandes,Madrid, João Pinto, Hugo Leal, Luís Filipe, Zé Carlos, Wender - Jogaram ainda: Maciel, Maurício, Césinha
Treinador: Carlos Carvalhal
Não houve o esperado sufoco inicial. Mas, em contrapartida, a equipa portuguesa não permitiu ao Chievo a criação de lances de perigo, com a excepção de dois ou três lances em que Frechaut permitiu cruzamentos de Kosowski junto à linha de fundo. Mas a falta de velocidade de Frechaut face a Kosowski começou a causar abalo na segunda metade da primeira parte... e custou um golo.
Curiosamente o Braga não pareceu muito perturbado com o golo sofrido, embora nesta fase a troca de bola não tivesse grande qualidade. De todo o modo, até final da primeira parte, oportunidades de golo para o Chievo... zero. Nós ainda tivemos um bom remate à meia volta por Zé Carlos.
Na segunda metade, Carvalhal fez entrar Maciel para o lugar de Hugo Leal, colocando Luís Filipe na defesa e Frechaut no meio-campo. O Sp. Braga entrou mais agressivo e criou duas boas oportunidades por Maciel e Wender (uma outra... pelo guarda-redes do Chievo). É certo que a troca de bola não era grande coisa (impressionante a quantidade de bolas perdidas por JVP apesar da sua entrega!), mas a equipa portuguesa esteve mais perigosa na frente. Quando Carvalhal resolveu apostar na velocidade de Césinha (para a saída de um anormalmente apagado Zé Carlos), sucede um erro incrível de Paulo Jorge (parecido com o que cometera na pre-época em Barcelos) que dá o segundo golo ao Chievo, que não tinha feito até então um único remate perigoso à nossa baliza. O jogo aí entrou num período louco, com alguma desorientação de parte a parte: expulsões, muitas perdas de bola, passes errados, etc..
A equipa minhota contudo, sem jogar bem, nunca se deixou inferiorizar pelo adversário. Mais: à medida que o tempo passava, parecia evidente que a nossa equipa estava mais fresca que o Chievo. O que se veio a confirmar no prolongamento. O domínio "vermelho e branco" era evidente e o golo surgiu com alguma naturalidade. O Braga podia depois ter feito algo mais pelo empate, que estava claramente ao alcance... Foi uma derrota com sabor a vitória!
O Melhor em Campo (estre aspas)
Wender foi o herói da eliminatória. No primeiro confronto, em Braga, o brasileiro marcou o segundo golo, que transmitiu alguma confiança para o jogo decisivo e na passada quinta-feira voltou a deixar a sua marca, garantindo a passagem à fase de grupos. Apesar de todo o empenho, de muito tentar remar contra as adversidades - leia-se evolução do marcador por parte dos italianos, revelando inconformismo através de remates de meia-distância, o esquerdino esteve algo distante do que pode e sabe fazer. Saiu logo após ter marcado o golo, em maca, lesionado, mas obviamente satisfeito com a estrelinha que iluminou o desvio de cabeça entre as torres adversárias.
O Positivo do Jogo
O Sp. Braga saiu da cidade dos eternos namorados (Romeu e Julieta), com o passaporte carimbado para a fase de grupos da UEFA, objectivo perseguido á três anos e após duas tentativas frustradas (Hearts & Estrela Vermelha), conseguiram – era muito importante; tanto a nível desportivo como financeiro.
O Negativo do Jogo
A equipa arsenalista demonstrou falta de atitude, agressividade, qualidade, personalidade e muitas saudades daquela equipa que fez uma brilhante pré-época; aquela equipa que quase sabia jogar de olhos fechados?!
Os jogadores jogam sem nexo nenhum, completamente atabalhoados e não se entendem uns com os outros, e isso pode-se ver na quantidade de passes falhados que fizeram durante todo o jogo.Só nos resta rezar e fazer fé que esta crise vá passar já neste inicío de semana...
Já para não falar do caso do Nem, que um jogador com a sua experiência, teve uma atitude de iniciado; uma autêntica palhaçada.
O Árbitro
Errou em pequenos erros técnicos, mas na acção disciplinar, em especial nas expulsões, esteve bem.
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