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3 de fevereiro de 2012

Entrevista com: Tiago Gil (Marítimo)

A rúbrica 'Entrevista com' está de volta e desta vez o convidado é Tiago Gil, atleta que na época anterior esteve ao serviço do Candal, mas que agora está no Marítimo, apesar de fazer parte dos quadros da equipa B. Nesta entrevista, o jogador aborda a sua ida para a Madeira, revelando que houve outras possibilidades. Fala também da época passada, onde o Candal acabou por descer à Divisão de Honra da AF Porto e aborda também o seu futuro, admitindo deixar o clube madeirense, caso não começe a jogar com mais regularidade. Mais uma entrevista a não perder, num exclusivo 'A Bola é Redonda'.





A Bola é Redonda (ABR) - Olá Tiago Gil. No final da época passada deixaste o Candal para ingressar no Marítimo, embora na equipa B. Como surgiu essa possibilidade?

Tiago Gil (TG) - Tudo surgiu já no período de férias, quando fui contactado pelo meu empresário dizendo que havia interesse da parte do Marítimo em que integrasse a equipa B. Já tinha acontecido na época anterior, mas tinha ficado sem efeito pois não houve acordo entre o Candal e o Marítimo logo na fase inicial das conversas. Inicialmente também não foi fácil para os dois clubes chegarem a acordo, aliás, isto tudo durou aproximadamente um mês até que com alguma compreensão da parte do Candal, devido à oportunidade que seria para mim, lá conseguiram com que tanto eu como o clube saíssemos beneficiados desta decisão.


ABR - Foi apenas o Marítimo que apareceu ou tiveste mais convites de outros clubes?

TG - Tive. Antes da minha vinda para a Madeira, tive ainda uma possibilidade, que ficaria entretanto sem efeito, do Gondomar. E andava a analisar ao mesmo tempo uma ou outra possibilidade para o caso de as negociações não prosseguissem.


ABR - Ainda não fizeste um jogo pela equipa esta época? É difícil estar nessa situação?

TG - É verdade. É sempre difícil estar numa situação destas. Ninguém deseja estar sem jogar, mas eu sabia que iria para outro patamar e não iria ser fácil conquistar rapidamente o meu lugar. Penso também que o elevado número de opções para a minha posição, diminui um bocado a possibilidade de haver uma oportunidade.


ABR - Como foi a tua adaptação a uma realidade diferente, uma divisão superior e a um clube que, apesar de estares na equipa B, é profissional?

TG - Pensei que iria ser mais complicado. Adaptei-me bem, também devido a ser uma equipa jovem, todos a jogar longe de casa, onde acabamos por nos ajudar uns aos outros. Comparativamente ao Candal, como é óbvio são inumeras as diferenças entres os dois clubes, partindo desde logo da organização do clube e da estrutura que tem por detrás de tudo.


ABR - Voltando ao passado, nomeadamente à época anterior, o que falhou para que o Candal descesse de divisão?

TG - Na minha opinião, eu acho essa é uma questão que ainda hoje muita gente não consegue responder. Terminamos a primeira volta em primeiro lugar a fazer um excelente campeonato, e a partir de Janeiro algo mudou e a perda de pontos começou a ser maior inexplicavelmente. Mas a arranjar uma justificação, talvez diria alguma falta de maturidade nalguns momentos, e a perda de pontos em casa que não costumavam ser normais.


ABR - Tens acompanhado o percurso da equipa este ano? Como vês o desempenho do Candal na Divisão de Honra da AF Porto?

TG - Sim, tenho acompanhado, e até ao momento vejo um desempenho positivo. Houve duas equipas que apostaram bastante este ano e é normal que para o Candal não seja tão fácil acompanhar, mas no entanto, penso que está a fazer um campeonato dentro do esperado.


ABR - Sendo jogador, que comentário te merece o facto de o Candal ter tido, desde a época passada, seis treinadores até ao momento?

TG - Isso são coisas do futebol. No ano passado, quando não atingimos o objectivo de ficar na zona de subida, ocorreu a primeira troca. Depois houve uma mudança de direcção que consequentemente fez com que ocorresse nova troca de treinador. E em relação a esta época, não estou muito a par do motivo das trocas, por isso, não me posso adiantar mais em relação a esse assunto.


Tiago Gil ao serviço da Selecção Nacional de Sub-18

ABR - Já representaste Portugal por duas ocasiões no escalão de Sub-18. Agora que tens 20 anos, ainda esperas conseguir voltar a representar a Selecção Nacional?

TG - Todos os jogadores de futebol ambicionam representar o seu país ao mais alto nível. Não sou nenhuma excepção e, como tal, é normal fazer tudo para que um dia possa lá voltar. No entanto, não escondo que a ida no escalão de sub-18 à Selecção Nacional, foi sem dúvida um dos momentos que me irão marcar para sempre.


ABR - Voltando ao Marítimo, esta época não está a correr bem à equipa, que está num lugar incómodo na tabela. Que tem falhado?

TG - Não é fácil de explicar. Mas analisando os jogo efectuados, em vários momentos faltou-nos uma pontinha de sorte, e talvez um problema que acaba por ser normal, é a falta de experiência da equipa, devido a ser muito jovem.


ABR - Os métodos de trabalho são, com certeza, muito diferentes do Candal. Quais as principais diferenças entre os dois clubes?

TG - Sim, nota-se uma diferença considerável nos métodos de trabalho. Uma carga de trabalho maior, mais exigência, melhores condições de treino, entre outros pormenores, que faz evidentemente com que os métodos sejam diferentes.


ABR - Na próxima época, em 2012/2013, as equipas B serão integradas na Liga Orangina, que como todos sabem é um campeonato profissional. Que pensas desta situação?

TG - Penso que foi uma excelente ideia para todos os clubes. Tanto beneficia os clubes que já estão na Liga Orangina, porque mesmo sendo equipas B, nunca deixam de ser o Marítimo, Porto, Benfica, Sporting, e que ajudarão ainda e muito nas transmissões televisivas, como também é bom para esses clubes, pois terão a possibilidade de ter jogadores oriundos da formação e jogadores jovens, como é o caso já da equipa B do Marítimo, a ganhar ritmo num escalão bem diferente da 2ª divisão. Num escalão mais competitivo e profissional.


ABR - As equipas terão que ter um número mínimo de 10 atletas por ficha de jogo que tenham sido formados localmente, ou seja, inscritos na FPF nas três épocas anteriores e com idades compreendidas entre os 15 e os 21 anos. Achas que a formação sairá beneficiada com estas medidas?

TG - Penso que sim. Assim implica um maior aproveitamento destes clubes na sua formação, não fazendo como se vê por aí, aproveitando cerca de dois ou três jogadores por ano, se tanto, mas sim vendo-se obrigados a apostar cada vez mais nos jovens portugueses.


ABR - Apesar de estares integrado na equipa B, como é o teu dia-a-dia em termos futebolísticos?

TG - O meu dia-a-dia acaba por ser praticamente idêntico ao da equipa principal. Com menos dois treinos talvez, mas com as rotinas diárias muito parecidas. Treinos de manhã, às vezes com um bi-diário semanal e uma folga.


ABR - Por vezes jogadores das equipas B, acabam por se treinar com o plantel principal. Isso ainda não aconteceu contigo?

TG - Sim, uma vez. Num treino-conjunto entre equipa A e B, onde o Mister Pedro Martins precisou de um central para completar a equipa.


ABR - Já te cruzaste com Pedro Martins com certeza. Como é o técnico principal do Marítimo?

TG - Sim, já, inclusive nesse treino que foi quando falei mais propriamente dito com ele. É uma pessoa simpática, que me pôs a vontade, assim como a restante equipa técnica. De resto, cruzamo-nos com qualquer elemento da equipa principal, desde jogadores a equipa técnica quase todos os dias, pois coincidem os horários de treino e os locais frequentados fora do futebol.


ABR - O teu futuro passa pelo Marítimo ou admites sair no final da época caso a tua situação não se altere?

TG - Ainda é cedo para falar nisso, pois acabou agora a primeira volta, mas caso a minha situação não mude, irei procurar um clube onde jogue com regularidade, pois ninguém deseja estar um ano parado, muito menos dois.


ABR - Que objectivos tens para a tua carreira, agora que estas num clube mais exigente a nível futebolístico?

TG - O meu principal objectivo é conseguir chegar ao mais alto nível nacional, 1ª Liga digamos. No entanto, para isso, primeiro terei várias fases para ultrapassar pela frente. E só depois pensaria em jogar ao mais alto nível fora de Portugal.


Ainda na formação do Candal, onde admite poder regressar um dia

ABR - Admitindo que regressarias a Gaia, que clube gostarias de representar?

TG - Devido ao anos que estive no Candal e tudo aquilo que o clube me deu, fazendo com que evoluísse fora e dentro de campo, para ser sincero, não me imaginaria a jogar noutro clube qualquer de Gaia, mas no entanto no futebol nunca sabemos o dia de amanhã.


ABR - Como tens visto o desempenho das equipas gaienses na 2ª e 3ª divisão, nomeadamente o Coimbrões e o Grijó?

TG - O Grijó não tenho acompanhado lá muito bem, mas penso que está a fazer um campeonato bastante positivo. Quanto ao Coimbrões poderia estar melhor classificado, mas o grau de exigência também é maior, e mesmo assim está perfeitamente dentro de atingir aqueles que são os seus objectivos.


ABR - Por último, gostaria que deixasses uma mensagem aos adeptos e leitores do blog.

TG - Queria desde já dar-lhe os parabéns, pois tem realizado um excelente trabalho com uma diária actualização deste blog que é benéfica tanto para nós jogadores, como para todos os amantes do futebol. E desejar, já agora, um ano recheado de vitórias desportivas e pessoais para todos os leitores deste blog, e que continuem a acompanhar e a apoiar os seus clubes pois também é disto que faz parte o futebol. Um abraço e felicidades para todos.

2 de março de 2011

Candal regressa às vitórias frente ao Paredes


Local: Estádio Rei Ramiro
Hora: 15h
Árbitro: Pedro Sá (AF Braga)

Candal: Dany, Passos, Ricardo, Tiago Gil e Daniel, Reis, Alex (Pereira 90+2') e Bruno (João Amaral 79'), Anssumane, Zé Tiago e Paiva (Joni 61').
Treinador: António Pedro

Paredes: Tiago, Vítor Hugo (Eurico 69'), Dani, Romeu e Bruno, George (Hélder 75'), Vasco e Daniel (Telmo 60'), Carlão, Jaime e Rui Coelho.
Treinador: Fernando Valente

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 2-0

Marcadores: Paiva (46') e João Amaral (90+3')

Disciplina: Cartão vermelho a Ricardo (59') do Candal

O Candal derrotou no passado domingo o Paredes por duas bolas a zero. Foi uma vitória importante, pois a equipa candalense vinha de duas derrotas seguidas e tinha o objectivo de ficar entre os seis primeiros lugares em risco, caso não conseguisse derrotar a formação nortenha. Hugo Paiva abriu o marcador aos 46' minutos e já no tempo de compensação João Amaral deu descanso às hostes candalenses, que já não viam a sua equipa vencer em casa desde que derrotaram o Famalicão por 2-1.
Tiago Gil, defesa central da formação de Rei Ramiro, comentou o jogo para o blog, referindo a importância da vitória: "Fizemos um grande jogo Entramos muito bem na partida, tomando a iniciativa do jogo e criando várias oportunidades de golo que no entanto não conseguimos concretizar. Entramos com noção de que era muito importante a vitória neste jogo, pois tínhamos de voltar a ganhar depois de duas derrotas seguidas. Jogávamos em casa e entramos como tínhamos de entrar, sem dar qualquer chance de o Paredes chegar à nossa baliza", disse o jogador. O Candal ficou reduzido a dez unidades já no decorrer do segundo tempo, mas nem isso atrapalhou os planos dos gaienses que conseguiram a vitória. Tiago Gil afirma que foi "uma vitoria indiscutivel, onde praticamente só uma equipa praticou bom futebol e quis ganhar, através de muito trabalho e de uma grande atitude e entrega ao jogo", concluiu o atleta.
O Candal recebe no próximo domingo o Oliveira do Douro, em jogo da 21ª jornada da 1ª fase e em caso de vitória fica muito perto de garantir um lugar entre os seis primeiros classificados.

11 de fevereiro de 2011

Candal empata já nos descontos e deixa fugir o Famalicão


Local: Campo de Barreiros
Hora: 15h
Árbitro: Alexandre Pires (AF Vila Real)

Joane: Sérgio, Zé Pedro, Bruno, André Campos e Pedro Pinto (Vitor Hugo 46'), Socrates (Hélder 77'), Daniel (João Ribeiro 89') e Pedro Borges, Gil, Carlos Manuel e Álvaro.
Treinador: Jorge Baptista

Candal: Dani, Daniel, Sidon, Ferraz e Passos (Tiago Gil 85'), Joni (Bruno 80'), Amaral e José Reis, Alex, Diogo e Ansumane.
Treinador: António Pedro

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-1

Marcadores: André Campos (65', g.p) para o Joane e Tiago Gil (90+1') para o Candal

O Candal empatou no passado domingo, na deslocação ao terreno do Joane, a uma bola, não dando o melhor seguimento à vitória sobre o Famalicão na 16ª jornada. A equipa de António Pedro tem mostrado alguma inconsistência de resultados, depois da primeira derrota para o campeonato, à nona jornada, na deslocação a Paredes, porque até ai, a equipa somou oito jogos consecutivos sem derrotas. Depois da nona jornada, nos nove jogos seguintes, portanto, até à última ronda, a equipa apenas venceu três vezes.
António Pedro, treinador do Candal, disse ao blog que este resultado deveu-se à falta de golos na primeira meia hora do jogo, onde os gaienses foram melhores: "A incapacidade de fazer golos nos primeiros 30' de jogo foi determinante, pois criamos situações para marcar, mas não conseguimos e demos oportunidade ao Joane de subir na partida. Na segunda parte, o Joane entrou mais forte e acabou por chegar ao golo na marcação de uma grande penalidade. Fomos tentando de todas as formas chegar ao golo e fomos felizes ao empatar e no último lance do jogo ainda tivemos uma oportunidade para conseguir a vitória, mas não marcamos. Foi um jogo bem jogado, mas com o passar do tempo, fomos permitindo ao adversário que acreditasse", confessou o treinador.
Com este resultado, o conjunto gaiense caiu para a quarta posição, com 28 pontos somados até ao momento, deixando escapar de novo o Famalicão, que leva agora três pontos de vantagem. Apesar de ainda não estar em perigo, o Candal viu os adversário que lutam por um lugar entre os seis primeiros aproximarem-se e o Rebordosa, sétimo classificado, está já a seis pontos, assim como o Leça e o Paredes. Na próxima ronda, o Candal joga em casa, recebendo o Amarante.

9 de janeiro de 2011

Tiago Gil espera alcançar um bom resultado na deslocação a Vila Meã

Tiago Gil, defesa central do Candal, acredita que a sua equipa vai conseguir trazer os três pontos do Estádio Municipal de Vila Meã, no jogo que opõe ambos os clubes amanha, ás 15h. Para o jogador, esta será mais uma partida em que a equipa gaiense só pensa "em ganhar. Seja em casa, seja fora, o nosso pensamento é sempre a vitoria". Apesar desse ser o pensamento, Tiago Gil sabe das dificuldades que o Vila Meã vai apresentar, até porque a equipa foi montada para subir de divisão, mas ocupa um lugar muito abaixo dessa expectativa: "Sabemos que vai ser um jogo muito complicado, como de resto são todos. No entanto, se estivermos ao nosso melhor nível, certamente ganharemos, tornando um jogo complicado, num jogo fácil. Conhecemos bem a equipa deles e portanto já sabemos o que vamos encontrar pela frente", utilizando o empate a duas bolas que se registou no jogo da primeira volta, como aditivo de moral: "Eles empataram em nossa casa, portanto na cabeça de cada jogador vai um sentimento de "vingar" esse empate, o que pode servir como mais um motivo para ajudar na grande atitude que vamos ter para ganhar".
O Vila Meã está a atravessar uma pequena crise, que pode alterar o comportamento da equipa, até porque esta foi feita com o sentido claro de apostar numa subida de divisão, mas nesta fase da prova, a equipa ocupa o 10º lugar, com 13 pontos e foram vários os atletas que deixaram o plantel em Dezembro, sendo que um deles foi Hélder Calviño, que regressou ao Cinfães depois de ter trocado esta equipa pelo Candal há precisamente um ano atrás e de posteriormente ter deixado os gaienses no final da época para ingressar no Vila Meã. Tiago Gil não acredita que isso possa fragilizar o adversário: "Nem por isso. A perda de um jogador para um grupo só afecta se o grupo não conseguir ultrapassar isso. O Calviño, como todos nós sabemos, é um grande jogador e os outros jogadores que saíram, acredito que tenham sido importantes para o Vila Meã, no entanto, de certeza que neste momento pensando eles também na vitória e em fazer um grande jogo, não estarão preocupados com isso".
Tiago Gil chegou este ano aos seniores, proveniente da equipa júnior. Habituado a ser titular indiscutível no eixo da defesa, o atleta debate-se esta temporada com a situação de suplente, apenas tendo disputado cerca de 20 minutos distribuídos por três jogos, na deslocação a Rebordosa na terceira jornada, na recepção ao Serzedelo na jornada seguinte e na deslocação a Amarante na sétima ronda, partidas que o Candal venceu. Tiago Gil desvaloriza essa situação e mostra maturidade na hora de comentar esta situação: "Eu, como qualquer outro jogador, quero é jogar. E todos trabalhamos o máximo para mostrar ao mister que merecemos um lugar na equipa. Estou de consciência tranquila em relação ao meu trabalho. Felizmente temos um grupo competitivo, é pequeno, mas todas as opções são boas e muito do sucesso que estamos a ter ate agora é em parte devido ao espírito de grupo que é fantástico, pois qualquer jogador que jogue, todos os outros apoiam-no e a seguir resta-lhes trabalhar ainda mais para mostrar que o mister pode contar com ele. Eu não tenho jogado, mas respeito como outro qualquer jogador as decisões do treinador, trabalhando para quando chegar a minha oportunidade de ajudar a equipa estar a 100%".
A partida tem início marcado para as 15h no Estádio Municipal de Vila Meã e será dirigida por Sérgio Costa da AF Ponta Delgada.

20 de julho de 2010

Candal reforça-se

Castro, guarda-redes (ex-Nogueirense) e Passos, defesa direito (ex-Salgueiros 08), são os novos reforços da equipa do Candal, anuncia o jornal O Gaiense, que estarão esta temporada às ordens do treinador António Pedro. Com mais estes dois elementos, são já quatro os reforços conhecidos da turma candalense, juntando-se assim a Ferraz e Oliveira, ambos provenientes do Oliveira do Douro. Para além destes dois reforços, foram promovidos dos juniores Tiago Gil, defesa central internacional sub-19 (na foto), Ricardo e Pereira, também elementos para a defesa, bem como João Amaral, para o meio campo e Asumane para a frente de ataque.
Sentido inverso faz o avançado Nuno Capela, um dos melhores marcadores da equipa candalense, que decidiu abandonar Rei Ramiro para ingressar na Oliveirense, equipa que este ano também vai disputar a 2ª Divisão B e é orientada por António Remelgado, técnico que já havia trabalhado com Capela no Coimbrões há duas épocas.