1 de abril de 2026

JOTA SILVA - "TENS QUE SER TU A QUERER MAIS DO QUE NINGUÉM"

Jota Silva saltou dos distritais, para a ribalta do futebol, em seis anos

Jota Silva, avançado dos turcos do Besiktas, concedeu uma entrevista ao podcast da página Campeonato das Oportunidades, sobre o percurso inspirador no futebol. A entrevista decorreu no Estádio do Sousense, clube onde o extremo começou a jogar futebol. “𝐀𝐬 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐢, 𝐬𝐚̃𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐨𝐚𝐬. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐨𝐢𝐭𝐨, 𝐧𝐨𝐯𝐞, 𝟏𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬... 𝐍𝐮𝐧𝐜𝐚 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐢 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐞𝐦 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐞𝐧𝐡𝐮𝐦 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐢”, começou por dizer.

Jota Silva abordou também a ascensão na sua carreira, destacando o momento em que sai dos juniores do Paços de Ferreira, para ingressar nos seniores dos gondomarenses, que jogavam a Divisão d’Elite da AF Porto. “𝐓𝐞𝐫 𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞́𝐧𝐢𝐨𝐫, 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐨𝐮 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐨𝐢 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐨 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐣𝐨𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞, 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐨𝐬𝐭𝐫𝐞𝐢 𝐚𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬, 𝐞𝐧𝐪𝐮𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐬𝐞́𝐧𝐢𝐨𝐫. 𝐌𝐮𝐢𝐭𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐨𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐬𝐢𝐝𝐨 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚𝐭𝐫𝐚́𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐨𝐮 𝐩𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞”, revelou o jogador.
O percurso de Jota Silva acaba por ser um ponto de destaque, pois em 2018 estava nos distritais e, entretanto, já foi internacional A por Portugal, sobre isso, o jogador destaca que não quer que esse momento seja efémero “𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐥𝐚́, 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐥𝐚́ 𝐡𝐚́ 𝟏𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐅𝐮𝐢 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐛𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐢𝐝𝐨 𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐬𝐞𝐣𝐚 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚 𝐨𝐮 𝐮𝐦𝐚 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦. 𝐅𝐨𝐢 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐞́𝐫𝐢𝐭𝐨, 𝐞𝐮 𝐦𝐞𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞́𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐢, 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚𝐫 𝐥𝐚́”, disse Jota Silva.

Depois de já ter representado Sp. Espinho, Leixões, Casa Pia, Vitória SC, Nottingham Forest e agora o Besiktas, Jota Silva realça um fator primordial na obtenção dos seus objetivos. “𝐏𝐨𝐝𝐞𝐬 𝐭𝐞𝐫 𝐨 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐭𝐮 𝐞́𝐬 𝐨 𝐭𝐞𝐮 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨. 𝐓𝐞𝐧𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐭𝐮 𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞́𝐦”, afirmou Jota Silva.

Pode ver a entrevista completa AQUI

Jota Silva já conta com uma internacionalização e quer voltar à Seleção Nacional 📷 - Bola na Rede


EVERTON SILVA - "AINDA TÊM FOTOS MINHAS NO REFEITÓRIO. ESTOU NO MUSEU DO CLUBE E SOU UM ÍCONE DO HERACLES ALMELO"

Everton é o melhor marcador do Heracles Almelo na Eredivise

Everton Silva foi o 87º convidado do Entrevista Com… podcast do projeto A Bola é Redonda, na última terça-feira, 31 de março.

O atacante de 42 anos, que atualmente joga no Pedras Rubras, da Hyundai Liga Pro da AF Porto, fez um balanço da sua carreira, e já com o curso de treinador concluído, a ideia inicial era encerrar a carreira de jogador no final desta época. No entanto, uma conversa em casa, mudou os planos. “𝐄𝐮 𝐣𝐚́ 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐫𝐞𝐢𝐫𝐚. 𝐌𝐚𝐬 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐚, 𝐨𝐥𝐡𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐢𝐦 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦: '𝐨𝐥𝐡𝐚, 𝐯𝐨𝐜𝐞̂ 𝐧𝐚̃𝐨 𝐯𝐚𝐢 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐨. 𝐕𝐚𝐢 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦'”, disse o jogador. “𝐒𝐞 𝐞𝐥𝐚 𝐝𝐢𝐳 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐯𝐨𝐮 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫, 𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐞𝐮 𝐯𝐨𝐮 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐨, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐨𝐮 𝐞𝐮 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐨𝐮 𝐝𝐢𝐳𝐞𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨 (risos)”, prosseguiu o jogador.

Com 17 golos, Everton é o melhor marcador
da Hyundai Liga Pro da AF Porto

Everton começou a jogar futebol com quatro anos, e aos 16 tornou-se profissional no Grémio
Barueri. A primeira experiência no estrangeiro foi no Heracles Almelo, da Holanda, onde ainda hoje é ídolo. “𝐄𝐮 𝐦𝐞 𝐬𝐢𝐧𝐭𝐨 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞𝐮. 𝐒𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚 𝐥𝐚́ 𝐧𝐚 𝐇𝐨𝐥𝐚𝐧𝐝𝐚, 𝐧𝐨 𝐇𝐞𝐫𝐚𝐜𝐥𝐞𝐬, 𝐞𝐮 𝐬𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐨. 𝐀𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐦 𝐟𝐨𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐫𝐞𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨, 𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐧𝐨 𝐦𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞, 𝐧𝐮𝐦 𝐦𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐢́𝐜𝐨𝐧𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞. 𝐄 𝐞𝐮 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐢́𝐜𝐨𝐧𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞”, disse o atacante, que jogou no clube entre 2006 e 2013, realizando mais de 200 jogos e apontando 70 golos, o que lhe vale ainda o título de melhor marcador do clube, na Eredivise.

No clube, fez dupla com Bas Dost, avançado que jogou posteriormente no Sporting. “𝐄𝐮 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚𝐯𝐚-𝐥𝐡𝐞 '𝐁𝐚𝐬 𝐃𝐨𝐬𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨'. 𝐄𝐥𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐛𝐨𝐚, 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐪𝐮𝐢𝐥𝐨.𝐅𝐨𝐢 𝐚 𝐝𝐮𝐩𝐥𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐟𝐞𝐢𝐭𝐚. 𝐌𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐠𝐨𝐥𝐨𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞 𝐝𝐞𝐥𝐞, 𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐥𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐥𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬, 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 '𝐜𝐚𝐬𝐚𝐦𝐨𝐬' 𝐛𝐞𝐦”, revelou Everton.

A passagem pelo Al Nassr, na Arábia Saudita, e pelos chineses do Shangai Shenxin também foram tema de conversa, assim como o regresso ao Brasil, e a vinda para Portugal, aos 35 anos, à procura de mais segurança, e o desejo de ter mais tempo com a família, um estilo de vida mais tranquilo, longe das concentrações e viagens constantes

Pode ver a entrevista completa no link abaixo



30 de março de 2026

O PANTERAS NEGRAS FC AINDA NÃO SUBIU DE DIVISÃO

Panters Negras FC está perto de um feito histórico, a uma jornada do fim

O mais provável é que venha a acontecer... mas ainda não é já. A realidade é que, desde ontem, que toda a Comunicação Social replica a informação de que o Panteras Negras FC, clube criado pela claque axadrezada para fazer face às dificuldades que, tanto o clube, como a SAD, têm na construção de uma equipa competitiva, subiu de divisão, o que na verdade, ainda não é um facto consumado.

Jogo com o Canelas, em Gaia,
terminou empatado a zero
Convém relembrar que a equipa chegou à liderança da Série 5, da I Distrital, na penúltima jornada e que ainda falta uma jornada por disputar, que pode alterar tudo. Caso não vençam em casa do Ventura SC, no próximo domingo, o Panteras Negras FC pode cair para o terceiro lugar, na eventualidade de Perosinho e Canelas 2010 vençerem os seus jogos. E aqui, entram em cena os regulamentos da AF Porto, que continuam a não simplificar o tema de subidas e descidas de divisão. 

Mas vamos a contas. No eventual cenário de derrota do Panteras Negras FC em casa do Ventura, não há muitas contas a fazer. Se o Perosinho vencer o Gatões, reassume a liderança, e se o Canelas 2010 vencer o Marechal Gomes da Costa, ocupará o segundo lugar, com os axadrezados a terminar em terceiro. 
Caso o Panteras Negras empate com o Ventura, o cenário mantém-se, mas com contas por explicar. Se o Perosinho vencer, assumirá na mesma a liderança isolada, sendo que as contas serão feitas com o Canelas 2010. Neste cenário, Panteras Negras e Canelas 2010 terminariam com 43 pontos, sendo que os gaienses têm vantagem no confronto direto, depois de vencer em Ramalde por 1-2, somando o empate a zero em Gaia, no passado dia 22 de março.

Há ainda outro cenário a ter em conta, que é a eventual derrota do Panteras Negras FC, combinada com um empate do Perosinho no seu jogo, o que originaria um empate pontual entre as duas equipas, que também daria vantagem no confronto direto aos gaienses, mercê da vitória por 2-0 em Gaia, na primeira volta, e a derrota por 1-0 em Ramalde, no início do mês de março. Neste cenário, se o Canelas 2010 vencer o seu jogo, saltaria para o primeiro lugar, o Perosinho seria segundo e o Panteras Negras FC, terceiro classificado. 

REGULAMENTOS GARANTEM A SUBIDA APENAS AO CAMPEÃO DISTRITAL

Derrota em Perosinho por 2-0,
dá vantagem aos gaienses
Segundo os regulamentos da AF Porto para a I Distrital, as subidas de divisão apenas são garantia para o clube campeão, mais os necessários para que a divisão superior fique completa, no caso a Divisão de Honra, que comporta 48 clubes. 
Na I Distrital, que é composta por cinco séries, apenas o primeiro classificado de cada uma dessas cinco
séries, e o melhor segundo de todas elas, num total de seis clubes, irão disputar a Fase de Apuramento de Campeão. Tecnicamente, estes seis clubes deverão subir de divisão. Contudo, será necessária uma repescagem para completar os restantes seis, que deverá abranger os restantes segundos classificados, e poderá ainda atingir os melhores terceiros. 

Mas há também um dado que poderá contribuir para uma alteração, que pouca gente se lembra nesta fase da época, que são as descidas do Campeonato de Portugal. Neste momento, o São Martinho na Série A e o Aparecida FC na Série B, estão em zona de despromoção. Caso desçam, isso terá implicações nas subidas da divisão d'Elite, Divisão de Honra e I Distrital, pois serão duas vagas que irão ocupar na Hyundai Liga Pro, o que cortará duas subidas das divisões inferiores. 

Noutro campo, há que ter em conta também os pressupostos de participação na Divisão de Honra, mas isso é tema para outro post.

O cenário atual é este, por isso, é absolutamente prematuro dizer que o Panteras Negras FC subiu de divisão, quando na verdade, essa possibilidade está perto de acontecer, mas ainda não é um facto consumado. 


25 de março de 2026

ENTREVISTA COM... FILIPE FIGUEIRAS - "FUI INSULTADO PORQUE FIZ UM COMENTÁRIO SOBRE O QUE MUDAR NAS REDES SOCIAIS"


Filipe Figueiras foi o convidado do 86º Entrevista Com… podcast do projeto A Bola é Redonda. O treinador, de 50 anos, falou sobre a sua experiência nos matosinhenses, bem como dos motivos que levaram à sua saída do clube, após o empate a dois golos com o São Félix da Marinha. “𝐀𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐣𝐨𝐠𝐨, 𝐞𝐮 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐯𝐢𝐜𝐞-𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚̃𝐨, 𝐨 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞́, 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐥𝐞𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐝𝐨, 𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐮𝐦 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨. 𝐄 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐚 𝐫𝐚𝐩𝐚𝐫𝐢𝐠𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐮𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐧𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬. 𝐄 𝐞𝐮 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐢𝐨𝐧𝐞𝐢 𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐯𝐢𝐜𝐞-𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐬𝐞 𝐣𝐚́ 𝐭𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐚𝐜𝐡𝐨 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐢𝐚 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐫, 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫𝐚𝐫", começou por contar Filipe Figueiras, revelando o que se passou no final do encontro. “𝐍𝐨 𝐟𝐢𝐦, 𝐞𝐬𝐭𝐚́𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐥𝐚́ 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐫 𝐞 𝐯𝐞𝐦 𝐮𝐦 𝐞𝐥𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨, 𝐧𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐢 𝐚 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐫, 𝐚 𝐚𝐠𝐫𝐞𝐝𝐢𝐫-𝐦𝐞 𝐯𝐞𝐫𝐛𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞. 𝐄 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞̂? 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐫𝐚𝐩𝐚𝐫𝐢𝐠𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐮𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐧𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬, 𝐞́ 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐞𝐥𝐞. 𝐒𝐨́ 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮 𝐟𝐢𝐳 𝐮𝐦 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐢𝐫 𝐝𝐚 𝐦𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐞𝐢𝐨. 𝐏𝐞𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐢𝐬𝐭𝐨, 𝐫𝐞𝐮𝐧𝐢-𝐦𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐣𝐚́ 𝐧𝐚̃𝐨 𝐡𝐚𝐯𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫. 𝐍𝐚̃𝐨 𝐡𝐚𝐯𝐢𝐚”, explicou o técnico.

Ao longo da entrevista, Filipe Figueiras falou sobre a sua chegada ao clube, ainda na época passada, e o estado em que o encontrou. “𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐞𝐢 𝐮𝐦 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚 𝐡𝐚𝐯𝐞𝐫 𝐯𝐚́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚𝐬 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞, 𝐞 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐬, 𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐮𝐧𝐢𝐨̃𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐜𝐨𝐦 𝐭𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐞 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐩𝐚𝐢𝐬, 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐠𝐥𝐮𝐭𝐢𝐧𝐚𝐫 𝐭𝐮𝐝𝐨, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐟𝐨𝐬𝐬𝐞 𝐬𝐨́ 𝐮𝐦, 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚𝐝𝐨 𝐟𝐨𝐬𝐬𝐞 𝐬𝐨́ 𝐨 𝐈𝐧𝐟𝐞𝐬𝐭𝐚”, realçando também o aumento de jogadores na formação, que neste momento está nos 300 atletas.

Pode ver o episódio completo, no link abaixo.



23 de março de 2026

RACISMO E VIOLÊNCIA NO DESPORTO, VOLTAM A ESTAR NA ORDEM DO DIA

📷 - A Voz de Trás-os-Montes

Os casos de racismo e de violência no Desporto, voltaram a ser notícia nos últimos tempos, com maior enfoque este fim de semana, no que à violência diz respeito, com o caso de agressão de um treinador de uma equipa de Sub-11, ao árbitro do jogo. Mas não foi só. no Algarve, um árbitro foi agredido por um jogador, e em Braga, um adepto invaiu o relvado e agrediu o árbitro. Estas duas últimas situações foram abordadas pelo árbitro Luís Godinho, que no seu instagram referiu que "𝐚 𝐚𝐮𝐬𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐨𝐥𝐢𝐜𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐞𝐛𝐨𝐥 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨, 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐚 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐫 𝐮𝐦 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐞𝐧𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐢𝐠𝐨𝐬𝐨. 𝐒𝐞𝐦 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞 𝐚 𝐢𝐦𝐩𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐜𝐨𝐦 𝐢𝐦𝐩𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐭𝐞-𝐬𝐞 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐨𝐫𝐦𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚-𝐬𝐞 𝐚 𝐯𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚.  𝐄 𝐞́ 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐯𝐞: 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐚 𝐍𝐎𝐑𝐌𝐀𝐋𝐈𝐙𝐀𝐑 𝐚 𝐯𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐧𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐨", pode ler-se.

RACISMO. EXISTE OU É EXAGERO?

A pergunta coloca-se, mas nós, neste espaço, sabemos a resposta. Não há espaço, qualquer que seja o local, para atacar o outro pela sua cor de pele, credo ou outro motivo qualquer. 
Em fevereiro, noticiamos as queixas de um jogador do Atl. Croca, no campeonato da Divisão de Honra da AF Porto, pouco tempo depois do caso mais mediático que aconteceu no país, no jogo da Champions League entre o Benfica e o Real Madrid, com Prestiani e Vini Jr como protagonistas, voltar a chamar este tema às luzes da ribalta. Até ao momento, ainda não houve consequências sobre o caso.

No Campeonato de Portugal, no último fim de semana, o jogo entre o Vila Real e o Resende foi interrompido aos 69', com o árbitro a acionar o protocolo anti-racismo, depois de queixas de um jogador do Resende, que afirmou ter sido insultado por parte de um adepto do Vila Real. O Resende denunciou a situação no seu facebook, referindo esperar que "𝐚𝐬 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐭𝐮𝐞𝐦 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐬𝐮𝐜𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨, 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐚 𝐞𝐯𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐬𝐢𝐭𝐮𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐢𝐝𝐞̂𝐧𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨". Por seu lado, o Vila Real também se pronunciou sobre o tema, manifestando a sua total colaboração: "𝐎 𝐂𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐨𝐥𝐞𝐫𝐚 𝐚𝐭𝐢𝐭𝐮𝐝𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐚 𝐝𝐢𝐠𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐞 𝐜𝐨𝐥𝐚𝐛𝐨𝐫𝐚𝐫𝐚́ 𝐩𝐥𝐞𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐫𝐛𝐢𝐭𝐫𝐚𝐠𝐞𝐦, 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐅𝐞𝐝𝐞𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐬𝐮𝐜𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐞 𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚́𝐯𝐞𝐢𝐬", pode ler-se em comunicado.

Lucas França denunciou
insultos racistas
Ainda no último fim de semana, na 1ª Divisão do campeonato da Associação de Futebol de Viana do Castelo, Lucas França, jogador do Melgacense, denunciou os insultos que recebeu da bancada, por parte de um adepto do Vitorino de Piães. "𝐄𝐧𝐭𝐨𝐨𝐮 𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐫𝐪𝐮𝐢𝐛𝐚𝐧𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐟𝐫𝐚𝐬𝐞𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚- “𝐏𝐫𝐞𝐭𝐨 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐚 𝐩𝐮𝐭𝐚” 𝐞 “𝐏𝐫𝐞𝐭𝐨  𝐝𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐝𝐚 “. 𝐍𝐚̃𝐨 𝐡𝐚́ 𝐞𝐬𝐩𝐚𝐜̧𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐨𝐮 𝐢𝐧𝐭𝐨𝐥𝐞𝐫𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐧𝐨 𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞, 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐧𝐢𝐚̃𝐨, 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬". Os dois clubes reagiram, com o Melgacense a defender o seu jogador, e o Vitorino de Piães, a mostrar solidariedade com o atleta em questão. 

Este domingo, a polémica voltou a estalar no campeonato distrital da Associação de Futebol de Vila Real, no jogo entre o Pedras Salgadas e o Mesão Frio, que a equipa da casa venceu por 2-1. A situação foi denunciada pelo Pedras Salgadas, com um comunicado no seu Facebook. "𝐎 𝐂𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐉𝐮𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐚𝐬 𝐒𝐚𝐥𝐠𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐨 𝐞𝐩𝐢𝐬𝐨́𝐝𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐫𝐚𝐜𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐨𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐚 𝐡𝐨𝐣𝐞, 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐌𝐚𝐫𝐜𝐞𝐥𝐢𝐨 𝐟𝐨𝐢 𝐚𝐥𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐨𝐟𝐞𝐧𝐬𝐚𝐬 𝐯𝐞𝐫𝐛𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐫𝐭𝐮𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐜𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐥𝐞", pode ler-se, situação que o Mesão Frio, pela mesma via, refutou liminarmente. "𝐑𝐞𝐩𝐮𝐝𝐢𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐜𝐥𝐚𝐫𝐚 𝐞 𝐢𝐧𝐞𝐪𝐮𝐢́𝐯𝐨𝐜𝐚 𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐫𝐚𝐜𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐠𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐚 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨𝐬 𝐚𝐭𝐥𝐞𝐭𝐚𝐬. 𝐓𝐫𝐚𝐭𝐚-𝐬𝐞 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐯𝐞, 𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐬𝐚 𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐫𝐨𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐥𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨". O caso teve lugar aos 89', resultou em várias expulsões, inclusivamente do jogador que alega ter sido vítima do ato. 

A realidade é que, até ao momento, nenhum destes casos, principalmente os mais antigos, tiveram qualquer desenvolvimento. Mas uma leitura rápida dos comentários nas redes sociais, mostra um desvalorizar da situação, apelidando os insultos de "coisas do futebol".



PADROENSE E LAVRENSE GARANTEM FASE DE SUBIDA/APURAMENTO DE CAMPEÃO, DA DIVISÃO D'ELITE DA AF PORTO

Padroense e Lavrense vão lutar pela subida à Hyundai Liga Pro

Estão 'fechados' os dois primeiros lugares na Série 2 da Divisão d'Elite da AF Porto. As contas ficaram resolvidas este fim de semana, com a vitória do Lavrense sobre o aldeia Nova, por duas bolas a zero, e com o empate a dois golos do Padroense, em casa do Candal. A tudo isso juntou-se também a derrota do Grijó, no terreno da União Beiriz, por 3-2, colocando um ponto final no sonho grijoense. 

A luta resumir-se-á agora pelo primeiro lugar, uma vez que, depois de estar praticamente na primeira posição desde o início do campeonto, o empate com o Candal retirou o Padroense na liderança da Série 2, algo que não deixa João Rosas, treinador da equipa matosinhense, preocupado. "𝐅𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐢𝐭𝐢𝐫𝐚𝐦 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐥𝐮𝐠𝐚𝐫 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚𝐬 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚𝐬, 𝐞𝐦𝐛𝐨𝐫𝐚 𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐟𝐨𝐜𝐨 𝐞𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐫 𝐨 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐚 𝐟𝐚𝐬𝐞 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐛𝐫𝐞𝐯𝐞 𝐩𝐨𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥. 𝐎 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐞𝐨𝐧𝐚𝐭𝐨 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐨𝐮 𝐞 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐥𝐮𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚𝐨 𝐟𝐢𝐦 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐥𝐮𝐠𝐚𝐫 𝐝𝐚 𝐬𝐞́𝐫𝐢𝐞", garantiu o técnico, que fez um balanço positivo da temporada, até ao momento. "𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐣𝐚́ 𝐩𝐫𝐞́𝐯𝐢𝐚, 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐞́𝐩𝐨𝐜𝐚 𝐝𝐢𝐟𝐢́𝐜𝐢𝐥, 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐣𝐨𝐠𝐨𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐢𝐬𝐩𝐮𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬, 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐩𝐞𝐧𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚𝐬 𝐧𝐚 𝐭𝐚𝐛𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐥𝐚𝐬𝐬𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚. 𝐏𝐫𝐨𝐦𝐞𝐭𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐮𝐦 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐧𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐭𝐢𝐯𝐚, 𝐞 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐧𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫 𝐛𝐨𝐦 𝐮𝐦 𝐟𝐮𝐭𝐞𝐛𝐨𝐥, 𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐛𝐨𝐦 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫𝐚𝐫", assegurou João rosas.

Ainda faltam quatro jornadas para o final da primeira fase do campeonato, mas o técnico perspetivou já a próxima fase, sendo que ainda falta encontrar o último dos quatro clubes que vão disputar o título, e a subida à Hyundai Liga Pro. "𝐀 𝐟𝐚𝐬𝐞 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐯𝐚𝐢 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐜𝐮𝐫𝐭𝐚, 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐝𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐨𝐬𝐨𝐬. 𝐌𝐚𝐬 𝐨 𝐏𝐚𝐝𝐫𝐨𝐞𝐧𝐬𝐞 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐛𝐨𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚, 𝐞 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐥𝐮𝐭𝐚𝐫 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐩𝐨𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐩𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐫𝐦𝐨𝐬", deixando um apelo aos associados do Padroense. "𝐏𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐨, 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐜̧𝐚. 𝐓𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐫𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐞𝐬, 𝐞 𝐚 𝐯𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐜̧𝐚, 𝐞 𝐨 𝐯𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐨 𝐢𝐧𝐜𝐨𝐧𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥, 𝐟𝐚𝐫𝐚́ 𝐚 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐜̧𝐚", concluiu João Rosas.

O Padroense volta a jogar no próximo domingo, ao receber o Valadares Gaia, às 15h30.  

21 de março de 2026

TREINADOR AGRESSOR FOI AFASTADO PELOS RESPONSAVEIS DO CLUBE

Treinador adjunto do Bobadelense agrediu o árbitro 

A manhã deste sábado fica marcada pela agressão de um treinador adjunto da AD Bobalense, ao árbitro do jogo da sua equipa, no jogo frente ao UD Ponte Frielas, no escalão de Sub-11. Num vídeo que circula pelas redes sociais, é possível alguém a invadir o terreno de jogo, aproximando-se do árbitro do encontro, agredindo-o, perante o olhar das crianças que estavam em campo. PODE VER O VÍDEO AQUI

Os dois clubes já se pronunciaram sobre o sucedido. O treinador em questão é Vasco Lourenço, adjunto da equipa de Sub-11 da AD Bobadelense. Em comunicado, o clube afirma já ter afastado o técnico. "𝐈𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐭𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐞𝐦 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚 𝐟𝐨𝐢 𝐢𝐦𝐞𝐝𝐢𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐟𝐚𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐟𝐮𝐧𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬, 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐣𝐚́ 𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐜𝐚𝐝𝐞𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐢𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐞𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐢𝐩𝐥𝐢𝐧𝐚𝐫𝐞𝐬, 𝐜𝐨𝐦 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐚 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐢𝐭𝐮𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐞𝐦 𝐚 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐭𝐢𝐫", pode ler-se.

Também o UD Ponte Frielas manifestou o seu repúdio pela situação. "𝐒𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐭𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐚𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐚𝐨 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐁𝐨𝐛𝐚𝐝𝐞𝐥𝐞𝐧𝐬𝐞, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐣𝐚𝐦 𝐚𝐩𝐮𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐢𝐠𝐨𝐫 𝐞 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞. 𝐀𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐚̃𝐨 𝐚𝐠𝐢𝐫 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐢𝐭𝐮𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐧𝐚𝐭𝐮𝐫𝐞𝐳𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐩𝐢𝐭𝐚𝐦 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐣𝐚𝐦 𝐚𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐦𝐞𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐢𝐩𝐥𝐢𝐧𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐚𝐝𝐞𝐪𝐮𝐚𝐝𝐚𝐬", escreveu na sua página. 



18 de março de 2026

RICARDO NASCIMENTO - "IR PARA O FC SEOUL FOI A MELHOR DECISÃO"


Ricardo Nascimento, virtuoso jogador que representou clubes como Leixões, Boavista, Rio Ave, Trofense, Gil Vicente, entre outros, foi o convidado do 85º Entrevista Com…, no nosso canal no Youtube.
O antigo jogador, de 51 anos, abordou vários temas, desde logo o facto de nunca ter chegado a um ‘grande’ do futebol, mas não por falta de propostas. “𝐅𝐨𝐢 𝐩𝐞𝐧𝐚, 𝐞 𝐚𝐜𝐫𝐞𝐝𝐢𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐢𝐧𝐠𝐮𝐞́𝐦 𝐭𝐞𝐦 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐞𝐧𝐚 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐮, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐭𝐞𝐫 𝐣𝐨𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐦𝐞𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬. 𝐓𝐢𝐯𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐞̂𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐨𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐫𝐞𝐭𝐢𝐳𝐚𝐫. 𝐀 𝐦𝐚́𝐠𝐨𝐚, 𝐨𝐛𝐯𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐝𝐢𝐚 𝐦𝐨𝐬𝐭𝐫𝐚𝐫 𝐚𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐧𝐞𝐭𝐨𝐬, 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐚𝐯𝐨̂ 𝐝𝐞𝐥𝐞𝐬 𝐣𝐨𝐠𝐨𝐮 𝐧𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐞̂𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐞𝐛𝐨𝐥 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞̂𝐬”, rematando de seguida: “𝐦𝐚𝐬 𝐞𝐮 𝐣𝐨𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐞𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐥𝐮𝐛𝐞𝐬”, afirmou.

Na conversa, o antigo médio centro abordou as passagens pelos franceses do Montpellier, na época 2000/01, referindo que “𝐧𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐢 𝐮𝐦𝐚 𝐛𝐨𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐨𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐫 𝐛𝐞𝐦, 𝐦𝐚𝐬 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐚𝐫𝐫𝐞𝐩𝐞𝐧𝐝𝐢𝐝𝐨”, mas também pelos coreanos do FC Seoul, entre 2005 e 2007. “𝐀𝐪𝐮𝐢 𝐭𝐢𝐯𝐞 𝐚 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐜𝐚𝐫𝐫𝐞𝐢𝐫𝐚. 𝐅𝐮𝐢 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐞𝐦𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐞𝐥𝐢𝐳, 𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐦𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐫𝐚𝐦, 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐨𝐬 𝐚𝐝𝐞𝐩𝐭𝐨𝐬 𝐦𝐞 𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐦 𝐦𝐞𝐧𝐬𝐚𝐠𝐞𝐧𝐬. 𝐄́ 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐟𝐚́𝐜𝐢𝐥 𝐝𝐞 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐫”, destaca.

Depois de terminar a carreira no Candal, Ricardo Nascimento enveredou pela carreira de treinador, mas atualmente, está sem clube, por opção. “𝐀 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞𝐢𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐡𝐚́ 𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐢𝐯𝐢𝐬𝐨̃𝐞𝐬 𝐢𝐧𝐟𝐞𝐫𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐬𝐮𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐫𝐞𝐬, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐮𝐦𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐠𝐧𝐚. 𝐏𝐨𝐫 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐞𝐢 𝐩𝐨𝐫 𝐟𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐦𝐨𝐭𝐢𝐯𝐚𝐝𝐨”, explicou Ricardo Nascimento.

Assista ao programa completo no link abaixo:



9 de março de 2026

"HÁ PAIS E MÃES QUE VIVEM O FUTEBOL DOS FILHOS COMO SE FOSSE A SUA PRÓPRIA CARREIRA"

Wilson Teixeira é treinador de futebol, atualmente no Marinhense, da Série C do Campeonato de Portugal 

Quando o "amor" dos pais impede o crescimento no futebol

O futebol de formação é, por natureza, um espaço de aprendizagem. Ali crescem atletas, mas sobretudo pessoas. Ensina-se disciplina, espírito de equipa, resiliência e humildade.

Porém, há um fenómeno cada vez mais visível que, muitas vezes, compromete esse processo: os pais que são incapazes de cortar o cordão umbilical com os filhos jogadores e que acreditam, com convicção inabalável, que têm em casa o melhor jogador do mundo.

O problema não está no orgulho, esse é natural e saudável.

O problema começa quando o orgulho se transforma em cegueira. Quando os pais querem decidir quanto é que os filhos devem ganhar ou onde é que os filhos devem jogar.

Há pais e mães que vivem o futebol dos filhos como se fosse a sua própria carreira. Na bancada, não assistem ao jogo: fiscalizam-no. Cada decisão do treinador é questionada. Cada substituição é interpretada como injustiça. Cada crítica ao filho é vista como um ataque pessoal. O futebol deixa de ser um jogo coletivo e passa a ser, na visão desses pais, um palco onde apenas o seu filho deveria brilhar.

Esta postura cria uma pressão enorme sobre os jovens jogadores. 

Em vez de aprenderem a lidar com o erro, com a competição e com a frustração. Elementos fundamentais para qualquer atleta.

Crescem protegidos por uma bolha onde a culpa é sempre dos outros: do treinador, dos colegas, do sistema, do clube.

E quando a realidade chega, chega com força.

Quando os jogadores saem do futebol de formação e entram no futebol sénior, o cenário muda radicalmente. Já não há espaço para ilusões familiares nem para justificações externas. O futebol adulto exige maturidade, autonomia e capacidade de lidar com hierarquias. Os treinadores já não são formadores; são gestores de rendimento. Joga quem está melhor, quem trabalha mais, quem ajuda a equipa.

É precisamente neste momento que muitos jovens, que sempre ouviram em casa que eram excecionais e incompreendidos, entram em choque com a realidade. De repente não são titulares indiscutíveis. De repente há colegas melhores. De repente as oportunidades não aparecem.

E então começa o ciclo: saltam de clube em clube nos primeiros anos após a formação, sempre à procura de um lugar onde alguém finalmente reconheça o “talento injustiçado”. Raramente percebem que o problema pode não estar fora.

Neste percurso, a influência dos pais continua muitas vezes presente. Telefonemas para dirigentes, críticas públicas aos treinadores, discussões nas bancadas ou nas redes sociais. Tudo isto, longe de ajudar, acaba por prejudicar ainda mais o jogador.

No futebol, os balneários sabem tudo. Os colegas sabem quem são os pais problemáticos. Os treinadores também. E, inevitavelmente, a imagem do jogador fica marcada. Mesmo que ele próprio seja correto e trabalhador, a sombra das atitudes familiares acompanha-o.

Além disso, há um aspeto fundamental que muitos pais parecem esquecer: o futebol é um jogo coletivo. Nenhum jogador cresce sozinho. Cresce dentro de um grupo, de uma estrutura, de uma dinâmica onde o respeito pelas regras e pelas pessoas é essencial.

Quando um pai desvaloriza colegas, critica treinadores ou cria conflitos constantes, está a transmitir ao filho uma mensagem perigosa: a de que ele está acima da equipa.

Mas no futebol real ninguém está.

Talvez a maior prova de amor que um pai ou uma mãe pode dar a um filho jogador não seja defendê-lo de tudo e de todos. É deixá-lo cair, errar, ouvir críticas, lutar pelo lugar, aprender com as dificuldades.

Porque quando os jogadores saem da formação, há uma verdade incontornável: são obrigados a crescer.

E crescer implica autonomia.

Implica assumir responsabilidades.

Implica perceber que o talento, por si só, nunca chega.

Os pais que compreendem isto tornam-se aliados silenciosos do percurso dos filhos.

Estão presentes, apoiam, aconselham quando necessário, mas sabem dar espaço.

Sabem que o campo pertence ao jogador.

Os outros, mesmo sem querer, podem transformar o amor num obstáculo.

E no futebol, como na vida, onde já existem tantos obstáculos, poucos são tão difíceis de ultrapassar como aqueles que nascem dentro de casa. ⚽


*Wilson Teixeira é treinador de futebol, atualmente no Marinhense da Série C do Campeonato de Portugal.

AD OVARENSE CADA VEZ MAIS PERTO DO REGRESSO AOS NACIONAIS

📷 - AD Ovarense

A AD Ovarense está cada vez mais perto de festejar o tão ambicionado regresso aos campeonatos nacionais, onde já não participa desde a temporada 2005/06, quando decidiu recomeçar dos distritais, após a descida da II Liga.

A equipa treinada por Filipe Gonçalves, treinador que já passou pelo nosso podcast, venceu em casa, na receção ao FC Pampilhosa por 5-3. André Claro abriu o marcador aos 33’, mas a equipa visitante não desistiu do jogo, aos 44, Binita aproveitou um atraso deficiente de um jogado

r da Ovarense e fez o empate. Contudo, dois minutos depois, a Ovarense voltou a marcar, através de Diogo Silva, em recarga a um remate de fora da área, que levou a bola a embater no poste. No segundo tempo, na sequência de um canto, Luís Breda fez o 3-1, aos 58’, mas o Pampilhosa voltou a reagir e aos 64’ Manaia reduziu para 3-2, num bom remate de fora da área. A reação da Ovarense não se fez esperar e Mário Correia, aos 69’, voltou a colocar a Ovarense com dois golos de vantagem, culminando uma excelente jogada coletiva, na marcação de um livre. À entrada para os últimos 10’, Mozino praticamente decidiu a vitória para a Ovarense, ao fazer o 5-2, mas antes do final do encontro, aos 89’, Allan estabeleceu o 5-3 final.

Em Espinho, os ‘Tigres’ voltaram aos triunfos ao vencer na receção à Juve Force por uma bola a zero, com golo de Guerra, aos 59’.
A Ovarense continua a liderar o Campeonato Sabseg, com 62 pontos, mais 10 que o Sp. Espinho, numa altura em que faltam nove jogos para o final do campeonato. A fechar o pódio surge o Estarreja, que venceu em casa do São Martinho por 2-3, e o Paços de Brandão, que venceu na receção ao Lobão por 3-1, ambos com 50 pontos.

O campeonato prossegue no próximo fim de semana. No sábado, às 15h30, a Ovarense joga em casa do Relâmpago Nogueirense, e no domingo, à mesma hora, o Paços de Brandão recebe o Sp. Espinho, enquanto que o Estarreja recebe a Juve Force.

5 de março de 2026

SEMIFINALISTAS DA TAÇA AF PORTO JÁ SÃO CONHECIDOS

Final da Taça joga-se a 3 de maio

Já são conhecidos os semifinalistas da Taça AF Porto. Os jogos dos quartos de final disputaram-se esta noite, sendo que em três dos quatro desafios, o vencedor foi encontrado nas grandes penalidades.

Goleada coloca Ermesinde nas 'meias'

O Ermesinde 1936 foi o único que não necessitou dos 'castigos maximos'. A equipa treinada por Ricardo Barros venceu por 0-9 o Nun'Álvares, formação da Divisão d'Elite. 

Rio Tinto foi mais eficaz nos penáltis 

Em Campanhã, o Rio Tinto recebeu a equipa sensação da competição, o Serzedo, com a partida a terminar empatada a zero, sendo decidida nas grandes penalidades. Os gaienses defrontaram, pela terceira vez, uma equipa da Hyundai Liga Pro, mas desta vez as grandes penalidades foram 'madrastas'. Brandão defendeu o remate de Samu e Ivo não perdoou. De referir que, o Serzedo, era a equipa da divisão mais baixa ainda em prova, no caso da Divisão de Honra, o terceiro patamar competitivo da associação portuense. 

Roriz venceu nos penáltis

Em Santo Tirso, o Arcozelo defrontou o Roriz, ambos da Divisão d'Elite, e depois de um empate a dois golos no final dos 90', as grandes penalidades decidiram o vencedor, com a equipa da casa a vencer por 4-2. 

Vilarinho segue em frente na Taça 

Por último, o Vilarinho recebeu o Lixa, e após o empate a dois golos no período regulamentar, as penalidades decidiram que os penúltimos classificados da Hyundai Liga Pro seguissem em frente. Este jogo fica também marcado pelo regresso de Marcos Nunes a Vilarinho, treinador que orientou a equipa até há bem pouco tempo, tendo assumido o comando do Lixa em fevereiro, e que venceu a Taça AF Porto pelo clube, na época 2018/19. 

Os jogos das meias finais já estão decididos, com o Vilarinho a receber o Roriz e o Rio Tinto, o Ermesinde. Os jogos disputam-se a 3 de abril. A final da competição está agendada para 3 de maio. 

5 de setembro de 2025

APARECIDA FC E NOGUEIRENSE DISCUTEM O PRIMEIRO TROFÉU DA TEMPORADA

Aparecida FC venceu os últimos três jogos ao Nogueirense

É já este sábado, 6 de setembro, que se disputa a Supertaça AF Porto, partida que colocará frente a frente o Aparecida, primeiro campeão da Hyundai Liga Pro e vencedor da Taça AF Porto, e o Nogueirense, que foi o finalista vencido da taça a época passada. A partida vai ser disputada no Estádio das Laranjeiras, em Paredes, a partir das 14h, e terá transmissão em direto, através do Canal 11. 

José Oliveira
O blog falou com os treinadores das duas equipas, que perspetivam, acima de tudo, um grande jogo de futebol. José Oliveira, treinador do Aparecida FC, começa por deixar vários elogios à AF Porto, por retomar esta competição, depois de ter tido uma edição em 2016, ganha pelo Barrosas. "Isto é mais uma prova do bom trabalho que tenho elogiado, feito pela direção da AF Porto. Este é um troféu de prestígio, onde estão as equipas que estiveram nas decisões das competições da associação. No caso, o Aparecida FC é o vencedor tanto do campeonato como da Taça, mas o Nogueirense foi um digno vencido da Taça AF Porto, onde fez um percurso espectacular", assinala o técnico. "É um troféu importante para nós, porque caso o consigamos vencer, seremos o primeiro clube a ter os três troféus da AF Porto, em disputa", sublinhou ainda José Oliveira. 
Do outro lado, João Ferreira, treinador do Nogueirense e que regressa aos bancos depois de algumas épocas sem treinar, acredita que a sua equipa estará à altura do desafio, apesar da diferença de ritmos competitivos. "Estamos a disputar este troféu, depois de várias pessoas terem dado o seu contributo ao clube, na época passada. Acreditamos que aquilo que temos trabalhado ao longo desta pré-época estará à altura daquilo que o clube necessita para vencer o jogo, sabendo que vamos defrontar um clube que está em competição há mais tempo que nós, que vai para o seu quinto jogo oficial, ao passo que nós vamos disputar o primeiro", atesta João Ferreira, facto que José Oliveira concorda em ser diferenciador, mas não determinante. "É uma vantagem. Não podemos fugir disso. Mas muitas vezes a fome de vencer ganha ao talento. Estamos preparados para o jogo, mas o que conta é o que acontece dentro do campo. Temos essa vantagem e temos que nos fazer valer dela, mas da última vez que este trofeu se disputou, o Barrosas, que era da Divisão d'Elite, derrotou o Aliança de Gandra, que era do Campeonato de Portugal", relembrou o técnico dos aparecidenses.
João Ferreira
O treinador do Nogueirense acredita que, com maior ou menor dificuldade, a sua equipa vai conseguir o triunfo, apesar do histórico de jogos frente ao Aparecida FC, lhe ser desfavorável. "Vamos tentar fazer diferente, apesar de sabermos das diferenças que separam as duas equipas. Vamos tentar usar as nossas forças para conseguir levar a melhor, sabendo que pela frente teremos uma equipa que tem jogadores que já jogam juntos à muito tempo, bem como um treinador competente e vencedor. Não vamos entrar derrotados pelas estatísticas", afirmou João Ferreira, que sente uma motivação extra, por este seu regresso aos bancos. "Gosto de treinar, e gosto de treinar este grupo, pois é especial e fácil de treinar. É um prazer voltar à competição, e logo num jogo que define um título. Não havia melhor contexto para começar uma temporada que queremos que seja bem sucedida", concluiu o treinador do Nogueirense
Por seu lado, José Oliveira regressa a um palco onde curiosamente perdeu uma final, no caso da Taça AF Porto na época 2022/23, ao serviço do Vila Caiz em partida frente ao FC Foz, decidida nas grandes penalidades. "Não posso ligar a isso. Nesse caos foi um dia diferente, porque deu para perceber os diferentes estados de espírito, uma vez que na época anterior aquela equipa - Vila Caiz - tinha vencido a Taça AF Porto. Há sempre aquela 'nuvenzinha', mas não afeta e não é motivo de desconfiança. Espero que seja um dia espectacular", concluiu o treinador do Aparecida FC.

As duas equipas já têm um histórico de confrontos considerável, mas que neste momento, é favorável à equipa do concelho de Lousada, o Aparecida FC, que em nove partidas já disputadas, soma seis vitórias, contra duas dos maiatos, registando um empate, logo na primeira vez em que se defrontaram, na temporada 2016/17, ainda na Divisão de Honra, partida que terminou empatada a duas bolas. 
Das três vezes que Aparecida e Nogueirense jogaram a época passada - duas para o campeonato, e uma para a final da Taça AF Porto - o Aparecida venceu sempre.