31 de março de 2011

Direcção do Coimbrões demitiu-se em bloco


A Direcção do Coimbrões, presidida por Armindo Lobato, demitiu-se em bloco na passada sexta-feira.
Em comunicado colocado no site oficial do clube, as razões apresentadas para a demissão prendem-se com a falta de ajuda por parte da Câmara de Gaia. O mesmo comunicado refere ainda que serão marcadas novas eleições, mas ainda não há data definida, ficando o Presidente da Assembleia Geral, Basílio Almeida Garcia, incumbido de encontrar uma data para que estas sejam realizadas.

Fica aqui o Comunicado que esteve no site até à tarde hoje:

"É um facto indesmentível que o Sporting Clube de Coimbrões tem sido, no panorama futebolístico, a principal bandeira da cidade de Vila Nova de Gaia nos últimos anos, sendo o seu clube mais representativo, o único clube a vencer uma competição nacional e o único clube desta cidade a competir na II Divisão Nacional.

Há muito tempo que a Direcção do SC Coimbrões vem alertando as entidades camarárias para o crescimento do nosso Clube, tornando-se necessário um maior apoio por parte destas instituições, uma vez que a imagem deixada pelo Clube é também a imagem da nossa cidade de Vila Nova de Gaia.

Perante a falta de apoio e de solidariedade que o Clube tem sentido por parte das entidades acima referidas, a Direcção do SC Coimbrões vem por este meio comunicar que, após reunião realizada na passada sexta-feira, decidiu demitir-se em bloco, cabendo agora ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral marcar uma data para a realização de eleições.


Coimbrões, 28 de Março de 2011

A Direcção"


Hoje, foi colocado no site outro comunicado de três pontos, que esclarece que a Direcção, apesar de demissionária, estará em funções até se encontrar uma solução viável, acabando assim com algum "ruído" à volta desta situação:

Face às notícias que têm sido postas a circular e ao "ruído" que as mesmas têm provocado, a Direcção do SC Coimbrões esclarece:

1.Apesar de demissionária, a Direcção mantém-se em funções até à resolução formal desta situação, pelo que o Clube continuará a ser dirigido com o mesmo rigor e dedicação com que a Direcção sempre lhe tem votado.

2.Paralelamente, e sob a sempre prestimosa acção do Exm.º Sr. Presidente da Assembleia-Geral, tem-se trabalhado no sentido de obviar a situação e encontrar formas para a ultrapassar.

3.Finalmente, referir que o SC Coimbrões é uma agremiação quase secular, com um rico historial e pergaminhos bem firmados no panorama desportivo nacional, pelo que esta Direcção, ainda que demissionária, tudo fará em sua defesa, mas dentro do maior respeito e civilidade.

Coimbrões, 30 de Março de 2011

A Direcção"

Coimbrões perde na recepção ao Boavista


Local: Parque Silva Matos
Hora: 16h
Árbitro: Pedro Maia (AF Porto)

Coimbrões: Ivo, Nando, Sérgio, Joel e Huguinho, Carlos Sousa, Paulo Lima e Fábio Martins, Pedro Tavares, Nuno Pinto e Lourenço.
Treinador: Rui França

Boavista: Vitor Golas, Hélio, Léo, Beré e Cadinha (Rui Lopes 75'), Renato Queiroz (Diogo Teixeira 52'), Nuninho (Fabinho 87') e Emerson, Joel, Paulo Campos e Machado.
Treinador: Rui Amorim

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-1

Marcadores: Beré (90')


O Coimbrões acabou derrotado pelo Boavista, por uma bola a zero, com um golo de Beré o melhor marcador dos axadrezados, já no período de compensação. A equipa gaiense entrou bem na partida, sem medo do adversário que tinha à frente, um histórico do futebol português e Campeão Nacional. O Boavista chegou a Coimbrões com a difícil missão de ser o primeiro clube a conseguir levar os três pontos do Silva Matos, até porque para as suas ambições tinha mesmo de ser, mas encontrou uma equipa bem estruturada defensivamente e rápida a sair para o ataque.
Apesar de ter sido um jogo onde as oportunidades de golo foram escassas na primeira metade do jogo, Cadinha ainda dispôs da melhor situação para abrir o marcador a favor do Boavista, mas atirou por cima. Na segunda metade, o Coimbrões foi melhor, fez jus ao estatuto de invencível em casa e partiu para cima dos axadrezados, cirando diversas situações de golo, que no entanto não conseguiram concretizar. Já muito perto do final da partida foi a vez do Boavista criar perigo e aos 90' de jogo Ivo nega o golo a Emerson, fazendo uma defesa brilhante, enviando a bola para canto. Do canto, haveria de nascer o único golo do jogo, com Ivo a sair mal à bola e esta a sobrar para Beré que atirou para a baliza deserta, causando o delírio dos pouco mais de mil de adeptos boavisteiros que se deslocaram a Gaia para ver a sua equipa.
De registar a excelente casa registada: Cerca de 2500 pessoas estiveram no Parque Silva Matos a assistir a esta emocionante partida.
Rui França, técnico do Coimbrões, desvaloriza a derrota sofrida e o facto de a equipa ter ficado mais longe do primeiro lugar, porque, segundo o próprio, "nunca assumimos a subida": "Devemos ter orgulho naquilo que fizemos e que ainda podemos fazer. Faltam cinco jogos e este foi um jogo com caracteristicas diferentes. Não houve grandes oportunidades, mas nós tivemo-las e quem não marca sofre. Agora há que levantar a cabeça", disse o treinador.
Do lado do Boavista, Rui Amorim, um velho conhecido dos adeptos gaienses pois treinou o Canidelo durante quatro temporadas saindo a meio da época 2008/2009, treinador-adjunto de Filipe Gouveia, que por castigo não pôde estar no banco, referiu ao blog que foi um jogo bem disputado, dizendo que foi a vitória "do acreditar dos nossos jogadores": "Assistimos a um grande espectáculo entre o Coimbroes e o Boavista, dentro e fora das quatro linhas. Sabíamos da dificuldade do desafio, pela invencibilidade ate então do Coimbroes em casa, pelas dimensões do terreno de jogo, pelo piso e pela massa associativa apaixonada e que apoia fortemente a equipa. Penso que foi muito bem disputado, com oportunidades repartidas. A vitoria acabou por nos sorrir e premiar a entrega e o acreditar dos nossos jogadores que foram magníficos".
Sobre o jogo em si, o treinador afirma que, após 45' de algum equilíbrio, a estratégia para a segunda parte foi diferente e surtiu efeito, deixando também uma nota à época dos gaienses: "Na segunda parte, estrategicamente, demos mais iniciativa ao Coimbroes, para apostarmos em transições rápidas e explorarmos os espaços concedidos, o que acabou por surtir efeito. Aproveito para felicitar o Coimbrões pela excelente época que está a realizar, o que acabou por valorizar a nossa vitória", disse o técnico.
Rui Amorim não esqueceu dos adeptos axadrezados que estiveram presentes em Gaia e deixou também uma mensagem de agradecimento: "Uma palavra também, para os nossos adeptos, que mais uma vez se mostraram incansaveis no apoio à equipa, são realmente fantásticos. A paixão e o entusiasmo que nos transmitem, têm sido sem duvida, uma mola impulsionadora e que faz com que nunca desistamos", concluiu o treinador.
Com este resultado, o Coimbrões caiu para o sexto lugar com 39 pontos, enquanto que o Boavista está no terceiro lugar a apenas dois pontos do líder, Tondela. No próximo domingo, os gaienses deslocam-se ao terreno do Sp. Pombal.

Foto retirada do site do SC Coimbrões

Candal empata em casa com o Mondinense

Local: Estádio Rei Ramiro
Hora: 16h
Árbitro: Carlos Macedo (AF Braga)

Candal: Castro, Ricardo (Diogo 79'), Sidon, Tiago Gil e Pereira, Jony, Alex e João Reis, Ansumane, Bruno e Amaral (Digas 83').
Treinador: António Pedro

Mondinense: Carlos, Miguel, Diogo, Romeu e Nelsinho (Ibrahima 11'), Mike, Pataco e Zé Henrique, Bertinho (Kipulo 87'), Hugo (João Miguel 69') e Jaime.
Treinador: Carlitos

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 0-0

Disciplina: Cartão vermelho a Zé Henrique (40') do Mondinense

O Candal empatou em casa no passado domingo, na recepção ao Mondinense, em jogo a contar para a primeira jornada da Fase de Manutenção, que a equipa gaiense tem que disputar.
Os gaienses dominaram a partida e criaram diversas ocasiões para marcar mas não conseguiram concretizar, acabando por saírem penalizados com a divisão de pontos.
António Pedro, técnico do Candal, salientou a falta de eficácia e de serenidade, como factores principais do resultado final: "Hoje faltou eficácia e também alguma serenidade para ajudar à eficácia. No geral foi um jogo justo, bom e positivo, em que criamos inúmeras oportunidades para ganhar, mas não conseguimos. De salientar também que estivemos desfalcados de seis jogadores que estão castigados e só tínhamos dois seniores no banco".
Sidon, defesa central do Candal, referiu ao blog que "a equipa entrou muito bem no jogo, com um ritmo alto e pressionando sempre o adversário, conseguiu criar várias oportunidades de golo, lembro-me de pelo menos duas na cara do guarda-redes, outra numa bola ao ferro, isto na primeira parte. Saímos para o intervalo com o sabor de desilusão pelas ocasiões falhadas. Na segunda parte e a jogar contra 10, o Mondinense fechou-se no seu meio campo e jogava nitidamente no contra-ataque, a equipa do Candal reagiu bem e mais uma vez surgiram oportunidades para marcar, mas a verdade é que não conseguimos concretizar", começou por referir o jogador, afirmando depois que a vitória assentava bem à sua equipa: "Se tivesse que existir um vencedor seria o Candal, porque foi a única equipa que foi em busca da vitória. O Mondinense jogou no puro contra-ataque, estivemos sempre bem equilibrados mas o golo não apareceu, existem jogos assim. A equipa necessita de se encontrar com o golo para que a ansiedade e os níveis de motivação voltem aos que eram", concluiu o jogador.
O Candal joga agora no próximo domingo, fora, visitando o Vila Meã.

30 de março de 2011

Entrevista com: Prof. Rui Pedro (Treinador dos Juniores do Vilanovense)

Esta semana o 'Entrevista Com' falou com o Professor Rui Pedro, treinador da equipa de juniores do Vilanovense que assegurou o regresso à 1ª Distrital um ano depois de ter descido. Essa conquista deu-se apenas na última jornada, na recepção ao Oliveira do Douro, onde os vilanovenses estiveram a perder por duas bolas a zero e chegando mesmo a jogar com apenas nove elementos, acabando por vencer por 4-2, ultrapassando assim os azuis e brancos na classificação. O técnico aborda a temporada, a fé dos seus jogadores na subida, bem como os próximos objectivos. Mais uma entrevista a não perder do 'A Bola é Redonda'

Prof. Rui Pedro conseguiu a subida à 1ª Distrital de juniores

 A Bola é Redonda (ABR) - Mister Rui Pedro, após ter descido na época anterior, terminando na última posição, o Vilanovense arrasou a concorrencia e regressou à 1ª Distrital. Qual foi a receita?

Rui Pedro (RP) - Penso que não há nenhuma receita especial. Apenas trabalhamos diariamente de uma forma séria, para que os níveis dos atletas estejam sempre elevados para cada jogo que disputamos. Aliado a isso temos um grupo fantástico de jogadores e estes "miúdos" são também, já grande homens. É um trabalho rigoroso de equipa, que além de mim, inclui o Vandim, meu adjunto e treinador de Guarda Redes, de um outro grande homem que é o Sr. Albino, nosso director, um homem incansável e que muito faz por esta equipa e pelo clube também. O Sr. Costa, massagista, que sempre trata com carinho e profissionalismo qualquer problemas dos atletas. O Zequinha e o Zé Carlos que nunca deixaram faltar nada em termos logísticos. Por último uma palavra também de agradecimento para a C.A. que sem nunca nos terem pedido a subida, apenas nos pediram que honrássemos e dignificássemos este clube quase centenário, sempre nos apoiaram e estiveram connosco. Portanto,como vê, este sucesso deve-se a um variado conjunto de pessoas, em que cada elemento teve o seu papel e função fundamental para este rápido regresso à 1ª Distrital.


ABR - O Vilanovense andou sempre nos lugares cimeiros da classificação, apesar de apenas por uma vez ter sido primeiro, à quinta jornada. Sempre acreditou que seria este o desfecho no final do campeonato?

RP - Sim, sinceramente sempre acreditei. Pois quem trabalha como nós trabalhamos, merece sem dúvida ter sucesso. É de salientar que na segunda volta apenas cedemos um empate, contando-se por vitórias os restantes jogos. Desde o início da época que um atleta, o Tiaguinho, dizia que iríamos conseguir a subida, precisamente no último jogo com o Oliveira do Douro! E felizmente isso veio a acontecer, pois sempre acreditamos e trabalhamos para isso.


ABR - A três jornadas do final, o Vilanovense empatou em Gervide e viu o Oliveira do Douro golear o Torrão e aumentar para seis pontos a vantagem que tinha. O que pensou nessa altura?

RP - É evidente que nessa altura tudo se tornou mais complicado, mas mesmo assim acreditamos que seria possível, pois o Oliveira do Douro, apesar dessa goleada infringida ao Torrão, vinha revelando sinais de algum abaixamento, o que nos motivava ainda mais. Fiz ver aos atletas que só poderíamos resignar-nos quando só já não fosse matematicamente possível. Até lá teríamos que dar tudo e deixar tudo em campo para atingir o nosso objectivo.

Jogo de nervos com o Ol. Douro terminou com vitória, apesar de algumas contrariedades

ABR - No último jogo, o Oliveira do Douro esteve a vencer por duas bolas a zero e o Vilanovense chegou a jogar com nove elementos. Que disse aos seus atletas para os motivar, construindo mesmo um resultado que não sofre contestação?

RP - Aquilo que sempre disse. Que até ao apito final tudo seria possível. E eles foram e são grandiosos, pois dar a volta a uma desvantagem de dois golos, durante algum tempo com menos dois elementos, perante uma excelente equipa como é o Oliveira do Douro, só está ao alcance das grandes equipas. Provamos ser, sem margem para dúvidas, a melhor equipa desta série e conquistar a merecida subida. Foi um jogo histórico, como o meu amigo João Seixas o descreveu, parafraseando esta expressão: " Quem viu, viu. Quem não viu, jamais verá!". Foi sem dúvida um jogo épico. Estiveram a assistir ao jogo cerca de 1000 adeptos! Único para um jogo deste escalão nesta divisão. Eles foram sem dúvida o nosso 12º jogador. Apoiaram-nos de princípio a fim, e tal como nós equipa, nunca desacreditaram que a reviravolta seria possível, porque esta equipa tem carácter, tem raça, tem qualidade, tem classe mas acima de tudo tem humildade e grande união no grupo. Em nome da equipa o meu muito obrigado mais uma vez a esta massa associativa fantástica, pois eu nunca tinha visto nada assim!


ABR - Agora, quais são os objectivos da equipa?

RP - Serão continuar a honrar e dignificar este grandioso clube e tentar chegar o mais longe possível, ou seja, o título distrital. Continuaremos a trabalhar da mesma forma, com a mesma humildade para o conseguir. Os nossos adversários terão de trabalhar muito e mais do que nós em campo, para nos bater. E se assim for, só há que dar os parabéns aos vencedores e ficarmos orgulhosos e de consciência tranquila de que tudo fizemos para conquistar o título.


ABR - Para o ano, o mister vai continuar a treinar a equipa na 1ª Distrital?

RP - No que depender de mim continuarei, pois é com muito prazer e com muita honra que estou neste clube. É um grande clube, com uma massa associativa fantástica e com grandes homens a dirigi-lo.


ABR - Quais serão os objectivos para essa temporada que se avizinha difícil?

RP - É evidente que a 1ª Divisão é bem mais exigente, mas os nossos objectivos passarão por fazer um campeonato o mais tranquilo possível. Consolidar as bases que estão a ser criadas no clube e como qualquer treinador/atleta é tentar chegar o mais acima possível na tabela classificativa. Mas acima de tudo conseguir a manutenção o mais cedo possível.

A festa de mais um golo do Vilanovense rumo à subida

ABR - As três equipas que desceram o ano passado, Valadares, Oliveira do Douro e Vilanovense, ocuparam curiosamente os três primeiros lugares na 2ª Divisão. São estes os clubes mais fortes neste camada?

RP - Penso que sim. Embora não nos podemos esquecer do Leverense e do Grijó, que também fizeram um campeonato fantástico, com jogadores de grande qualidade e muito bem orientados. Foram grandes e dignos adversários e nesta hora queria também felicitá-los pelo campeonato que realizaram e certamente há que contar com estas equipas no futuro.


ABR - Qual foi o ponto alto da época? E o ponto mais baixo?

RP - O ponto alto da época foi sem dúvida o último jogo com o Oliveira do Douro. Por tudo o que representou para nós, pela envolvência, pelo ambiente fantástico, pela moldura humana incrível e também pelo Fair Play demonstrado por todos os intervenientes, num jogo intenso, emotivo, disputado e decisivo. Ponto baixo, sinceramente penso não ter havido nenhum, pois fizemos um campeonato bastante satisfatório.


ABR - Por último, gostava que deixasse uma mensagem aos adeptos do Vilanovense e aos leitores do blog.

RP - Para os adeptos do Vilanovense, dizer-lhes que são a melhor massa associativa que alguma vez encontrei e o meu agradecimento mais uma vez por todo o apoio que nos têm dado. O Vilanovense é sem dúvida um clube diferente! Para o Blog, agradecer esta oportunidade que me concedeu e felicitá-lo pela divulgação que tem feito do futebol gaiense e desejar que continuem este vosso trabalho que é digno de ser reconhecido. Parabéns e bem hajam!

Grijó cumpre e vence Valonguense


O Grijó levou de vencida o Valonguense e conseguiu manter o Pedras Rubras a quatro pontos de distância. A equipa maiata tinha jogado no sábado e vencido o Salgueiros 08 por 2-3, reduzindo para um ponto, a diferença para os gaienses, o que poderia condicionar a formação grijoense. Tal não se verificou e apesar de uma exibição menos conseguida, um golo de Bruno Carvalho ainda na primeira parte, ditou o resultado final.
Óscar Nogueira, treinador do Grijó, referiu ao blog que "foi um jogo pouco intenso e não muito brilhante da nossa parte, mas o suficiente para termos ganho por mais um ou dois golos. Não fomos competentes no capitulo da finalização", disse o técnico, que no entanto, sublinha o domínio que a sua equipa exerceu: "A equipa teve sempre o controlo do jogo e nunca esteve em causa o resultado, apesar de sentirmos que podíamos ter feito melhor perante um adversário que estando em dificuldades na classificação foi sempre digno", concluiu o treinador.
O próximo jogo é em Arcozelo, mais uma equipa que ainda luta pela manutenção e que será certamente um adversário difícil de ultrapassar, apesar da queda para a última posição nesta jornada.

Gulpilhares volta a virar o resultado e acaba por vencer


Depois de três partidas, em que apesar de marcar primeiro que o adversário, a equipa do Gulpilhares não conseguiu vencer, somando duas derrotas e um empate, a situação inverteu-se e são já duas as vitórias consecutivas, em que os comandados de Alfredo Mendes entram em desvantagem e acabam por vencer a partida. Foi assim a semana passada frente ao Labruge, onde a equipa venceu por 3-2, recuperando de uma desvantagem de dois golos ao intervalo e foi assim também no jogo do passado domingo, onde a formação gaiense, depois de estar a perder por uma bola a zero frente ao Bougadense, conseguiu inverter o marcador e vencer por 1-2.
Alfredo Mendes, treinador da equipa, referiu que "foi uma vitória justa, onde tivemos o domínio da partida mesmo estando a perder na primeira parte. Conseguimos, na segunda parte, materializar o nosso bom jogo ofensivo com dois golos".
O Gulpilhares ocupa agora a 11ª posição com 38 pontos e garantiu mantematicamente a manutenção. A próxima partida é contra um adversário que está ainda a tentar evitar esse cenário, o Valadares, sendo imperioso à equipa de Vítor Sousa a vitória. Alfredo Mendes espera um jogo difícil: "O próximo jogo vai ser um dérbi onde o Valadares vai tentar ainda sonhar com a manutenção e para isso vai precisar de ganhar, mas o Gulpilhares, como melhor equipa, tem obrigação de vencer. Espero um bom espectáculo e que os adeptos saiam satisfeitos", disse o treinador.
O jogo é no Estádio do Gulpilhares, no próximo domingo, às 16h.

Perosinho empatou com o Lavrense a duas bolas


O Perosinho empatou em casa, com o Lavrense, a duas bolas. A formação treinada por Allen conseguiu recuperar da desvantagem por duas ocasiões, com um bis de Ivo, que assim aumentou para 17 os golos apontados esta temporada. Allen já se mostrou mais satisfeito, relativamente à exibição da jornada anterior, chegando mesmo a gostar da estreia de Marco, um júnior que fez o seu primeiro jogo ao serviço do Perosinho: "Cabe-me dar os parabéns aos meus jogadores, mais pela exibição do que pelo resultado, e dizer que fiquei muito satisfeito pela estreia do Marco que demonstrou a mim e aos seus colegas que pode ser uma mais valia para o nosso grupo", começou por referir o treinador, que confessou ter rodado a equipa nesta partida: "Foi um bom jogo de futebol de parte a parte, nós entramos com uma equipa diferente do habitual, com alguns jogadores com pouco ritmo de jogo e também com a estreia de um júnior a titular, que haveria por ser dos melhores em campo", afirmando também que a imagem deixada na partida com o São Pedro de Rates foi apagada: "A imagem deixada no jogo anterior foi sem dúvida corrigida, exercemos uma boa pressão sobre o adversário para recuperarmos a bola o mais rápido possível, e em posse fizemos um jogo muito agradável com uma circulação de bola eficaz e de processos simples, jogando a um, dois toques". O técnico finaliza, afirmando que o resultado acaba por ser justo: "O resultado acaba por se aceitar. Nós tivemos sempre o controlo da partida em termos de posse de bola mas também não criamos muitas situações de golo, o Lavrense defendeu-se bem e mereceu o ponto conquistado. Estiveram por duas vezes em vantagem, tirando partido dos lances de bola parada e sabendo aproveitar ao máximo a diferença de estatura entre as duas equipas, e nós também por duas vezes tivemos que correr atrás do prejuízo, com grande empenho por parte dos meus jogadores e sempre procurando jogar um bom futebol", concluiu o técnico. O Perosinho joga no próximo domingo no terreno do Leça do Balio.

29 de março de 2011

Dragões Sandinenses regressam ao primeiro lugar


Local: Estádio do Tourão
Hora: 16h
Árbitro: Renato Barqueira

Dragões Sandinenses: Xavier, Preto, Wilson, Barreiros e Kilberg, Miguel, Pedro Abel e Pedrito (Joel 90'), André (Agostinho 67'), Tozé e Nuno Silva (Bruno Rocha 45').
Treinador: Ricardo Jorge

São Martinho: Maciel, Tomás, Marco, Serginho e Paulão, Miguel (Licínio 57'), Eurico (Cavaco 56') e Tiago, Ivo, Mauro e Nelinho.
Treinador: Adelino Ribeiro

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 3-1

Marcadores: Bruno Rocha (46'), Tozé (50') e Pedrito (87') para os Dragões Sandinenses e Cavaco (66') parao São Martinho.

O Dragões Sandinenses regressou no passado domingo ao primeiro lugar da Série 2 da 1ª Distrital. A equipa gaiense venceu o São Martinho por três bolas a uma e aproveitou da melhor forma, o deslize do Baião frente ao Paradela, voltando assim à liderança que havia perdido na semana anterior. O jogo foi para o intervalo empatado a zero, mas logo no recomeço, Bruno Rocha abriu o marcador, com Tozé a aumentar quatro minutos depois, aos 50' de jogo. Os forasteiros responderam como puderam e conseguiram mesmo reduzir a desvantagem aos 66', com um golo apontado por Cavaco. No entanto, a equipa sandinense voltou a ganhar vantagem no marcador e um golo de Pedrito a três minutos do final, selou a vitória e recolocou a equipa na primeira posição.
Xavier, guarda-redes do Dragões Sandinenses, estava contente pelo resultado alcançado e ofereceu a vitória aos adeptos: "Foi um encontro com duas partes distintas. Entramos um pouco desconcentrados na primeira parte, mas depois de virmos das cabines e assimilar as palavras dos nossos treinadores, mostramos o nosso futebol, funcionamos como equipa, fomos humildes mas ambiciosos e conseguimos os três pontos, perante uma equipa bem estruturada. A nossa equipa está de parabéns, fomos unidos, um verdadeiro grupo e como estávamos em dívida com os nossos adeptos, depois do apoio que nos manifestaram na jornada passada, a vitória foi para eles. Mas ainda não ganhamos nada", disse o jogador.
A equipa desloca-se no próximo domingo ao terreno do Sobrado.

Serzedo leva a melhor sobre o Desp. Portugal e mantém vantagem sobre o Perafita


Local: Parque da Rainha (Serzedo)
Hora: 16h
Árbitro: Pedro Meireles

Serzedo: Clemente, Ricardo, Leal, André (Pidoa 70') e Bruninho (Fábio 72'), Joãozinho (Hélder 86'), Moreira e Dominguez, Tó, Vitinha e Ricardinho.
Treinador: Pedro Dominguez

Desp. Portugal: Moura, Tó (Pinto 60'), Oliveira, Humberto e Bico, Caracol, Ribeiro e Guil, João (Futi 85'), Nuno e Suiço (Bessa 86').
Treinador: Edgar Matos

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 2-0

Marcadores: André (55') e Vitinha (77')

Disciplina: Cartão vermelho a Oliveira (77') do Desp. Portugal.

O Serzedo conseguiu uma importante vitória no passado domingo, ao derrotar por duas bolas a zero o Desp. Portugal, mantendo assim a vantagem de um ponto sobre o Perafita na luta pelo segundo lugar na classificação geral.
A equipa de Pedro Dominguez esteve bem durante a partida, mas intensificou o seu domínio no segundo tempo, altura em que apontou os dois golos com que venceu os portuenses, aos 55' por intermédio de André e aos 77' através de Vitinha.
Ricardo Dominguez, médio da formação gaiense, referiu ao blog que "era importante vencer para mantermos a vantagem sobre o Perafita. Entramos muito bem no jogo, fizemos talvez uma das melhores primeiras partes da época mesmo sem marcar, assumimos o jogo, criamos algumas situações de golo mas fomos um pouco infelizes na finalização”, disse o jogador. Contudo, na segunda metade o cenário alterou-se e o Serzedo acabou por chegar ao golo: "Fomos para o intervalo com o pensamento que na segunda parte o golo iria acabar por aparecer e apareceu numa grande jogada bem finalizada. O Desportivo de Portugal não baixou os braços e com o valor que apresentou respondeu bem ao golo sofrido, arriscou mas nós fomos muito fortes e acabamos por chegar ao segundo golo”, concluiu o jogador. Com este resultado, o Serzedo mantém então a segunda posição, agora com 60 pontos, mais um que o Perafita, que segue na terceira posição, com 59 pontos.

28 de março de 2011

Classificações - 2ª Nacional Zona Centro


Desilusão em período de compensação para os adeptos do Coimbrões, que se deslocaram ao Parque Silva Matos para verem a sua equipa. Decorria o minuto 90+2, quando Beré, avançado do Boavista aproveita da melhor forma um erro de Ivo e marca o golo da vitória boavisteira, que foi sofrida e de certa forma injusta, por tudo aquilo que o Coimbrões fez durante os noventa minutos. Assim, o conjunto gaiense caiu para o sexto lugar, com 39 pontos e a cinco jornadas do final, tem ainda hipóteses de voltar a incomodar os da frente. Esta foi de resto a primeira derrota caseira do Coimbrões esta temporada, numa partida onde estiveram cerca de 3 mil pessoas no estádio.


Classificações - 3ª Divisão Fase Manutenção


Começou a segunda fase da 3ª Nacional, com os dois representantes gaienses a disputarem a Fase Manutenção. O Candal recebeu o Mondinense e empatou a zero, mantendo ainda a liderança desta série, agora com 17 pontos, mas com o Leça à perna, depois da vitória de ontem.
Já o Oliveira do Douro esteve muito perto de conseguir a primeira vitória da temporada, mas apenas conseguiu uma igualdade a duas bolas no terreno do Rebordosa. A formação de Francisco Heitor esteve sempre em vantagem, mas permitiu sempre que o adversário conseguisse igualar. Rabaça marcou primeiro aos 30 minutos e já na segunda parte, o Rebordosa acabou por empatar. A cerca de dez minutos do final do jogo Zézé deu nova vantagem aos oliveirensesna marcação de uma grande penalidade, mas já no período de compensação Joel empatou a partida, também de grande penalidade. Assim, a formação gaiense somou o terceiro ponto e continua a ver as coisas muito complicadas.


Classificações - Divisão de Honra


O Grijó não sentiu a pressão da vitória do Pedras rubras no passado sábado frente ao Salgueiros 08 e conseguiu levar de vencida o Valonguense por uma bola a zero. Um golo de Bruno Carvalho foi suficiente para vencer a partida e manter os quatro pontos de vantagem sobre os maiatos, quando faltam sete jornadas para o final do campeonato.
O Avintes voltou a sonhar com a manutenção, ao vencer o Nogueirense em casa, por duas bolas a uma. Com dois golos já nos últimos vinte minutos de jogo, os avintenses somaram trÊs importantes pontos, aproveitando o deslize do Pedrouços na Lixa.
O Arcozelo está cada vez mais perto de cair na 1ª Distrital. A equipa agora orientada por Óscar Rodrigues foi goleada no terreno do Ataense. O resultado final foi 6-1, com os gondomarenses a devolverem assim a derrota da primeira volta, quando o Arcozelo venceu por 4-1.


Classificações - 1ª Distrital Série 1


O Canidelo interropeu uma série de seis vitórias seguidas, ao empatar no passado domingo com o Leça do Balio a zero. A equipa matosinhense foi, até ao momento, a única equipa a quem o Canidelo não conseguiu ganhar esta temporada, tendo perdido na primeira volta por 2-1 e empatado agora. A formação de Lé Santos leva já 17 jogos sem perder, sendo precisamente o Leça do Balio o último adversário a conseguir derrotar os canidelenses.
O Serzedo deu um importante passo na conquista do segundo lugar, ao derrotar o Desp. Portugal por duas bolas a zero. A equipa de Pedro Dominguez respondeu assim da melhor forma à vitória do Perafita sobre o Senhora da Hora e mantém o ponto de vantagem sobre os matosinhenses.
O Perosinho arrancou uma igualdade a duas bolas na recepção ao Lavrense. Depois da chamada de atenção de Allen, treinador da equipa, durante a semana, esta repsondeu da melhor forma e Ivo, com dois golos, foi o destaque da partida.
O Gulpilhares conseguiu somar os três pontos na deslocação ao terreno do Bougadense, ao vencer por 1-2. A equipa de Alfredo Mendes garantiu assim matematicamente a manutenção e poderá agora lutar por uma posição melhor na classificação, nas quatro jornadas finais.
O São Félix venceu o São Pedro de Rates por duas bolas a uma e subiu à sétima posição. A equipa de Manuel António está a realizar uma boa temporada e reflexo disso é a classificação. Com 45 pontos somados, a equipa gaiense pode ainda subir mais alguns lugares na tabela.
O Valadares parece de facto condenado à descida de divisão. Apesar de matematicamente ainda nada estar decidido, o certo é que começa a faltar tempo para atingir esse objectivo. À entrada para as últimas quatro partidas, os comandados de Vítor Sousa têm uma desvantagem para o Foz de oito pontos, sendo que estão 12 em disputa. A próxima jornada poderá ser mais esclarecedora quanto à situação dos gaienses, mas torna-se imperioso vencer em Gulpilhares.


Classificações - 1ª Distrital Série 2


O Dragões Sandinenses voltou à liderança da Série 2 da 1ª Distrital, depois de vencer o São Martinho em casa, por 3-1. A equipa de Ricardo Jorge aproveitou assim da melhor forma o empate do Baião frente ao Paradela, para voltar à posição de onde saiu na jornada anterior.
O Leverense somou a segunda derrota seguida na deslocação ao terreno do Alfenense e permitiu ao Folgosa subir ao sexto lugar, embora em igualdade pontual com os gaienses.
Já o Crestuma somou três importantes pontos na luta pela manutenção, ao derrotar o Rio Moinhos por duas bolas a zero, voltando assim a aproximar-se dos adversários directos na luta pela manutenção.


Classificações - 2ª Distrital Série 1


Em tarde de dérbi no Parque Soares dos Reis, a vitória sorriu ao Vila FC que somou assim o 24º jogo seguido sem perder e continua a ser um sério candidato à subida, apesar do quinto lugar que ainda ocupa, se bem que está a apenas três pontos do primeiro classificado, Atl. Rio Tinto, que venceu o Cerco do Porto. De lamentar apenas as cenas de violência no final da partida e quanto a isto, apenas queria deixar um reparo: Mais importante do que saber perder, é saber ganhar. Os festejos efusivos de alguns jovens da equipa da casa acenderam o rastilho para o que se passou a seguir.
O Torrão continua sem conseguir uma vitória, já lá vão 12 jogos, onde apenas conseguiu um empate, somando 11 derrotas e como consequência disso mesmo, o último lugar. No passado domingo Os Lusitanos golearam os gaienses, em casa, por 1-4
Goleada também foi a AD Vitrine, mas em casa do Sp. Cruz. O resultado foi de 5-1 favorável aos portuenses e que mantém a turma gaiense na 16ª posição, com 23 pontos.


Vila FC vence dérbi frente ao Pedroso, que termina com cenas lamentáveis


Local: Parque Soares dos Reis
Hora: 16h
Árbitro: Fernando Nunes, auxiliado por Licínio Torres e Joaquim Pinto
Assistência: Cerca de 400 pessoas

Vila FC: Filipe, China, Suiço, Joel Sousa e Bruno Fonseca, Gil (Gonçalo 61'), Gerson e Pedrinho (Marcos 61'), Rúben (Ruizinho 87'), Jorginho e Jorge Gomes
Suplentes não utilizados: Filipe Rato, Paulo Pinto, Luís e Miguel
Treinador: Edmundo Duarte

Pedroso: Nuno, Rúben, Bruno Teixeira, Tiago e Cancela, Carlos (Oliveira 74'), Sá e Bino (Hélder Santos 58'), Ricardo (Pedro Chaves 51'), Bruno Vasconcelos e Luciano
Suplentes não utilizados: Bastos, Pedro, Filipe e Tiago
Treinador: Manuel Rocha

Resultado ao intervalo: 0-0
Resultado final: 1-0

Marcador: Bruno Fonseca (64')

Disciplina: Cartão vermelho a Ricardo (86') do Pedroso, expulso do banco por palavras ao árbitro

Crónica

Vila FC foi um justo vencedor e continua na luta pela subida de divisão

Falta de eficácia dos avançados do Pedroso foi a principal pecha da equipa
 Apesar da tarde cinzenta, a ameaçar chuva, o Parque Soares dos Reis teve uma boa moldura humana a assistir ao jogo entre o Vila FC e o Pedroso, um dérbi gaiense que teve todos os ingredientes necessários para um bom jogo de futebol, mas que não foi sempre bem jogado. O Vila FC com um futebol mais fantasista e mais colectivo, acabou por somar os três pontos, contrastando com o futebol mais directo e mais objectivo do Pedroso, que por manifesta falta de sorte e pouca eficácia dos seus avançados, não conseguiu outro resultado apesar das boas ocasiões de golo que criou, sobretudo nos primeiros 45' de jogo.
Os visitantes, entraram na partida fazendo valer a condição de líder e logo nos minutos iniciais criaram duas boas situações de golo, com Bruno Vasconcelos e Luciano a errarem o alvo por pouco. A equipa da casa, um pouco atarantada com a entrada do adversário, apenas conseguiu criar algum perigo na área de Nuno aos 20' de jogo, por intermédio de Jorge Gomes, que cabeceou mal após um centro da esquerda do ataque, na sequência de uma bonita jogada colectiva. Na resposta, e na sequência do pontapé de baliza batido por um jogador do Pedroso, a bola acaba nos pés de Luciano, que surgiu isolado perante Filipe, mas atirou à figura deste. Aos poucos a partida foi endurecendo, com os jogadores a entrarem em picardias desnecessárias, com a complacência do árbitro, que mostrou um critério muito desigual, prejudicando quase sempre a equipa do Vila FC. Depois de mais uma ocasião perdida pelo Pedroso, com Bruno Vasconcelos a chegar atrasado a um centro de Luciano, a oportunidade mais flagrante da primeira parte para o Vila FC chegou aos 41', com Jorge Gomes a conseguir fugir aos centrais do Pedroso e a ganhar espaço para o remate, que no entanto saiu à figura do guardião Nuno. Antes, os adeptos do Vila FC reclamaram penalti, num lance em que um jogador do Pedroso, ao cortar a bola, leva a mesma a bater no braço dum colega, mas numa situação que pareceu legal, por ambos estarem muito próximos um do outro. O intervalo chegou com o nulo a vigorar, mas com o Pedroso a sofrer as consequências da falta de eficácia demonstrada.

A segunda parte começou com o ritmo da primeira, e o Pedroso voltou a dispor de soberana ocasião para abrir o marcador, novamente com Luciano a surgir isolado à frente de Filipe, mas a rematar à figura do guardião, muito por culpa da rápida intervenção deste. Aos poucos a pressão do Vila FC foi-se intensificando, o Pedroso já não ganhava tantas bolas a meio campo como no primeiro tempo, o futebol mais apoiado e mais fantasista dos miúdos de Edmundo Duarte foi ganhando mais consistência e com as entradas de Gonçalo e Marcos aos 61' de jogo a equipa foi-se soltando e ganhando metros no terreno de jogo. Gerson, aos 63' avisou que o Vila FC estava ali para somar o 24º jogo consecutivo sem qualquer derrota ao atirar à trave, num remate na zona frontal depois de um mau alívio da defesa forasteira e dois minutos depois, Bruno Fonseca deixou em delírio os adeptos da casa, ao marcar um grande golo na cobrança de um livre directo, sem hipóteses para Nuno. A partir deste momento o jogo partiu-se, Bruno Vasconcelos voltou a ganhar aos centrais do Vila FC, mas depois permitiu o corte de Joel Sousa após excelente recuperação do central e as ocasiões de golo começaram a escassear até ao apito final, muito por culpa da boa gestão de jogo que a equipa de Edmundo Duarte foi fazendo e do nervosismo dos jogadores do Pedroso que lhes foi tolhendo as ideias, com o futebol directo a não funcionar como tinha funcionado até ao momento do golo. Até ao final, o Vila FC conseguiu manter o resultado e somar mais uma vitória, a sétima seguida e o 24º jogo sem perder, confirmando o estatuto de grande candidato à subida.
Após o apito final, cenas lamentáveis e que podem trazer repercussões desnecessárias para os vilanovenses. Festejos exagerados dos jovens da equipa da casa, que de certa forma provocaram os adeptos do Pedroso, Luciano não gostou e desafiou um jogador do Vila FC e dali até às cenas de pugilato dentro do relvado foi um ápice, com alguns adeptos da casa bem como alguns elementos dos Vila Boys entraram em campo. Manuel Rocha, técnico do Pedroso acabou agredido, o árbitro da partida foi rapidamente retirado das quatro linhas bem como os elementos do Pedroso, que não escaparam a algumas agressões, até que responsáveis dos vilanovenses conseguiram serenar os ânimos e acabar com aquela situação.
Em resumo, vitória justa do Vila FC que conseguiu ser mais eficaz que o Pedroso, castigado pela desinspiração dos seus avançados.

Declarações


Edmundo Duarte: "Os derbies aquecem sempre um bocadinho e a rivalidade faz com que o nervosismo venha ao de cima. Em jogo jogado fomos melhores, mostramos inequivocamente porque é que estamos há 24 jogos sem perder, por isso, de uma equipa que à partida era apenas para competir, conseguimos do nada dar-lhe alma e depois fazê-la brilhar ao ponto de se tornar ganhadora".
Sobre a subida de divisão, técnico referiu que "os objectivos não passavam pela subida e com miúdos, conseguimos construir uma equipa que joga bem e que está a fazer um campeonato brilhante. Tudo pode acontecer, temos que estar com os pés bem assentes no chão e com a calma e discernimento que é necessária. Esta equipa é muito jovem, nunca lutaram por subidas de divisão e a pressão conta sobremaneira, assim como a inexperiência e é isso que me preocupa. Vamos ver o que acontece e pensar unicamente jogo a jogo".

Manuel Rocha: "Primeira coisa que digo é que quero dar os parabéns à Associação. Mais uma vez pôs o mesmo árbitro no jogo do Cerco do Porto aqui no Vila FC. Não tenho mais nada a dizer. Fomos a melhor equipa em campo, fomos infelizes, não marcamos, sofremos e perdemos. Parabéns ao Vila FC".
Sobre a subida de divisão, o treinador referiu que a sua equipa não desiste: "Vamos lutar até ao fim. Entramos no campeonato foi para ganhar os jogos todos. As vezes não conseguimos, umas vezes por demérito outras porque não nos deixam ganhar e hoje foi o caso. O Pedroso vai lutar até ao fim", afirmou. Sobre os desacatos verificados no final, o treinador mostra alguma tristeza pelo ocorrido culpabilizando os atletas do Vila FC: "Fico triste porque os meus jogadores não fazem isso. É pena porque são miúdos que estão a crescer para o futebol e portaram-se muito mal. Foram eles que originaram tudo isto. Foram para ali insultar a assistência depois de ganhar. Eu quando ganho dou os parabéns ao adversário e vou tomar banho e era o que eles deveriam ter feito. Isto que aconteceu é triste", concluiu o treinador.

Melhor em Campo

Bruno Fonseca apontou o golo da vitória na marcação de um livre directo
e mereceu a distinção do 'Melhor em Campo' para o A Bola é Redonda

"Foi uma vitória merecida, lutamos, era um adversário directo e foi bom. Lutamos para vencer um golo foi suficiente e com muito sofrimento conseguimos ganhar. O que motivou isso, foram os nossos festejos no final do jogo e a equipa do Pedroso reagiu mal. Depois complicou-se e houve alguma confusão. O nosso objectivo é pensar jogo a jogo e vencer, e se no final conseguirmos chegar lá, será muito bom".

27 de março de 2011

Camadas Jovens - Juvenis: Miguel Vieira deixou o comando técnico do Coimbrões



Miguel Vieira, que estava no comando técnico do Coimbrões há duas temporadas, depois de ter chegado do Candal, deixou o comando técnico da equipa do Coimbrões, que disputou o Campeonato Distrital da 2ª Divisão, terminando na terceira posição com 69 pontos, falhando assim a subida à 1ª Distrital, que foi alcançada pelo Oliveira do Douro que venceu a Série 1.
O ex-técnico coimbroense confirmou esta situação ao 'A Bola é Redonda', tecendo críticas a estrutura do futebol de formação do Coimbrões: "Organização fraca, pessoas na frente do clube muito fracas. Penso que fiz um bom trabalho nestas duas épocas, apenas perdi seis vezes em duas temporada, sofri 20 golos nessas duas épocas, tínhamos princípios de jogo como nenhuma equipa de formação do Coimbrões alguma vez teve, mas enfim, é futebol, optei e sai" começou por referir o técnico, afirmando ainda que passou uma temporada difícil no clube e sentiu-se prejudicado por ser candalense: "Passei uma época difícil dentro do meu ex-clube. É que certas e determinadas pessoas prejudicaram-me por eu ser candalense", sem no entanto adiantar nomes. Miguel Vieira afirma ainda que "a equipa tinha atletas de grande qualidade e um bom espírito de equipa" e que "só não subi este ano porque muita gente não quis". Agora, novos desafios afiguram-se na carreira, tendo adiantado que está perto de ingressar num clube que milita na 1ª Distrital do escalão de juvenis, levando consigo o seu adjunto, Paulo Madureira.
Apesar de toda a situação, Miguel Vieira deixa um agradecimento a duas pessoas da estrutura do clube: "Uma palavra de agradecimento a duas pessoas do Coimbrões que me levaram para lá: O Sr. Coelho e o Sr. Eduardo, muito obrigado pela forma que como me trataram nestas duas temporadas", finalizou o técnico.
O Coimbrões realizou uma boa temporada esta época e tinha como objectivo subir à 1ª Divisão, de onde desceu na época 2007/2008. Em 28 jogos a equipa ganhou 23 mas perdeu cinco, não tendo registado nenhum empate. Apontou 85 golos e sofreu 21, sendo o terceiro melhor ataque da série.

Dragões Sandinenses querem regressar às vitórias frente ao São Martinho

O Dragões Sandinenses perdeu o passado domingo em Baião, por uma bola a zero, perdendo também a liderança da Série 2 da 1ª Distrital para os baionenses. A foramção gaiense pretende agora regressar às vitórias já este domingo na recepção ao São Martinho e continuar no encalço do primeiro lugar e não sofrer a pressão do Marco 09, que agora está a apenas três pontos dos gaienses. Marco Sousa, mais conhecido por Preto, abordou o jogo, referindo que pretendem redimir-se do resultado do passado fim-de-semana: "Esperamos um jogo muito difícil amanhã, mas vamos dar tudo para conseguir os três pontos para dedicar aos nossos adeptos que tem sido fantasticos a apoiar a equipa", disse o jogador.
A partida tem início às 16h, no Estádio do Tourão e será dirigido por Renato Barqueira.

Grijó recebe Valonguense e só pensa nos três pontos

O Grijó recebe o Valonguense no domingo e apenas a vitória interessa. A formação gaiense vai entrar em campo já sabendo o resultado do Pedras Rubras, que jogou este sábado e venceu o Salgueiros 08 por 2-3, diminuindo para apenas um ponto a diferença para os grijoenses.
Óscar Nogueira apenas pensa na vitória para a sua equipa, mas adverte que esta terá que estar concentrada: "O jogo com o Valonguense será mais um obstáculo que teremos que ultrapassar, sabendo antecipadamente que temos de ser fortes e coesos para vencer um adversário que jogará aqui uma das últimas cartadas na fuga à descida. Se formos concentrados, dedicados e técnica e tacticamente cumpridores, estaremos mais perto da vitória. Tudo faremos para dar mais uma alegria à nossa claque que ultimamente tem sido uma força extra" disse Óscar Nogueira.
O jogo começas às 16h no Complexo Desportivo de Grijó e na última época houve empate a uma bola, depois de duas vitórias por duas bolas a zero nas duas épocas anteriores. O árbitro desta partida será António Alves.

Perosinho recebe Lavrense e Allen exige respeito

O Perosinho perdeu no passado domingo com o São Pedro de Rates e Allen não gostou nada da exibição e da atitude de alguns jogadores. O técnico disse durante a semana ao blog que houve "metade da equipa a correr para um lado e outra metade a correr para outro e quando assim é fica tudo muito complicado".
No domingo, a formação gaiense recebe o Lavrense e o técnico espera uma atitude diferente, chegando mesmo a dizer que não sabe se a sua equipa vai ganhar: "No próximo jogo temos sem dúvida que fazer os impossíveis para limpar a péssima imagem deixada no último jogo. Se vamos vencer? Não sei e ninguém sabe, mas atitude e respeito por quem nos vai ver a jogar, pelos jogadores que dão tudo em campo e principalmente pela camisola que vestem, isso irá ser exigido que haja", afirmou o técnico.
O Perosinho segue na 11ª posição, com 37 pontos, enquanto que o Lavrense ocupa o sexto lugar com 46 pontos. Na época anterior a partida terminou com um empate a duas bolas. O jogo disputa-se no Estádio do Perosinho, tem início marcado para as 16h e será arbitrado por Luís Machado.

26 de março de 2011

Segunda fase da 3ª Divisão arranca amanhã





Candal e Oliveira do Douro começam a disputar amanhã a segunda fase da 3ª Divisão Nacional. Se os oliveirenses já estavam destinados a jogar a Fase Manutenção, a presença do Candal nesta fase acabou por ser uma surpresa. A equipa candalense ocupou sempre os lugares cimeiros da classificação, mas nas últimas cinco jornadas apenas conseguiu vencer uma partida, em casa, frente ao Paredes por duas bolas a zero. Na última jornada a deslocação ao terreno do Sousense não correu como o esperado e quando o empate era resultado suficiente para garantir um lugar entre os seis primeiros, a equipa foi derrotada por duas bolas a uma, mas com fortes criticas ao trabalho do árbitro dessa partida.
Nuno Passos, defesa do Candal, referiu que jogar a Fase Manutenção, não era o que estava previsto desde o início da época: "Não estávamos à espera de jogar a fase da descida mas depois de varias ocorrências nem todas claras, descemos para o 7º lugar e consequentemente para esta situação. Agora, temos de encarar esta fase com o intuito de conseguir o mais rapidamente possível a manutenção e mostrar que o nosso lugar verdadeiro seria entre os seis primeiros classificados", disse o atleta. O Candal entra em campo às 16h e recebe o Mondinense no Estádio Rei Ramiro. Passos espera um jogo difícil: "Vai ser um jogo complicado, com um adversário a tentar fugir à zona complicada em que se encontra neste momento e não quer deixar fugir nenhuma das equipas que estão à sua frente na tabela. Mas vamos encarar o jogo de forma seria e competente e tentar alcançar a vitoria, como é a nossa obrigação", concluiu o jogador.
Já do lado do Oliveira do Douro, Hugo Figueiredo falou ao blog sobre as expectativas da equipa para esta fase. A equipa oliveirense está numa situação mais complicada do que a do Candal e não pode desperdiçar pontos, caso queira garantir a permanência, o que se afigura uma situação muito difícil, pois a diferença pontual para a linha de água é de 11 pontos. O avançado refere que pretendem começar bem esta fase e isso passa já por vencer o Rebordosa, fora, já amanhã: "As expectativas que temos para esta segunda fase são muitas. Vamos tentar conseguir a manutenção, que é muito difícil, mas enquanto matematicamente for possível não vamos deitar a toalha ao chão. Como houve redução de pontos, vamos tentar começar bem e isso passa por conseguir triunfar e trazer os três pontos para a nossa equipa", disse o jogador.
o Candal acabou a primeira fase na sétima posição com 32 pontos e vai começar esta fase com 16, na liderança desta Série. O Oliveira do Douro terminou com três pontos e vai começar com apenas dois. Com três equipas a descer de divisão, a tarefa dos oliveirenses apresenta-se muito complicada, mas não é difícil. Os jogos começam às 16h

ATENÇÃO - Na próxima madrugada a hora muda


Na madrugada deste sábado, terá lugar a habitual mudança de hora, que anúncia a entrada do Horário de Verão. Assim, será necessário adiantar o relogio em uma hora, quando este bater na uma da manhã.
Isto tem implicações nos jogos de futebol desta semana, para todos os campeonatos distritais e nacionais, com as partidas a terem início às 16h. Assim, se pretender ver o seu clube no próximo domingo, não se esqueça de que dispõe de mais uma hora para passar com a familia, visto que as partidas apenas terão início às 16h da tarde.

Entrevista com - Marco Pereira (Vila FC)

O 'Entrevista Com' desta semana, falou com um jogador que regressou no passado mês de Dezembro ao activo, depois de três anos de paragem. Marco Pereira, avançado e atleta dos quadros do Vila FC, abordou as experiências que teve no Canelas-Gaia, na época 2005/2006 na Divisão de Honra da AF Porto e no Serzedo em 2006/2007 na 1ª Distrital enquanto sénior, bem como os motivos que o levaram a estar três épocas afastado do futebol. De regresso ao activo, o jogador aborda as dificuldades que sente após tão longa paragem e dos objectivos que ainda pretende atingir.
Uma entrevista a não perder, em mais um exclusivo 'A Bola é Redonda'.


Marco Pereira, aqui ao serviço do Canelas-Gaia


A Bola é Redonda (ABR) - Marco, onde começaste a jogar futebol?

Marco Pereira (MP) - Comecei a jogar futebol quando tinha oito anos no São Félix.


ABR - Estiveste nos seniores do Canelas e do Serzedo. Fala-me um pouco dessas duas experiências.

MP - Enquanto sénior passei por realidades muito diferentes. No primeiro ano de sénior, estive no Canelas-Gaia, onde acabamos por descer de divisão e o principal problema eram as dificuldades financeiras. Estivemos quase a época toda sem receber. O meu segundo ano foi no Serzedo, que era um clube humilde, onde fizemos um campeonato tranquilo e andamos sempre do meio da tabela para cima.


ABR - Depois estiveste parado durante três temporadas. O que te levou a estar fora do futebol durante tanto tempo?

MP - Em certa parte foi devido a um desentendimento com o treinador na altura do Serzedo. Acabei por não permanecer no clube quando a época acabou e entretanto começou a ser complicado arranjar clube, visto que a maioria dos planteis já estavam fechados.


ABR - Durante o tempo de paragem, estiveste de alguma forma ligado ao futebol ou desligaste por completo?

MP - Durante o tempo de paragem, acompanhei sempre o futebol. Via sempre alguns jogos dos distritais, tentando manter sempre contacto com o que se ia passando nos campeonatos e nos clubes e também tentando arranjar equipa para reiniciar-me no mundo do futebol.


ABR - Foi difícil estar afastado dos relvados?

MP - Foi. Primeiro porque jogava desde os meus oito anos e só por essa altura parei de jogar. Coisa estranha para mim e fora do normal. Segundo, porque sentia que estava a perder as minhas capacidades como jogador. É difícil estar parado, perde-se muito ritmo em relação aos outros jogadores no activo.


ABR - Voltaste agora ao activo e logo num clube histórico como o Vila FC, apesar de ser um clube de certa forma novo. Como surgiu essa hipótese?

MP - É verdade, consegui novamente entrar no activo, e num clube ao qual podemos considerar histórico, visto que é novo, mas tem os princípios do seu anterior clube. Surgiu esta hipótese, através de um amigo meu que me deu a conhecer ao mister Edmundo, dando-me a oportunidade de treinar no Vila.


ABR - Como tem sido o processo de adaptação ao futebol depois de tanto tempo afastado?

MP - Tem sido difícil. Quando cheguei na altura em Dezembro, os meus colegas já estavam com um ritmo de jogo alto e tecnicamente não estava no meu nível, no qual ainda me esta a custar a estar. Foram três anos parado e é sempre muito difícil a adaptação. Perde-se rotinas de jogo e toque de bola. Mas sinto que com o tempo e com paciência, lá conseguirei estar ao meu nível.


ABR - O Vila FC é o clube a nível distrital que está a mais tempo sem perder, por ventura, apenas ultrapassado pelo FC Porto a nível nacional. Como analisas essa situação?

MP - Na altura que cheguei ao clube, o Vila FC já estava há cinco jogos sem perder. Hoje já vamos com 23. Tudo se deve ao bom trabalho de todos, com muito sacrifício e humildade. Temos uma equipa técnica experiente e um grande apoio dos sócios. A equipa é jovem, mas com muita qualidade, na qual podemos fazer historia já neste primeiro ano do clube. Levamos sempre em mente que temos de trabalhar todos os dias, lutando sempre da mesma maneira todos os domingos, sempre com os pés no chão e apenas em mente a vitória.


ABR - No próximo domingo têm um desafio difícil com o Pedroso em casa. Quais são as possibilidades da equipa nesse jogo?

MP - Temos boas possibilidades de ganhar a partida. Jogamos em nossa casa, e temos que ter confiança em nós próprios, fazendo o que sabemos fazer melhor. Respeitando sempre os nossos adversários, pois só ai estamos concentrados a fazer o nosso melhor. O Pedroso, é uma excelente equipa e é o líder do nosso campeonato, portanto é um adversário directo ao qual temos que ganhar para tentar alcançar os nossos objectivos.


ABR - Relativamente ao futebol em Gaia, como tens visto os desempenhos dos clubes gaienses nos campeonatos nacionais?

MP - Dos clubes em Gaia presentes nos nacionais, tenho a destacar o Coimbrões. É uma excelente equipa, do qual já vi alguns jogos. Vêem a fazer um excelente trabalho desde há alguns anos. Espero que alcancem os seus objectivos.

ABR - Tens 24 anos. O que é que ainda esperas da tua carreira futebolistica?

MP - Pretendo trabalhar sempre para melhorar e aprender coisa novas, para tentar chegar o mais longe possível na minha carreira enquanto jogador. Hoje em dia é difícil conseguir uma carreira profissional em Portugal, devido ao fraco investimento em jogadores nacionais. Mas, pode haver sempre uma pontinha de sorte.


ABR - Deixa uma mensagem aos adeptos do Vila FC e aos adeptos do futebol em geral.

MP  - Aos adeptos do Vila FC, que continuem a ser o nosso 12º jogador e que continuem a dar sempre o apoio incansável como têm feito até hoje, pois com o apoio deles somos mais fortes. Aos adeptos do futebol em geral que encham os estádios e continuem a apoiar este desporto-rei com fair play.