Leandro Cunha, treinador de futebol com quase duas décadas
de experiência, partilha uma visão profunda sobre a sua carreira e o futebol
distrital. O técnico teve uma passagem fugaz como jogador de futebol, tendo
iniciado o seu percurso de treinador no Leça Futebol Clube, nos escalões de
formação. Segundo o próprio, “foi uma honra e um privilégio ter começado a
minha carreira como treinador no clube da minha terra”.
Nesta última época, comandando o Perosinho na I Distrital da
AF Porto, Leandro Cunha falou da dificuldade de gerir jogadores com a
“mentalidade do jogador que vem de muito contexto de derrota”, tentando
transmitir confiança num ambiente “desgastante a todos os níveis” que culminou
com a perda do presidente do clube. Leandro assume toda a responsabilidade pelo
insucesso da subida, apesar do esforço: “dependíamos de nós na última jornada
[…] e a verdade é que falhámos, e quem falhou fomos nós”, afirmou.
Neste 93º programa, o técnico reflete sobre a evolução do
futebol distrital, comparando-o com épocas anteriores, e critica a inversão da
pirâmide formativa, onde “há pessoas dentro do futebol que inverteram a
pirâmide” e desperdícios de talentos locais devido à falta de preparação para
os seniores.
Além disso, frisou a importância da figura dos
dirigentes e presidentes nos clubes, com um reconhecimento especial para
aqueles que dedicam a vida à manutenção do futebol amador:
“São pessoas que dão
a vida pelos clubes, e muitas vezes, ao domingo, quando não se ganha, toda a
gente aponta o dedo ao treinador, toda a gente aponta ao presidente”, concluiu.
Pode ver o programa completo no link abaixo 👇👇
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