30 de junho de 2026

Aldeia Nova com plantel renovado para a próxima temporada


São 10 as saídas do plantel do Aldeia Nova, que está a ser renovado pelo treinador, Milton Ribeiro, depois da descida no final da temporada passada à divisão de Honra. Nélson, Ricardo, Pinto, Jeovany, McKenzie, Costinha, Telminho, Medeiros, Filipe e Rafa, deixaram o clube. 

No sentido oposto, chega o extremo direito Flávio, ex-Infesta, Martim, extremo direito ex-Grijó, Fitas, defesa esquerdo, Mika, defesa central, e Dani, avançado, todos ex-Inter Milheirós, Cunha, extremo direito ex-Sp. Espinho, e Fly, extremo direito ex-Vilarinho, são reforços da equipa, que conta também com as promoções de Santiago, avançado, Nova, extremo esquerdo e do guarda-redes David, dos Sub-19.

Didi, Rui Sousa, Tiago, Correia, Mata, Russo, Coentrão, Pinheiro, Rui Silva, William e Saldanha renovaram, e continuam a jogar no clube na próxima temporada.


 

29 de junho de 2026

RUI BORGES NO BANCO E DIOGO VALENTE NA ESTRUTURA. SALGUEIROS JA PREPARA 2026/27

Rui Borges vai comandar a equipa em 2026/27

Rui Borges vai continuar no comando técnico do Salgueiros na próxima temporada. O treinador, de 39 anos, regressou aos clube na reta final do campeonato, garantindo a permanência do Salgueiros apenas última jornada. Em seis jogos, somou uma vitória, dois empates e três derrotas. 

Joel Monteiro é reforço 
Diogo Valente, que terminou a carreira dentro das quatro linhas, no final da época passada, foi anunciado como Diretor para o futebol sénior dos salgueiristas. Aos 41 anos, e após uma carreira com mais de 550 jogos, e 80 golos, o antigo extremo começa agora um novo percurso no futebol. 
Joel Monteiro, defesa de 35 anos, é o primeiro reforço da equipa. O jogador chega do São João de Ver, da Liga 3, e regressa ao clube que o viu nascer, e por quem se estreou no futebol sénior, na época 2010/11. Famalicão, Casa Pia, Académico de Viseu, Amora, Vitória de Setúbal, Varzim e São João de Ver, fazem parte do percurso do defesa direito. 

25 de junho de 2026

NOVE JOGADORES DEIXAM O LEÇA


Consumada a subida à Liga 3, bem como o título de campeão nacional do Campeonato de Portugal, o Leça está já a reestruturar o plantel para a próxima temporada. 

Nesse sentido, o clube anunciou já a saída de nove jogadores do plantel campeão: Fábio Fortes, Guilherme Vasconcelos, Vasco Coelho, Pierre Sagna, Vítor São Bento, David Santos, Keyns Abdala, que termina o empréstimo e regressa ao Desp. Chaves, Mica e Gabriel Aglio, deixam o clube. 

A dúvida quanto à continuidade de Mika no comando técnico subsiste, sendo que o treinador leceiro foi considerado, pela página Campeonato das Oportunidades, o Melhor Treinador do Campeonato de Portugal. 

17 de junho de 2026

PEDRAS RUBRAS SAD É O PRIMEIRO CANDIDATO ASSUMIDO À SUBIDA AO CAMPEONATO DE PORTUGAL


O Pedras Rubras SAD garantiu a permanência na Hyundai Liga Pro da AF Porto, apenas na última jornada, mas a ambição para a próxima época é maior. Pedro Reis, treinador da equipa maiata, assumiu que o Pedras rubras vai lutar pela subida ao Campeonato de Portugal. "O projeto, este ano, é lutar pela subida de divisão, lutar pelo campeonato. Temos feito já algumas contratações, algumas renovações também com alguns jogadores da época passada. E sim, estamos a contratar todos os jogadores que achamos que podem acrescentar, e que se enquadram no projeto", destacou o técnico, no podcast 'Entrevista Com...'

Depois do início de campeonato menos positivo na época 2025/26, que levou o Pedras rubras a somar apenas dois pontos à 9.ª jornada, o treinador acredita que este ano, essa entrada em prova será diferente. "Uma equipa que tem o objetivo que nós temos, que é subir ao Campeonato de Portugal, não pode esperar entrar de outra forma que não seja a vencer. O Pedras Rubras vai entrar em todos os jogos para vencer, desde o início. Queremos fazer uma pré-época excelente a todos os níveis (...) para começarmos da melhor maneira, que é com uma vitória", reforçou o treinador, que pediu o apoio dos adeptos nesta 'empreitada': "O Pedras Rubras, este ano, tem mesmo o objetivo de subir ao Campeonato de Portugal e contamos com todos. Queremos o apoio de todos, e só unidos, é que podemos realmente chegar aos objetivos", concluiu o técnico, sobre este tema. 

Para a próxima temporada, O Pedras rubras já renovou com Caio, André, o guarda-redes Bruno, Piló, Rafael Silva, Moreira e Marcos Germano, contando já com Nivaldo, avança ex-Lousada, Guedes, defesa central ex-Rio Tinto, Dilotex, defesa central ex-Vila Meã, Lucas, médio ex-Melgacense, Pedro, extremo ex-Caçadores das Taipas, Sandro Semedo, defesa esquerdo ex-AO Miltiadis (Grécia) e Telmo, médio ex-São Martinho, como reforços da equipa.

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10 de junho de 2026

JOÃO RODRIGUES - "PROJETO É UMA PALAVRA BONITA... ATÉ A MÚSICA TOCAR"


Dez anos depois, João Rodrigues regressou ao Ataense para encontrar um clube transformado. Se na primeira passagem as condições eram precárias e o apoio escasso, hoje o cenário é de "rumo certo". Sob a presidência de Fernando Mendes, o clube não só renovou as suas infraestruturas, como recuperou o calor humano que define a sua identidade. "A principal diferença que eu vejo, tirando as infraestruturas, é o calor humano. A mística do Ataense voltou, cresceu e é quase como uma onda", afirmou o técnico.

A temporada passada foi de superação. João Rodrigues assumiu a equipa à 8.ª jornada, conseguindo uma recuperação notável na Divisão de Honra, lutando pela subida até ao fim. Contudo, para o mister, o sucesso não se mede apenas por resultados imediatos, mas pela estrutura e tempo de trabalho — algo que considera escasso no panorama atual. Numa crítica aberta à gestão desportiva, Rodrigues lamentou a volatilidade do cargo de treinador: "O treinador é cada vez mais descartável. Os clubes, por vezes, são geridos de fora para dentro e não de dentro para fora. Quando o clube é gerido assim, o que conta é o resultado e as pessoas não pensam com a cabeça, pensam com o coração".

Além da instabilidade técnica, o treinador alertou para o "flagelo" na formação, notando uma crescente desmotivação dos jovens na transição para o escalão sénior. Para João Rodrigues, o futuro do futebol nacional depende da valorização das bases: "A grande parte da qualidade que pode alimentar o topo do futebol começa por baixo. É preciso continuar a apoiar o futebol distrital", concluiu o técnico.

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9 de junho de 2026

VÍTOR GAMITO - "QUANDO NINGUÉM ACREDITAVA, FOMOS OS PRIMEIROS A ASSUMIR A SUBIDA COMO OBJETIVO"

Vítor Gamito deixa o Rebordosa, após dois anos positivos no clube

Após duas temporadas marcantes ao serviço do Rebordosa, Vítor Gamito encerrou o seu ciclo no clube, deixando para trás registos históricos, mas também a frustração de falhar a tão desejada subida de divisão. Em entrevista exclusiva ao A Bola é Redonda, o treinador fala, pela primeira vez, da sua saída, faz o balanço da sua passagem pelo emblema rebordosense, explica os motivos da saída e analisa a quebra na fase de subida.


A Bola é Redonda (ABR) - "Só é lembrado quem vence títulos e alcança promoções". Mister, esta frase foi proferida por si no podcast. O Rebordosa falhou essas metas. Acredita que o que fez no clube não será lembrado no futuro? 

Vítor Gamito (VG) - Sim, é verdade, quem vence títulos e alcança grandes objetivos é quem deixa o seu nome na história. Falhámos a subida de divisão num playoff duro e assumimos essa responsabilidade. Contudo, creio que a nossa passagem por Rebordosa deixa uma marca indelével no clube com a melhor campanha de sempre na Taça de Portugal ao chegar aos oitavos-de-final em 24/25, a melhor classificação de sempre do clube, com o primeiro lugar na fase regular em 25/26 e presença inédita no playoff de subida, e o record de invencibilidade em toda a história do Campeonato de Portugal, com 25 jogos sem perder. Não terminando como gostaríamos, estamos convictos que esta passagem pelo clube será lembrada como bem-sucedida, e esperamos ter criado bases para o clube continuar a competir a este nível no futuro.

ABR - Foi por isso que quis sair do Rebordosa? Não tinha condições para continuar? 

VG - Não, esta minha decisão nada tem a ver com o sucesso/insucesso da fase de subida. Foi uma decisão maturada em função daquilo que é a minha gestão de carreira, onde entendi que seria importante encerrar o ciclo no Rebordosa AC no final desta época e como tal, não analisei objetivamente se teria ou não condições para continuar.

ABR - Olhando para trás, como sente que deixou o Rebordosa, relativamente ao estado em que estava quando chegou?

VG - Herdei um plantel com elevados níveis de compromisso e hábitos de treino, pelo excelente trabalho que o mister Arlindo Gomes fez nos quatro anos antecedentes à minha chegada ao clube, e que serviu de base para implementarmos as nossas ideias e metodologia. Penso que deixamos no clube uma maior profissionalização do seu dia-a-dia, com a introdução de várias ferramentas de otimização da performance desportiva que serão certamente aproveitadas, a capacidade de competir a níveis que ainda não havia experienciado e a ambição sem limites, que foi a imagem de marca deste nosso trajeto.

ABR - A quebra na II Fase do campeonato foi notória desde o início. Na sua opinião, o que esteve na origem dessa quebra de resultados? 

VG - Penso que não há um único fator que se possa dizer que foi a origem dessa quebra, e tudo o que se possa dizer sobre o tema nesta altura, pode soar a desculpa. Essa reflexão foi feita internamente e serve para crescimento futuro, quer da parte da estrutura, quer da equipa técnica. O mais importante é assumirmos a responsabilidade, pois não correspondemos às expetativas criadas por nós próprios, pela fase regular que fizemos. O binómio tempo em desvantagem no marcador e tempo em desvantagem numérica, foram constrangimentos que podem justificar a quebra de performance na fase final.

ABR - Tendo em conta o trabalho desenvolvido nestas duas épocas, acreditava que a equipa poderia dar a volta, ou percebeu logo que não ia dar para mais?

VG - Quem acompanhou a nossa equipa nestes últimos dois anos, sente perfeitamente que acreditamos sempre até ao fim, por mais adversa que fosse a situação. No início do campeonato, quando ninguém nos colocava no lote dos favoritos, fomos os primeiros a acreditar que era possível e a balizar a subida de divisão como objetivo. Fomos única equipa pós-laboral presente na Fase de Subida e esse facto diz muito sobre o caráter, a ambição e compromisso deste grupo.

ABR - Que ensinamentos retira desta experiência?

VG - O principal ensinamento desta época é a validação de algo que já sabia: o futebol é o momento.

ABR - Olhando para os clubes que vão disputar a final, quem acredita que vencerá o Campeonato de Portugal: Leça ou Vitória de Sernache? 

VG - Uma final é sempre um jogo de resultado muito incerto. O Leça teve uma trajetória ascendente, terminou a época em ótima forma e tem um excelente plantel bem orientado. Não conheço muito do Vitória de Sernache, mas para estar na final é porque tem muito valor. Será, certamente, um jogo competitivo e um jogo de festa, onde qualquer uma das 56 equipas queria estar.

ABR - Já tem algum projeto para o futuro, ou ainda não surgiram contactos?

VG - Sim, já surgiram contactos e abordagens, mas ainda não está definido qual será o próximo projeto. Ambicionamos que seja um passo em frente.

ABR - Deixe uma mensagem aos sócios e adeptos do Rebordosa. 

VG - Agradecer-lhes o carinho e a forma como fui recebido em Rebordosa. Os adeptos são a alma do clube e foi notório o crescimento da massa adepta ao longo destes dois anos. Que a desilusão do final desta época não seja de desânimo, mas sirva como combustível para as conquistas vindouras. 

ABR - Deixe uma mensagem aos adeptos do futebol, no geral.

VG - Em ano de Mundial, voltamos a lembrar-nos daquilo que o futebol tem de mais forte: a capacidade de unir um país inteiro. Que esse espírito não exista apenas na Seleção, mas também no futebol nacional no dia-a-dia. Mais sentido coletivo, mais respeito e a noção de que quando o futebol português cresce, crescemos todos juntos. Valorizar aquilo que é nosso! 

SUPER-MÁRIO ESTÁ DE SAÍDA DA OVARENSE

Mário Correia marcou 35 golos, 31 no campeonato

A época terminou ontem na AF Aveiro, com a realização da Supertaça, que colocou frente a frente a Ovarense e o Sp. Espinho, apenas uma semana depois do último confronto entre estas duas equipas, mas para a Taça. 

Nesta partida, os 'Vareiros' voltaram a levar vantagem, ao vencer o jogo por 3-1, conquistando o 'Triplete' - Campeonato, Taça e Supertaça - bem como o regresso aos campeonatos nacionais, 20 anos depois da última participação. 

Mário Correia, avançado de 24 anos, melhor marcador da equipa e do Campeonato Sabseg, também anunciou o fim da sua ligação à turma de Ovar. "Hoje, e com o sentimento de dever cumprido, chega o fim da minha ligação à AD Ovarense, um clube que vai ter sempre um lugar especial no meu coração. Após três troféus conquistados, 39 jogos, 2976 minutos, 35 golos e 6 assistências e ter sido o melhor marcador do campeonato SABSEG, terminou ontem uma época inesquecível e de valorização", pode ter-se no comunicado, que o jogador colocou nas suas redes sociais. 

Mário Correia, que foi formado no Freamunde, poderá voltar ao Campeonato de Portugal, onde jogou na época 2024/25, ao serviço do Leça FC.