1 de abril de 2026

JOTA SILVA - "TENS QUE SER TU A QUERER MAIS DO QUE NINGUÉM"

Jota Silva saltou dos distritais, para a ribalta do futebol, em seis anos

Jota Silva, avançado dos turcos do Besiktas, concedeu uma entrevista ao podcast da página Campeonato das Oportunidades, sobre o percurso inspirador no futebol. A entrevista decorreu no Estádio do Sousense, clube onde o extremo começou a jogar futebol. “𝐀𝐬 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐢, 𝐬𝐚̃𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐨𝐚𝐬. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐨𝐢𝐭𝐨, 𝐧𝐨𝐯𝐞, 𝟏𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬... 𝐍𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐢 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐞𝐦 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐞𝐧𝐡𝐮𝐦 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐢”, começou por dizer.

Jota Silva abordou também a ascensão na sua carreira, destacando o momento em que sai dos juniores do Paços de Ferreira, para ingressar nos seniores dos gondomarenses, que jogavam a Divisão d’Elite da AF Porto. “𝐓𝐞𝐫 𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞́𝐧𝐢𝐨𝐫, 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐨𝐮 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐨𝐢 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐨 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐣𝐨𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞, 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐨𝐬𝐭𝐫𝐞𝐢 𝐚𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬, 𝐞𝐧𝐪𝐮𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐬𝐞́𝐧𝐢𝐨𝐫. 𝐌𝐮𝐢𝐭𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐨𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚𝐭𝐫𝐚́𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐨𝐮 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞”, revelou o jogador.
O percurso de Jota Silva acaba por ser um ponto de destaque, pois em 2018 estava nos distritais e, entretanto, já foi internacional A por Portugal, sobre isso, o jogador destaca que não quer que esse momento seja efémero “𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐥𝐚́, 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐥𝐚́ 𝐡𝐚́ 𝟏𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐅𝐮𝐢 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢𝐝𝐨 𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐬𝐞𝐣𝐚 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚 𝐨𝐮 𝐮𝐦𝐚 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦. 𝐅𝐨𝐢 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐞́𝐫𝐢𝐭𝐨, 𝐞𝐮 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞́𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐢, 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚𝐫 𝐥𝐚́”, disse Jota Silva.

Depois de já ter representado Sp. Espinho, Leixões, Casa Pia, Vitória SC, Nottingham Forest e agora o Besiktas, Jota Silva realça um fator primordial na obtenção dos seus objetivos. “𝐏𝐨𝐝𝐞𝐬 𝐭𝐞𝐫 𝐨 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐭𝐮 𝐞́𝐬 𝐨 𝐭𝐞𝐮 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨. 𝐓𝐞𝐧𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐭𝐮 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞́𝐦”, afirmou Jota Silva.

Pode ver a entrevista completa AQUI

Jota Silva já conta com uma internacionalização e quer voltar à Seleção Nacional 📷 - Bola na Rede


EVERTON SILVA - "AINDA TÊM FOTOS MINHAS NO REFEITÓRIO. ESTOU NO MUSEU DO CLUBE E SOU UM ÍCONE DO HERACLES ALMELO"

Everton é o melhor marcador do Heracles Almelo na Eredivise

Everton Silva foi o 87º convidado do Entrevista Com… podcast do projeto A Bola é Redonda, na última terça-feira, 31 de março.

O atacante de 42 anos, que atualmente joga no Pedras Rubras, da Hyundai Liga Pro da AF Porto, fez um balanço da sua carreira, e já com o curso de treinador concluído, a ideia inicial era encerrar a carreira de jogador no final desta época. No entanto, uma conversa em casa, mudou os planos. “𝐄𝐮 𝐣𝐚́ 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐫𝐞𝐢𝐫𝐚. 𝐌𝐚𝐬 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐚, 𝐨𝐥𝐡𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐢𝐦 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦: '𝐨𝐥𝐡𝐚, 𝐯𝐨𝐜𝐞̂ 𝐧𝐚̃𝐨 𝐯𝐚𝐢 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐨. 𝐕𝐚𝐢 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦'”, disse o jogador. “𝐒𝐞 𝐞𝐥𝐚 𝐝𝐢𝐳 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐯𝐨𝐮 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫, 𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐞𝐮 𝐯𝐨𝐮 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐨, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐨𝐮 𝐞𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐨𝐮 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨 (risos)”, prosseguiu o jogador.

Com 17 golos, Everton é o melhor marcador
da Hyundai Liga Pro da AF Porto

Everton começou a jogar futebol com quatro anos, e aos 16 tornou-se profissional no Grémio
Barueri. A primeira experiência no estrangeiro foi no Heracles Almelo, da Holanda, onde ainda hoje é ídolo. “𝐄𝐮 𝐦𝐞 𝐬𝐢𝐧𝐭𝐨 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞𝐮. 𝐒𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚 𝐥𝐚́ 𝐧𝐚 𝐇𝐨𝐥𝐚𝐧𝐝𝐚, 𝐧𝐨 𝐇𝐞𝐫𝐚𝐜𝐥𝐞𝐬, 𝐞𝐮 𝐬𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐨. 𝐀𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐦 𝐟𝐨𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐫𝐞𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨, 𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐨 𝐦𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞, 𝐧𝐮𝐦 𝐦𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐢́𝐜𝐨𝐧𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞. 𝐄 𝐞𝐮 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐢́𝐜𝐨𝐧𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞”, disse o atacante, que jogou no clube entre 2006 e 2013, realizando mais de 200 jogos e apontando 70 golos, o que lhe vale ainda o título de melhor marcador do clube, na Eredivise.

No clube, fez dupla com Bas Dost, avançado que jogou posteriormente no Sporting. “𝐄𝐮 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚𝐯𝐚-𝐥𝐡𝐞 '𝐁𝐚𝐬 𝐃𝐨𝐬𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨'. 𝐄𝐥𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐛𝐨𝐚, 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐪𝐮𝐢𝐥𝐨.𝐅𝐨𝐢 𝐚 𝐝𝐮𝐩𝐥𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐟𝐞𝐢𝐭𝐚. 𝐌𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐠𝐨𝐥𝐨𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞 𝐝𝐞𝐥𝐞, 𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐥𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬, 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 '𝐜𝐚𝐬𝐚𝐦𝐨𝐬' 𝐛𝐞𝐦”, revelou Everton.

A passagem pelo Al Nassr, na Arábia Saudita, e pelos chineses do Shangai Shenxin também foram tema de conversa, assim como o regresso ao Brasil, e a vinda para Portugal, aos 35 anos, à procura de mais segurança, e o desejo de ter mais tempo com a família, um estilo de vida mais tranquilo, longe das concentrações e viagens constantes

Pode ver a entrevista completa no link abaixo